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Resultados 7021 - 7040 de 15850

Instituto fará avaliações e propostas para fortalecer a governança democrática do setor segurança  
Chamada Pública nº 023/2010 Chamada Pública nº 023/2010 - Projeto "Sistema de Indicadores Econômicos Sociais - SIES/IPEA" Vagas: 04(quatro) bolsa Auxiliar de Pesquisa. Requisito mínimo: Estar matriculado em curso de nível superior, a partir do segundo semestre ou equivalente, em Geografia, Engenharia Cartográfica, Ciências Econômicas ou Relações Internacionais Prazo de inscrição: 09 de abril a 27 de abril de 2010. Resultado: A partir de 06 de maio de 2010. Início das bolsas: maio de 2010. Chamada Pública nº 023/2010 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Chamada Pública nº 022/2010 Chamada Pública nº 022/2010 - Projeto "Distribuição Desigual do Cuidado e as Políticas Sociais" Vagas: 01(uma) bolsa Doutor. Requisito mínimo: Título de Doutor em Ciências Sociais ou Humanas Prazo de inscrição: 06 de abril a 22 de abril de 2010. Prorrogação de inscrições: até 29 de abril de 2010 Resultado: A partir de 03 de maio de 2010. Resultado: A partir de 10 de maio de 2010 Início das bolsas: maio de 2010. Chamada Pública nº 022/2010 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Chamada Pública nº 021/2010 Chamada Pública nº 021/2010 - Projeto "Avaliação da Intervenção Urbanística no Complexo do Alemão (Rio de Janeiro)" Vagas: 01(uma) bolsa Auxiliar de Pesquisa(Graduando). Requisito mínimo: Estar Matriculado em curso de nível superior em Serviço Social Prazo de inscrição: 16 de março a 31 de março de 2010. Resultado: A partir de 08 de abril de 2010. Início das bolsas: abril de 2010. Chamada Pública nº 021/2010 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Chamada Pública nº 020/2010 Chamada Pública nº 020/2010 - Projeto "Territórios da Cidadania - Avaliação de Alternativas Produtivas" Vagas: 01(uma) bolsa Doutor. Requisito mínimo: Título de Doutor, com formação do mestrado ou doutorado em economia ou áreas afins e graduação na área mencionada. Prazo de inscrição: 16 de março a 31 de março de 2010 Reabertura de inscrições: 01 a 20 de abril de 2010 Resultado: A partir de 30 de abril de 2010 Início das bolsas: maio de 2010 Chamada Pública nº 020/2010 Chamada Pública nº 020/2010 (Reabertura) Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Meio Norte (PI): Piauí muda perfil e reduz nível de pobreza O trabalho do Ipea confirma ainda que o Piauí deixou de ser o Estado mais pobre do Brasil O número de pessoas em situação de extrema pobreza no Piauí caiu quase que pela metade nos últimos anos. Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgão vinculado ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, no período de 1995 a 2008, a taxa de extrema pobreza no Estado sofreu uma redução de cerca de 20 pontos percentuais, passando de 46,8 para 26,1%. Também diminuiu o número de pessoas em situação de pobreza absoluta, passando de 75,7%, em 1995, para 52,9% em 2008. O trabalho do Ipea confirma ainda que o Piauí deixou de ser o Estado mais pobre do Brasil, ocupando hoje a terceira posição no ranking, deixando para trás os estados de Alagoas e Maranhão. “O Piauí não aparece mais na ponteira final em nenhum dos indicadores”, comemora o economista e secretário estadual do Planejamento, Sérgio Gonçalves Miranda. O secretário Sérgio Miranda explica que são consideradas pobres todas as pessoas que têm dificuldade de adquirir os bens necessários para sua sobrevivência e que apresentam uma renda per capita de até meio salário mínimo por mês. Já os extremamente pobres, ou miseráveis, são aqueles que têm dificuldade para adquirir os alimentos necessários à sua sobrevivência e ganham até ¼ do salário mínimo. Para Miranda, a diminuição no número de pobres se deve as políticas sociais de inclusão do Governo Federal, como o programa Bolsa Família e as transferências de renda. Ele destaca, no entanto, que nos últimos sete anos a dinâmica da economia tem se apresentado como um importante fator para redução da pobreza. “Hoje, podemos considerar a geração de emprego como o grande motor da transformação, mais importante do que até mesmo os programas sociais”, adianta. Acrescenta que a erradicação da pobreza no Piauí está mais acelerada do que em outros estados, como o Maranhão, por exemplo. “Mantendo este ritmo, é possível erradicar a pobreza no Estado até 2016”, garante.
