Missão: “Aprimorar as políticas públicas essenciais ao desenvolvimento brasileiro por meio da produção e disseminação de conhecimentos e da assessoria ao Estado nas suas decisões estratégicas”.
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Apresentação de relatório sobre Instituições Financeiras de Desenvolvimento reuniu especialistas no Rio
Evento foi realizado em Brasília. Outros dois seminários do Instituto trataram da Geografia Econômica
Chamada Pública nº 074/2010 Chamada Pública nº 074/2010 - Projeto "Investigação sobre a Determinação do Nível Geral de Preços no Brasil (1999-2008)" Vagas: 01 (uma) bolsa Auxiliar de Pesquisa (Graduando) e 01 (uma) bolsa Assistente de Pesquisa II (Mestrando) Prazo de inscrição: 05 de agosto a 20 de agosto de 2010 Resultado: A partir de 01 de setembro de 2010 Início das bolsas: Setembro de 2010 Chamada Pública nº 074/2010 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Chamada Pública nº 077/2010 Chamada Pública nº 077/2010 - Projeto "Investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento no Setor Elétrico Brasileiro" Vagas: 01 (uma) bolsa Incentivo a Pesquisa III (Modalidade I) Prazo de inscrição: 12 de agosto a 27 de agosto de 2010 Resultado: A partir de 09 de setembro de 2010 Início das bolsas: Outubro de 2010 Chamada Pública nº 077/2010 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
BRASIL ECONÔMICO ONLINE (SP):"País tem de tirar o estigma de exportador de commodities" Após trabalhar por dois anos e meio na Gávea Investimentos, gestora do ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, o economista Armando Castelar voltará para a área de economia aplicada. Ex-chefe do Departamento de Estudos Econômicos do BNDES de 1994 a 2002 e depois pesquisador do Ipea, de 2003 a 2008, Castelar assumiu na semana passada a coordenação da área no Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas, no Rio. Para ele, o principal desafio do Brasil para os próximos anos é se preparar para crescer sem que haja efeitos na inflação e nas contas externas. O Brasil nos próximos anos Eu acho que o Brasil está num momento inquestionavelmente muito bom. A inflação poderá ficar um pouco acima da meta, mas não muito alta, em torno de 5%. A distribuição vem se fortalecendo e a diferença entre o que acontece no Brasil e nos países ricos se explica pela demanda da China por commodities produzidas na América Latina, especialmente no Brasil. Tirando o México, que está sofrendo com a crise dos EUA, e a Venezuela, todos vão ter uma boa expansão do PIB. Crescimento Este ano vamos crescer entre 7% e 7,5%. Temos melhoria no mercado de trabalho, desemprego em baixa, rendimento aumentando em ritmo forte, crédito se expandindo e confiança do consumidor em patamares de alta, além da confiança dos empresários que, apesar de ter caído nos últimos meses, continua forte. Com tudo isso, a demanda continuará crescendo. A produção industrial ficou um pouco abaixo do esperado, mas é natural porque há incertezas externas e as eleições aqui sempre causam alguma apreensão. Inflação Os dados dos últimos dois meses foram um pouco mais baixos, mas a percepção é de que a economia continua aquecida. A queda do desemprego é boa, mas a velocidade em que ela ocorre pode ser um pouco preocupante. A capacidade instalada da indústria caiu um pouco, mas ainda está em níveis bem altos. A economia está trabalhando com baixa ociosidade. A razão para a preocupação é de que, passado o efeito da queda dos preços dos alimentos, haja uma reaceleração da inflação e o BC tenha que subir os juros em 2011. Comércio exterior É preciso desestigmatizar a discussão sobre commodities. O álcool que exportamos é cada vez mais sofisticado, traz benefícios diversos em termos de equipamentos que o Brasil produz e exporta para o seu processamento. É uma commodity que envolve alta tecnologia e gera benefícios para toda a cadeia industrial e de serviços. Não é algo primário, como cem anos atrás. Existem países ricos que cresceram exportando commodities, como Austrália e Suécia. Tem que deixar de pensar essa questão como sendo uma característica comercial de um país de baixo desenvolvimento. Além disso, a demanda da China e a questão do pré-sal podem agudizar as exportações, e isso criará uma pressão no câmbio, com a perda de competitividade de produtos manufaturados. Câmbio Vamos ter que lidar com isso (a valorização do real) e a maneira mais certa é melhorar competitividade, infraestrutura, mão de obra, e carga tributária, e não tentando manter o câmbio desvalorizado. O segredo é aproveitar os bons preços para construir fundamentos de competitividade sólida. No Brasil se briga muito pelo câmbio e menos por infraestrutura e carga tributária. Contas externas Devemos ter um déficit em conta corrente de 2,5% do PIB, o que é completamente financiável porque Brasil é visto como um país de bons fundamentos. Mas há uma preocupação, ao lado da inflação, de que o déficit continue aumentando. As duas refletem que país está crescendo acima do seu potencial. Isso precisa ser administrado, e não deveríamos exagerar na dependência da poupança externa. O problema é que o Brasil poupa pouco. O candidato natural a fazer essa correção é o próprio governo.
