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Estudo apresenta perspectivas para etanol e biodiesel Série sobre infraestrutura econômica abordará ainda temas como transporte aéreo e telecomunicações O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apresenta nesta quarta-feira, 26, às 10h, em Brasília, o Comunicado do Ipea n° 53: Biocombustíveis no Brasil: etanol e biodiesel. Parte da série Eixos do Desenvolvimento Brasileiro, o estudo apresenta as potencialidades dos dois biocombustíveis, os desafios e as perspectivas para o setor no Brasil. Na primeira seção, o Comunicado apresenta uma discussão sobre o etanol. O texto traz uma caracterização histórica do setor, em aspectos conjunturais e de reestruturação do mercado. São levantadas questões nas áreas tecnológica, ambiental, de regulação e financiamento, além de suas interfaces com as políticas públicas. Assuntos como segurança alimentar, com uma possível concorrência com a produção de alimentos, e de reestruturação do mercado, com o desafio da flutuação de preços, também são abordados. A segunda parte do estudo trata dos desafios ao desenvolvimento da cadeia do biodiesel de oleaginosas, com foco nas ações do poder público que ligam a infraestrutura produtiva e o consumo. O enfoque é nas interações entre as políticas públicas e a formação do mercado, com destaque para legislação, papel das agências estatais, incentivos ao mercado, questões socioambientais, financiamento e determinantes de consolidação da cadeia. A proposição de temas que devem ser considerados em políticas públicas têm como referência o Plano Nacional de Agroenergia (PNA) e o Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel (PNPB). Farão a apresentação o diretor de Estudos e Políticas Setoriais, de Inovação, Regulação e Infraestrutura, Marcio Wohlers; a diretora de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais, Liana Carleial; o coordenador de Infraestrutura Econômica, Carlos Campos; o coordenador de Desenvolvimento Urbano, Bolívar Pêgo; a coordenadora de Agropecuária, Júnia Conceição; e o técnico de Planejamento e Pesquisa Gesmar Santos. O Comunicado n° 53 será apresentado no auditório do Ipea em Brasília (SBS, Quadra 1, Bloco J, Edifício BNDES, subsolo). Durante a entrevista coletiva, que será transmitida on-line para todo o Brasil, jornalistas terão suas perguntas respondidas pelos pesquisadores. Para participar, é necessário fazer o cadastro pelo e-mail coletiva@ipea.gov.br. Série O Comunicado faz parte de um conjunto amplo de estudos sobre o que tem sido chamado, dentro da instituição, de Eixos do Desenvolvimento Nacional: inserção internacional soberana; macroeconomia para o pleno emprego; fortalecimento do Estado, das instituições e da democracia; infraestrutura e logística de base; estrutura produtivo-tecnológica avançada e regionalmente articulada; proteção social e geração de oportunidades; e sustentabilidade ambiental. A série nasceu de um grande projeto denominado Perspectivas do Desenvolvimento Brasileiro, que busca servir como plataforma de sistematização e reflexão sobre os desafios e as oportunidades do desenvolvimento nacional, de forma a fornecer ao Brasil o conhecimento crítico necessário à tomada de posição frente aos desafios da contemporaneidade mundial. Os documentos sobre os eixos do desenvolvimento trazem um diagnóstico de cada campo temático, com uma análise das transformações dos setores específicos e de suas consequências para o País; a identificação das interfaces das políticas públicas com as questões diagnosticadas; e a apresentação das perspectivas que o setor deve enfrentar nos próximos anos, indicando diretrizes para (re)organizar a orientação e a ação governamental federal. Comunicados Ao todo, a coleção terá dez livros, cujos capítulos deram origem aos comunicados dessa série. Estiveram envolvidas no esforço de produção dos textos cerca 230 pessoas, 113 do próprio Ipea e outras pertencentes a mais de 50 diferentes instituições, entre universidades, centros de pesquisa e órgãos de