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Missão: “Aprimorar as políticas públicas essenciais ao desenvolvimento brasileiro, por meio da produção e disseminação de conhecimentos e da assessoria ao Estado nas suas decisões estratégicas”.
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Diário do Pará.com.br (PA): Ascensão profissional é melhor no Norte Maior expectativa do país quando o assunto é a ascensão profissional das famílias brasileiras nos próximos anos. Pesquisa domiciliar inédita do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revela que 46% dos nortistas acreditam numa provável melhoria no mercado de trabalho regional. Elas foram ouvidas sobre questões como sua condição financeira em comparação à de um passado recente e expectativas para um futuro de curto e médio prazo. De acordo com a pesquisa, a maioria das pessoas se sente segura na sua ocupação atual e demonstra sentimento positivo de alguma melhoria profissional no curto prazo. Há confiança das famílias na economia nacional, o grau de endividamento delas e as expectativas sobre o mercado de trabalho. O índice captou também a expectativa sobre as condições de as famílias quitarem suas dívidas e contas atrasadas. Com relação ao comportamento da economia nacional, os nortistas e nordestinos demonstram 72% e 74% respectivamente de otimismo, contra 50%, 48% e 51% das regiões centro-oeste, sudeste e sul. Também é do Norte, com 87%, o maior índice nacional de otimismo sobre o futuro próximo. Apenas 4% da região demonstram pessimismo. Outro elemento importante diz respeito à expectativa para consumir. As respostas revelam que o momento é tido como bom, com número considerável a afirmar ser este o melhor momento para a aquisição de bens duráveis. Isso certamente explica em parte os índices de elevação do consumo e do faturamento de muitos setores da economia. INADIMPLÊNCIA Com as elevadíssimas taxas de juros ao consumidor praticadas no Brasil há muitos anos, não seria descabido temer pelo risco de inadimplência. A julgar pela percepção das famílias, os riscos parecem ser moderados, pois mais de 70% delas acreditam estar pouco ou nada endividadas e patamares próximos a 90% dizem que não possuem a intenção de contrair dívidas novas nos próximos meses. Entre os endividados, cerca de um terço teme não conseguir saldar seus compromissos. Esse cenário sem dúvida parece estar ligado às expectativas do mercado de trabalho, onde existe uma expectativa positiva pela manutenção da ocupação por parte do responsável pelo domicilio e dos outros membros que trabalham. (Diário do Pará)
01/09/2010 | 632 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
Institucional/Dides
Chamada Pública nº 063/2010 Chamada Pública nº 063/2010 - Projeto "Panorama da Comunicação no Brasil 2010" Vagas: 04 (quatro) bolsas Doutor Prazo de inscrição: 23 de julho a 09 de agosto de 2010 Prorrogação de Inscrições: Até 16 de agosto de 2010 Resultado: A partir de 19 de agosto de 2010 Início das bolsas: setembro de 2010 Chamada Pública nº 063/2010 Clique aqui para ver o Resultado Observação: A carta de anuência refere-se a aceitação do mestre em participar do projeto "Panorama da Comunicação no Brasil: PBC 2010" caso seja selecionado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
10/08/2010 | 3553 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
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Época Negócios: Mais da metade das famílias brasileiras diz estar endividada Para cerca de 23% das famílias com débitos, o endividamento supera em cinco vezes a renda familiar mensal Endividamento das famílias aumenta em agosto, diz CNC Endividamento e intenção de consumo sobem em julho Fecomercio-SP: 52% das famílias estão endividadasRio de Janeiro, 31 ago (EFE).