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Chamada Pública nº 058/2010 Chamada Pública nº 058/2010 - Projeto "Táticas Locais e Estratégias Internacionais: a política social do Bolsa-Família e as relações de gênero, raça/etnia no estado de Santa Catarina, Brasília, Cuba e França" Vagas: 16 (dezesseis) bolsas Auxiliar de Pesquisa (graduando), 01 (uma) bolsa Assistente de Pesquisa II (Mestrando), 02 (duas) bolsas Assistente de Pesquisa III (Mestre) e 03 (três) bolsas Doutor Prazo de inscrição: 13 de julho a 28 de julho de 2010 Resultado: A partir de 09 de agosto de 2010 Início das bolsas: setembro de 2010 Chamada Pública nº 058/2010 Extrato de Cancelamento da Chamada Pública nº 058/2010 Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
TD nº 1195 - Aspectos da Proposta de Mudança na Regulamentação da Previdência Rural no Brasil
Novo prazo vai até o dia 30 de setembro. Podem apresentar propostas doutores em programas reconhecidos pela Capes
NOTÍCIAS LUSOFONAS ONLINE (portugal):Brasil está longe de alcançar meta de mortalidade materna até 2015 O Brasil não vai conseguir cumprir a meta da mortalidade materna até 2015, como estabelecido nos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM), porque o país ainda está longe de alcançar a redução de três quartos dos índices de 1990. Faltam apenas cinco anos para o fim do prazo de cumprimento dos ODM e, até agora, o Brasil já alcançou quatro dos oito ODM e pretende ter um bom desempenho até 2015. Contudo, o país não está próximo de atingir a razão de mortalidade materna igual ou inferior a 35 óbitos por 100 mil nascidos vivos até 2015. A razão de mortalidade materna é o indicador utilizado para acompanhar esta meta, que estima a frequência de óbitos femininos ocorridos até 42 dias após o término da gravidez. A meta "mais complexa" é a que trata da mortalidade materna, admitiu o director de Estudos e Políticas Sociais do Instituto de Pesquisa Económica e Aplicada (Ipea), Jorge Abrahão. "Não vamos conseguir chegar à meta estabelecida para o Brasil", declarou o economista brasileiro responsável pelo documento com o balanço dos ODM, a ser apresentado nas Nações Unidas, na próxima semana. Mesmo com uma redução significativa desde 1990, a mortalidade materna no Brasil ainda permanece elevada. Em 1990, ocorriam 140 óbitos por 100 mil nados vivos (NV), enquanto em 2007, o índice declinou para 75 óbitos por 100 mil NV, o que representa uma diminuição de 46 por cento neste período. Abrahão reconhece que um dos maiores desafios é melhorar a investigação dos óbitos, além de aperfeiçoar a qualidade da atenção ao parto e ainda reduzir a proporção de partos por cesariana. "O sistema público tem que actuar fortemente. Na mortalidade materna temos um problema a tratar devido à subnotificação. Mas essa não é apenas uma realidade do Brasil, é da América Latina como um todo", argumenta. O país, acrescenta o economista, realiza muitos partos por cesariana o que "tende a aumentar a mortalidade". O Brasil é o campeão mundial de cesarianas. Os dados são alarmantes. Só no sector privado de saúde, a taxa de cesarianas atinge 80 por cento, enquanto no Sistema Único de Saúde (SUS), no sector público, gira em torno de 30 por cento. O risco de uma mulher morrer em consequência, ou durante o parto de cesariana, é quatro vezes maior que no caso de parto normal. E a cesariana também eleva para 10 vezes o risco de morte neonatal. O Brasil poderia reduzir os altos índices de mortalidade materna se adoptasse medidas que requerem o mínimo de intervenção cirúrgica no parto, defende. Não foi o que aconteceu com a esposa do advogado João Paulo Lins e Silva, de 37 anos. Mesmo optando por um parto normal, a jovem empresária Bruna Bianchi, de 34 anos, morreu, em Agosto de 2008, após sofrer graves complicações no parto e intervenções cirúrgicas para tentar salvá-la. A pequena Chiara, que hoje tem dois anos, sobreviveu. "Foi uma tragédia após a outra. Foi uma série de erros e complicações", disse à Lusa o jovem pai que hoje, com o apoio da família de Bruna, se desdobra nos papéis de mãe e pai para cuidar de Chiara. A dor da perda da esposa teve um impacto muito grande. "Tive que me blindar emocionalmente, foi uma fase complicada. Hoje lido bem com esta situação", afirma João Paulo. O pai de Chiara atribui a morte da esposa a uma série de erros e omissões por parte da equipa médica. O parto foi realizado numa clínica privada no Rio de Janeiro. "Se tivesse sido feito num hospital público isso não teria ocorrido e ela não teria morrido", declarou o advogado.
