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61
- Tendência da inflação em alta (19/07/2001) |
| 61 - Produção industrial apresenta
nova redução em junho (17/07/2001)
No primeiro mês de racionamento, o
Indicador IPEA mostra desaceleração da produção industrial.
Eliminando fatores sazonais, a redução foi de 2,2 porcento em junho.
O resultado é decorrente da redução de 17,6 porcento na produção
de aço e de 12,3 porcento na de veículos. Além da produção
industrial, a demanda também está em queda. Segundo a Pesquisa
Mensal do Comércio do IBGE, em maio houve uma queda de 2,3 porcento
no volume de vendas ante o mesmo mês do ano passado. No setor de
eletrodomésticos, dados da Eletros para o mês de junho mostram forte
queda: 20,9 porcento na venda de televisores sobre o mesmo mês do ano
passado e de 30,8 porcento nos sistemas de som. No caso dos
portáteis, a queda de 39,7 porcento. Por outro lado, a confiança do
consumidor melhorou em julho depois da forte contração de maio
devido ao anúncio do racionamento. Tal melhora provavelmente é
reflexo da percepção dos consumidores que era possível reduzir o
consumo de energia sem maiores transtornos. Texto
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60
- Tendência da inflação em alta, apesar de queda nas taxas
(27/06/2001) |
59 - Maio
confirma reversão da produção industrial (22/06/2001)
Indicador
IPEA da produção industrial, em maio, diminuiu 1,7 porcento, em
termos dessazonalizados. Trata-se
da terceira queda mensal consecutiva.
Em relação a maio do ano passado, o indicador cresceu 4
porcento; embora expressivo, esse
crescimento é significativamente menor que os 6,1 porcento em abril.
Acompanhando a perda de fôlego da indústria, o desemprego também
cresceu em maio, atingindo 6,9 porcento. Além da produção, a
demanda no varejo continua em um movimento descendente, porém em
ritmo ainda lento. A exceção é o setor de eletrodomésticos, cujas
vendas industriais, em virtude do racionamento de energia, sofreram
queda acentuada em maio, após experimentar forte expansão nos
quatro primeiros meses do ano. Texto
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| 58 - Produção industrial estável
em abril (30/05/2001)
A produção industrial manteve-se
estável em abril segundo o Indicador IPEA. Sobre o mês de março,
houve queda dessazonalizada de 1 porcento e crescimento de 7 porcento
sobre abril do ano passado. A desaceleração do crescimento do PIB no
primeiro trimestre deste ano em comparação com o quarto de 2000 e a
perspectiva de racionamento criaram um novo cenário para a economia
brasileira. Dessa forma, o IPEA refez suas projeções
macroeconômicas para 2001. O impacto estimado do racionamento sobre o
PIB é de redução de 1 ponto percentual, de 4 porcento para 3
porcento de crescimento. A inflação medida pelo INPC deve chegar a 6
porcento e medida pelo IPA, a 8,9 porcento. O efeito estimado sobre o
desemprego é mais modesto: na média do ano, deve passar de 6,4
porcento para 6,8 porcento. Texto
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| 57 - Tendência da inflação mais
alta em abril (22/05/2001)
A tendência da inflação acompanhou a
alta dos índices de preços em abril, projetando uma variação de
3,6% a.a. para o IPCA. Esse movimento da tendência estendeu-se para
os demais índices ao consumidor, exceto o IPA onde a tendência
declinou ligeiramente embora mantendo-se em patamar bem superior à
dos IPCs. A aceleração da inflação em abril deve-se, em grande
parte, ao preço dos alimentos, que respondem por 64% da variação do
IPCA. A queda dos preços dos combustíveis contribuiu para conter o
aumento do IPCA em abril. Texto
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| 56 - Indicador
IPEA: produção em nível elevado, porém estável (2/05/2001)
O Indicador IPEA de produção
industrial cresceu 0,6 porcento, no mês de março, mostrando
estabilidade em relação ao mês anterior. Na comparação com 2000,
o crescimento foi de 9,7 porcento, em março, de 7,6 porcento, no
acumulado do ano. O setor automobilístico novamente liderou o
crescimento industrial, acumulando expansão de 23,6 porcento nos
primeiros três meses do ano. No comércio, os dados dessazonalizados
de consultas ao Telecheque e ao SPC da ACSP mostraram queda de 4,7
porcento e 7,2 porcento, respectivamente, em abril. Para os meses
vindouros, contudo, projeta-se desaceleração da demanda dados os
recentes aumentos na taxa de juros e as incertezas quanto à
trajetória da economia. |
| 55 - Tendência da inflação
declinou em Março, mesmo com aumento em alguns índices. (20/04/2001)
A inflação de março em relação à
de fevereiro foi menor para o IPCA e INPC, porém aumentou no caso do
índice da Fipe e do IPCA. Para todos eles, contudo, a tendência
prospectiva reduziu-se, indicando que os aumentos estiveram
concentrados em um pequeno grupo de produtos. No IPCA, o esgotamento
do impacto dos aumentos de transporte público e educação foi
parcialmente neutralizado por aumentos na taxa de variação do preço
dos alimentos. Essa característica marcou também o comportamento dos
preços no atacado, com forte pressão dos produtos agrícolas.