- O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta terça-feira um estudo em que 54,36% das famílias brasileiras reconhecem ter dívidas, em uma média de R$ 5.426. De acordo com a pesquisa, que consultou os chefes de 3,8 mil famílias de 214 cidades do país, 26,35% dos entrevistados disseram estar pouco endividados, 16,89% afirmaram que estão "mais ou menos" e 11,12% admitiram estar muito endividados. Somente 45,64% disseram não ter pendências financeiras. Segundo o Ipea, cerca de 15% das famílias endividadas tem obrigações que comprometem até metade da renda familiar e as dívidas de 21% equivalem a 50% e 100% da renda. Para 23,5% das pessoas que têm algum valor a pagar, a dívida equivale a entre uma e duas vezes as receitas familiares, enquanto 16% devem um valor referente a entre duas e cinco vezes a renda e 23% tem obrigações que superam em mais de cinco vezes a quantia arrecadada. Um quinto das famílias admite ter neste momento uma conta que não pagou no prazo estabelecido, mas 60% delas consideram que poderão colocar as pendências parcialmente ou totalmente em dia no próximo mês. Entre as famílias de menor renda, 58,54% admitem estar endividados, enquanto apenas 36,92% das pessoas de maiores receitas dizem ter compromissos financeiros. Entre os que têm pendências, 91% disseram que pretendem solicitar um empréstimo nos próximos três meses. Apesar do elevado índice de endividamento, as famílias acreditam que as perspectivas econômicas para o país no próximo ano têm uma média de 62,75 pontos, em um máximo de 100. Para 58,03% dos consultados, a situação do Brasil melhorará nos próximos 12 meses, percentagem que cai para 55,4% quando são avaliados os próximos cinco anos. Apenas 19,24% dos entrevistados consideram que a situação do país piorará no próximo ano, e 15,09% esperam o mesmo na próxima meia década. Entre os mais otimistas, aparecem os de maior renda, os mais jovens, os homens, os negros, os que não completaram o ensino médio e os que recebem algum tipo de subsídio do Governo. Uma parcela das famílias, 73%, disse estar financeiramente melhor agora que há um ano, enquanto 20% opinaram o contrário, e 77% considera que sua situação econômica estará melhor daqui a um ano. EFE
31/08/2010 | 414 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
Institucional/Dides
Chamada Pública nº 076/2010 Chamada Pública nº 076/2010 - Projeto "Desenvolvimento Econômico, Investimento Direto Estrangeiro e Comércio Exterior nos Países do BRIC’’ Vagas: 01 (uma) bolsa Doutor Prazo de inscrição: 06 de agosto a 23 de agosto de 2010 Resultado: A partir de 02 de setembro de 2010 Início das bolsas: Setembro de 2010 Chamada Pública nº 076/2010 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
06/08/2010 | 2280 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
Institucional/Dides
Chamada Pública nº 057/2010 Chamada Pública nº 057/2010 - Projeto "Relatório Nacional de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento" Vagas: 02 (duas) bolsas Assistente de Pesquisa III (Mestre) Prazo de inscrição: 12 de julho a 27 de julho de 2010 Resultado: A partir de 04 de agosto de 2010 Início das bolsas: agosto de 2010 Chamada Pública nº 057/2010 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
20/07/2010 | 1701 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
Notícias/Presidência
Pesquisa domiciliar inédita do Ipea mostra o que as famílias brasileiras esperam da economia no futuro próximo
30/08/2010 | 5354 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report | Leia mais
Notícias/Presidência
Comunicado do Ipea n° 60 divulgado na quinta-feira, 12, analisou evolução da renda no país entre 1920 e 2007  
16/08/2010 | 6865 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report | Leia mais
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Jornal Cruzeiro do Sul (SP): 13º salário e crédito devem injetar R$ 106,8 bi na economia O pagamento do 13º salário e a maior oferta de crédito ao consumidor deverão injetar R$ 106,8 bilhões na economia até dezembro, 12,2% a mais que em igual período de 2009. O número representa R$ 11,4 bilhões a mais no bolso do brasileiro, o que deve impulsionar o aumento do consumo e acelerar o ritmo de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no último trimestre do ano. O ambiente favorece o aumento do consumo, segundo economistas. A facilidade em obter crédito e o aumento do emprego e da renda, associados ao cenário de inflação baixa, melhoraram o humor dos consumidores. Nos últimos dez anos, o brasileiro nunca esteve tão otimista, revela uma pesquisa mensal feita pelo Ibope Inteligência, em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI). O índice que mede a expectativa do consumidor atingiu, em agosto, o nível mais elevado desde 2001, início da série histórica da pesquisa. Bateu em 119,3 pontos, 2,1 a mais que em dezembro do ano passado, recorde anterior. O