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TD nº 0020 -Growth and Export Expansion in Developing Countries: some empirical evidence
TD nº 0016 -Inflação, Desemprego e Hiato do Produto
TD nº 0017 -A Memorandum on the Anti-Export Bias in Commercial Policies and Export Performance: the recent brazilian experience
TD nº 0015 -Crédito Subsidiado e Formação de Capital na Agricultura Brasileira
TD nº 0014 -Politica Econômica, Emprego e Distribuição da Renda na Agricultura Brasileira
TD nº 0013 -Política Orçamentária e Efeitos na Demanda Agregada
TD nº 0012 -Preço da Terra e Valorização Imobiliária Urbana: esboço para o enquadramento conceitual da questão
TD nº 0011 -Um Modelo de Comportamento do Fundo do Crédito Educativo
TD nº 0010 -Crédito Educativo e Ensino Pago: sugestões para o financiamento do ensino universitário
TD nº 0008 -Índice de Produto Real e Deflator Implícito: fórmulas aproximadas para os índices teóricos
TD nº 0009 -A Macroeconometric Policy Model for Brazil
TD nº 0004 -Índice de Custo de Vida: avaliação do método da Fundação Getulio Vargas e nova formulação
TD nº 0005 -Curva de Phillips e o Modelo de Realimentação: será Friedman um neo-estruturalista?
TD nº 0006 -Notas Preliminares sobre Descentralização Industrial no Brasil
TD nº 0007 -Oferta de Alimentos e Inflação
TD nº 0003 -Política Monetária e o Mercado Aberto
TD nº 0001 - Crédito ao Consumidor: política de limitação dos juros contábeis e seus efeitos sobre a taxa de juros
Superar a crise requer outro padrão de financiamento de longo prazo, novo modelo de produção e consumo e inédita governança global
BBC Brasil:Em baixa recorde, desemprego 'deve voltar a subir em 2012' Taxa cai para 5,7%, menor já registrada em outubro; para economistas, desaceleração da economia deverá 'ajustar' oferta de trabalho. A Pesquisa Mensal de Empregos (PME), do IBGE, divulgada nesta quarta-feira mostra que a taxa de desemprego em outubro caiu para 5,8%, a menor já registrada no mês desde o início desse aferimento, em 2002. Economistas ouvidos pela BBC Brasil preveem, no entanto, que o desemprego voltará a crescer no próximo ano, sentido os efeitos de um "ajuste macroeconômico" e da crise internacional. Para Daniel Sousa, professor do Ibmec do Rio de Janeiro, "o Brasil já está em um processo de ajuste, que se dá pela própria dinâmica macroeconômica. O país se aproximou do limite de seu potencial de crescimento". "Por volta de um ano, esse efeito já começará a ser sentido no mercado de trabalho", disse. Na série histórica do PME, apenas os meses de novembro e dezembro de 2010 tiveram um resultado melhor (5,7% e 5,3%, respectivamente). Em setembro deste ano, o IBGE indicou uma taxa de desemprego de 6%. Rodrigo Leandro de Moura, da Fundação Getúlio Vargas do Rio, diz que "é provável que a taxa de desemprego comece a subir nos próximos meses". "Por mais que tenhamos tido um crescimento econômico no ano passado, a gente não tem como criar tantas vagas e absorver tanta mão de obra", disse. Para Moura, a baixa taxa de desemprego só é sustentável com "investimento em infraestrutura, em educação e revisão da carga tributária". Para Márcio Pochmann, presidente do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), do governo, "ajuste é uma palavra muito forte". Ainda assim, o economista também prevê uma desaceleração na oferta de trabalho. "Como vamos crescer menos que no ano passado, não geraremos a mesma quantidade de emprego no ano que vem". Pleno emprego A baixa taxa de desemprego fez alguns economistas e a própria presidente Dilma Rousseff afirmarem que o Brasil alcançou o "pleno emprego", também chamado de "taxa natural de desemprego". Na economia, pleno emprego é a situação na qual todos os trabalhadores que aceitam a remuneração estabelecida pelo mercado estão empregados. Souza acredita que "o Brasil se aproximou bastante do pleno emprego nos últimos meses". Já Moura diz que o "país ainda não vive uma taxa natural de desemprego, mas sim vive um momento estável, devido às boas condições da economia". Para Pochmann, ainda "estamos longe de pleno de emprego". Segundo ele, o país só alcançaria esse patamar quando a taxa de desocupação caísse perto de 3%. Crise e inflação Em setembro, o Banco Central surpreendeu os analistas e baixou a taxa de juros após meses de alta. O Copom (Comitê de Política Monetária) justificou a decisão usando as previsões de queda na inflação e o cenário de "deterioração" da economia internacional. Para muitos analistas, o governo estaria afrouxando o controle da inflação para evitar uma alta no desemprego, estimulando a economia com a expansão do crédito. Pochmann diz que "não vê" o governo diante de uma escolha entre um controle mais forte da inflação e a manutenção dos atuais níveis de emprego. "Não vejo essa escolha, que é chamada de Curva de Phillips. Isso se aplica em economias desenvolvidas, com um mercado de trabalho estruturado, o que não é o caso brasileiro", diz. Para o economista, "houve a opção do governo de manter o crescimento em um ritmo menor, até para segurar a expansão acelerada do consumo, para evitar a inflação". Sousa, do Ibmec Rio, diz que em caso de aumento do desemprego "os setores mais penalizados serão os de produtos mais elásticos à renda, como o de eletrodomésticos e de automóveis". Pochmann diz ainda que o país já sofre os efeitos da crise internacional. "Já estamos sofrendo os efeitos da crise, que é a mais grave da história do capitalismo. Em 1929 parte do mundo era socialista e outra parte vivia sob um regime colonial. Hoje todo o mundo funciona sob uma lógica mercantil", diz. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

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