governo, entre outras. O livro no qual o comunicado se insere trata de infraestrutura econômica, cuja função é dar apoio às atividades do setor produtivo. A melhoria da infraestrutura econômica trem impacto direto sobre as empresas e indústrias e pode ampliar a capacidade produtiva por meio de custos, tecnologias e capacidade de distribuição. Dentro da série, ainda serão divulgados comunicados sobre transporte aéreo, telecomunicações e petróleo e gás e experiências latino-americanas. Cada capítulo dará origem a um Comunicado do Ipea, que tem por objetivo antecipar estudos e pesquisas mais amplas conduzidas no Ipea, como é o caso da obra completa, que terá dez volumes e cerca de 9 mil páginas. O livro sobre infraestrutura econômica terá cerca de 700 páginas. Leia a íntegra do Comunicado do Ipea nº 53 Veja os gráficos da apresentação sobre etanol Veja os gráficos da apresentação sobre biodiesel Próximos comunicados da série Eixos do Desenvolvimento Nacional: 31/5 - Panorama e perspectivas para o transporte aéreo no Brasil e no Mundo (Brasília-DF) 1/6 - Perspectivas de desenvolvimento do setor de petróleo e gás no Brasil (Rio de Janeiro-RJ) 2/6 - Experiências latino-americanas em infraestrutura econômica (Brasília-DF) 7/6 - Desafios e oportunidades do setor de telecomunicações no Brasil (São Paulo-SP)
Tarifas de energia no Brasil poderiam ser reduzidas Ipea sugere ações do governo que tornariam mercado elétrico brasileiro mais competitivo O autor do Comunicado do Ipea n° 51, Setor elétrico: desafios e oportunidades, professor Adilson de Oliveira, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), afirmou que o Brasil tem condições reduzir custos das tarifas de energia para o consumidor. O Comunicado, lançado nesta quinta-feira, 20, faz parte da série Eixos do Desenvolvimento Brasileiro do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) "O setor elétrico tem custos desnecessários", argumentou o professor, "é possível reduzir de 10% a 15% o preço da energia com a redução de alíquotas, encargos e melhor administração dos reservatórios de água." O estudo foi apresentado no auditório da Caixa Econômica localizado na Praça da Sé em São Paulo, com a participação do diretor de Estudos e Políticas Setoriais, de Inovação, Regulação e Infraestrutura, Marcio Wohlers; do coordenador de Infraestrutura Econômica, Carlos Campos; e do coordenador de Desenvolvimento Urbano, Bolívar Pêgo, todos do Ipea. O documento traz um histórico da reforma que o setor elétrico sofreu na década de 1990, com a instituição de novo marco regulatório, elaborado com o propósito de atrair investidores privados. Em 2001, no entanto, os investidores se assustaram com a falta de chuva que ameaçou secar os reservatórios de água. O sistema brasileiro tem como base as hidrelétricas. Em 2001, quando choveu pouco, o País correu o risco de colapso porque não tinha água nos reservatórios. Houve insuficiência de investimentos e falta de planejamento numa economia que não crescia tanto. "Em 1953, o Brasil já tinha passado por um período de seca pior", observou Marcio Wohlers. "A crise de racionamento gerou dúvidas quanto à capacidade de a reforma oferecer os benefícios econômicos anunciados," afirma o comunicado do Ipea. Apesar da crise, segundo o documento, a espinha dorsal da reforma não foi modificada. O investimento no setor só retornou em 2006. "Nossas tarifas não são competitivas com nossos parceiros comerciais", ressaltou o professor Adilson de Oliveira. O documento sugere que o governo tem condições de tomar decisões de políticas de eficiência enérgica que possam promover a redução das tarifas, entre as quais, a ampliação do parque de centrais térmicas e o controle dos reservatórios pelo governo para evitar o racionamento, concomitantemente com o uso descentralizado da água acumulada nos reservatórios, de modo a reduzir riscos econômicos privados. "O Brasil não deve negligenciar outras oportunidades, como por exemplo, o gás natural do pré-sal das Bacias de Campos e Santos. As regras de construção de termoelétricas precisam ser balanceadas", defendeu ao professor da UFRJ. "Há uma quantidade de gás muito grande que vai ser queimado. Por que não queimá-lo para gerar eletricidade", questionou, ao argumentar que a termoelétrica a gás é mais limpa do que a de combustível diesel. Leia a íntegra doComunicado do Ipea nº 51