índice tem base fixa 100. Acima desse valor, a expectativa é positiva. O otimismo dos consumidores foi embalado principalmente pelas expectativas em relação à queda do desemprego e da inflação. O indicador de evolução do desemprego nos próximos seis meses aumentou 8,6% na comparação com julho e atingiu o maior valor da série histórica. Já o número de pessoas que esperam a queda da inflação aumentou 8%. O levantamento foi feito com cerca de 2 mil pessoas em todo o País entre os dias 18 e 21 de agosto. "Vai ser um fim de ano muito bom para crédito, porque as pessoas ficam motivadas a se endividar quando se sentem seguras no emprego", diz o vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel Ribeiro de Oliveira. CRÉDITO Os bancos também se sentem motivados a emprestar quando o risco de inadimplência é menor. Nesse cenário positivo, Ribeiro de Oliveira calcula que a oferta de crédito ao consumidor atinja R$ 18 bilhões entre setembro e dezembro, contra R$ 14 bilhões em igual período de 2009. É a oferta de crédito fácil que garante a compra de bens de consumo duráveis, como televisores e eletrodomésticos, entre outros artigos de alto valor unitário. Mas é o dinheiro do 13º salário que deve sustentar boa parte da expansão do consumo no último trimestre de 2010. O pagamento do chamado abono natalino deve despejar R$ 88,3 bilhões no mercado até dezembro, estima o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). A massa de recursos do 13º é 9,15% superior à que foi paga no ano passado (R$ 80,9 bilhões, em valores atualizados com base na inflação do período). O aumento do salário médio real foi estimado em 4,9% e o crescimento do emprego, em 4,5%. Os números, no entanto, podem ser conservadores, já que ficaram de fora da estimativa os trabalhadores informais que recebem o 13º, pela dificuldade de levantar esse dado. "Este deverá ser o melhor Natal da década", diz o economista Marcio Pochmann, presidente do Ipea. Ele argumenta que o Natal de 2008 foi moderado por causa dos efeitos da crise global, enquanto o do ano passado foi de recuperação. FIM DE ANO GORDO O comércio confirma as previsões de um fim de ano ‘gordo’. "Nossa expectativa é de fechar o quarto trimestre com 15% de crescimento real de vendas (já descontada a inflação)", afirma Valdemir Coleone, diretor de relações com o mercado da Lojas Cem, rede de varejo de eletroeletrônicos e móveis. Os indicadores de vendas da Associação Comercial de São Paulo reforçam o clima de otimismo. Em agosto, as consultas ao Serviço Central de Proteção ao Crédito, que medem o movimento das vendas a prazo, cresceram 10,3% em relação a igual período de 2009. As consultas ao SPC/Cheque (vendas à vista ou por meio de cheques pré-datados) subiram 6,9%. (Marcelo Rehder - AE)
05/09/2010 | 690 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
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People's Daily Online (China): Most Brazilians optimistic about economy Most Brazilians are optimistic about the country's economic performance, the country's Institute of Applied Economic Research (Ipea) said Tuesday. According to the Ipea's Families' Expectation Index, more than 58 percent of the Brazilian population believes the country's economic situation will improve in the next 12 months. More than 55 percent believe the economic performance will improve in the next five years. Brazilians with higher income, those under college education and citizens of African descent showed higher optimism. In addition, higher optimism levels were found in the northern, northeastern and mid-western regions. The Ipea attributed the rise of Brazilians' optimism to the improvement of family financial situation. Some 73 percent of the families interviewed reported their finances are better off. "Four in five families reported their financial situations improved. This improvement has been seen more often in the midwestern region (81.75 percent of interviewees). The southern region had the lower share of families with budget improvements (67.39 percent)," said Ipea's President Marcio Pochmann. The Brazilian families are optimistic although 54 percent of them have debts with average value of 5,427 reais (3,101 U.S. dollars), Ipea said. Source: Xinhua
01/09/2010 | 1667 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
