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TD 0447 - A Estrutura a Termo da Taxa de Juros: Uma Síntese

José W. Rossi / Rio de Janeiro, dezembro de 1996

O artigo inicia com uma discussão sobre o uso das taxas de juros e do spread entre taxas de juros como variáveis úteis em estudo de previsão seja da atividade econômica ou da variação na taxa de juros de curto prazo, ou da própria taxa de inflação. Em seguida discute-se a relação entre as taxas de juros de curto e longo prazos através da chamada curva de retorno (yield curve). Mostra-se, também, como realizar o teste empírico da relação entre essas taxas. A dificuldade na realização do teste empírico é, então, apresentada à luz de duas experiências distintas: a dos Estados Unidos e a do Brasil. No primeiro caso o teste empírico é dificultado por uma particularidade da política operacional do Federal Reserve que. por ser voltada mais para a taxa de juros de médio prazo, acaba eliminando o elemento passível de previsão no meio da curva de retorno dos ativos. Já no caso do Brasil, a dificuldade com o teste está ligada ao fato de não se dispor, em vista da longa experiência vivida pelo país até recentemente com as altas taxas de inflação de aplicações financeiras de longo prazo. De qualquer maneira, mostra-se que mesmo neste caso pode-se realizar um teste envolvendo a relação entre a taxa de juros do over (diário) e aquela para aplicações de um mês, por exemplo. Finalmente, discute-se, com base na estrutura a termo da taxa de juros, as vantagens e desvantagens de se ter uma da dívida pública de curto prazo ao invés de uma de longo prazo.

 

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