Rádio CBN AM - SP: DR. CELSO BERNINI FALA SOBRE ACIDENTES DE TRÂNSITO Doutor Celso Bernini, do Hospital das Clínicas fala sobre acidentes de trânsito e cita um dos estudos do Ipea. Segundo a pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, um paciente com traumas graves custa em média de setenta a noventa mil reais.
GLOBO NEWS (RJ):Brasil está entre países que mais gastam com previdência no mundo De acordo com estimativas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o Brasil gasta o equivalente a 12% do Produto Interno Bruto (PIB) no pagamento de aposentadorias e pensões, incluindo as previdências do setor público e privado. Essa proporção coloca o Brasil na 14ª posição entre os que mais gastam com previdência, em um universo de 113 países, segundo a pesquisa do Ipea.  
Chamada Pública PROCIN nº 001/2010 Chamada Pública PROCIN nº 001/2010 - Projeto "Análise e planejamento da exploração de hidrocarbonetos: os casos da faixa petrolífera do Orinoco e da área gasífera do Golfo de Paria no Estado de Sucre - Venezuela" Vagas: 10 (dez) bolsas. Prazo de inscrição: 20 de agosto a 03 de setembro de 2010 Prorrogação de Inscrições: até 06 de setembro de 2010 Resultado: A partir de 08 de setembro de 2010 Início das bolsas: a partir de setembro de 2010 Chamada PúblicaPROCIN nº001/2010 Extrato de Publicação Chamada Pública nº 001/2010 (Prorrogação) Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.  
Chamada Pública nº 083/2010 Chamada Pública nº 083/2010 - Projeto "Consumo de Drogas e Violência no Brasil" Vagas: 02 (duas) bolsas Assistente de Pesquisa I (Graduado) Prazo de inscrição: 24 de agosto a 09 de setembro de 2010 Resultado: A partir de 20 de setembro de 2010 Início das bolsas: Outubro de 2010 Chamada Pública nº 083/2010 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Radio Eldorado AM(SP):A Previdência Social registrou um déficit de R$ 5,415 bilhões em agosto Segundo dados divulgados nesta segunda-feira (20) pelo Ministério da Previdência Social. O valor é resultado de uma arrecadação líquida de R$ 17,330 bilhões e de uma despesa com pagamentos de benefícios previdenciários de R$ 22,746 bilhões. Todos os valores são corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Ainda sobre o tema, o Ipea divulgou uma pesquisa de que o Brasil gasta o equivalente a 12% do PIB no pagamento de aposentadorias e pensões incluindo as previdências no setor público.
Quarta edição do Boletim Regional, Urbano e Ambiental, com 12 artigos, é lançada em Brasília por pesquisadores
Boletim reúne 12 textos de pesquisadores do Ipea e convidados dos setores público e empresarial
Veja a íntegra do lançamento da publicação, que aborda mudanças climáticas
Comunicado abre a série de análises do Instituto sobre os dados de 2009 da pesquisa, divulgada pelo IBGE  
ABRIL.COM: IPEA: DADOS MOSTRAM MELHORA NO MERCADO DE TRABALHO Ipea: dados mostram melhora no mercado de trabalho Agência Estado Apesar dos efeitos negativos da crise financeira internacional no Brasil, como a ampliação da taxa de desemprego no ano passado, o mercado de trabalho avançou em aspectos qualitativos, apontou um comunicado divulgado hoje pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O documento teve como base os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) de 2009, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Enquanto o País viu a taxa de desemprego subir mais de um ponto porcentual em 2009 ante 2008, o grau de informalidade atingiu o menor patamar da década (48,45%) no ano passado. Para isso, contribuiu o fato de a variação absoluta nos postos de trabalho considerados protegidos (com carteira assinada, militares e estatutários) ter sido superior à variação de ocupados. No ano passado, houve aumento de 715 mil pessoas no bloco da população ocupada, abaixo do aumento de 2,5 milhões de pessoas registrado em 2008, ambos na comparação com o ano anterior. Além do reduzido aumento do número de pessoas ocupadas, outro fator que pode explicar o crescimento da taxa de desemprego para 9,1% no ano passado é que as pessoas teriam passado a procurar mais emprego, aponta o Ipea. Escolaridade Outro dado revelado pelo comunicado foi o aumento de 15 pontos porcentuais na participação de pessoas com 11 anos ou mais de escolaridade na composição da força de trabalho entre 2001 e 2009. Para a faixa de até três anos de escolaridade foi registrada queda de 9 pontos porcentuais e para a de quatro a dez anos, redução de seis pontos porcentuais. De acordo com o comunicado, isso se deve à combinação da maior escolaridade dos entrantes no mercado de trabalho com a maior procura das empresas por trabalhadores mais qualificados. O comunicado mostrou ainda que o rendimento real médio de todos os trabalhos atingiu R$ 1.068,39 no ano passado, o maior valor desde 2001. O crescimento está relacionado ao aumento da participação de pessoas escolarizadas entre os ocupados, avalia o documento do Ipea. Segundo o instituto, o setor de transporte e a indústria foram os que mais sentiram os efeitos da crise no mercado de trabalho. Nesses dois segmentos, verificou-se um decréscimo da população ocupada de 3,5% e 2,2%, respectivamente. Os demais apresentaram crescimento, com destaque para serviços (7,1%), administração pública (4,8%) e comércio (2,5%). Embora tenha sido registrada elevação de 3,4% na massa de rendimentos entre 2008 e 2009, houve uma diminuição do ritmo de crescimento. Entre 2001 e 2009, esse agregado teve um aumento de 34,6%. De 2003 a 2009, a taxa média da trajetória de crescimento foi de 5,9% ao ano.