EBand (SP): Paulista pagou quase R$ 3 bilhões em pedágio neste ano Da Redação Como se não bastasse já ter pago mais de R$ 55,8 bilhões em imposto, o paulista já gastou quase R$ 3 bilhões com pedágio nas rodovias do estado. Às 13h desta quarta-feira, o pedagiômetro contabilizava R$ 2,927 bilhões. No ano passado inteiro, as concessionárias das estradas arrecadaram R$ 4,5 bilhões. A média de crescimento apresentada de um ano para o outro é de 25%. O número de postos também cresceu nos últimos anos. De 1997 para 2010, São Paulo ganhou 187 praças. De dois anos para cá, as rodovias do estado recebeu mais 71 postos de cobrança aumentou, de acordo com a Artesp (Agência Reguladora de Serviços de Transportes do Estado de São Paulo). Embora o estado tenha as dez melhores rodovias do Brasil, também tem as tarifas de pedágio mais caras, de acordo com um levantamento da Confederação Nacional dos Transportes. Os altos valores cobrados encarecem o frete e até impedem o tráfego dos motoristas de uma cidade para outra. Um caminhão de seis eixos paga 74% mais em imposto em terras paulistas do que em outro estado, apontou uma pesquisa do Ipea (Instituto de Pesquisas de Economias Aplicadas). Por segundo, os pedágios paulistas contabilizam R$ 168,09. Por hora são mais de R$ 605 mil. Por dia são mais de R$ 14 milhões e por mês o valor ultrapassa os R$ 435 milhões. O motorista pode acompanhar a quantas anda a arrecadação de pedágios no site do pedagiômetro.
Correio do Noroeste (MT): O sucesso da tecnologia de confinamento sem volumoso Investimentos em técnicas mais eficientes aumentam as vantagens do produtor pecuarista Considerado o celeiro do setor agropecuário e responsável por um dos principais rebanhos de bovino do país, segundo o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), Mato Grosso do Sul é um dos estados de maior crescimento econômico na Região Centro-Oeste. Os investimentos em melhoramento das técnicas são os grandes responsáveis pelos resultados expressivos alcançados pela bovinocultura do Estado. No que tange ao Confinamento de Gado de Corte, sistema de criação de bovinos em que lotes de animais são encerrados em piquetes ou currais com área restrita, a aposta em tecnologias mais eficientes que aumentem as vantagens do pecuarista estão cada vez mais sendo aperfeiçoadas. Melhor custo benefício, facilidade de trato, alto ganho de peso, aumento do giro de atividade e liberação de áreas de pastagens. Como aplicar todas essas vantagens em um único produto? A resposta veio de uma alternativa simples: confinamento de gado sem volumoso, sistema que utiliza uma dieta com milho grão inteiro, a chamada ração peletizada. Com 85% de milho em grão e 15% de núcleo Super Grão, “a ração Super Grão não é apenas uma ração, é tecnologia em confinamento”, garante Donato Godoy, proprietário da União Suplementação Animal, uma das principais fornecedoras de suplemento animal do Estado. Segundo ele, as vantagens do confinamento com esse tipo de alimento é comprovada pelos próprios pecuaristas. “O custo é maior, porém, as percas são menores”, esclarece Donato. De acordo com o artigo escrito pelo engenheiro agrônomo Danilo Gusmão de Quadros, as vantagens do confinamento de bovinos de corte são: aumento da eficiência produtiva do rebanho, por meio da redução da idade ao abate e melhor aproveitamento do animal produzido e capital investido nas fases anteriores (cria e recria); uso da forragem excedente de verão e liberação de áreas de pastagens para outras categorias durante o período de confinamento; uso mais eficiente da mão-de-obra, maquinários e insumos e flexibilidade da produção. As vantagens desse sistema permitem ainda que a propriedade trabalhe com alta lotação no verão, além de um rendimento de carcaça mais elevado na matança. Porém, algumas dificuldades ainda são encontradas pelos pecuaristas. “Ingredientes” essenciais Assim como para o sucesso de toda boa receita, exigem-se bons ingredientes, para se ter um bom resultado com a tecnologia Super Grão também devem ser seguidas algumas dicas que ao final fazem toda a diferença. Exclusiva no desenvolvimento da tecnologia Super Grão no Estado, a União Suplementação Animal enumera alguns requisitos que devem ser observados para se obter um ótimo resultado. Bom fornecedor de milho, mão-de-obra comprometida e bem qualificada e principalmente animais com boa genética, são alguns dos principais requisitos necessários que devem ser analisados por quem busca resultados positivos. Além disso, é importante ainda que os animais que serão submetidos ao confinamento tenham peso e idade adequados para serem confinados e que seja feita uma boa adaptação dos animais com