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54 - Queda de 1,4 porcento
no Indicador IPEA, em fevereiro, sinaliza retorno à tendência
sustentável (27/03/2001) A produção industrial, segundo dados setoriais
de produção resumidos no Indicador IPEA, teria apresentado queda de
1,4%, em termos dessazonalizados, relativamente a janeiro. Frente a
fevereiro do ano passado a redução foi de 2,1%, mas o menor número
de dias úteis em fevereiro deste ano implica em crescimento de 8,2%
pela média diária. No mercado de trabalho, destaca-se a redução de
cerca de 1,5 ponto percentual na taxa de desemprego dessazonalizada
entre outubro de 2000 e janeiro deste ano. Isso colocaria a taxa de
desemprego abaixo do nível estimado para a NAIRU – a taxa de
desemprego consistente com a estabilidade da inflação – porém
ainda dentro do intervalo de confiança da estimativa. Texto
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53 - Inflação: queda dos índices
em fevereiro inferior à expectativa; Tendência estável
(15/03/2001). Apesar da queda do IPCA em fevereiro, de 0,57%
para 0,46%, a desaceleração ficou abaixo do esperado. O indicador de
tendência calculado pelo IPEA, no entanto, permaneceu praticamente
estável em relação a janeiro, em torno de 3,8% a.a. A manutenção
do índice em patamar superior ao esperado resultou de reajustes de
tarifas de ônibus, do efeito defasado dos aumentos em educação e da
elevação dos preços dos remédios. No IPA, os preços industriais
apresentaram redução da taxa de crescimento enquanto os produtos agrícolas
reverteram a trajetória de queda. A perspectiva para a inflação nos
próximos meses é de desaceleração, embora a taxa de 12 meses ainda
vá se manter no patamar dos 6% a.a. até o início do segundo
semestre. Texto
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52 - Crescimento econômico contribui para o aumento do superávit primário e recuo da relação dívida/PIB (9/03/2001) Os primeiros resultados fiscais do ano — superávit
primário consolidado de R$ 5,6 bilhões, ou 6,1 por cento do PIB, e
redução de 0,3 ponto percentual na dívida líquida do setor público
como proporção do PIB — apontam para a continuidade da política
de estabilidade fiscal, facilitada pelo ciclo de crescimento.
Destaca-se o desempenho da arrecadação que, induzido pelo
aquecimento da atividade econômica, produziu no governo
central recorde da receita administrada, que atingiu R$ 17,4 bilhões,
e redução do déficit do INSS. A queda da relação dívida/PIB
refletiu sobretudo a redução da taxa básica de juros, no final de
dezembro e início de janeiro, e o crescimento do produto. Texto
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| 51 - Indicador IPEA: produção
industrial manteve-se elevada em janeiro (23/02/2001)
O
Indicador IPEA da produção industrial aponta para a manutenção da
produção industrial em patamar elevado, apenas ligeiramente abaixo
daquele registrado em dezembro. O crescimento contra janeiro é da
ordem de 13,5%. Esse resultado, associado a nova queda na taxa de
desemprego em termos dessazonalizados e aos resultados preliminares de
vendas no comércio, sinalizam com perspectiva favorável de
crescimento para o ano. Texto
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50 - Alimentos pressionam inflação em janeiro (14/02/2001) A despeito da pequena redução do IPCA em janeiro frente a dezembro, de 7,31% a.a. para 7,06% a.a. em termos de taxas mensais anualizadas, o indicador de tendência prospectiva acabou registrando pequena elevação frente ao valor do mês anterior, passando de 3,03% a.a para 3,73% a.a. Esse aumento pode estar refletindo uma menor dispersão dos aumentos frente a dezembro, quando a inflação foi muito influenciada por um único aumento, o da gasolina, que sozinho explicou cerca de 60% da variação do índice. Em contraste com o IPCA, o IGP-DI apresentou forte redução, como reflexo do comportamento dos preços no atacado, cuja variação declinou de 10,7% para 4,9% em termos de taxas mensais anualizadas. O fim do efeito de pressões sazonais e de elevações localizadas em preços administrados, combianda à tendência de queda do preço dos alimentos, devem contribuir para uma expressiva redução da inflação nos próximos meses. Texto completo |
| 49 - Estabilidade da tendência da inflação em dezembro
(23/01/2001)
A ligeira aceleração dos índices de preços em dezembro último não afetou significativamente as medidas de tendência, que continuam apontando para níveis de inflação bastante baixos, emtorno de 3% a.a. no caso dos IPCs. As pressões em dezembro estiveram localizadas em itens específicos, em particular combustíveis. O resultado acumulado pelo IPCA no ano ficou pouco abaixo da meta de inflação de 6%, e as perspectivas para 2001 são de que novamente a meta, cujo ponto médio foi fixado em 4%, venha a ser atingida.
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| 48 - Reavaliação
de risco facilita captações brasileiras (12/01/2001)
Nas primeiras duas semanas do ano o Brasil já captou US$
2,4 bilhões no mercado internacional, com destaque para o lançamento de US$ 1,5 bilhão em
bônus globais e a venda no mercado europeu de bônus de dez anos no valor de 1 bilhão de euros. O
sucesso dessas operações reflete a percepção mais otimista sobre a economia brasileira, por parte do
mercado financeiro internacional, especialmente no que concerne aos resultados fiscal e comportamento da
inflação. O resultado da balança comercial na primeira semana de
janeiro foi praticamente equilibrado (déficit de US$ 4 milhões). O fato positivo é
que após quatro meses consecutivos, as médias diárias das exportações apresentaram crescimento superior as médias diárias das
importações, contra igual período do ano anterior, 20,2%
e 16,6% respectivamente. Porém, como os dados se referem apenas aos primeiros dias do mês, não se pode afirmar que indique uma
tendência bem definida, capaz de reverter as expectativas originada no
resultado de 2000. Texto
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