Missão: “Aprimorar as políticas públicas essenciais ao desenvolvimento brasileiro por meio da produção e disseminação de conhecimentos e da assessoria ao Estado nas suas decisões estratégicas”.
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Gazeta do Povo (PR): Há pais que mais parecem mães Homens que assumiram ou dividem com a mulher o papel de cuidador dos filhos são cada vez mais comuns. Para as crianças, o ganho é de proximidade e afeto Fabiane Ziolla Menezes A família brasileira está mudando e comportando novas configurações. O Retrato das Desigualdades de Gênero e Raça, de 2009, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que a proporção de famílias monoparentais masculinas (sem a presença física da mãe) aumentou de 2,1% em 1993 para 3% em 2007, dentre as 40,3 milhões de casas chefiadas por homens. Embora tímido, o dado retrata uma tendência de mudança na divisão de papéis dentro da família, com o homem assumindo também a tarefa de cuidador e não apenas de provedor dos filhos. O argentino Mariano Espinoza, 37 anos, assumiu a função “pãe” (pai com funções, até então, exclusivas da mãe) há cerca de um ano, quando se separou da esposa, que é brasileira. Mariana, de 5 anos, mora com ele desde então. O pai conta que mudou a rotina por causa da permanência da filha com ele. “Procuro ir a programas que ela também possa, como um aniversário ou um churrasco com amigos, e não vejo isso como um peso. É apenas um momento em que ela tem de ser a prioridade.” Mariana estuda em período integral e tem horários regrados. “A separação já foi uma mudança grande na vida dela, então faço questão de manter a rotina sempre, para dar segurança a ela.” A mãe fica com ela a cada 15 dias, em média, em fins de semana. Ele conta que tem passado por algumas saias-justas com a filha, que está na idade de diferenciar menino de menina e tem uma “tirada” melhor que a outra. “Mas é tranquilo. Os problemas acontecem em questões mais práticas, como a ida ao sanitário em restaurantes. A maior parte dos locais não tem um para a família, só masculino e feminino. Aí ou fico esperando na porta ou tenho de pedir para alguma mulher que trabalhe no local para acompanhá-la”, reclama, deixando um recado aos empresários do setor. O representante comercial Amauricy Krause vive situação parecida. Separou-se da esposa há dois anos, e os filhos, Letícia, de 14 anos, e Otto, de 11, optaram por morar com ele. As crianças estudam pela manhã e ficam com a avó paterna no período da tarde. “Algumas coisas já eram mesmo minhas tarefas, como levar e buscar na escola, e as tarefas de casa não são segredo, já que morei bastante tempo sozinho e também aprendi a me virar.” Assim como Mariano, ele diz que procura estar 95% do tempo com os filhos e fazer programas dos quais eles também possam participar. Na prática, as maiores dificuldades são os horários. “Mas não há nada que uma boa conversa não resolva. Sempre dialogo muito com eles, sobre tudo.” Primeira viagem O vendedor desempregado James Ghisi Cabral, 32 anos, vive uma experiência recente e, talvez, mais intensa que Mariano e Amauricy, cuidando do filho Yan Gabriel, de apenas 2 meses. Ele tirou férias na época do parto, para ajudar a esposa a cuidar do filho, mas quando ia voltar ao trabalho foi dispensado. Nesse meio tempo, a esposa voltou a trabalhar e a presença de James em casa acabou sendo uma mão na roda. “Eu acompanhei os cursos de amamentação e de ‘parto amoroso’, na maternidade Santa Brígida. O pessoal lá também deu várias dicas legais, mas boa parte das coisas a gente vai aprendendo a fazer no dia a dia, porque cada bebê é um bebê.” James parece estar se saindo muito bem e diz que já consegue