estrutura física de boa qualidade (piquete, cochos e água). Conforme artigo publicado no portal www.uniaosuplementacao.com.br, 0,5 a 2 % dos animais não se adaptam ao sistema de confinamento, por causa de problemas como a Laminite (dificuldade de adaptação e qualidade do milho) e o timpanismo (distúrbio metabólico de animais ruminantes). Porém, a principal dificuldade relatada pelos pecuaristas, segundo o artigo, está na produção do volumoso e ao alto custo com maquinários e instalações. Segundo Donato, com a Ração Super Grão, essas dificuldades foram eliminadas, porque não há necessidade de confinamento sem volumoso – pequena necessidade de maquinários e equipamentos e as instalações são o mais simples possível. Entre outras vantagens da Ração Super Grão, o proprietário destaca: permite confinar animais inteiros com excelente acabamento de carcaça; facilidade de trato; alto ganho de peso; melhor custo benefício se comparada com outros sistemas de confinamento; excelente Conversão Alimentar; mão-de-obra reduzida; permite que tanto o grande quanto o médio e pequeno produtor utilizem o sistema de confinamento. Uma “pitada” de bom senso “Não basta vender, tem que oferecer suporte ao cliente”. É com essa linha de pensamento, que a União Suplementação Animal, existente no mercado há 10 anos, busca fidelizar o relacionamento com seus clientes. O diferencial da empresa é oferecer ao cliente um suporte que vai além da simples venda. Por meio de programas como o “Programa União do Campo” criado pela própria empresa, a União objetiva reforçar o relacionamento com seus clientes. O programa oferece palestras em formato de “dia de campo” com o objetivo de qualificar a mão-de-obra. A idéia de criar um programa que aproximasse produtor e fornecedor nasceu de uma necessidade. “Na época que trabalhei como veterinário de campo, eu percebia essa falta que o produtor tinha. De nada adianta comprar um produto e não saber utilizá-lo. Muita vezes, o cliente precisa dessa orientação, por isso resolvemos implementar esses programas aqui. É preciso que se fale a linguagem do produtor”, reforça Donato Godoy. O programa funciona uma vez por mês e dispõe de uma equipe preparada para um “bate-papo” com o produtor. Graziela Reis – Rural Centro
Jornal do Commercio (RJ): Passaporte com chip começa a ser testado este ano no Aeroporto de Brasília Agência Brasil Brasília - Até o fim do ano será testado inicialmente no Aeroporto Internacional de Brasília o novo sistema de automatização informatizada para o trânsito migratório, a exemplo do que já é feito na União Europeia. Ao mesmo tempo, o Ministério da Justiça vai começar a adotar, durante o segundo semestre, a leitura de passaportes por meio de microprocessadores (chips) inseridos na contracapa do documento. Isto vai permitir a leitura dos dados do passageiro sem interferência de operadores, tornando o trânsito nos aeroportos mais rápido e seguro. Essas medidas fazem parte da politica de segurança que o Ministério da Justiça planeja implantar para facilitar o tráfego de passageiros até a Copa do Mundo no Brasil, em 2014. O ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, esclareceu que a modernização dos passaportes não acarretará na troca obrigatória do documento, que deverá ser feita de forma gradativa. O viajante que tiver o passaporte com chip levará cerca de oito segundos para ter o acesso liberado nos aeroportos. A informatização poderá também facilitar viagens para países da União Europeia, mediante acordos que o Brasil negocia com Portugal - uma das principais portas de entrada de brasileiros na Europa -, onde o sistema já funciona. O ministro lembrou que o Ministério da Justiça já elaborou plano com vista à Copa do Mundo em relação à presença de estrangeiros nos portos, aeroportos e fronteiras, a cargo da Polícia Federal. Tudo se originou da experiência dos Jogos Pan-Americanos, cujos métodos serão aperfeiçoados para a Copa e as Olimpíadas de 2016. Barreto garantiu que haverá tempo suficiente para que tudo seja implantado, inclusive as políticas de capacitação da força policial, com investimentos em tecnologia e treinamento para que a segurança seja eficiente. "Isso é o que espera não só o Brasil, mas também o Comitê Olímpico Internacional", arrematou Barreto. O ministro falou sobre o assunto depois de presidir, nesta manhã (21), a solenidade de assinatura de acordo de cooperação técnica para execução da pesquisa Participação Social e Governança Democrática da Segurança Pública, que vai ser feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O objetivo é avaliar a participação social no Conselho Nacional de Segurança Pública (Conasp), reestruturado em 2009.
