Missão: “Aprimorar as políticas públicas essenciais ao desenvolvimento brasileiro por meio da produção e disseminação de conhecimentos e da assessoria ao Estado nas suas decisões estratégicas”.
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Fundador do Instituto falou sobre desenvolvimento. Evento teve a presença do ministro da SAE
ESTADÃO.COM (SP):A escola, o emprego, a renda, a violência O Brasil tem vivido embalado, nos últimos tempos, pelas animadoras notícias de redução da miséria, da pobreza e do desemprego, graças às políticas sociais e econômicas dos últimos governos. Produzem um choque, por isso, as informações do Ipea e do IBGE (Estado, 12/10) de que entre agosto de 2004 e agosto último a taxa de desemprego dos 20% mais pobres da população (renda per capita domiciliar abaixo de R$ 203,3 mensais) aumentou de 20,7% para 26,27%. No mesmo período, a desocupação dos 20% de renda maior (acima de R$ 812,3 mensais) caiu de 4,04% para 1,4% - ou seja, caiu 67,9%. E as causas são claras, segundo Márcio Pochmann, do Ipea: dificuldades relacionadas com baixa escolaridade, num momento em que "a competição é por trabalhadores qualificados". Só 41,8% dos desempregados mais pobres frequentaram 11 anos ou mais de escola, enquanto 86,1% dos ricos têm esse nível mais alto de escolaridade. E para agravar tudo, 76,7% dos desempregados mais pobres são negros. Tudo faz parte do mesmo quadro: nos últimos seis anos o número total de desempregados nas regiões metropolitanas caiu de 2,42 milhões para 1,6 milhão, mas o número de desempregados de baixa renda aumentou de 652,1 mil para 667,7 mil. Os 20% mais pobres são 41,72% dos desempregados nas seis regiões, enquanto os 20% mais ricos somam apenas 5,19%. O quadro fica ainda mais preocupante quando se lembra que o quadro do emprego tem matizes dramáticos também quando se observam as faixas de idade. A taxa de crescimento de empregos formais no País foi de 4,5% no ano passado; mas entre jovens de 18 a 24 anos foi de apenas 2,6%; e na faixa de 16 a 17 anos, somente 1,5% (Folha de S.Paulo, 6/8). Tudo isso agrava o quadro que mostra (Estado, 12/8) uma taxa de desemprego de 17% entre jovens, embora haja outras fontes que cheguem a indicar mais de 50% na faixa dos 15 aos 24 anos. É inevitável a lembrança das estatísticas do IBGE sobre a violência no País, apontando que jovens de 15 a 24 anos respondem por um quarto das mortes anuais no Brasil (27 mil de 106 mil) por "causas eternas" (homicídios, suicídios, acidentes do trabalho). E os homicídios respondem por 67,5% desse total. São muitos os especialistas que têm relacionado o desemprego nessa faixa com a violência: que se poderia esperar de um jovem pobre desempregado e de instrução limitada? Que espere pacientemente na porta de casa que a renda chegue? Ou irá buscá-la no tráfico de drogas, no assalto e em outras violências, transformando-se também em vítima? Mais grave ainda será se o jovem for negro - seu risco de morte violenta é 130% mais alto. "O principal fator da violência entre jovens é a renda", diz o sociólogo Júlio Jacobo Waiselfisz (Estado, 31/3). "A concentração da renda está intimamente ligada aos homicídios juvenis", diz ele. Como se quebrará esse círculo fechado de renda baixa, escolaridade precária, dificuldade no mercado de trabalho, risco de violência? Que se vai fazer quando, na escola primária, uma das tábuas de salvação apregoadas hoje é a presença de dois professores em cada sala de aula, prática já existente nas escolas públicas até das