Estado de Minas (MG): Consumo puxa o crescimento   Banco Central eleva previsão do PIB para 7,3% neste ano, embalado pela expansão do crédito e das compras Zulmira Furbino O mercado interno salvou o país da crise econômica global e está puxando os resultados da economia neste ano, graças à expansão do crédito e ao aumento do consumo. Ontem, o Banco Central (BC) elevou a sua previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2010 em 1,5 ponto percentual. Em março, a autoridade monetária previa que a soma de riquezas do país iria crescer 5,8% até o fim do ano. Agora, os cálculos foram refeitos para 7,3%. Os números são parte do relatório de inflação do segundo trimestre. Se confirmada, será a maior taxa de expansão desde 1986, quando o país cresceu 7,49%. Segundo o BC, o aumento de expectativa para o crescimento do PIB foi o maior já ocorrido de um trimestre para outro, período no qual é divulgado o relatório de inflação. E é aí que mora o perigo. A autoridade monetária também apontou que a estimativa de IPCA em 2010 subiu de 5,2% para 5,4%. E em 2011, de 4,9% para 5%. O crescimento do consumo das famílias foi revisado de 6,1% para 7,2%. A cirurgiã-dentista Addah Freire e seu noivo, o gráfico Aldo Soares Pires, fazem parte da legião de brasileiros que está ajudando a levantar a economia do país graças às compras. Muitas compras. Os dois se casam em agosto e estão às voltas com os preparativos para a festa e com a aquisição de enxoval e de móveis para a casa nova. "Este ano, estamos gastando muito por causa do casamento. Só com a compra do enxoval foram mais de R$ 7 mil e ainda não comprei tudo", diz Addah. O pagamento foi parcelado em três vezes no cartão de crédito. "Eu fiquei com o enxoval. E ele, com o mais caro, os móveis", brinca a dentista. Para o professor da Trevisan Escola de Negócios, Alcides Leite, a revisão feita pelo BC já era esperada, uma vez que os números da autoridade monetária estavam atrasados em relação aos de outros órgãos do governo, como Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Ministério da Fazenda. Ele lembra, porém, que a expectativa está construída em uma base de comparação muito fraca, pois no ano passado não houve crescimento econômico no país. "No momento atual, é positivo que o consumo, puxado pelo crédito, esteja alavancando a economia. Mas essa expansão de consumo é insustentável. No ano que vem, não será possível mantê-la, porque a taxa de investimento no país é baixa". Na avaliação dele, para garantir um crescimento acima de 5% por um período prolongado será preciso que os investimentos aumentem, sob o risco de volta da inflação e de alta nos juros. Nos três primeiros meses do ano, sobre igual período de 2009, o PIB brasileiro cresceu 9% e, sobre o último trimestre do ano passado, avançou 2,7%. O ritmo dessa expansão será desacelerado até o fim do ano. "O crescimento vigoroso registrado pelo PIB no primeiro trimestre do ano evidencia a consolidação do atual ciclo de expansão da economia brasileira", diz o relatório do BC. O texto lembra que a acomodação na atividade industrial e nas vendas do comércio varejista observada em abril não constitui indicativo de alteração da tendência de crescimento. Segundo a autoridade monetária, a economia continuará avançando, sustentada pelas trajetórias favoráveis do mercado de trabalho e dos índices de confiança de empresários e consumidores, e pela intensificação das operações de crédito. Para o BC, as "trajetórias favoráveis" do mercado de trabalho, da renda real, dos investimentos e dos indicadores de confiança dos empresários e consumidores constituem "indicativos importantes" de que o atual ciclo da economia brasileira deverá se sustentar no médio prazo.