Entre os homens, os jovens e famílias de maior renda, grau de confiança mais elevado está no Norte e Nordeste
FOLHA ONLINE - ON LINE (SP):A história e seus ardis - O lulismo posto à prova em 2010(Parte 1) SEGUNDO MANDATO Assentado sobre uma correlação de forças com menor pendência para o capital, o segundo mandato permitirá a Lula maior desenvoltura. Com o lançamento do PAC, fruto de um orçamento menos engessado, aumentam as obras públicas, as quais vão absorver mão de obra, além de induzir ao investimento privado. Em 2007, foi gerado 1,6 milhão de empregos, 30% a mais do que no ano anterior. A recuperação do salário mínimo é acelerada, com aumento real de 31% de 2007 a 2010, contra 19% no primeiro mandato, conforme estimativa de um dos diretores do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).2 A geração de emprego e renda explica os 70% de aprovação do governo desde então. Nem mesmo a derrubada da CPMF, com a qual a burguesia mostrou os dentes no final de 2007, reduziu o ritmo dos projetos governamentais. A transferência de renda continuou a crescer. Foi só ao encontrar a parede do tsunami financeiro, no último trimestre de 2008, que se interrompeu o ciclo ascendente de produção e consumo. Teria chegado, então, segundo alguns, a hora da verdade. Com as exportações em baixa, o lulismo iria definhar. COMPRAR SEM MEDO Mas o lulismo já contava com um mercado interno de massa ativado, capaz de contrabalançar o impacto da crise no comércio exterior. A ideia, difundida pelo presidente, de que a população podia comprar sem medo de quebrar, ajudou a conter o que poderia ser um choque recessivo e a relançar a economia em tempo curto e velocidade alta. Além da desoneração fiscal estratégica, como a do IPI sobre os automóveis e os eletrodomésticos da linha branca, o papel dos bancos públicos -em particular o do BNDES- na sustentação das empresas aumentou a capacidade do Estado para conduzir a economia. Numa manobra que lembra a de Vargas na Segunda Guerra, Lula utilizou a situação externa para impulsionar a produção local. Surge uma camada de empresários -Eike Batista parece ser figura emblemática, como notava dias atrás um economista-, dispostos a seguir as orientações do governo. A principal delas é puxar o crescimento por meio de grandes obras, como as de Itaboraí -o novel polo petroquímico no Estado do Rio-, as de Suape (PE) e de Belo Monte, na Amazônia. Cada uma delas alavancará regiões inteiras. Por fim, a aliança entre a burguesia e o povo, relíquia de tempos passados que ninguém mais achava que pudesse funcionar, se materializa diante dos olhos. Que o estádio do Corinthians em Itaquera não nos deixe mentir. PROJETO PLURICLASSISTA A candidatura Dilma representa o arco que o lulismo construiu. A ex-ministra, por sua biografia, é talhada para levar adiante um projeto nacional pluriclassista. O fato de ter sido do PDT até pouco tempo atrás não é casual. A mãe do PAC tem uma visão dos setores estratégicos em que a burguesia terá que investir, com o BNDES. O povo lulista, que deseja distribuição da renda sem radicalização política, já dá sinais de que o alinhamento fechado em 2006 está em vigor. Em duas semanas de propaganda eleitoral na TV, Dilma subiu 9 pontos percentuais e Serra caiu 5. À medida que os mais pobres adquirem a informação de que ela é a candidata de Lula, o perfil do seu eleitorado se aproxima do que foi o de Lula em 2006. Ou seja, o voto em Dilma cresce conforme cai a renda, a escolaridade e a prosperidade regional. A classe média tradicional, em que pese aprovar o governo, continuará a votar na oposição, como demonstram a dianteira de Serra em Curitiba e o virtual empate em São Paulo, municípios em que o peso numérico das camadas intermediárias é significativo. Parte delas, sobretudo entre os jovens universitários, deverá