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TD 1044 - Inovação Tecnológica, Eficiência de Escala e Exportações Brasileiras

João Alberto De Negri e Fernando Freitas / Brasília, setembro de 2004

Há amplo entendimento sobre a necessidade de o Brasil aumentar suas exportações.Entre economistas é também consensual que a indústria brasileira deve se inserir internacionalmente,do ponto de vista do seu desempenho exportador, naqueles produtosem que as firmas tenham vantagens competitivas. A questão especialmenterelevante nesse contexto é a definição de qual tipo de indústria o Brasil possui vantagenscompetitivas efetivas ou potenciais. O entendimento sobre essa questão não éconsensual entre os economistas. Inovação tecnológica é um dos determinantes dasexportações das firmas no Brasil? Este trabalho procura evidências que possam ajudara responder a tal questão. Além desta, o texto procura medir o impacto sobre asexportações brasileiras de um aumento médio em uma variável que afeta a propensão àinovação tecnológica da firma e a escolaridade da mão-de-obra empregada nas empresas,bem como de um aumento médio na eficiência de escala.Os resultados empíricos desta publicação têm como base informações por firmase sugerem que as empresas que realizam inovação tecnológica têm 16% mais chancesde serem exportadoras que aquelas que não fazem inovações. O aumento de 20% naeficiência de escala da média das firmas na indústria brasileira aumentaria em 4,2%a probabilidade de a firma ser uma exportadora. Simulações que têm como base osresultados do modelo sugerem que 81,6% do aumento das exportações resultantesde variações positivas na eficiência de escala e na propensão a realizar inovação tecnológicada firma seriam resultantes das exportações das firmas que não exportam eque passariam a exportar. Isso parece indicar que a ampliação do número de firmasbrasileiras exportadoras depende de forma especialmente relevante de variáveis internas àfirma e que afetem a sua competitividade no mercado externo, como eficiência de escalae propensão à inovação tecnológica.

There is na ample agreement on the necessity of Brazil to increase its exportations.Among economists it is also consensual that the Brazilian industry must be insertedinternationally, in the point of view of its exporting performance, in those productsthat the firms have competitive advantages. The especially relevant question in thiscontext is the definition of which type of industry Brazil possess effective or potentialscompetitive advantages. The agreement about this question is not consensual amongthe economists. Is technological innovation one of the determinatives of the exportationsof the firms in Brazil? This article looks for evidences that could help to answerthis question.Beyond this question the article looks for to measure the impact on the Brazilianexportations of an average increase in an variable that affects the propensity to thetechnological innovation of the firm, the level of school education of the hand ofworkmanship used in the companies, and of the average increase in the efficiency ofscale. The empirical results of this article have as base information by firms and suggestthat the companies that carry through technological innovation have 16% more possibilities to be exporting than that firms that do not make innovations. The increase of 20% in the efficiency of scale of the average of the firms in the Brazilian industry, would increase in 4,2% the probability of the firm to be exporting. Simulations taking as base the results of the model suggest that 81,6% of the increase of the resultant exportations of positive variations in the efficiency of scale and the propensity to carry through technological innovation of the firm would be resultant of the exportations of the firms that do not export and that would start to export. It seems to indicate that the magnifying of the number of exporting Brazilian firms depends especially excellently of internal variable of the firm and that affects its competitiveness in the external market, as efficiency of scale and propensity to the technological innovation.

 

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