Estudo traz efeitos da crise de 2008 na distribuição funcional da renda Comunicado nº 47 traz dados sobre a consequência da crise mundial de 2008 na participação do rendimento do trabalho na renda nacional e na desigualdade pessoal da renda O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta quarta-feira (5), em sua sede em Brasília, o Comunicado nº 47: Distribuição Funcional da Renda Pré e Pós Crise Internacional no Brasil. O estudo é dividido em três partes: evolução de longo prazo da participação do rendimento do trabalho na renda nacional; desigualdade na repartição da renda nacional e pessoal antes e depois da crise internacional; e os determinantes da repartição funcional da renda antes e depois da crise internacional. Com informações do IBGE, por meio das Contas Nacionais e da Pesquisa Mensal de Emprego, o Comunicado aponta como a crise internacional de 2008 afetou as trajetórias de participação do rendimento do trabalho na renda nacional e da queda da desigualdade pessoal da renda, medida pelo índice de Gini. A apresentação do Comunicado n° 47: Distribuição Funcional da Renda Pré e Pós Crise Internacional no Brasil foi feita pelo presidente do Ipea, Marcio Pochmann. Leia a íntegra do Comunicado do Ipea nº 47 Veja os gráficos de apresentação do Comunicado
Canal de comunicação com servidores afastados Está em construção um mecanismo para estabelecer contato constante com os servidores afastados (cedidos, requisitados, licenciados), a fim de mantê-los informados sobre o Ipea, seus direitos e deveres. Caso queira obtermais informações sobre este assunto, envie e-mail paragestaopessoas@ipea.gov.br
Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação (Peti) O planejamento estratégico de TI buscará a adequação do atual modelo tecnológico do Ipea aos novos direcionadores estratégicos institucionais por meio da execução de diagnóstico da situação atual e da elaboração de um plano de ação focado nos problemas, necessidades e oportunidades de melhorias identificadas, bem como na re-estruturação, em médio prazo, de sua arquitetura da informação em suas dimensões básicas (aplicações, dados e infraestrutura tecnológica) e da reorganização dos processos de gestão de tecnologia da informação e comunicações (TIC). O desenvolvimento dos trabalhos contempla o envolvimento do corpo diretivo do Ipea, bem como de representantes de todas as suas diretorias. Caro queira obter mais informações sobre este assunto, envie e-mail para cgmti@ipea.gov.br  
Ciclo de planejamento estratégico Ciclo de Planejamento Estratégico 2008-2009 Ciclo de Planejamento Estratégico 2009-2010 Ciclo de Planejamento Estratégico 2010-2011 CICLO DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2008-2009 A trajetória do Ipea na implantação de um processo contínuo e participativo de planejamento estratégico iniciou-se em 2008, com a implantação do primeiro Ciclo de Planejamento Estratégico (CPE 2008), conforme mostra a Figura 1, quando a instituição definiu seus direcionadores estratégicos, a saber: missão, valores e princípios, formas de atuação, visão, eixos temáticos do desenvolvimento, desafios (ou objetivos estratégicos) e estratégias. Figura 1. Ciclos de Planejamento Estratégico CPE 2008 e CPE 2009-2010 Fonte: Diretoria de Desenvolvimento Institucional (Dides) do Ipea A relação entre os desafios e estratégias e as metas institucionais é mostrada com mais detalhes na Figura 2, O Caminho do Ipea para o Fortalecimento Institucional. O caminho do Ipea para o fortalecimento institucional começa com a definição da missão e da visão institucional. Os objetivos estratégicos (ou desafios) e estratégias surgem, em seguida, alinhados com a missão e a visão. Finalmente, as estratégias são desdobradas em projetos e atividades (ou metas) dos Ciclos de Planejamento Estratégico (CPEs). A Figura 2 mostra que cabe às unidades organizacionais (Presidência, DEINT, DIEST, DIMAC, DIRUR, DISET, DISOC e DIDES) executar os projetos e atividades (metas) dos Ciclos de Planejamento Estratégico para que o Ipea cumpra sua missão e caminhe na direção de alcançar sua visão de futuro. Figura 2. O Caminho do Ipea para o Desenvolvimento Institucional Fonte: Diretoria de Desenvolvimento Institucional (Dides) do Ipea 1) Eixos temáticos para o desenvolvimento: i) inserção internacional soberana; ii) macroeconomia para o pleno emprego; iii) fortalecimento do Estado, das instituições e da democracia; iv) estrutura produtivo-tecnológica avançada e regionalmente articulada; v) infraestrutura econômica, social e urbana; vi) proteção social, garantia de direitos e geração de oportunidades; e vii) sustentabilidade ambiental. 