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O Dia (RJ):Eloi Ferreira de Araújo: Igualdade racial só em 65 anos Rio - Buscando equiparar a longo prazo as condições sociais entre brancos e negros, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou no dia 20 de julho o projeto de lei que cria o Estatuto da Igualdade Racial. Desenvolvido pela Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial, o documento entrará em vigor no dia 20 de outubro, quando o governo terá que apresentar projetos de inclusão social em educação, cultura, esporte, saúde, segurança, trabalho, moradia, meios de comunicação de massa, financiamentos públicos, acesso à terra e à Justiça. Em todos esses itens não há a obrigatoriedade de se incluir política de cotas. A previsão do ministro-chefe da Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial, Eloi Ferreira de Araújo, é de que ainda vai demorar 65 anos para que o Brasil possa ser considerado um país com iguais oportunidades para negros e não-negros. O DIA: Como se manifesta o racismo no Brasil? O racismo é uma das práticas mais odiosas presentes nas relações humanas. No Brasil, nossa história nos trouxe uma forma de desenvolvimento bem desigual, por conta do processo de escravidão que o País experimentou há cerca de 380 anos. Isto gerou um processo de exclusão e invisibilidade dos negros, colocando-os em posições inferiores na pirâmide social, numa condição de menores acessos a moradia, estudo e mercado de trabalho. Foram 10 anos de tramitação para ser aprovado o Estatuto da Igualdade Racial. Por que tanta demora? Demorou porque houve muita resistência no Congresso e no Senado, principalmente. A sociedade precisava amadurecer sobre qual era a melhor forma de se implantar o estatuto. Em qual área o senhor acha que o estatuto trará um maior impacto? Nosso estatuto traz um conjunto de ações afirmativas para a sociedade inteira e o impacto vai ser igualmente forte em todos os setores que estão sendo abordados. Tanto na educação, como na saúde e nas relações sociais, teremos mudanças significantes. Como vai ser feito o reconhecimento racial, isto é, como será determinado que uma pessoa é negra? Nosso estatuto se baseia na autodeclaração. Isto é recomendado na maioria dos tratados internacionais que abordam o racismo. A determinante biológica é algo atrasado. E o IBGE já trabalha com a autodeclaração em suas pesquisas. O senhor não teme que pessoas com pouca relação com a raça negra venham se declarar negros só para se beneficiar do estatuto? Acho que isso será um problema mínimo, pois não acredito que muitos vão fazer. A maioria dos que se declararem negros farão por terem orgulho da raça. Uma das críticas que o estatuto vem recebendo é que ele não fala diretamente sobre o sistema de cotas raciais. Esta crítica procede? Não. O estatuto ajudará a política de cotas, pois será um instrumento de defesa contra três ações do partido DEM, que ferem os nossos interesses. E uma delas é justamente contra a política de cotas. As outras duas são contra o ProUni e contra o reconhecimento das comunidades quilombolas. O estatuto não cita a palavra cota diretamente, mas isto está embutido quando se fala em ações afirmativas. A cota é apenas uma das ações afirmativas. O senhor não acha que o estatuto prejudicará as pessoas das classes menos favorecidas que não são negras? Não vai acontecer isso. Hoje, 52 milhões de pessoas são beneficiadas pelo programa Bolsa Família. Desse total, 70% são negros e pardos. Os não-negros não serão prejudicados, pois esta política que faremos será de inclusão e não de exclusão. Para você ver como o estatuto será benéfico, encomendamos um estudo ao Ipea que mostra que, somados, estes programas de inclusão às políticas assistencialistas como o Bolsa Família, levaremos 65 anos para construir um Brasil onde haverá igualdade entre negros e não-negros. A demora será porque enfrentamos um processo de segregação muito grande desde a colonização. O senhor já sofreu discriminação por ser negro? Em uma manifestação outro dia, uma pessoa chegou para mim e falou: ‘Me ajuda a colocar aquela autoridade no palanque’. Respondi dizendo que estava muito ocupado. Há pouco tempo, uma mulher tentou furar a fila na minha frente no supermercado e eu questionei. Ela veio dizendo: ‘Olha a sua cor e olha a minha’. Estas coisas todas mexem com o nosso orgulho.  