até diferenciar os significados dos “chorinhos” do filho. “Já consigo saber quando é fome ou uma cólica, que é normal o bebê ter até o terceiro mês. No mais, ele é muito tranquilo”, elogia o pai de primeira viagem. Quanto ao trabalho, ele vê a pausa até como uma oportunidade para mudar de área, coisa que queria fazer já há bastante tempo. “Pretendo fazer um curso de 3D e trabalhar em algum escritório que precise de projetos assim.” Libertação masculina Nos três casos relatados no primeiro texto desta reportagem, uma mudança no cotidiano familiar levou os pais a assumirem mais as tarefas domésticas das mães. Todos, no entanto, já tinham interesse pessoal na construção de um vínculo maior com os filhos. Eles são o que a cientista social e professora de Sociologia e Gestão Urbana da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) Samira Kauchakje chama de “novos homens”. “São homens que se libertam daquela figura tradicional e obrigatória de ‘macho alfa’ e se permitem exercer um papel mais sensível com os filhos.” Esse movimento, segundo Samira, é possível por uma série de fatores, como a entrada da mulher no mercado de trabalho e a conquista da sua independência sexual, e a divisão da responsabilidade com os filhos em diferentes arranjos (com o Estado, com a comunidade e com a família). Tudo, no entanto, com a ressalva relativista das classes sociais. “Nem sempre a entrada da mulher no mercado de trabalho vai significar maior autonomia. No caso das classes mais empobrecidas pode indicar apenas necessidade. Também é preciso lembrar que em boa parte das famílias brasileiras, o papel de cuidador dos mais novos e dos doentes idosos da casa é dividido com as crianças, principalmente meninas de 9 a 12 anos de idade, que acabam se encarregando, inadequadamente, desses cuidados.” Recortes sociais à parte, a cientista social reconhece esse movimento recente de divisão de responsabilidades entre homens e mulheres e o avalia como positivo se significar o compartilhamento dos filhos e das conquistas em geral. “Agora, se essas novas tarefas tiverem o registro do machismo, com o controle total do homem também sobre a vida doméstica e a destituição da mulher do papel que lhe pertence, então há uma perda.” Samira lembra que muitas mulheres fazem isso consigo mesmas. “Aquele comportamento de dizer ‘vou contar para o seu pai’, que coloca a mulher hierarquicamente abaixo do homem dentro da família, é um exemplo disso.”
Diário do Nordeste (CE): Bolsa Família terá de ser redefinido, diz analista Dilma Rousseff (PT) ou José Serra (PSDB) poderão ter de mexer na principal ação social do governo Lula: o programa Bolsa Família. A avaliação é de Serguei Soares, doutor em economia e especialista da área social do Instituto Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo ele, saber qual a vocação do programa, fazer a proteção social dos mais pobres ou gerar oportunidades para superação da pobreza, deverá entrar na agenda do próximo governo. "As duas coisas são incompatíveis", acredita Serguei e "exigem abordagens diferentes para públicos diferentes". Conforme o analista, a proteção social deve ser uma ação ativa do Estado sem a exigência de contrapartidas, isso porque "os pobres não são pobres atoa". "As famílias mais pobres são as mais vulneráveis e desestruturadas, têm mil e um problemas", diz. Na avaliação de Soares, além dessa demanda, há setores na sociedade que esperam que "o Bolsa Família, como se diz na sabedoria popular, não dê o peixe, mas ensine a pescar". Isso significa orientar o programa "não para o mais pobre entre os pobres, mas para aquele cidadão que com alguma ajuda decola e sai da linha de pobreza", afirma Soares.