2) Formas de atuação: i) desenvolver e disseminar estudos e pesquisas aplicados; ii)) realizar estudos prospectivos aplicados; iii) subsidiar a elaboração de planos, políticas e programas governamentais; iv) acompanhar e avaliar planos, políticas e programas governamentais; v) assessorar processos decisórios de instituições governamentais; vi) realizar ações para a formação de quadros na gestão pública; e vii) cooperar com governos e entidades nacionais e internacionais no seu campo de atuação. 3) Valores e princípios: i) respeito às normas que regem a atuação dos servidores públicos, notadamente código de ética e padrões de conduta; ii) valorização do servidor do Ipea, com base na qualidade de sua atuação; iii) estímulo à diversidade de ideias; iv) perspectiva crítica e independente na produção de conhecimento; v) interdisciplinaridade na produção de conhecimento; vi) busca permanente por metodologias e interpretações inovadoras; vii) transferência e impessoalidade nos processos decisórios; e viii) gestão dialogada e participativa. CICLO DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2009-2010 No CPE 2009-2010 (concluído em maio de 2010), a DIDES teve 55 metas sob sua responsabilidade, assim divididas: i) planejamento estratégico (metas de 1 a 14); ii) melhoria de processos e ações de tecnologia da informação (metas de 15 a 32); iii) gestão de pessoas (metas de 33 a 45); iv) gestão da informação e do conhecimento (metas de 46 a 53); v) gestão da satisfação dos clientes (meta 54); e vi) cidadania e responsabilidade social. 2.1. Planejamento Estratégico No Meta 1 Implantar o Ciclo de Planejamento Estratégico (CPE) 2009 mediante o estabelecimento, acompanhamento e verificação do cumprimento de metas institucionais por meio de sistema informatizado, assim como avaliar o CPE 2009 2 Elaborar proposta de metodologia para gerenciar as estratégias, metas, indicadores e planos de ação do Ciclo de Planejamento Estratégico (CPE) 2010, assim como elaborar proposta de revisão do PPA – Plano Plurianual 3 Elaborar proposta de criação de um Escritório de Projetos para permitir o gerenciamento efetivo das ações do Programa de Fortalecimento Institucional 4 Elaborar proposta de estrutura organizacional e de regimento interno para o Ipea adequada ao cumprimento da missão institucional e alinhada com o modelo de gestão com foco em resultados 5 Elaborar plano de gerenciamento do projeto de implantação e ocupação da nova sede do Ipea, assim como proposta de criação da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) e de políticas de segurança do trabalho. 6 Implantar, após a aprovação do novo estatuto do Ipea, o novo modelo organizacional da área corporativa visando a sustentação das ações do Programa de Fortalecimento Institucional 7 Implantar o Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicações para alinhar seus instrumentos e práticas aos direcionadores estratégicos institucionais em consonância com as orientações da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento – órgão central do SISP – Sistema de Administração de Recursos de Informação e Informática da Administração Pública Federal. 8 Elaborar proposta de modernização do sistema informatizado de gestão de metas a partir da avaliação do Ciclo de Planejamento Estratégico – CPE 2009 9 Elaborar a Proposta Orçamentária para 2010, de forma a atender as necessidades de recursos para o cumprimento das metas de pesquisa e de gestão do Ipea 10 Readequar as Ações do Ipea no PPA alinhadas aos novos direcionadores institucionais (missão, visão, formas de atuação, valores e princípios, desafios, estratégias e metas institucionais) 11 Elaborar Relatório de Atividades, de Gestão e do Plano Pluri- Anual – PPA, em consonância com as ações do Ciclo de Planejamento Estratégico – CPE 2009. 12 Levantar as fontes de recursos existentes, a fim de identificar as possibilidades de financiamento que atendam ao Programa de Fortalecimento Institucional, buscando sua execução e sua sustentabilidade. 13 Implantar modelo conceitual, para estruturar Relatórios Gerenciais da Execução Orçamentária, contemplando análise quanto ao seu público-alvo, formato, conteúdo e periodicidade. 14 Realizar diagnóstico do espaço disponível no prédio BNDES/Ipea com vistas à acomodação dos servidores   2.2. Melhoria de Processos e Ações de Tecnologia da Informação No Meta 15 Elaborar proposta de sistema para gerenciar a qualidade dos processos de compras e de pesquisa aplicada. 16 Implantar o Gerenciamento da Rotina em todas as Unidades de Gerenciamento da DIRAF – Diretoria de Administração e Finanças e da Presidência com vistas a gerenciar os processos de trabalho por meio de indicadores e metas. 