menores cidades do interior paulista na década de 40 - como a que foi frequentada pelo autor destas linhas? Quando se chegará à escola de tempo integral proclamada por Darcy Ribeiro na década de 70, para dar ensino em dois turnos, alimentação, assistência psicológica aos alunos, de forma a compensar as desigualdades para crianças mais pobres? Era uma política de renda também, ao reduzir as despesas na casa de crianças pobres. Como era política de geração de trabalho, ao dar melhor possibilidade de qualificação profissional. Tudo isso volta ao centro da questão agora, quando o noticiário mostra com clareza o crescimento da demanda por mão de obra qualificada - e o aumento do desemprego na faixa de renda mais baixa. Registrou este jornal (21/9) que, em 2009, 32,8% dos jovens entre 18 e 24 anos abandonaram os estudos antes de completada a terceira série do ensino médio. A escolaridade média até 25 anos de idade é de apenas 5,8 anos (ante 12 anos na Coreia do Sul, 13,5 em Taiwan, 13,4 nos EUA). Apenas 39,2% dos jovens entre 15 e 17 anos estão matriculados no ensino médio no Nordeste, ante 39,1% no Norte e 60,5% no Sudeste. Como nos espantarmos, assim, que alguns estudos digam que 75% dos que passam até oito anos em escolas são "analfabetos funcionais", incapazes de interpretar um texto simples, de poucas linhas? Por que nos admirarmos diante das notícias de que trabalhadores chineses e de outros países asiáticos estão vindo disputar vagas no mercado brasileiro, e em setores de baixa remuneração? Quando se passa ao ensino mais graduado - do qual dependerá o futuro próximo do País -, as preocupações não são menores. Em artigo neste jornal (22/9), o geógrafo Wanderley Messias da Costa, da Universidade de São Paulo, mostrou que apenas 24% dos 5 milhões de alunos no nível de graduação no País estão entre 18 e 24 anos. E 50% das vagas oferecidas em 2008 não foram preenchidas. A taxa média de evasão nos quatro anos de graduação é de 43%. A esmagadora maioria não conclui no prazo os cursos que frequenta. Grande parte leva até oito anos ou mais para completar o curso de quatro. Vê-se, então, que o quadro é complicado e preocupante: a falta de qualificação leva ao aumento do desemprego nos setores de menor renda; mas o quadro permanece difícil mesmo quando as crianças desses setores conseguem chegar à escola. As taxas de evasão são muito altas, até na universidade. E o nível de formação, frequentemente precário. O mercado começa a ressentir-se da falta de qualificação da mão de obra ofertada. E são, todas, questões urgentes. Há muito mais que aborto a ser discutido com a sociedade. Nossos fundamentos sociais estão em questão.  
CONGRESSO EM FOCO ONLINE:Datafolha: Dilma tem 56% e abre 12 pontos sobre Serra - Parte 2 Lula fará campanha diária até a véspera da votação O estado-maior da campanha de Dilma Rousseff (PT) definiu que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará aparições diárias em favor de sua candidata até o último dia permitido pela legislação. De hoje até o dia 30, véspera da votação, o presidente só não tem, por enquanto, compromissos previstos para os dias 25 e 26 deste mês. A agenda prévia foi alinhavada no Palácio da Alvorada durante reunião do chamado grupo dos sete, na noite de quarta-feira. Além de Dilma e Lula, integram o time o ministro Franklin Martins (Comunicação Social), o marqueteiro João Santana e os coordenadores Antonio Palocci, José Eduardo Dutra (presidente do PT) e José Eduardo Cardozo. No encontro, o presidente