Especialistas apontam horas dedicadas ao trabalho, transporte e tarefas domésticas
Conjuntura em Foco, publicação do instituto, também destaca altos e baixos da inflação no ano de 2010
AGÊNCIA LEIA - ON LINE (DF):IPEA: Volatilidade dos índices atuais contamina inflação futura,diz estudo O cenário inflacionário brasileiro, nos oito primeiros meses do ano, vem sendo marcado por movimentos de aceleração e desaceleração dos índices de preços com maior intensidade do que o esperado, sendo que esta volatilidade faz com que a inflação corrente contamine a inflação futura. A avaliação é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgada, há pouco, no boletim "Conjuntura em Foco", que acredita que o ciclo de deflação chegou ao fim em setembro. Segundo o Ipea, este ano o ambiente de volatilidade dos indicadores dificultou as análises prospectivas da inflação e fez com que as expectativas inflacionárias para o ano se modificassem com rapidez. Os primeiros resultados do ano traziam uma forte aceleração nos índices de preços, puxados, sobretudo, pela alta dos alimentos, que fizeram com que as expectativas para o ano começassem a se degenerar. Porém, a partir de maio os alimentos começaram a dar sinais de uma desaceleração maior do que a esperada, sendo que em abril, o Banco Central (BC) já havia iniciado um ciclo de aperto monetário. No entanto, a partir de agora, a entidade destaca que o resultado do Indice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) para primeira semana de setembro, já mostra o fim do ciclo de deflações dos alimentos. Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), os alimentos variaram 0,21% no período compreendido entre 08 de agosto e 07 de setembro e foram os principais responsáveis pela alta de 0,17% do IPC-S. O Ipea ainda destacou que a inflação corrente e as medidas de núcleo ajudam a traçar um cenário inflacionário futuro, mas a utilização dessas variáveis não podem vir desassociadas da análise de outros elementos da economia. "Saber como a inflação se comporta diante de outras variáveis macroeconômicas, como câmbio, juros, utilização de capacidade ociosa, massa salarial e demanda externa, torna-se um importante instrumento para ancorar, de modo correto, as expectativas inflacionárias", de acordo com o boletim.
Chamada Pública nº 071/2010 Chamada Pública nº 071/2010 - Projeto "A Constituição de Mecanismos de Financiamento da Economia Solidária" Vagas: 01 (uma) bolsa Doutor Prazo de inscrição: 03 de agosto a 18 de agosto de 2010 Resultado: A partir de 30 de agosto de 2010 Início das bolsas: outubro de 2010 Chamada Pública nº 071/2010 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Chamada Pública nº 061/2010 Chamada Pública nº 061/2010 - Projeto " Crescimento Clássico e Crescimento Retardatário" Vagas: 01 (uma) bolsa Doutor Prazo de inscrição: 21 de julho a 05 de agosto de 2010 Resultado: A partir de 16 de agosto de 2010 Início das bolsas: setembro de 2010 Chamada Pública nº 061/2010 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Chamada Pública nº 069/2010 Chamada Pública nº 069/2010 - Projeto "A importância dos bancos públicos para o desenvolvimento e o fortalecimento do Estado: o papel do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), do Banco do Brasil (BB) e da Caixa Econômica Federal (CEF) no período 2004-2009" Vagas: 01 (uma) bolsa Doutor. Prazo de inscrição: 28 de julho a 12 de agosto de 2010 Resultado: A partir de 23 de agosto de 2010 Início das bolsas: setembro de 2010 Chamada Pública nº 069/2010 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
O documento (MT): Brasil está entre os 10 países mais desiguais do mundo O economista-chefe do Centro de Políticas Sociais, vinculado à Fundação Getulio Vargas (FGV), Marcelo Côrtes Neri, afirmou que a baixa escolaridade da população brasileira mantém o País entre as dez nações mais desiguais do mundo. "Ainda estamos no top 10 da desigualdade mundial", disse. Análise publicada pelo economista na mostrou que, desde 1996, há redução do índice de Gini. O indicador, que mede a concentração de renda (quanto mais perto de 1, maior a desigualdade), caiu de 0,6068, naquele ano, para 0,5448, em 2009. Apesar da queda, o índice brasileiro é superior ao de países como os Estados Unidos (em torno de 0,400) e da Índia (0,300) e está próximo ao de nações mais pobres da América Latina e do Caribe e da África Subsaariana. "Saímos