17 Realizar auto-avaliação da gestão e, com base nos resultados, elaborar e executar plano de melhoria com vistas à implantação do Modelo de Excelência em Gestão Pública (MEGP) do Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização (GEPÚBLICA). 18 Ampliar os canais de acesso e de comunicação à rede de dados, em âmbito da intranet, por meio da implantação de tecnologia de rede sem fio e do crescimento de 100% do parque de notebooks. 19 Aperfeiçoar e expandir os meios de comunicação e interação remota utilizando recursos de Videoconferência, em conexões nacionais e internacionais, por meio da substituição de equipamentos móveis pela instalação de oito unidades fixas nos auditórios e salas de reuniões. 20 Restabelecer e ampliar a capacidade de proteção do parque de equipamentos de informática, em situações de queda e variação da rede elétrica, de modo a garantir a plena disponibilidade dos seus serviços por meio da substituição do equipamento No Break de Brasília e da viabilização de uma solução para a unidade do Rio de Janeiro. 21 Possibilitar aos técnicos maior produtividade na execução das suas atividades e eliminar a obsolescência do parque tecnológico em 2009 por meio do crescimento de 20% do parque de estações de trabalho e da readequação da infra-estrutura de rede. 22 Ampliar em 20% a capacidade de comunicação de dados entre as redes do Ipea e à Internet, por meio do aumento da velocidade do circuito privativo entre Brasília e Rio de Janeiro e da conexão à rede da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro – RedeRio. 23 Propor normas de regulação do uso dos recursos, de padrões e serviços de Tecnologia da Informação, sustentado nos princípios da integridade, confidencialidade, disponibilidade e legalidade para o acesso e disponibilização da informação institucional em mídia eletrônica. 24 Assegurar a sustentabilidade dos serviços da rede Ipea mediante contratos de suporte e manutenção. 25 Implantar, em articulação com a Procuradoria Federal no Ipea, aplicativo de controle de ações judiciais. 26 Estabelecer Acordo de Nível de Serviços (ANS) para que a prestação dos serviços de Tecnologia da Informação aos seus usuários, em âmbito interno do Ipea, seja formalmente sustentada. 27 Implantar metodologia de gestão do Contrato de Empréstimo BID 1841-OC-BR-Ipea Pesquisa. 28 Elaborar proposta para implantação do Sistema de Apoio à Pesquisa SAP/Ipea, a fim de diversificar e flexibilizar os instrumentos para a realização das pesquisas, bem como implantação de aplicativo para o controle e acompanhamento dos serviços e resultados produzidos, criando um suporte adequado às atividades e garantindo sua eficiência e eficácia. 29 Implementar metodologia de controle, acompanhamento e avaliação dos acordos, convênios, termos de cooperação e congêneres formalizados. 30 Implantar novo sistema integrado de controle patrimonial, almoxarifado, compras e contratos. 31 Aperfeiçoar a gestão e modernizar os serviços de telefonia fixa e móvel com vista a buscar a economicidade e disponibilizar, para o corpo diretivo, serviços integrados de voz e dados utilizando smartphones. 32 Elaborar modelo para serviços de transporte, a fim de garantir sua eficiência e eficácia. 2.3. Gestão de Pessoas No Meta 33 Elaborar novo modelo de gestão de pessoas do Ipea contemplando o aprimoramento e integração dos seguintes processos de recursos humanos, observando-se os requisitos estabelecidos pela Lei no 1..890/2008: a) Planejamento; b) Recrutamento e seleção; c) Valorização; d) Desenvolvimento; e) Sustentação; e f) Desligamento. 34 Aprimorar a gestão da força de trabalho (servidores e colaboradores) por meio da implantação de cadastro unificado de recursos humanos. 35 Reformular o sistema de cadastro de consultores do Ipea, garantindo transparência no processo de seleção de profissionais que atuarão no projeto Ipea Pesquisa co-financiado pelo BID, bem como estabelecer ações para sua integração no âmbito do projeto de cadastro unificado de Recursos Humanos do Ipea. 36 Elaborar, em articulação com a Comissão de Ética e Procuradoria Jurídica do Ipea, proposta de regulamentação da colaboração esporádica dos servidores ocupantes dos cargos de Técnico de Planejamento e Pesquisa a ser analisada e deliberada pelo Comitê de Gestão de Pessoas – CGP, conforme disposto no inciso I do art. 102 da Lei no 11.890, de 2008. 37 Formular proposta de provimento de mais 50% das 80 vagas autorizadas no concurso Ipea 2008, para os cargos de Técnico de Planejamento e Pesquisa, Técnico de Desenvolvimento e Administração e Analista de Sistemas. 