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06/03/2017 11:00

Pesquisadora comenta os resultados do estudo sobre gênero e raça no Brasil

Retrato da Desigualdade de Gênero e Raça analisa vários indicadores sociais durante o período de 1995 a 2015

 

 

 

Muitos aspectos relacionados às mulheres evoluíram, enquanto outros precisam de mais atenção. É o que revela o Retrato das Desigualdades de Gênero e Raça apresentado pelo Ipea, que traz recortes por sexo e raça comparando branco a negros e verificando as sobreposições de desigualdade.

Dentro desse contexto, o estudo observou que a proporção de famílias chefiadas por mulheres chegou a 40% em 2015. As mulheres estão trabalhando mais devido à dupla jornada e ganhando menos que os homens, apesar de a escolaridade ser mais alta entre elas.

Outro ponto que chama a atenção é em relação ao trabalho doméstico, que era a ocupação de 18% das mulheres negras e de 10% das mulheres brancas no Brasil em 2015. O número de jovens nesse setor vem diminuindo. Em 1995, 51,5% das trabalhadoras domésticas tinham até 29 anos de idade; em 2015, somente 16% estavam nessa faixa de idade.

“Vemos algumas tendências interessantes, como o aumento da renda das trabalhadoras domésticas, mas, ainda assim, no ano de 2015, a média no Brasil não alcançava nem o salário mínimo”, observou Natália Fontoura, especialista em políticas públicas e gestão governamental que participou da elaboração da pesquisa.

Acesse o site do projeto Retrato das Desigualdades de Gênero e Raça

Saiba mais: Estudo mostra desigualdades de gênero e raça no Brasil em 20 anos

Confira a apresentação da pesquisa Retrato das Desigualdades de Gênero e Raça 

Leia o estudo Retrato das Desigualdades de Gênero e Raça

 
 

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