optar por Marina Silva. Isso explica por que os que têm renda familiar mensal acima de cinco salários mínimos dão 12 pontos percentuais de vantagem para a soma de Serra e Marina sobre Dilma na pesquisa Datafolha concluída em 3/9. O problema da oposição é que esse segmento reúne apenas 14% do eleitorado, de acordo com a amostra utilizada pelo Datafolha, enquanto os mais pobres (até dois salários mínimos de renda familiar mensal) são 48% do eleitorado. Nesse segmento, Dilma possui uma diferença de 22 pontos percentuais sobre Serra e Marina somados! Se vier a ganhar no primeiro turno, será graças ao apoio, sobretudo, dos eleitores de baixíssima renda, como ocorreu com Lula na eleição passada. REALINHAMENTO A feição popular da provável vitória de Dilma confirma, assim, a hipótese que sugerimos no ano passado a respeito da novidade que emergiu em 2006. Se estivermos certos, por um bom tempo o PSDB precisará aprender a falar a linguagem do lulismo para ter chances eleitorais. Não se trata de mexicanização, mas de realinhamento, o qual significa menos a vitória reiterada de um mesmo grupo e mais a definição de uma agenda que decorre do vínculo entre certas camadas e partidos ou candidatos. Quando um governo põe em marcha mecanismos de ascensão social como os que se deram no New Deal, e como estamos a assistir hoje no Brasil, determina o andamento da política por um longo período. Num primeiro momento, trata-se da adesão dos setores beneficiados aos partidos envolvidos na mudança -o Partido Democrata nos EUA, o PT no Brasil. Com o passar do tempo e as oscilações da conjuntura, os aderentes menos entusiastas podem votar em outro partido, mesmo sem romper o alinhamento inicial. Foi o que aconteceu com as vitórias do republicano Eisenhower (1952 e 1956) e dos democratas Kennedy (1960) e Johnson (1964). Mas para isso a oposição não pode ser extremada, como bem o percebeu a hábil Marina Silva. Até certa altura da sua campanha, José Serra igualmente trilhou esse caminho. Foi a fase em que propôs cortar juros e duplicar a abrangência do Bolsa Família. Depois, tragado pela lógica do escândalo, retornou ao caminho udenista da denúncia moral, que só garante os votos de classe média -o que, no Brasil, não ganha eleição. Convém lembrar que no ciclo dominado pelo alinhamento varguista, a UDN só conseguiu vencer com um candidato: Jânio Quadros, que falava a linguagem populista. Fora disso, resta o golpe, sombra da qual estamos livres. DURAÇÃO Qual será a duração do ciclo aberto em 2002, completado em 2006, e, aparentemente, a ser confirmado em 2010? O realinhamento abrange, por definição, um período longo. O último que vivemos, dominado pelo oposicionismo do MDB/PMDB, durou 12 anos (1974-86) e foi sepultado, quem sabe antes do tempo, pelo fracasso em controlar a inflação. A resposta para o atual momento também deve contemplar a economia. Por isso, as condições de manter, pelo menos, o ritmo de crescimento médio alcançado no segundo mandato de Lula, algo como 4,5% de elevação anual do PIB, estarão no centro das preocupações do novo presidente. Sem ele, as premissas do lulismo ficam ameaçadas. Recados criptografados sobre a necessidade de reduzir a rapidez do crescimento e de fazer um ajuste fiscal duro já apareceram na imprensa, dirigidos a Dilma, provável vencedora. O capital financeiro -apelidado na mídia de "os mercados"- vai lhe cobrar o tradicional pedágio de quem ainda não "provou" ser confiável. Caso os reclamos de pisar no freio não sejam atendidos, sempre haverá o recurso de o BC -cuja direção deverá continuar com alguém como Henrique Meirelles, senão o próprio- aumentar os juros. O aumento real do salário mínimo no primeiro ano de governo, que dependerá da presidente, pois o PIB ficou estagnado em 2009, será outro teste relevante.  