O Fluminense (RJ): Pesquisa vai avaliar a participação social no Conselho Nacional de Segurança Pública O Ministério da Justiça e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) assinam nesta quarta-feira acordo de cooperação técnica para a execução da pesquisa Participação Social e Governança Democrática da Segurança Pública. O objetivo é avaliar a participação social no Conselho Nacional de Segurança Pública (Conasp), reestruturado em 2009. O estudo também vai analisar a integração entre o Conasp e as instâncias governamentais, assim como propor diretrizes para a criação de um sistema de governança da política pública de segurança. Participam da solenidade o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, e o presidente do Ipea, Marcio Pochmann. Agência Brasil
Chamada Pública nº 017/2010 Chamada 017/2010 - Projeto " Avaliação da Eficiência de Sistemas de Saúde". Vagas: 01(uma) bolsa Assistente de Pesquisa II (Mestrando) e 01 (uma) bolsa Assistente de Pesquisa IV (Doutorando). Requisito mínimo: Estar Matriculado em curso de mestrado na área de saúde Prazo de inscrição: 12 de março a 29 de março de 2010 Reabertura de inscrições: 09 a 26 de abril de 2010 Resultado: A partir de 06 de maio de 2010 Início das bolsas: maio de 2010 Chamada Pública nº 017/2010 Chamada Pública nº 017/2010 (Reabertura) Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Chamada Pública nº 004/2010 Chamada Pública nº 004/2010 - Projeto "Custos Econômicos dos Acidentes de Trabalho no Brasil" Vagas: 02 (duas) bolsas Auxiliar de Pesquisa (graduando) 01(uma) bolsa de Assistente de Pesquisa I (graduado) e 1(uma) bolsa de Assistente de Pesquisa III (mestre) Requisito mínimo: Nível Superior cursando ou Mestre Prazo de inscrição: 01 de fevereiro a 04 de março de 2010 Resultado: A partir de 18 de março Início das bolsas: Março de 2010 Chamada Pública nº 004/2010 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Chamada Pública nº 002/2010 Chamada Pública nº 002/2010 - Projeto " Análise da oferta e demanda de mão-de-obras qualificada no setor produtivo brasileiro" Vagas: 1 (uma) bolsas de Assistente de Pesquisa II Requisito mínimo: Estar matriculado em curso de mestrado Prazo de inscrição: 22 de janeiro a 08 de fevereiro de 2010 Resultado: A partir de 22 de fevereiro Início das bolsas: Março de 2010 Chamada Pública nº 002/2010 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Processo seletivo para Pesquisador Visitante do Exterior 2010 CHAMADA PÚBLICA SIMPLIFICADA IPEA/PVE Nº 002/2010 - SELEÇÃO DE CANDIDATOS PARA CONCESSÃO DE BOLSAS OBJETO Selecionar pesquisadores estrangeiros, para concessão de bolsa Pesquisador Visitante do Exterior (PVE) de curta duração, com interesse em ministrar curso e proferir palestra no Brasil sobre o tema modelagem com autômatos celulares aplicado aos problemas regionais e urbanos. REQUISITOS DOS CANDIDATOS Título de doutor ou equivalente; Atuação efetiva no exterior, não possuindo visto permanente no Brasil; Quando o candidato a bolsa PVE for de nacionalidade brasileira deverá atuar efetivamente no exterior e não possuir vínculo institucional no Brasil; Experiência teórica e aplicada na utilização de modelagem para simulação regional com autômatos celulares; Possuir disponibilidade para ministrar cursos e conferências no Brasil. MODALIDADES DE APOIO O candidato selecionado receberá bolsa pesquisa e auxílio transporte para deslocamento ao Brasil. PRAZO DE ENVIO DE CANDIDATURAS: 07 a 22 de abril de 2010 DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS 30 de abril de 2010 DÚVIDAS E ESCLARECIMENTOS pve@ipea.gov.br DOCUMENTOS Chamada Pública PVE nº 002/2010 (versão português) Simplified Public IPEA/PVE Nr 002/2010 (english version) Formulário de inscrição Application Form (english version) Clique aqui para ver o Resultado
Comunicado mostra tambémmudanças geradas pela previdência e pela assistência social na renda familiar
Cooperação com o Ministério da Justiça vai sugerir rumos para governança das políticas públicas no setor  
Publicação debate temas comocooperação internacional, incentivo às exportações e propriedade intelectual  