08/09/2010 | 772 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
Videos/Dirur
Veja as explicações sobre a ferramenta gratuita de análises estatísticas
18/08/2010 | 7015 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report | Leia mais
Notícias/Dimac
Apresentação de relatório sobre Instituições Financeiras de Desenvolvimento reuniu especialistas no Rio
06/09/2010 | 3589 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report | Leia mais
Notícias/Dirur
Evento foi realizado em Brasília. Outros dois seminários do Instituto trataram da Geografia Econômica
06/09/2010 | 2956 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report | Leia mais
Institucional/Dides
Chamada Pública nº 074/2010 Chamada Pública nº 074/2010 - Projeto "Investigação sobre a Determinação do Nível Geral de Preços no Brasil (1999-2008)" Vagas: 01 (uma) bolsa Auxiliar de Pesquisa (Graduando) e 01 (uma) bolsa Assistente de Pesquisa II (Mestrando) Prazo de inscrição: 05 de agosto a 20 de agosto de 2010 Resultado: A partir de 01 de setembro de 2010 Início das bolsas: Setembro de 2010 Chamada Pública nº 074/2010 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
05/08/2010 | 1943 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
Institucional/Dides
Chamada Pública nº 077/2010 Chamada Pública nº 077/2010 - Projeto "Investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento no Setor Elétrico Brasileiro" Vagas: 01 (uma) bolsa Incentivo a Pesquisa III (Modalidade I) Prazo de inscrição: 12 de agosto a 27 de agosto de 2010 Resultado: A partir de 09 de setembro de 2010 Início das bolsas: Outubro de 2010 Chamada Pública nº 077/2010 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
12/08/2010 | 1875 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
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BRASIL ECONÔMICO ONLINE (SP):"País tem de tirar o estigma de exportador de commodities" Após trabalhar por dois anos e meio na Gávea Investimentos, gestora do ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, o economista Armando Castelar voltará para a área de economia aplicada. Ex-chefe do Departamento de Estudos Econômicos do BNDES de 1994 a 2002 e depois pesquisador do Ipea, de 2003 a 2008, Castelar assumiu na semana passada a coordenação da área no Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas, no Rio. Para ele, o principal desafio do Brasil para os próximos anos é se preparar para crescer sem que haja efeitos na inflação e nas contas externas. O Brasil nos próximos anos Eu acho que o Brasil está num momento inquestionavelmente muito bom. A inflação poderá ficar um pouco acima da meta, mas não muito alta, em torno de 5%. A distribuição vem se fortalecendo e a diferença entre o que acontece no Brasil e nos países ricos se explica pela demanda da China por commodities produzidas na América Latina, especialmente no Brasil. Tirando o México, que está sofrendo com a crise dos EUA, e a Venezuela, todos vão ter uma boa expansão do PIB. Crescimento Este ano vamos crescer entre 7% e 7,5%. Temos melhoria no mercado de trabalho, desemprego em baixa, rendimento aumentando em ritmo forte, crédito se expandindo e confiança do consumidor em patamares de alta, além da confiança dos empresários que, apesar de ter caído nos últimos meses, continua forte. Com tudo isso, a demanda continuará crescendo. A produção industrial ficou um pouco abaixo do esperado, mas é natural porque há incertezas externas e as eleições aqui sempre causam alguma apreensão. Inflação Os dados dos últimos dois meses foram um pouco mais baixos, mas a percepção é de que a economia continua aquecida. A queda do desemprego é boa, mas a velocidade em que ela ocorre pode ser um pouco preocupante. A capacidade instalada da indústria caiu um pouco, mas ainda está em níveis bem altos. A economia está trabalhando com baixa ociosidade. A razão para a preocupação é de que, passado o efeito da queda dos preços dos alimentos, haja uma reaceleração da inflação e o BC tenha que subir os juros em 2011. Comércio exterior É preciso desestigmatizar a discussão sobre commodities. O álcool que exportamos é cada vez mais sofisticado, traz benefícios diversos em termos de equipamentos que o Brasil produz e exporta para o seu processamento. É uma commodity que envolve alta tecnologia e gera benefícios para toda a cadeia industrial e de serviços. Não é algo primário, como cem anos atrás. Existem países ricos que