do pódio, mas ainda estamos entre os mais desiguais", afirmou o economista. Segundo Neri, para diminuir a desigualdade, é preciso que a renda das classes mais baixas continue crescendo, que se mantenham programas sociais focados na população mais pobre e, sobretudo, que o Estado amplie a oferta de educação de mais qualidade e as pessoas permaneçam na escola. O sociólogo e cientista político Simon Schwartzman, presidente do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (Iets), disse que "a educação no Brasil é muito ruim" e que há um "excesso de valorização" da escolaridade, o que explica a grande diferença salarial entre quem tem curso superior e quem não tem nenhuma formação. Para ele, o desempenho educacional "não tem melhorado muito" e, portanto, nos próximos dez anos o quadro de desigualdade permanecerá. Para o gerente da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Cimar Azeredo, o Brasil tem "mazelas que não se desfazem de uma década para outra". Ele citou a diferença entre a renda de homens e mulheres, brancos e negros. "O passivo é muito grande. Somos há muito tempo um País desigual". O estatístico e economista Jorge Abrahão de Castro, diretor de Estudos e Políticas Sociais do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), confirmou que o País ainda vive "as sequelas do passado" demonstradas, por exemplo, na última Pnad, que, além da desigualdade perene, indicou que um em cada cinco brasileiros com 15 anos ou mais tem menos de quatro anos de estudo. De acordo com a Pnad, o percentual de crianças e adolescentes de 6 a 14 anos na escola em 2009 era de 97,6%. Na avaliação dos especialistas, a permanência dessas crianças na escola resultará em melhoria de renda no futuro. Para Marcelo Neri, da FGV, a chamada nova classe média brasileira, com mais de 95 milhões de pessoas, é formada por crianças e adolescentes que entraram e permaneceram na escola nos anos 90, quando houve universalização do acesso ao ensino.
O Diário do Vale (RJ): Ipea defende mais investimentos públicos sustentando crescimento do país O setor público precisa investir mais na economia para estimular o setor privado e elevar o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todas as riquezas e serviços do país. A avaliação foi feita pelo coordenador do Grupo de Análises e Previsões do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Roberto Messemberg, durante a divulgação, na sexta-feira passada, da Carta de conjuntura com dados sobre a economia brasileira, como inflação, emprego e PIB. Messemberg disse que a taxa de investimentos (formação bruta de capital fixo) deveria se manter entre 23% e 25%. No acumulado do ano, a taxa está em 26,2%, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).No entanto, o economista lembrou que, diante da retraída base de comparação, já que a taxa reflete efeitos da crise econômica em 2009 (quando fechou em queda de 9,9%), a taxa de investimentos acumulada este ano é considerada alta e deve cair no segundo semestre. Entre abril e junho, o indicador ficou em 17,85% e entre janeiro e março, em 17,96%. "Se o Estado deve começar, e ele está começando, a ganhar espaço na taxa de investimento da economia, fazendo um Orçamento mais robusto para o ano que vem, aplicando recursos em áreas carentes para provocar um ampliação do potencial produtivo da economia, isso não deixará de ser percebido e explorado pelo setor privado", disse o coordenador. Na opinião de Massemberg, o dinheiro do governo deve ser investido em áreas de infraestrutura e bem estar social, como saneamento básico, rodovias e portos. "Os gastos do governo e das estatais poderiam subir de cerca de 4% para cerca de 7%, puxando os investimentos privados, que complementariam o restante da taxa", afirmou. Assim, sem pressão da inflação, que apesar das oscilações segue dentro da meta estabelecida pelo governo (de 4,5% com dois pontos percentuais de variação para mais ou para menos), o país não dará "voos de galinha", explicou o economista. Messemberg alerta que o consumo das famílias, que puxou o PIB na época da crise, tem crescido menos e, sem uma elevação da renda por meio dos investimentos, tende a se estagnar. No ano, o crescimento do PIB está em 8,9%. A taxa é considerada alta em relação a 2009, quando o produto fechou em queda de 0,2%. E aponta para um crescimento menor nos próximos meses. O Ipea estima em 6,5% a taxa do PIB em 2010.