Agência Reuters (Reino Unido): Habitação terá de ir além do "Minha Casa, Minha Vida 2" Por Vivian Pereira SÃO PAULO (Reuters) - O ineditismo de um plano habitacional que garantiu para a camada menos favorecida da população brasileira acesso à casa própria é um legado positivo para o próximo governo. Mas o sucesso do programa "Minha Casa, Minha Vida" ainda depende de parcerias público-privadas e da melhora da infraestrutura nas cidades e dos financiamentos. Em março do ano passado, o governo federal apresentou a primeira edição do "Minha Casa, Minha Vida", prevendo 1 milhão de moradias contratadas até o final de 2010, com subsídios de 34 bilhões de reais por parte da União. Um ano depois da criação do programa, e ainda muito distante do cumprimento da meta estabelecida na primeira etapa, o governo federal lançou, no final de março, a segunda fase do "Minha Casa, Minha Vida", com garantia de 2 milhões de moradias contratadas até 2014. Três quintos das habitações, ou 1,2 milhão de unidades, serão destinadas a famílias com renda mensal de até três salários mínimos (hoje 1.530 reais). Especialistas consultados pela Reuters reiteram que sua viabilidade seguirá condicionada à parceria público-privada. Para o professor de Finanças Ricardo Torres, da Brazilian Business School (BBS), a ampliação do atendimento na segunda fase à baixíssima renda com pendências ainda na primeira etapa é uma questão a ser enfrentada. "Não houve tempo para revisar metas da primeira fase. A surpreendente aceitação do projeto levou à aceleração do lançamento da segunda fase antes do término do mandato", pondera Torres, acrescentando que o próximo governo terá de lidar com um saldo de contratações da primeira fase antes de iniciar a segunda. "Acredito que possa haver revisão das metas para a segunda etapa, principalmente se a oposição assumir." A ausência de infraestrutura adequada no entorno dos terrenos disponíveis em regiões metropolitanas para construção de moradias econômicas é apontada como a principal questão a ser solucionada na segunda fase do programa. "Municípios como São Paulo não conseguem oferecer moradias por 52 mil reais. Se não houver aumento no valor das unidades e participação da iniciativa privada, ficará difícil cumprir a meta", afirma o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), Sergio Watanabe, para quem a doação de terrenos por parte de prefeituras representa uma solução viável. Outra preocupação que cerca a continuidade do programa está no fato de que a primeira fase teve a seu favor os estoques tanto de moradias prontas quanto de terrenos. Uma das formas de contornar essa carência, segundo o professor da BBS, é a construção de conjuntos residenciais compostos por um número maior de unidades, resultando em "mini-cidades". O pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Cleandro Krause reforça que, nesse sentido, os municípios terão papel indispensável na criação de condições que viabilizem construções para a população de baixa renda. "Se os municípios não alterarem o zoneamento das cidades e criarem infraestrutura, vai ficar difícil construir tanta moradia só com as ferramentas disponíveis." PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA Os principais desafios do programa, desde sua implementação, giraram em torno do atendimento à população com renda de até três salários mínimos, equivalente a 80 por cento do déficit de habitações que, segundo dados do IBGE, era de 5,8 milhões de moradias em 2008. Para o pesquisador do Ipea, o programa depende, fundamentalmente, da atuação conjunta entre iniciativa privada e municípios para continuar funcionando. "Para a faixa de renda mais baixa, prefeituras precisam agir como coadjuvantes por meio de doação de terrenos e criação da infraestrutura. Este apoio é fundamental para as contratações acontecerem", diz Krause. O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, acrescenta que outro fator a ser considerado é a garantia de que não faltarão recursos para o atendimento às famílias que ganham até três salários mínimos. "É preciso perenizar a verba que foi garantida (por meio de recursos do FGTS e do Orçamento Geral da União) através de PEC (Proposta de Emenda Constitucional), garantindo recursos até que o déficit habitacional seja zerado", assinala Simão. O "Minha Casa, Minha Vida 2" terá subsídios do governo de 71,7 bilhões de reais. Desse montante, 62,2 bilhões de reais sairão do Orçamento e 9,5 