FOLHA ONLINE - ON LINE (SP):A história e seus ardis - O lulismo posto à prova em 2010(Parte 1) CONTA-SE QUE CERTA VEZ o engenheiro Leonel Brizola teria levado o metalúrgico Lula ao túmulo de Getúlio Vargas em São Borja (RS). Lá chegando, o gaúcho pôs-se a conversar com o ex-presidente. Depois de algumas palavras introdutórias, apresentou o líder do PT ao homem que liderou a Revolução de 1930: "Doutor Getúlio, este é o Lula", disse, ou algo parecido. Em seguida, pediu que Lula cumprimentasse o morto. Não se sabe a reação do petista. Será que algum dos personagens do encontro pressentiu que, naquela hora, estavam sendo reatados fios interrompidos da história brasileira? Desconfio que não. Os tempos eram de furiosa desmontagem neoliberal da herança populista dos anos 1940/50. Mesmo aliados, em 1998 PT e PDT -praticamente tudo o que restava de esquerda eleitoralmente relevante- perderiam para Fernando Henrique Cardoso no primeiro turno. O consulado tucano parecia destinado a durar pelo menos 20 anos e trazer em definitivo o neoliberalismo para o Brasil. BRECHA Foi por uma brecha imprevista, aberta pelo aumento do desemprego no segundo mandato de FHC, que Lula encontrou o caminho para a Presidência da República. Para aproveitá-la, fez substanciais concessões ao capital, pois a ameaça de radicalização teria afastado o eleitorado de baixíssima renda, o qual deseja que as mudanças se deem sem ameaça à ordem.1 Apesar da pacificação conquistada com a "Carta ao Povo Brasileiro" ter sido suficiente para vencer, o subproletariado não aderiu em bloco. Havia mais apoio entre os que tinham renda familiar acima de cinco salários mínimos do que entre os que ganhavam menos do que isso, como, aliás, sempre acontecera desde 1989. Ainda que as diferenças pudessem ser pequenas, elas expressavam a persistente desconfiança do "povão" em relação ao radicalismo do PT. Depois de 2002, tudo iria mudar. A vitória levaria ao poder talvez o mais varguista dos sucessores do dr. Getúlio. Não em aspectos superficiais, pois nestes são expressivas as diferenças entre o latifundiário do Sul e o retirante do Nordeste. Tampouco no sentido de arbitrar, desde o alto, o interesse de inúmeras frações de classe, fazendo um governo que atende do banqueiro ao morador de rua. Dadas as condições, todos os presidentes tentam o mesmo milagre. O que há de especificamente varguista é a ligação com setores populares antes desarticulados. Ao constituir, desde o alto, o povo em ator político, o lulismo retoma a combinação de autoridade e proteção aos pobres que Getúlio encarnou. BURGUESIA EM CALMA Mas em 1º de janeiro de 2003 ninguém poderia prever o enredo urdido pela história. Para manter em calma a burguesia, o mandato inicial de Lula, como se recorda, foi marcado pela condução conservadora nos três principais itens da macroeconomia: altos superavits primários, juros elevados e câmbio flutuante. Na aparência, o governo seguia o rumo de FHC e seria levado à impopularidade pelas mesmas boas razões. De fato, 2003 foi um ano recessivo e causou desconforto nos setores progressistas. Ao final, parte da esquerda deixou o PT para formar o PSOL. Mesmo com a retomada econômica no horizonte de 2004, Brizola deve ter morrido em desacordo com Lula, por ter transigido com o adversário. Ocorre que, de maneira discreta, outro tripé de medidas punha em marcha um aumento do consumo popular, na contramão da ortodoxia. No final de 2003, dois programas, aparentemente marginais, foram lançados sem estardalhaço: o Bolsa Família e o crédito consignado. Um era visto como mera junção das iniciativas de FHC. O segundo, como paliativo para os altíssimos juros praticados pelo Banco Central. Em 2004, o salário mínimo começa a se recuperar, movimento acelerado em 2005. Comendo o mingau pela borda, os três aportes juntos começaram a surtir um efeito tão poderoso quanto subestimado: o mercado interno de massa se mexia, apesar do conservadorismo macroeconômico. Nas pequenas localidades do interior nordestino, na vasta região amazônica, nos lugares onde a aposentadoria representava o único meio de vida, havia um verdadeiro espetáculo de crescimento, o qual passava despercebido para os "formadores de opinião". PASSO DECISIVO Quando sobrevém a tempestade do "mensalão" em 2005 -e, despertado do sono eterno pela reedição do cerco midiático de que fora vítima meio século antes no Catete, o espectro do dr. Getúlio começa a rondar o Planalto-, já estavam dadas as condições para o passo decisivo. Em 3 de agosto -sempre agosto-, em Garanhuns (PE), perante milhares de camponeses pobres da região em que nascera, Lula desafiou os que lhe moviam a guerra de notícias: "Se eu for [candidato], com ódio ou sem ódio, eles vão ter que me engolir outra vez". Até então, a ligação entre Lula e os setores populares era virtual. Chegara ao topo cavalgando uma onda de insatisfação puxada pela classe média. Optou por não confrontar os donos do dinheiro. Perdeu