Pesquisadora do Ipea avalia dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, divulgada no último dia 8
AGÊNCIA BRASIL:Juros do cheque especial ficam estáveis e dos empréstimos pessoais têm queda em agosto, diz o Procon Pela primeira vez desde novembro do ano passado, a taxa média dos juros cobrados pelas instituições financeiras sobre os empréstimos pessoais apresentou queda, passando de 5,44%, em agosto, para 5,35%, em setembro. De acordo com o Procon de São Paulo, dos sete bancos pesquisados, apenas o Itaú apresentou leve elevação da taxa (de 5,98% para 6,02%). Apesar desse aumento, segundo o Procon-SP, a taxa média foi menor porque duas instituições que mantinham os juros mais elevados na comparação com as demais deixaram de compor a amostragem: o Real, incorporado pelo Santander e o Unibanco, adquirido pelo Itaú. Essas incorporações também evitaram, conforme o órgão de defesa do consumidor, que as correções sobre os juros do cheque especial em duas instituições financeiras (Banco do Brasil, de 7,79% para 7,95%, e Itaú, de 8,71% para 8,75%), alterassem a taxa média, que ficou estável em 9,10%. Os dados foram apurados pelo órgão nos dias 2 e 3 de setembro nas seguintes instituições: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Safra e Santander. Os técnicos do Procon recomendam cautela ao consumidor na hora de pedir um empréstimo e que sejam evitados financiamentos por impulsos. O Procon lembra que, segundo pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o endividamento de 12% das famílias brasileiras supera em cinco vezes sua renda familiar mensal.  
TO SABENDO (SP):Juros do cheque especial ficam estáveis e dos empréstimos pessoais têm queda em agosto, diz Procon Pela primeira vez desde novembro do ano passado, a taxa média dos juros cobrados pelas instituições financeiras sobre os empréstimos pessoais apresentou queda, passando de 5,44%, em agosto, para 5,35%, em setembro. De acordo com o Procon de São Paulo, dos sete bancos pesquisados, apenas o Itaú apresentou leve elevação da taxa (de 5,98% para 6,02%). Apesar desse aumento, segundo o Procon-SP, a taxa média foi menor porque duas instituições que mantinham os juros mais elevados na comparação com as demais deixaram de compor a amostragem: o Real, incorporado pelo Santander e o Unibanco, adquirido pelo Itaú. Essas incorporações também evitaram, conforme o órgão de defesa do consumidor, que as correções sobre os juros do cheque especial em duas instituições financeiras (Banco do Brasil, de 7,79% para 7,95%, e Itaú, de 8,71% para 8,75%), alterassem a taxa média, que ficou estável em 9,10%. Os dados foram apurados pelo órgão nos dias 2 e 3 de setembro nas seguintes instituições: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Safra e Santander. Os técnicos do Procon recomendam cautela ao consumidor na hora de pedir um empréstimo e que sejam evitados financiamentos por impulsos. O Procon lembra que, segundo pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o endividamento de 12% das famílias brasileiras supera em cinco vezes sua renda familiar mensal.
Chamada Pública nº 078/2010 Chamada Pública nº 078/2010 - Projeto "O Plano Plurianual e seus Impactos na Formulação da Política Externa do Brasil" Vagas: 01 (uma) bolsa Assistente de Pesquisa III (Mestre) Prazo de inscrição: 12 de agosto a 27 de agosto de 2010 Resultado: A partir de 09 de setembro de 2010 Início das bolsas: Outubro de 2010 Chamada Pública nº 078/2010 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Chamada Pública nº 075/2010 Chamada Pública nº 075/2010 - Projeto " Governança Global e Integração da América do Sul’’ Vagas: 01 (uma) bolsa Doutor Prazo de inscrição: 06 de agosto a 23 de agosto de 2010 Resultado: A partir de 02 de setembro de 2010 Início das bolsas: Setembro de 2010 Chamada Pública nº 075/2010 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Chamada Pública nº 079/2010 Chamada Pública nº 079/2010 - Projeto " Economia Americana e Política Externa" Vagas: 02 (duas) bolsas Assistente de Pesquisa IV (Doutorando) Prazo de inscrição: 13 de agosto a 30 de agosto de 2010 Resultado: A partir de 09 de setembro de 2010 Início das bolsas: Outubro de 2010 Chamada Pública nº 079/2010 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.

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