mostrou-se "animado" com o quadro eleitoral, mas deu um alerta: "é proibido cochilar" nesta reta final. Por isso, não poupará esforços. Lula já tem atividades previstas em 8 dos 10 dias que faltam para o fim da corrida ao Palácio do Planalto. Em alguns casos, buscará votos sozinho, como são os casos de comícios no Nordeste. Líderes evangélicos duelam por aliados A guerra eleitoral entre partidários de Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) se estendeu aos templos evangélicos. Edir Macedo, da Igreja Universal, que apoia a petista, e Silas Malafaia, da Assembleia de Deus, aliado do tucano, trocam farpas na internet em defesa dos seus candidatos. O bispo Macedo atacou primeiro, questionando o interesse do pastor da Assembleia de Deus ao apoiar Serra. No último sábado, em seu blog, o líder da Universal pôs em dúvida os argumentos de Malafaia para trocar Marina Silva (PV), a quem anunciou apoio no início da campanha, pelo tucano. "Para justificar que não apoiaria a candidata Dilma, acusou o PT de ser a favor do aborto e apoiar o casamento de homossexuais. Pronto, o caminho estava aberto para, sabe-se lá com que interesse, apoiar o candidato Serra", afirmou, lembrando ainda da acusação de que Mônica Serra, esposa do tucano, teria feito um aborto. "O que fez o pastor Malafaia mudar de lado? Ele vai continuar apoiando o Serra?", questionou Macedo. No contra-ataque, Malafaia pôs anteontem em seu site o link para um vídeo em que classifica Macedo de "mentiroso" e diz que ele foi "comprado pelo governo". "Sua emissora [TV Record] recebe milhões do governo, você foi comprado para defender a Dilma. Sua emissora é chapa branca", disse. Encontro na Record não vai ter bloco com perguntas feitas por jornalistas Penúltimo confronto na televisão entre os candidatos Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) antes das eleições, o debate da Record não terá bloco com perguntas feitas por jornalistas. O duelo está marcado para as 23h de segunda-feira, dia 25. Na última vez que se enfrentaram, no debate Folha/RedeTV!, foram perguntas de jornalistas que causaram embaraços para ambos. Na ocasião, a petista e o tucano foram questionados sobre denúncias envolvendo seus assessores. Segundo a Folha apurou, a campanha de Dilma vetou a participação de jornalistas. Os assessores de Serra acabaram cedendo. O último embate será na TV Globo, no dia 29. As regras ainda não estão definidas, mas provavelmente também não haverá intervenção de jornalistas. Aborto tem que ser discutido na eleição, diz CNBB O presidente da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), dom Geraldo Lyrio Rocha, disse ontem que a questão do aborto não pode ficar fora de campanhas eleitorais. O religioso se referia a críticas de setores da sociedade que alegam que o assunto contaminou a disputa presidencial. "Não se podia entrar num processo eleitoral sem trazer à tona temas dessa natureza, que são de máxima relevância", disse dom Geraldo, depois de apresentar material da nova Campanha da Fraternidade. O arcebispo de Mariana (MG) defendeu também o direito de a igreja se manifestar sobre o tema. "Numa sociedade democrática, o que não se pode fazer é querer silenciar a igreja como se ela não pudesse manifestar a sua posição", argumentou. Agnelo abre 23 pontos de frente sobre Weslian no DF O petista Agnelo Queiroz, candidato a governador do Distrito Federal, mantém o crescimento nas intenções de voto e abre vantagem de 23 pontos sobre a candidata Weslian Roriz (PSC). Segundo