bilhões de reais sob a forma de financiamentos. NOVO GOVERNO PODE HERDAR SALDO DA 1a FASE De acordo com dados da Caixa Econômica Federal, até a segunda semana de julho, a primeira fase do "Minha Casa, Minha Vida" resultou em 952 mil propostas, das quais, 551 mil unidades foram contratadas --o que significa, em média, cerca de 39 mil contratações mensais. Caso esse ritmo seja mantido, a meta do governo de encerrar o ano com 1 milhão de unidades contratadas não deve ser atingida. "Houve desaceleração (no ritmo de contratações) nos últimos dois meses, por questões internas da Caixa... É fundamental que volte ao ritmo de antes", ressalta o presidente da CBIC. Independentemente dos números atingidos até o momento, uma das principais consequências do programa foi a mudança de paradigmas no mercado imobiliário brasileiro. Além de beneficiar diretamente o cliente, permitindo muitas vezes acesso ao primeiro imóvel, o plano do governo levou incorporadoras e construtoras tradicionalmente voltadas ao alto padrão a buscar formas de atender um nicho da população que pouco atraía a atenção. Na primeira etapa, cerca de 800 empresas foram envolvidas no programa, sendo que 85 por cento dos projetos partiram de pequenas e médias empresas, conforme a CBIC.
Exame (SP): Ipea vai pesquisar área de segurança pública Lourenço Canuto, Agência Brasil Brasília - O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) vai estender seu trabalho à área da segurança pública. O instituto vai pesquisar indicadores e monitorar informações de forma sistêmica. O acordo foi assinado hoje (17) com o Ministério da Justiça. O trabalho gerar um banco de dados para uso continuado. Para o presidente do Ipea, Márcio Pochmann, o acordo vai permitir que o Conselho Nacional de Segurança Pública tenha em mãos um quadro mais real da atualidade e vai auxiliar a atividade dos conselheiros, "para que esses representantes da sociedade fiquem mais balizados na tarefa de orientação sobre a segurança pública". Pochmann disse também que num primeiro momento as informações serão um termômetro sobre o funcionamento das política públicas. E que em um segundo momento poderá ser possível identificar o próprio desempenho dos setores envolvidos. Para o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto "a segurança tem que ser tratada com metodologia por isso o ministério investe no fim do amadorismo, procurando convergir a contribuição de estados e municípios na implementação de medidas para reverter o quadro atual". Barreto disse que não podem ser tomadas medidas pirotécnicas na área de segurança. Segundo ele, as políticas nessa área às vezes são confundidas como partidárias. Mas que o tema é global e uma preocupação do governo federal e do Ministério da Justiça.
Correio do Estado (MS): SEGURANÇA PÚBLICA – Ministério da Justiça e Ipea assinam acordo de cooperação técnica O Ministério da Justiça e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) assinam, nesta quarta-feira (21) em Brasília, acordo de cooperação técnica para a execução da pesquisa Participação Social e Governança Democrática da Segurança Pública. O estudo deverá avaliar a recente experiência de participação social no Conselho Nacional de Segurança Pública (Conasp), reestruturado em 2009. A assinatura do acordo será feita no próprio Ministério da Justiça, com a presença do ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, e do presidente do Ipea, Marcio Pochmann. O acordo permite ainda que outras pesquisas possam ser realizadas pelo Conasp e pela Diretoria de Estudos do Estado, das Instituições e da Democracia (Diest), responsável por coordenar a pesquisa. Entre os objetivos da pesquisa está aferir a integração entre o Conasp e as instâncias governamentais em seus três níveis e competências e sugerir diretrizes para a criação de um sistema de governança da política pública de segurança, que articule a participação de trabalhadores e gestores do setor, além da sociedade civil. O Conasp tem por finalidade atuar, como órgão normativo, na formulação de estratégias e no controle de execução da Política Nacional de Segurança Pública, além de promover a integração entre órgãos de segurança pública federais, estaduais, distritais e municipais.

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