cresceram exportando commodities, como Austrália e Suécia. Tem que deixar de pensar essa questão como sendo uma característica comercial de um país de baixo desenvolvimento. Além disso, a demanda da China e a questão do pré-sal podem agudizar as exportações, e isso criará uma pressão no câmbio, com a perda de competitividade de produtos manufaturados. Câmbio Vamos ter que lidar com isso (a valorização do real) e a maneira mais certa é melhorar competitividade, infraestrutura, mão de obra, e carga tributária, e não tentando manter o câmbio desvalorizado. O segredo é aproveitar os bons preços para construir fundamentos de competitividade sólida. No Brasil se briga muito pelo câmbio e menos por infraestrutura e carga tributária. Contas externas Devemos ter um déficit em conta corrente de 2,5% do PIB, o que é completamente financiável porque Brasil é visto como um país de bons fundamentos. Mas há uma preocupação, ao lado da inflação, de que o déficit continue aumentando. As duas refletem que país está crescendo acima do seu potencial. Isso precisa ser administrado, e não deveríamos exagerar na dependência da poupança externa. O problema é que o Brasil poupa pouco. O candidato natural a fazer essa correção é o próprio governo.
08/09/2010 | 406 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
Notícias/Disoc
Especialistas apontam horas dedicadas ao trabalho, transporte e tarefas domésticas
09/09/2010 | 3670 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report | Leia mais
Notícias/Dimac
Conjuntura em Foco, publicação do instituto, também destaca altos e baixos da inflação no ano de 2010
09/09/2010 | 2770 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report | Leia mais
Clipping/Clipping
AGÊNCIA LEIA - ON LINE (DF):IPEA: Volatilidade dos índices atuais contamina inflação futura,diz estudo O cenário inflacionário brasileiro, nos oito primeiros meses do ano, vem sendo marcado por movimentos de aceleração e desaceleração dos índices de preços com maior intensidade do que o esperado, sendo que esta volatilidade faz com que a inflação corrente contamine a inflação futura. A avaliação é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgada, há pouco, no boletim "Conjuntura em Foco", que acredita que o ciclo de deflação chegou ao fim em setembro. Segundo o Ipea, este ano o ambiente de volatilidade dos indicadores dificultou as análises prospectivas da inflação e fez com que as expectativas inflacionárias para o ano se modificassem com rapidez. Os primeiros resultados do ano traziam uma forte aceleração nos índices de preços, puxados, sobretudo, pela alta dos alimentos, que fizeram com que as expectativas para o ano começassem a se degenerar. Porém, a partir de maio os alimentos começaram a dar sinais de uma desaceleração maior do que a esperada, sendo que em abril, o Banco Central (BC) já havia iniciado um ciclo de aperto monetário. No entanto, a partir de agora, a entidade destaca que o resultado do Indice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) para primeira semana de setembro, já mostra o fim do ciclo de deflações dos alimentos. Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), os alimentos variaram 0,21% no período compreendido entre 08 de agosto e 07 de setembro e foram os principais responsáveis pela alta de 0,17% do IPC-S. O Ipea ainda destacou que a inflação corrente e as medidas de núcleo ajudam a traçar um cenário inflacionário futuro, mas a utilização dessas variáveis não podem vir desassociadas da análise de outros elementos da economia. "Saber como a inflação se comporta diante de outras variáveis macroeconômicas, como câmbio, juros, utilização de capacidade ociosa, massa salarial e demanda externa, torna-se um importante instrumento para ancorar, de modo correto, as expectativas inflacionárias", de acordo com o boletim.
12/09/2010 | 591 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
Institucional/Dides
Chamada Pública nº 071/2010 Chamada Pública nº 071/2010 - Projeto "A Constituição de Mecanismos de Financiamento da Economia Solidária" Vagas: 01 (uma) bolsa Doutor Prazo de inscrição: 03 de agosto a 18 de agosto de 2010 Resultado: A partir de 30 de agosto de 2010 Início das bolsas: outubro de 2010 Chamada Pública nº 071/2010 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
03/08/2010 | 1811 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report

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