pesquisa Datafolha feita ontem e anteontem, Agnelo tem 54% das intenções de voto, contra 31% de Roriz. Na semana passada, o petista aparecia com 53%, e sua adversária, com 35%. Brancos e nulos somam 8%, e 7% dos eleitores estão indecisos. A margem de erro do levantamento é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. Se considerados os votos válidos (brancos, nulos e indecisos são excluídos), Agnelo tem 64% das intenções de voto, contra 36% de Roriz. Entre os entrevistados, apenas 10% afirmam que ainda podem mudar de voto. PF e seguranças de candidato apontam armas em tumulto O governador de Roraima e candidato à reeleição, Anchieta Júnior (PSDB), foi abordado ontem por agentes da Polícia Federal, em Boa Vista. A ação causou tumulto, uma vez que seguranças dele e agentes federais apontaram armas uns para os outros, no centro da cidade, perto do Palácio do Governo. A Polícia Federal afirma que investigava uma denúncia de transporte ilegal de dinheiro para compra de voto e que não sabia que o governador estava em um dos veículos. O carro em que Anchieta estava e outro veículo onde estavam seus seguranças foram revistados pelos policiais. Nenhuma irregularidade foi constada e nenhuma pessoa foi detida. Mesmo assim, a ação policial foi suficiente para acirrar os ânimos. Cerca de 200 pessoas, entre correligionários de Anchieta e do candidato de oposição, Neudo Campos (PP), foram para a frente do prédio da Superintendência da Polícia Federal em Roraima, onde realizaram protestos. Três pessoas foram detidas sob a suspeita de causar tumulto a ordem pública e em seguida foram liberadas. Aliado de Dilma furtou dados, diz jornalista Em depoimento à Polícia Federal, o jornalista Amaury Ribeiro Júnior disse "ter certeza" de que foi o deputado estadual Rui Falcão (PT-SP), coordenador de imprensa da campanha de Dilma Rousseff (PT), quem copiou de seu computador dados de pessoas ligadas ao candidato José Serra (PSDB). Esses dados com informações sigilosas faziam parte de investigação do jornalista sobre privatizações no governo FHC e, como a Folha revelou em junho, estavam em dossiê que circulou neste ano na pré-campanha de Dilma. Na conversa com a PF, o repórter disse que em nenhum momento entregou seu "material a qualquer pessoa e acredita, com veemência, que o mesmo foi copiado de seu notebook". Falcão nega ter acessado dados de laptop de Amaury Deputado licenciado, o petista Rui Falcão divulgou ontem nota em que nega o teor do depoimento do jornalista Amaury Ribeiro Jr à Polícia Federal. Na nota, Falcão afirma que não morou em apart-hotel do Meliá Brasília. "Nego terminantemente - e cabe a quem acusa fazer prova - que tenha copiado dados ou arquivos do mencionado laptop do jornalista", afirma. Ainda segundo a nota, "não procedem as afirmações de que tenha residido em apart-hotel do Meliá Brasília, nem tampouco que tivesse chave de qualquer apartamento naquele local". "Se, porventura, chegou a constar meu nome na recepção do hotel, não é de meu conhecimento, nem de minha responsabilidade", diz. Na nota, Falcão diz que teve conhecimento de "um suposto dossiê" pela imprensa. "Quando procurado, sempre informei que a campanha não produzia dossiês, nem autorizava qualquer pessoa a fazê-lo", diz a nota. Procurado pela Folha, Falcão disse desconhecer a que Jorge o jornalista Amaury Ribeiro faz referência como responsável pelo pagamento de despesas da campanha. Ele não respondeu por que o jornalista o responsabiliza pelo vazamento de suposto dossiê.