Chamada Pública nº 065/2010 Chamada Pública nº 065/2010 - Projeto " Aspectos Regulatórios do Mercado de Carbono no Brasil" Vagas: 02 (duas) bolsas Auxiliar de Pesquisa (Graduando) e 01 (uma) bolsa Assistente de Pesquisa II (Mestrando) Prazo de inscrição: 26 de julho a 10 de agosto de 2010 Reabertura: 24 de agosto a 09 de setembro de 2010 - Para 01 (uma) bolsa Auxiliar de Pesquisa (Graduando) e 01 (uma) bolsa Assistente de Pesquisa II (Mestrando) Resultado: A partir de 20 de setembro de 2010 Início das bolsas: outubro de 2010 Chamada Pública nº 065/2010 Chamada Pública nº 065/2010 (Reabertura) Clique aqui para ver o Resultado Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Chamada Pública nº 088/2010 Chamada Pública nº 088/2010 - Projeto "Aperfeiçoamento do Sistema Integrado de Informações sobre o Mercado de Trabalho do Setor Turismo – SIMT" Vagas: 01 (uma) bolsa Doutor. Prazo de inscrição: 08 de setembro a 23 de setembro de 2010 Resultado: A partir de 04 de outubro de 2010 Início das bolsas: Outubro de 2010 Chamada Pública nº 088/2010 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Folha de S.Paulo (SP): Números da distribuição de renda O movimento socioeconômico brasileiro caminha em direção ao desenvolvimento, mas essa caminhada ainda está longe do ponto ideal de chegada Distribuir renda e reduzir desigualdades injustas deveriam estar sempre entre as prioridades de qualquer governo. Para medir a distribuição e a desigualdade de renda, normalmente são utilizados dois indicadores: o índice de Gini, para medir a chamada distribuição pessoal da renda, e a participação das rendas do trabalho no PIB, para medir a distribuição funcional da renda. No caso brasileiro, o índice de Gini é calculado com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do IBGE. Mais de 96% das rendas declaradas na pesquisa correspondem a rendas do trabalho e a transferências públicas. Sendo assim, a desigualdade medida pelo Gini/Pnad não é adequada para revelar a distribuição da renda entre trabalhadores, de um lado, e empresários, banqueiros, latifundiários, proprietários de bens/imóveis alugados e proprietários de títulos públicos e privados, de outro. Contudo, deve ser enfatizado que, embora o Gini/Pnad revele apenas a realidade de uma parcela social brasileira, é sempre melhor ter um Gini menor e em queda do que um maior e estacionado (como nos anos 1995-1998). Quanto menor o Gini (que varia de zero a cem), menos desigual estão os indivíduos do ponto de vista das remunerações que recebem. No Brasil, em 1995, o Gini era 59,9; em 2009, foi 54. A distribuição funcional da renda, ou seja, a distribuição entre trabalho e capital, é calculada pelo IBGE com base nas Contas Nacionais anuais. Em 1995, a soma dos salários e das remunerações de autônomos representava 64% do PIB. Houve uma trajetória de queda contínua até 2004, quando alcançou 58%. A partir de 2005, houve um ponto de inflexão na trajetória, que se tornou ascendente, em todos os anos, de forma consecutiva. Segundo dados do IBGE, em 2005, atingiu 58,4%; em 2006, 58,9%; e, em 2007, 59,4%. O IBGE ainda não divulgou dados de 2008 e 2009. Contudo, é possível calcular os números para esses anos com base na Pesquisa Mensal de Emprego e nas Contas Nacionais Trimestrais, ambas do IBGE. O técnico do Ipea Estêvão Kopschitz estimou que, em 2008, o valor alcançado foi de 60,1%; em 2009, foi de 62,3%. Na diretoria de estudos e políticas macroeconômicas do Ipea desenvolve-se pesquisa para encontrar e quantificar as causas que explicam as variações da participação das rendas do trabalho como proporção do PIB. Com o objetivo de ampliar o debate sobre o tema, o Ipea fez extensa matéria na sua revista "Desafios do Desenvolvimento" de abril/maio de 2010 (disponível no site da instituição). Embora ainda não seja possível afirmar de forma categórica as causas do movimento positivo da distribuição funcional da renda favorável aos trabalhadores nos últimos anos, algumas pistas estão muito claras. Houve dez anos de queda consecutiva (1995-2004) e cinco anos de recuperação (2005-2009) no período analisado. O salário mínimo real médio, a preços de hoje, na fase de queda, era de R$ 292,53. Na fase de recuperação, foi de R$ 426,85. A taxa média real básica de juros nos anos 1995-2004 foi de 14,8%, enquanto nos anos 2005-2009 foi de 8,9%. Como afirmei na revista acima citada, "quanto mais juros, menos salários, já que o PIB é um só". Cabe ainda destacar que, na fase de queda, a geração de empregos com carteira assinada, em média por ano, era de 344 mil postos. Na fase de recuperação, foi de 1,31 milhão de postos. O índice de Gini/Pnad e a participação percentual das remunerações dos trabalhadores no PIB não são medidas opostas, mas, sim, complementares. Ambas representam dimensões da desigualdade e do desenvolvimento social do país. As duas medidas mostram que o movimento socioeconômico brasileiro caminha em direção ao desenvolvimento. Contudo, indicam também que a caminhada começou faz pouco tempo e ainda está longe do ponto ideal de chegada. ________________________________________ JOÃO SICSÚ é professor do Instituto de Economia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e diretor de estudos e políticas macroeconômicas do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).