38 Elaborar relatório comparativo de todos os concursos realizados no Ipea, destacando os seguintes fatores: a) Orientação estratégica e estrutura do Edital (conteúdo programático, titulação, locais de realização das provas, etc.); b) Número de vagas por cargo; c) Número de inscritos; d) Ingressos: escolaridade, origem por região/estado, origem por centro acadêmico, gênero, faixa etária; e e) evasão por concurso. 39 Elaborar proposta e implantar Boletim Estatístico de Pessoal. 40 Estruturar os procedimentos de ambientação dos servidores do Ipea originários de concursos, de retorno de cessões e licenças, bem como resultantes de mobilidade interna. 41 Elaborar proposta de modelo de assistência à saúde dos servidores, dependentes e comissionados em bases mais eficientes e equânimes. 42 Elaborar programa de Qualidade de Vida no Trabalho para o Ipea, alinhado à cultura organizacional, com foco: a) nas ações e mudanças do contexto de trabalho nas dimensões, condições, organização e relações socioprofissionais; b) no bem-estar, contemplando a formação de um coral; c) na prevenção; d) na Ergonomia da Atividade como ferramenta teórico-metodológica. 43 Elaborar proposta de Código de Conduta dos Servidores do Ipea. 44 Elaborar as seguintes ações voltadas ao aprimoramento das atividades operacionais da área de Gestão de Pessoas: a) Racionalizar os procedimentos de concessão de aposentadoria dos servidores do Ipea; b) Implantar o Projeto de Cadastro Funcional, por meio de pasta funcional eletrônica, dos servidores ativos e inativos do Ipea; e c) Elaborar projeto de identificação funcional da força de trabalho do Ipea em articulação com a Presidência do Ipea. 45 Aperfeiçoar a sistemática de gestão de pesquisadores bolsistas para garantir o armazenamento e disseminação da produção resultantes das atividades desenvolvidas, bem como desenvolver ações para a integração do banco de dados dos bolsistas no projeto de cadastro unificado de Recursos Humanos. 2.4. Gestão da Informação e do Conhecimento No Meta 46 Realizar diagnóstico no âmbito da DIRAF de atividades que potencialmente apresentem risco operacional quanto a sua continuidade e propor ações de mitigação. 47 Elaborar proposta de estratégia e de práticas de Gestão do conhecimento (GC) visando armazenar, recuperar, disseminar e utilizar o conhecimento produzido pelo Ipea; assim como gerar novos conhecimentos e criar um ambiente colaborativo de compartilhamento de conhecimentos individuais e organizacionais por meio de redes de pesquisa 48 Analisar o ambiente que sustenta o IpeaData, sob o aspecto da sua infra-estrutura de software básico, e propor alternativas com vistas à garantir a sua sustentabilidade e continuidade dos seus serviços. 49 Implantar, em articulação com a Presidência, o software D-Space e o Sistema de Editoração Eletrônica de Revista – SEER (utilizado pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia – IBICT) para possibilitar a criação de repositórios digitais com funções de captura, preservação e disseminação do conhecimento produzido pelo Ipea. 50 Disponibilizar para a Presidência as informações do relatório Quinzena Ipea por meio da implantação de sistema informatizado que integre, consolide e gere relatórios sobre a produção do Ipea, dos eventos ocorridos e das passagens e afastamentos com a recuperação histórica dos dados. 51 Ampliar os canais de discussão e a colaboração do Ipea no sentido de permitir a seus pesquisadores a interação com outras instituições nacionais e internacionais para tratar de estudos e pesquisas sobre temas que contribuam para o aperfeiçoamento das políticas públicas e para o planejamento do desenvolvimento brasileiro por meio da implantação de Fórum de Discussões pela Internet. 52 Elaborar proposta de metodologia para gerenciar documentos com o intuito de criar procedimentos automatizados de trabalho. 53 Propor e implantar procedimentos de otimização do uso de ferramentas estatísticas utilizadas para a elaboração das pesquisas institucionais.   2.5. Gestão da Satisfação dos Clientes No Meta 54 Elaborar proposta de metodologia para gerenciar a satisfação dos usuários/beneficiários dos serviços prestados pela DIRAF – Diretoria de Administração e Finanças.   