Evento foi aberto na manhã desta quarta-feira em Brasília. À tarde, as exposições abordaram a bioética no mundo
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Expectativa para o Brasil também melhorouem itens comoqueda da desigualdade ecrédito
Folha de S.Paulo (SP):Múltis emergentes focam o setor primário Nos últimos três anos, só 13% das compras internacionais dessas empresas tiveram como alvo indústrias de alta tecnologia Porém, o aumento dos investimentos externos de países em desenvolvimento é inegável, diz a Unctad CLAUDIA ANTUNES DO RIO O alarde sobre o crescente poder de fogo das multinacionais e fundos soberanos de países emergentes para ir às compras no mercado internacional não é infundado. Mas ainda está longe de haver uma situação de equilíbrio em relação às empresas globais dos países ricos, que dominam marcas e setores de alta tecnologia. Levantamento baseado em dados da Unctad (braço da ONU para o comércio e o desenvolvimento) mostra que a participação dos emergentes, China à frente, no valor total das aquisições transnacionais de empresas foi, em média, de 17,6% entre 2006 e 2008 e atingiu o pico de 32,6% no ano passado. O grosso dessas operações visou companhias de países desenvolvidos. Apesar de compras vistosas -como a da britânica Jaguar pela indiana Tata ou a de 15% das ações da alemã Volkswagen pelo governo do Qatar-, a maior parte foi nos setores primário e de serviços. De 368 aquisições feitas por múltis e fundos emergentes de 2008 a setembro passado, 32% foram de empresas de mineração, petróleo e gás, e 9%, de alimentos e siderurgia. Mais de 20% se dirigiram à área imobiliária, foco de países do golfo Pérsico. Apenas 13% dessas compras tiveram como alvo companhias farmacêuticas e químicas, de automóveis, máquinas pesadas e computação -indústrias em que estão cerca de 60% dos investimentos em pesquisa. "As empresas emergentes que estão se internacionalizando são basicamente de setores nos quais esses países têm vantagens comparativas", diz André Pineli, do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). No caso das brasileiras, responsáveis por 19 das 368 aquisições, isso se aplica a mineração, siderurgia, petróleo, cimento e alimentos. As compras dos emergentes têm três motivações principais, segundo Pineli e Antonio Corrêa de Lacerda, da PUC-SP: garantir suprimento de recursos (caso de China e Índia); contornar barreiras comerciais (como as compras da Gerdau nos EUA) e se proteger do câmbio. "Não compram empresas de alta tecnologia porque não interessa aos desenvolvidos se livrar delas e porque, em geral, são grandes firmas, que os países em desenvolvimento não teriam como adquirir", diz Lacerda. Há um movimento para a aquisição de marcas relevantes -como a da divisão de computadores pessoais da IBM pela chinesa Lenovo, em 2004, ou dos chocolates americanos Godiva pela turca Yildiz, em 2008-, mas ele ainda não é dominante. RICOS X EMERGENTES Especialista da Divisão de Investimentos da Unctad, Astrit Sulstarova diz que os emergentes vão aumentando sua participação nos investimentos externos diretos. Mas ele reconhece que as multinacionais de países ricos ainda têm a "parte do leão", pois nos últimos anos houve movimento de concentração dentro do bloco. Há 125 múltis emergentes entre as 500 maiores do jornal "Financial Times", e 85 na lista da "Forbes". Mas o valor dos ativos no exterior das 100 maiores transnacionais emergentes só chega a 15% do das 100 maiores empresas globais, segundo a Unctad.  
BANDNEWS - FM: INSEGURANÇA JURÍDICA É APONTADA PELOS ESTRANGEIROS COMO UM DOS PRINCIPAIS PROBLEMAS NO PAÍS Pesquisa do Ipea revela que para os estrangeiros o maior problema do país na economia é a falta de segurança jurídica.
Tribuna do Norte On Line (RN):População: crescimento x envelhecimento Os resultados da PNAD - Pesquisa Nacional de Amostragem por Domicílio para 2009 permitiram a constatação de duas tendências que deverão balizar a população nacional nos próximos anos: a desaceleração no ritmo de crescimento da população e o seu envelhecimento, através de mudanças na sua estrutura etária. Essas constatações fazem parte de estudo realizado pelo IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, tendo por base os dados da PNAD/IBGE. A desaceleração no ritmo de crescimento baseia-se na redução das taxas de crescimento da população, nos períodos analisados. Entre 1950 e 1970 nossa população cresceu a uma taxa anual de 3%, tendo esse crescimento