parte da esquerda. Na margem, acionou mecanismos quase invisíveis de ajuda aos mais necessitados, cujo efeito ninguém conhecia bem. Foi só então que, empurrados pelas circunstâncias, o líder e sua base se encontraram: um presidente que precisava do povo e um povo que identificou nele o propósito de redistribuir a renda sem confronto. PLACAS TECTÔNICAS Os setores mais sensíveis da oposição perceberam que fora dada a ignição a uma fagulha de alta potência e decidiram recuar. A hipótese de impedimento foi arquivada, para decepção dos que não haviam entendido que placas tectônicas do Brasil profundo estavam em movimento. Em 25 de agosto, um dia depois do aniversário do suicídio de Vargas, Lula podia declarar perante o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social que a página fora virada: "Nem farei o que fez o Getúlio Vargas, nem farei o que fez o Jânio Quadros, nem farei o que fez o João Goulart. O meu comportamento será o comportamento que teve o Juscelino Kubitschek: paciência, paciência e paciência". Uma onda vinda de baixo sustentava a bonomia presidencial. O Lula que emerge nos braços do povo, depois da crise, depende menos do beneplácito do capital. Daí a entrada de Dilma Rousseff e Guido Mantega em postos estratégicos, o que mudou aspectos relevantes da política macroeconômica. Os investimentos públicos, contidos por uma execução orçamentária contracionista, foram descongelados no final de 2005. O salário mínimo tem um aumento real de 14% em 2006. POLARIZAÇÃO Para o público informado, a constatação do que ocorrera ainda demoraria a chegar. Foi preciso atingir o segundo turno de 2006 para que ficasse claro que o povo tinha tomado partido, ainda que em certos ambientes de classe média "ninguém" votasse em Lula. A distribuição dos votos por renda mostra a intensa polarização social por ocasião do pleito de 2006. Pela primeira vez, o andar de baixo tinha fechado com o PT, antes forte na classe média, numa inversão que define o realinhamento iniciado quatro anos antes. Embora, do ponto de vista quantitativo, a mudança relevante tenha se dado em 2002, o que define o período é o duplo movimento de afastamento da classe média e aproximação dos mais pobres. Por isso, o mais correto é pensar que o realinhamento começa em 2002, mas só adquire a feição definitiva em 2006. Como, por sinal, aconteceu com Roosevelt entre 1932 e 1936.
Correio Braziliense On Line (DF):Os complexos dilemas femininos (Parte1) Violência doméstica, aborto e participação política são alguns dos temas recorrentes a cada campanha eleitoral. A uma semana das eleições, Dilma Roussef e Marina Silva falam sobre eles A partir de 1º de janeiro de 2011, o Brasil entrará em uma nova fase. Independentemente de quem saia vencedor nas urnas, os 16 últimos anos tornaram o país, dentro das limitações políticas, mais democrático. Com esse avanço, os direitos da mulher tornam-se, cada vez mais, aspectos dependentes de políticas públicas, em vez de apenas tópicos defendidos por movimentos sociais. Sobretudo, diante da situação em que o país se encontra em relação a seus pares na América Latina. De acordo com o ISO-Quito, índice que mede a igualdade das mulheres nos países latino-americanos, entre os 16 avaliados, o Brasil ocupa o 15º lugar, superando apenas a Guatemala. O índice leva em conta aspectos políticos, em relação à paridade nas decisões governamentais; econômicos, que considera as diferenças trabalhistas; e sociais, que remetem ao bem-estar da mulher. O cálculo é feito tendo como base compromissos assumidos pelos países da região durante a Conferência Regional da Mulher, realizada em 2007, em Quito, no Equador. A Revista ouviu mulheres de diversos setores da sociedade, inclusive de entidades organizadas, para saber quais são as grandes questões femininas e quais demandam políticas públicas mais imediatas. As principais são aborto, participação política e na administração pública, e violência doméstica. As candidatas Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PV) se pronunciaram sobre os temas. Até o fechamento da edição, o candidato José Serra (PSDB) não respondeu às perguntas enviadas 10 de agosto. Participação política De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 52% dos eleitores aptos a votar em 2010 são mulheres. Apesar dessa maioria, a realidade dos partidos é outra: a subrepresentação feminina nas esferas do poder ainda é um entrave para que suas bandeiras tenham maior visibilidade. A dificuldade em conseguir o mínimo de 30% de participação feminina nas coligações partidárias, como exige a Lei Eleitoral, dá, segundo os movimentos feministas, uma ideia errada sobre o desejo delas em fazer parte do universo político. Para Fernanda Feitosa, cientista política do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea), o suposto desinteresse feminino em política é alardeado apenas pelo senso comum. "A verdade é outra. Vemos nas bases dos partidos que são elas