Chamada Pública nº 002/2010 Chamada Pública PROCIN nº 002/2010 - Projeto "Análise e planejamento da exploração de hidrocarbonetos: os casos da faixa petrolífera do Orinoco e da área gasífera do Golfo de Paria no Estado de Sucre - Venezuela" Vagas: 04 (quatro) bolsas Prazo de inscrição: 20 de setembro a 06 de outubro de 2010 Resultado: A partir de 15 de outubro de 2010 Início das bolsas: a partir de Outubro de 2010 Chamada Pública PROCIN nº 002/2010 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Último Segundo On Line:Desemprego cresce entre os mais pobres, indica estudo Em seis anos, a taxa de desemprego dos 20% mais pobres saltou de 20,7% para 26,27%, diz Ipea Agência Estado A parcela mais pobre da população desempregada não foi beneficiada pela reativação do mercado de trabalho nas seis principais regiões metropolitanas do Brasil. Entre agosto de 2004 e agosto deste ano, a taxa de desemprego dos 20% mais pobres (com renda per capita domiciliar inferior a R$ 203,3 por mês) saltou de 20,7% para 26,27%, enquanto o desemprego total caiu de 11,4% para 6,7%. Entre os 20% mais ricos (com renda per capita domiciliar superior a R$ 812,3 mensais) a taxa de desocupação despencou de 4,04% para 1,4% nesse mesmo período. As informações são de levantamento inédito feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) com base nos dados da pesquisa mensal de emprego do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os números apontam para uma realidade mais dramática. Por si só, o forte crescimento da economia e do emprego formal não está sendo suficiente para fazer com que os mais pobres possam ter as mesmas oportunidades que as pessoas com maior renda têm de encontrar uma ocupação. "As dificuldades enfrentadas por essas pessoas estão diretamente relacionadas com a baixa escolaridade", afirma o presidente do Ipea, Márcio Pochmann. A questão é que o crescimento do emprego veio acompanhado de uma competição muito grande entre as empresas por trabalhadores qualificados. Quem não está preparado geralmente fica de fora. De acordo com o levantamento do Ipea, apenas 41,8% dos desempregados mais pobres frequentaram bancos escolares por período de 11 anos ou mais. Entre os mais ricos, o número sobe para 86,1%. Outro fator que também pesa contra os mais pobres é a discriminação racial, tratamento injusto que ainda persiste em alguns setores do mercado de trabalho, mesmo que de forma velada. Os dados levantados pelo Ipea indicam que 23,3% dos desempregados pertencentes a famílias de baixa renda são brancos. Já a parcela dos desempregados de famílias mais abastadas é composta por 72,5% de brancos. .