declinado a partir daí, em função da maior redução nos níveis de fecundidade (número de filhos por mulher), comparativamente à queda na mortalidade infantil (número de filhos por mil nascidos vivos). Estima-se que a população brasileira deverá crescer nesta década a uma taxa média de 0,9% ao ano. Com os resultados obtidos pela PNAD, projeta-se que nossa população deverá atingir 207,0 milhões de pessoas em 2030, evoluindo para um contingente menor de 205,0 milhões em 2040, resultado da dinâmica imposta pela queda na fecundidade e na redução na mortalidade. Por seu turno, o envelhecimento da população significa uma alteração na proporção do contingente dos diversos grupos etários, no total da população. Vale dizer, em 1992 os idosos representava 8% da população brasileira, enquanto que em 2009 essa participação elevou-se para 11,4%, ou seja, um crescimento de 42,4% no período. Em contrapartida, a população menor de 15 anos que era responsável por 34% da população total passou a representar 24% em 2009, o que significa dizer que, aumentamos o número de idosos e reduzimos a participação dos jovens no contexto da população. Além desse processo de envelhecimento, o segmento da população constituído pelos mais idosos - 80 anos e mais - também está crescendo, o que significa dizer que a população dos mais idosos também envelheceu. Em 1992, a participação dos mais velhos na população total era de 0,9%, tendo evoluído para 1,6% em 2009. Estima-se que o contingente de idosos com 80 anos e mais de idade se aproxime de 3,0 milhões de pessoas. Em que pese o acelerado processo de envelhecimento, as projeções elaboradas pelo IPEA também sinalizam que alguns grupos populacionais já estão obtendo taxas negativas de crescimento - caso daqueles com idade abaixo de 30 anos. Se mantida a tendência de crescimento de nossa população, os únicos grupos que deverão apresentar taxas de crescimento positivo serão os com idade superior a 45 anos. Se tomarmos a composição da PIA - População em Idade Ativa, veremos que a participação do grupo jovem (15 a 29 anos) no total da população atingiu seu pico em 2000, devendo declinar a partir de 2010; a participação da PIA adulta (30 a 44 anos) deverá permanecer estável até 2040, enquanto a PIA madura e idosa será o segmento que deverá experimentar aumento, tanto em valores absolutos, quanto em participação. Para o Ipea, se confirmada essa tendência, "os novos empregos a serem gerados deverão se concentrar na população maior de 45 anos, a qual será responsável por 56% da futura população em idade ativa. A perspectiva do envelhecimento da população deverá forçar o estabelecimento de políticas públicas compatíveis com a nova estrutura dos grupos etários. haja vista que essa população deverá demandar maiores cuidados, tanto de parte do governo, quanto das próprias famílias. Neste sentido, é importante ressaltar que no Brasil, as políticas de renda - previdenciária e os programas do tipo Bolsa Família - as políticas de saúde e de cuidados de longa duração, e as políticas de acessibilidade e habitação popular têm reduzido e/ou afastado os idosos de uma situação de pobreza. Caberá aos novos gestores públicos investir na continuação dessas conquistas.
GLOBO NEWS:O dólar mais barato é um estímulo para quem quer viajar para o exterior. Em setembro os brasileiros gastaram US$ 1,58 bi no exterior. Já os estrangeiros deixaram no Brasil apenas 454 milhões. É o maior défict do últimos 63 anos. Paulo Levy, economista do Ipea, fala sobre a atual situação cambial em que o país vive neste ano.
Chamada Pública nº 085/2010 Chamada Pública nº 085/2010 - Projeto "Capacitações Tecnológicas e Competitivas da Indústria Brasileira de Equipamentos de Telecomunicações no Brasil" Vagas: 01 (uma) bolsa Doutor Prazo de inscrição: 25 de agosto a 10 de setembro de 2010 Resultado: A partir de 22 de setembro de 2010 Início das bolsas: Outubro de 2010 Chamada Pública nº 085/2010 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Chamada Pública nº 082/2010 Chamada Pública nº 082/2010 - Projeto "Origem de Capital e Desenvolvimento Tecnológico do Setor de Telecomunicações no Brasil" Vagas: 01 (uma) bolsa Assistente de Pesquisa III (Mestre) Prazo de inscrição: 23 de agosto a 08 de setembro de 2010 Resultado: A partir de 20 de setembro de 2010 Início das bolsas: Outubro de 2010 Chamada Pública nº 082/2010 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.

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