quem mais trabalham: nas associações de bairros, reuniões de pais e mestres das escolas públicas. As mulheres fazem política no dia a dia", garante. Para que elas apareçam mais em cargos públicos, sugere Fernanda, deve haver um maior investimento na formação política. "O governo tem que dar oportunidades para que elas cheguem aos cargos de decisão. Até porque trabalhamos com a ideia de que a política é um processo pedagógico, que você aprende fazendo, como dizia Russeau." Outra limitação em relação à ocupação de cargos eletivos é o fato de que isso implicaria numa terceira jornada de trabalho, já que a estrutura de gestão do lar ainda ficaria a cargo delas. "Você pode até ver que a maioria dos parlamentares homens são casados. Entre as mulheres, a maioria é solteira, separada ou viúva. A mulher não vai ter a retaguarda do marido. Se ela se lança, além de vencer todos esses obstáculos da candidatura, ainda terá de lutar contra os que aparecem em casa", explica. administradora hospitalar Suely Santana da Cruz, 37 anos, fala com orgulho do jardim localizado em sua quadra, no Gama. Ele foi construído graças aos esforços dela e de outras moradoras. Esse é um exemplo da tal política do dia a dia. Para Suely, a participação das mulheres nas áreas administrativas é imprescindível. Não só por conta da sensibilidade com relação aos problemas da comunidade, mas para demonstrar uma maior competitividade delas em relação aos homens. "Os homens tem muito mais oportunidades e vantagens que as mulheres. Principalmente em questões salariais. Nós fazemos um trabalho mais detalhado, mais bem feito. É preciso visão igual para todos, sem distinção de sexo." Ela lembra ainda que a administração local também deve estimular a participação feminina, pois ela acredita que tudo começa na comunidade. "Isso é algo que deve ser trabalhado no próximo governo: se os novos governantes puderem fazer essa mudança, de estimular as mulheres a participarem, elas vão se destacar em projetos que não podem fazer sozinhas mas que, juntas da comunidade, podem mudar a realidade." Para os movimentos sociais, a pequena participação da mulher na esfera política está diretamente ligada à sua dupla jornada de trabalho. O Comunicado Mulheres e trabalhos: avanços e continuidades, divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em 2010, concluiu que a desigualdade entre homens e mulheres no mercado ainda está intimamente ligada à responsabilidade delas pelos trabalhos domésticos. A professora Denize Formiga Menezes Castro, 46 anos, acredita que essa exigência social de arcar com os afazeres da casa atrapalha, inclusive, a educação dos filhos. "A mulher que trabalha o dia todo tem que deixar os filhos sozinhos. Ao chegar, vai lavar roupas, cuidar da casa. Isso não deixa que ela dê uma atenção escolar para o filho, porque não sobra tempo." Sílvia Camurça, educadora do Instituto Feminino para a Democracia - SOS Corpo, defende o aumento do número de creches e escolas em tempo integral, garantindo para a mulher espaços de cuidados dos filhos e, consequentemente, o tempo necessário para que ela possa cuidar da própria carreira. "Essa política também faria avançar a democracia participativa das mulheres, fortalecendo, inclusive, os conselhos de participação popular, para que os governos não fiquem reféns das alianças eleitorais." Sílvia afirma que esse direcionamento poderia ajudar na maior democratização do Estado que, de acordo com ela, não está acostumado à participação popular. Para a cientista política Fernanda Feitosa, o Estado deve oferecer equipamentos sociais e urbanos, como creches, escolas de tempo integral, lavanderias, etc., para que as tarefas domésticas possam ser divididas igualmente. A cobertura intensa da mídia ao caso Eliza Samúdio, ex-namorada do goleiro Bruno, no Flamengo, deu ainda mais evidência à importância do combate à violência contra a mulher, que já havia recebido mais destaque desde a sanção da lei Maria da Penha. De acordo com pesquisa realizada pelo Centro pelo Direito à Moradia contra Despejos (Cohre), uma em cada quatro mulheres no Brasil apanha. Para Maria José Rosado, coordenadora geral do movimento Católicas pelo Direito de Decidir, a proposição da Lei Maria da Penha já deve ser considerado um avanço. "Por meio dela, a sociedade começou, de fato, a discutir a violência contra a mulher." Para as entrevistadas, o novo presidente da República precisa trabalhar para que não existam alterações na Lei Maria da Penha que diminuam seu rigor. "No parlamento, estamos acompanhando muitos projetos que descaracterizam a Lei Maria da Penha. Por vivermos em uma sociedade patriarcal, é a Lei que cumpre o papel do Estado em tutelar o elo mais fraco, que na violência doméstica é a mulher. Por uma questão de força física e dependência emocional", afirma Fernanda Feitosa. Uma das grandes reclamações das mulheres é que as delegacias das mulheres não conseguem dar o apoio necessário.  