Comunicado n° 64 confirma tendência de desaceleração no crescimento e de envelhecimento da população
Expectativas são mais otimistas do que as reveladas no último indicador, referente ao terceiro bimestre do ano
Comunicado nº 64 também aponta que a população diminuirá a partir de 2030 após pico de 206,8 milhões
Chamada Pública nº 087/2010 Chamada Pública nº 087/2010 - Projeto "O Papel da Defesa na Inserção Internacional Brasileira" Vagas: 09 (nove) bolsas Doutor Prazo de inscrição: 08 de setembro a 08 de outubro de 2010 Prorrogação de inscrições: até 22 de outubro de 2010. Resultado: A partir de 04 de novembro de 2010 Início das bolsas: novembro de 2010 Chamada Pública nº 087/2010 Extrato de Publicação Chamada Pública nº 087/2010 (Prorrogação) Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Gazeta de Alagoas On Line (AL):Longevidade em pauta Uma das conquistas mais saudáveis da contemporaneidade, o aumento real da longevidade humana, começa a gerar preocupações em boa parte do mundo, em função dos problemas previdenciários e da disputa acirrada por espaços no mercado de trabalho. Essa contradição infeliz começa a mostrar suas garras no Brasil. Divulgado anteontem, estudo do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) aponta para uma verdadeira "revolução na família brasileira" pela combinação do envelhecimento da população como o crescimento da participação feminina no mercado. Em levantamento realizado pelo Ipea, entre 1992 e 2009, as famílias com e sem filhos chefiadas por mulheres passaram de 0,8% para 9,4% do total. Isto significa que, "em números absolutos, 4,3 milhões de domicílios brasileiros encontravam-se nessa categoria em 2009. A estes dados acrescente-se que desde 2007 as pesquisas da "Tábua da vida" realizadas pelo IBGE mostram o paulatino (e maravilhoso) aumento da expectativa de vida do brasileiro, que entre 1991 e 2007 pulou para mais cinco anos e meio, alcançando já naquele ano a marca de 72,57 anos de existência. Em 2009 esta marca alcançou 72,8 anos. Inevitável é a discussão sobre a idade mínima para aposentadoria. Naturalmente um tema de tamanha delicadeza não faz parte da pauta de debates sobre as propostas de governo nesta eleição. As eleições deveriam ser o tempo apropriado para esses temas polêmicos serem colocados em discussão. Porém, com o atual nível de manipulação dos preconceitos e dos privilégios no Brasil, é sonho imaginar que alguma candidatura venha a se expor com a abordagem de tamanho dilema. Mas, quem quer que sejam as forças políticas que venham a estar no comando dos rumos brasileiros a partir do próximo ano, não lhes será possível desviar-se dessa questão de vida ou morte.
Carta de Conjuntura n° 11 também mostra que inflação continuou caindo no terceiro trimestre de 2010
Chamada Pública nº 096/2010 Chamada Pública nº 096/2010 - Projeto " Propriedade Intelectual e Aspectos Concorrenciais" Vagas: 01 (uma) bolsa Assistente de Pesquisa I (Graduado). Prazo de inscrição: 18 de outubro a 03 de novembro de 2010. Resultado: A partir de 08 de novembro de 2010. Início das bolsas: Dezembro de 2010. Chamada Pública nº 096/2010 Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Correio Braziliense (DF): 360 graus, por Denise Juliani Elas ralam mais Análise do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2009, do IBGE, mostra que, apesar de a mulher brasileira estar assumindo o papel de provedora, ela continua sendo a principal responsável pelo cuidado doméstico. A proporção de mulheres ocupadas que se dedicavam a afazeres domésticos em 2009 foi de 89,9% e a de homens, 49,6%. Mais expressiva foi a diferença no número médio de horas trabalhadas em afazeres domésticos. As mulheres gastavam, em média, 21,8 horas semanais e os homens, 9,5.