2.6. Cidadania e Responsabilidade Social No Meta 55 Elaborar proposta de programa de voluntariado a ser implantado com a participação dos servidores do Ipea em benefício da sociedade. Os projetos e atividades (metas) da Diretoria de Desenvolvimento Institucional (DIDES) no CPE 2009-2010 estão alinhados ao desafio (objetivo estratégico) 5, isto é: “promover o fortalecimento institucional do Ipea e as seguintes estratégias definidas a partir de tal desafio, conforme mostra o Quadro 1. Desafio 5 Estratégias Metas de Gestão Organizacional sob Responsabilidade da DIDES CPE 2009-2010 (*)   Aperfeiçoar as instâncias de governança institucional 17   Institucionalizar o planejamento estratégico 1 / 2 / 3 / 7 / 8 / 9 / 10 / 11 / 12 / 13   Elaborar e implantar uma arquitetura de gestão do conhecimento para o Ipea 47 / 49 / 51 / 52       Promover o fortalecimento institucional do Ipea Aperfeiçoar o modelo de carreira e as práticas de gestão dos servidores do Ipea 33 / 34 / 35 / 36 / 37 / 38 / 39 / 40 / 41 / 42 / 43 / 44 /45   Alinhar os instrumentos e políticas de TI aos propósitos institucionais 7   Buscar a gradativa melhoria dos serviços oferecidos pela área corporativa 15 / 16 / 17 / 18 / 19 / 20 21 / 22 / 23 / 24 25 / 26 / 27 / 28 / 30 / 31 / 32 / 46 / 48 / 50 / 53 / 54 /55   Promover a integração organizacional por meio da racionalização de processos e reordenamento da estrutura organizacional da instituição 4 / 6   Implementar processos de monitoramento e avaliação 28 / 29 / 15 / 16   Promover melhores condições de trabalho aos servidores do Ipea 5 / 14 / 33 (*) Portaria SAE/PR no 55, de 8 de junho de 2009. Quadro 1. Alinhamento entre o desafio 5, as estratégias e as metas do CPE 2009-2010 CICLO DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2010-2011 No CPE 2010-2011 (a ser concluído em dezembro de 2011), a DIDES desenvolve os seguintes projetos: Projeto Objetivo Balanced Scorecard (BSC) Consolidar o processo contínuo e participativo de planejamento estratégico da área corporativa mediante a implantação da metodologia do Balanced Scorecard (BSC) Escritório de Projetos Permitir que a diretoria possa gerenciar seu portfólio de projetos vis-à-vis as suas metas estratégicas contidas no planejamento estratégico da instituição Gerenciamento da Rotina Mapear as unidades gerenciais e os principais processos de trabalho. O mapeamento vai desde a definição de atribuições, recursos, fornecedores, clientes e produtos/serviços até a construção de um sistema de acompanhamento e controle, para que seja possível implementar na instituição uma cultura de melhoria contínua. Sistema de Gestão da qualidade Elaboração de proposta para o Ipea de sistema para gerenciar a qualidade dos processos Auto-Avaliação da Gestão Pública Realizar autoavaliação da gestão e, com base nos resultados, elaborar e executar plano de melhoria com vistas à implantação do Modelo de Excelência em Gestão Pública (MEGP) do Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização (GesPública)”. Gestão de Riscos Estabelecer uma metodologia para identificação, mensuração, acompanhamento e resposta aos riscos organizacionais, de forma a evitar a descontinuidade das ações do Ipea. Institucionalização da Gestão do Conhecimento Institucionalizar a Gestão do Conhecimento (GC) no Ipea visando armazenar, recuperar, disseminar e utilizar o conhecimento produzido pelo Ipea; assim como gerar novos conhecimentos e criar um ambiente colaborativo de compartilhamento de conhecimentos individuais e organizacionais por meio de redes de pesquisa. Repositório de Conhecimentos (RCIpea) Implantar, em articulação com a Assessoria de Planejamento da Presidência, o software D-Space com vistas à institucionalização de um Repositório de Conhecimentos (RCIpea) com funções de captura, preservação e disseminação dos conhecimentos produzidos pelo Ipea. Banco de Talentos Implantar no Ipea um Banco de Talentos que permita à alta administração da instituição acessar informações sobre as competências das pessoas da força de trabalho. Sistema de Gerenciamento da Satisfação do Usuário Implantar um sistema de monitoramento da satisfação dos usuários/beneficiários dos serviços prestados pela DIRAF. Responsabilidade Social Definir e implantar a(s) Política(s) de Responsabilidade Social da instituição. Nova Sede Construir e ocupar uma nova sede para o Ipea.   Projeto Objetivo Avaliação da Gestão Predial do Edifício BNDES Avaliar e propor soluções para a gestão predial do que cabe ao Ipea no Edifício BNDES. Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Criar uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes no Ipea. Gerenciamento Eletrônico de Documentos Implementar um sistema que gerencie documentos de forma eletrônica. Modernização do Planejamento Orçamentário Os objetivos do projeto são, entre outros, integrar o Planejamento Orçamentário ao Planejamento Estratégico, aprimorar o planejamento estratégico e adequar o plano de trabalho do Ipea a prazos orçamentários.  
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