G1:Consolidação da democracia é o que importa na Venezuela, diz analista Hugo Chávez e a oposição venezuelana disputam de forma acalorada cada um dos 17,7 milhões de votos que podem ser registrados neste domingo (26) na eleição parlamentar que vai desenhar a divisão da Assembleia Nacional do país. Internamente, o clima é de guerra ideológica entre projetos diferentes para a Venezuela, mas os interesses externos podem ir além dos espectros políticos e se prenderem ao pragmatismo econômico e político das Relações Internacionais. O resultado da eleição deste domingo é menos relevante para o Brasil do que o processo democrático em si, com a institucionalização do Estado, segundo o pesquisador brasileiro Pedro Silva Barros. Em entrevista ao G1, em Caracas, Barros disse que independentemente de saber se a oposição vai alcançar seu objetivo de retirar de Chávez a maioria absoluta no Congresso, o que é mais relevante para os interesses brasileiros é que a Venezuela incorpore as regras da democracia e que os poderes se legitimem de forma pacífica e com respeito às instituições. Barros é economista e faz doutorado na USP sobre os governos de Chávez na Venezuela e de Evo Morales na Bolívia. Ele representa o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), do Brasil, em Caracas como parte de um acordo de cooperação com a Venezuela para integração regional. Segundo ele, o Brasil é o país que mais se beneficiou economicamente dos 11 anos de governo Chávez, e que os interesses econômicos e políticos brasileiros na região devem se sobrepor à disputa ideológica que costuma ganhar espaço quando se discute a situação da Venezuela. "Não vai fazer muita diferença para o Brasil saber que partido tem maioria na Assembleia da Venezuela. O importante é que a eleição ajude a consolidar a democracia e as instituições do país, reforçando as relações entre as duas nações", disse. "É uma questão de pragmatismo, e não de ideologia", explicou. Durante os últimos cinco anos, o partido do presidente Hugo Chávez deteve quase a totalidade das cadeiras no Congresso venezuelano. A oposição tentou deslegitimar o governo fazendo um boicote na eleição de 2005, e acabou ficando de fora do poder do país. Nas eleições deste domingo, a oposição espera conquistar pelo menos 60 das 165 vagas de deputados. A campanha para isso, ao contrário do que ocorreu em 2005, foi intensa, e pesquisas de intenção de voto indicam que é possível alcançar a meta. Se tiver pelo menos 56 deputados, a oposição passa a evitar que os chavistas tenham dois terços dos votos, quantidade necessária para aprovar as leis e reformas mais importantes. Além de redesenhar a divisão do poder legislativo, a eleição, como quase todas as últimas votações na Venezuela, é vista como um teste para o presidente Hugo Chávez. Os resultados deste domingo podem começar a desenhar a disputa eleitoral que acontece daqui a dois anos, quando Chávez vai tentar sua segunda reeleição.
FOLHA DE S.PAULO ON LINE (SP):Expansão foi mais veloz no 2º mandato A expansão da Presidência no governo Lula acompanhou a escalada da popularidade do presidente e a derrocada dos ministros fortes, como Antonio Palocci, da Fazenda. Verbas e cargos do Planalto proliferaram mais rapidamente no segundo mandato, quando não havia mais sombras no governo ou no PT à autoridade presidencial. Não por acaso, Lula escolheu sozinho no núcleo palaciano sua principal ministra e candidata à sucessora. Dilma Rousseff passou a coordenar o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), prioridade da segunda administração petista, e a ter voz em quase todas as principais iniciativas do Executivo. Sob novo comando, o Ipea produziu trabalhos sobre teses caras ao governo, como a defesa da ampliação do Estado. Atualmente, há 13 ministros diretamente vinculados ao Planalto, mais de um terço dos 37 existentes na Esplanada. (GP)

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