Seminário em conjunto com a Presidência da República reúne autoridades nesta quarta. Acompanhe aqui atransmissão on-line
DIÁRIO DO NORDESTE (CE):Ideias Ivan Mendes - jornalista Equilíbrio nas contas Todo governo, não só no Brasil como em outros países, deve ter como meta prioritária o equilíbrio econômico, para que haja recursos financeiros, destinados a investimentos sociais. No Brasil, por exemplo, já não é mais novidade o governo atual anunciar a estabilidade na área econômico-financeira. Entretanto, não deixa de ser surpreendente a informação de que o setor público brasileiro apresentou saldo negativo no valor de 2 bilhões e 59 milhões de reais, em junho de 2010, o pior desempenho desde 2003, quando o saldo positivo foi de 1 bilhão e 686 milhões. Esse resultado envolve dados da União, estados, municípios e estatais. Apesar do aumento das receitas, os gastos com investimentos e despesas têm crescido em ritmo mais acelerado. De acordo com o Banco Central-BC, os investimentos incluem aplicações em obras de infraestrutura, como o Programa de Aceleração do Crescimento. Contrapondo-se aos dados do BC, a economia brasileira deverá terminar o ano de 2010 com crescimento de 6,5%, em comparação ao ano de 2009. Segundo Estudo Bimestral, do Senso Econômico, publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômico Aplicada-Ipea, a projeção significa uma elevação considerável no que concerne a última previsão. No bimestre anterior, envolvendo os meses de março e abril, o Ipea esperava uma ampliação de 5,5% do Produto Interno Bruto. A pesquisa é bimestral, considerando estimativas de instituições do setor produtivo como associações, federações das indústrias, do comércio, da agropecuária, centro de estudos, conforme foi divulgado em 30 de julho de 2010. Pela veracidade dos números, observa-se que é necessário haver uma certa cautela na divulgação dos dados, relacionados à economia, para que não haja dúvidas sobre a tão propalada estabilidade no setor e ao superávit primário. Portanto, governar não é apenas assumir um cargo eletivo mas, sobretudo, exercê-lo com competência e responsabilidade, o que nem sempre acontece não só agora, como num passado não muito distante. A verdade é que os maus políticos já deveriam ter sido eliminados da vida pública, não só no Brasil como em outros países.
DIÁRIO DO NORDESTE (CE):Egídio Serpa – Livre Mercado O site do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (www.ipea.gov.br) transmite a parte das 8h30min de hoje, ao vivo, o debate “Bioética em debate aqui e lá fora”, promovido com a Presidência da República, com o apoio da Universidade de Brasília. O ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Samuel Pinheiro Guimarães, e o prsidente do Ipea, Marcio Pochmann, participam da mesa.
El Nuevo Herald (Inglaterra): Población brasileña envejece y tiende a decrecer La población brasileña muestra una tendencia al envejecimiento acompañada de un ritmo de crecimiento cada vez más bajo, según un informe oficial divulgado el miércoles. Según el estudio del Instituto de Pesquisas Económicas Aplicadas (Ipea), la población brasileña continuará creciendo cada vez menos acelerado hasta el año 2030, cuando alcanzará aproximadamente 206,8 millones de habitantes, y comenzará a disminuir para alcanzar 204,7 millones 10 años después. Esa tendencia es el resultado de un declive en la tasa de fecundidad registrada en el gigante suramericano, cuya población actual es de 192 millones, lo que lleva a un envejecimiento. El estudio del Ipea indicó que el declive en la fecundidad comenzó a registrarse a mediados de los años 60 y actualmente es de 1,6 a 1,8 hijos por mujer, por debajo de la tasa de reposición de 2 hijos por mujer. Así, el Ipea calculó que el crecimiento poblacional debe caer en esta década a 0,9% anual, por debajo del 3% anual registrado entre 1950 y 1970, el período de mayor aumento. Con esa tendencia, la población de menos de 15 años de edad, que era 33,8% en 1992, cayó a 24% en 2009. Al mismo tiempo, la población considerada anciana, que representaba 7,9% del total en 1992, subió a 11,4% en 2009, según el instituto de investigación.   Read more: http://www.elnuevoherald.com/2010/10/13/819287/poblacion-brasilena-envejece-y.html#ixzz12vLSOUMH
A proposta de uma convenção do Mercosul e a discussão sobre o vazio jurídico marcaram a última mesa de seminário

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