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TD 1614 - Novas Evidências Empíricas Sobre a Dinâmica Trimestral do Consumo Agregado das Famílias Brasileiras no Período 1995-2009

Bernardo Patta Schettini, Cláudio Hamilton Matos dos Santos, Cláudio Roberto Amitrano, Gabriel Coelho Squeff, Márcio Bruno Ribeiro, Rafhael Rocha Gouvêa, Rodrigo Octávio Orair e Thiago Sevilhano Martinez / Brasília, maio de  2011   

Este trabalho apresenta especificações econométricas inéditas para o consumo agregado das famílias brasileiras em níveis trimestrais no período 1995-2009. Argumenta-se, em particular, que a utilização de aproximações trimestrais da renda disponível do setor privado (a preços de 1995 encadeados) do crédito disponibilizado às famílias brasileiras (em porcentagem do PIB) e (de uma proxy) da taxa de juros real da economia como variáveis explicativas da dinâmica trimestral do consumo agregado destas famílias gera modelos bem ajustados "dentro da amostra" e com precisão de mais de 99% por trimestre em quatro trimestres "fora da amostra". Tais modelos sugerem, ainda, uma elasticidade-renda - privada, excluindo rendas líquidas de propriedade - próxima de 0,4 e semielasticidades *- crédito e taxa de juros - da ordem de 2% e -2% para o consumo agregado das famílias brasileiras.

This paper presents new econometric specifications for the quarterly behavior of the aggregate consumption of Brazilian households in the 1995-2009 period. It is argued, in particular, that the use of quarterly measures of both private disposable income (in chained 1995 prices) and the credit extended to households (as a % of GDP) as explanatory variables leads to well adjusted models "within the sample" with good "out of sample" performance - for the level of precision of our quarterly estimates four quarters "out of sample" is close to 99%. Moreover, the models presented in this paper point to values of the (approximated) private income elasticity close to 0.4 and credit and interest (semi) elasticities of household consumption close to 2% and -2%, respectively.

 

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