Missão: “Aprimorar as políticas públicas essenciais ao desenvolvimento brasileiro por meio da produção e disseminação de conhecimentos e da assessoria ao Estado nas suas decisões estratégicas”.
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Gazeta de Alagoas On Line (AL):Longevidade em pauta Uma das conquistas mais saudáveis da contemporaneidade, o aumento real da longevidade humana, começa a gerar preocupações em boa parte do mundo, em função dos problemas previdenciários e da disputa acirrada por espaços no mercado de trabalho. Essa contradição infeliz começa a mostrar suas garras no Brasil. Divulgado anteontem, estudo do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) aponta para uma verdadeira "revolução na família brasileira" pela combinação do envelhecimento da população como o crescimento da participação feminina no mercado. Em levantamento realizado pelo Ipea, entre 1992 e 2009, as famílias com e sem filhos chefiadas por mulheres passaram de 0,8% para 9,4% do total. Isto significa que, "em números absolutos, 4,3 milhões de domicílios brasileiros encontravam-se nessa categoria em 2009. A estes dados acrescente-se que desde 2007 as pesquisas da "Tábua da vida" realizadas pelo IBGE mostram o paulatino (e maravilhoso) aumento da expectativa de vida do brasileiro, que entre 1991 e 2007 pulou para mais cinco anos e meio, alcançando já naquele ano a marca de 72,57 anos de existência. Em 2009 esta marca alcançou 72,8 anos. Inevitável é a discussão sobre a idade mínima para aposentadoria. Naturalmente um tema de tamanha delicadeza não faz parte da pauta de debates sobre as propostas de governo nesta eleição. As eleições deveriam ser o tempo apropriado para esses temas polêmicos serem colocados em discussão. Porém, com o atual nível de manipulação dos preconceitos e dos privilégios no Brasil, é sonho imaginar que alguma candidatura venha a se expor com a abordagem de tamanho dilema. Mas, quem quer que sejam as forças políticas que venham a estar no comando dos rumos brasileiros a partir do próximo ano, não lhes será possível desviar-se dessa questão de vida ou morte.
Carta de Conjuntura n° 11 também mostra que inflação continuou caindo no terceiro trimestre de 2010
Chamada Pública nº 096/2010 Chamada Pública nº 096/2010 - Projeto " Propriedade Intelectual e Aspectos Concorrenciais" Vagas: 01 (uma) bolsa Assistente de Pesquisa I (Graduado). Prazo de inscrição: 18 de outubro a 03 de novembro de 2010. Resultado: A partir de 08 de novembro de 2010. Início das bolsas: Dezembro de 2010. Chamada Pública nº 096/2010 Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Correio Braziliense (DF): 360 graus, por Denise Juliani Elas ralam mais Análise do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2009, do IBGE, mostra que, apesar de a mulher brasileira estar assumindo o papel de provedora, ela continua sendo a principal responsável pelo cuidado doméstico. A proporção de mulheres ocupadas que se dedicavam a afazeres domésticos em 2009 foi de 89,9% e a de homens, 49,6%. Mais expressiva foi a diferença no número médio de horas trabalhadas em afazeres domésticos. As mulheres gastavam, em média, 21,8 horas semanais e os homens, 9,5.
Seminário em conjunto com a Presidência da República reúne autoridades nesta quarta. Acompanhe aqui atransmissão on-line
DIÁRIO DO NORDESTE (CE):Ideias Ivan Mendes - jornalista Equilíbrio nas contas Todo governo, não só no Brasil como em outros países, deve ter como meta prioritária o equilíbrio econômico, para que haja recursos financeiros, destinados a investimentos sociais. No Brasil, por exemplo, já não é mais novidade o governo atual anunciar a estabilidade na área econômico-financeira. Entretanto, não deixa de ser surpreendente a informação de que o setor público brasileiro apresentou saldo negativo no valor de 2 bilhões e 59 milhões de reais, em junho de 2010, o pior desempenho desde 2003, quando o saldo positivo foi de 1 bilhão e 686 milhões. Esse resultado envolve dados da União, estados, municípios e estatais. Apesar do aumento das receitas, os gastos com investimentos e despesas têm crescido em ritmo mais acelerado. De acordo com o Banco Central-BC, os investimentos incluem aplicações em obras de infraestrutura, como o Programa de Aceleração do Crescimento. Contrapondo-se aos dados do BC, a economia brasileira deverá terminar o ano de 2010 com crescimento de 6,5%, em comparação ao ano de 2009. Segundo Estudo Bimestral, do Senso Econômico, publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômico Aplicada-Ipea, a projeção significa uma elevação considerável no que concerne a última previsão. No bimestre anterior, envolvendo os meses de março e abril, o Ipea esperava uma ampliação de 5,5% do Produto Interno Bruto. A pesquisa é bimestral, considerando estimativas de instituições do setor produtivo como associações, federações das indústrias, do comércio, da agropecuária, centro de estudos, conforme foi divulgado em 30 de julho de 2010. Pela veracidade dos números, observa-se que é necessário haver uma certa cautela na divulgação dos dados, relacionados à economia, para que não haja dúvidas sobre a tão propalada estabilidade no setor e ao superávit primário. Portanto, governar não é apenas assumir um cargo eletivo mas, sobretudo, exercê-lo com competência e responsabilidade, o que nem sempre acontece não só agora, como num passado não muito distante. A verdade é que os maus políticos já deveriam ter sido eliminados da vida pública, não só no Brasil como em outros países.
DIÁRIO DO NORDESTE (CE):Egídio Serpa – Livre Mercado O site do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (www.ipea.gov.br) transmite a parte das 8h30min de hoje, ao vivo, o debate “Bioética em debate aqui e lá fora”, promovido com a Presidência da República, com o apoio da Universidade de Brasília. O ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Samuel Pinheiro Guimarães, e o prsidente do Ipea, Marcio Pochmann, participam da mesa.
El Nuevo Herald (Inglaterra): Población brasileña envejece y tiende a decrecer La población brasileña muestra una tendencia al envejecimiento acompañada de un ritmo de crecimiento cada vez más bajo, según un informe oficial divulgado el miércoles. Según el estudio del Instituto de Pesquisas Económicas Aplicadas (Ipea), la población brasileña continuará creciendo cada vez menos acelerado hasta el año 2030, cuando alcanzará aproximadamente 206,8 millones de habitantes, y comenzará a disminuir para alcanzar 204,7 millones 10 años después. Esa tendencia es el resultado de un declive en la tasa de fecundidad registrada en el gigante suramericano, cuya población actual es de 192 millones, lo que lleva a un envejecimiento. El estudio del Ipea indicó que el declive en la fecundidad comenzó a registrarse a mediados de los años 60 y actualmente es de 1,6 a 1,8 hijos por mujer, por debajo de la tasa de reposición de 2 hijos por mujer. Así, el Ipea calculó que el crecimiento poblacional debe caer en esta década a 0,9% anual, por debajo del 3% anual registrado entre 1950 y 1970, el período de mayor aumento. Con esa tendencia, la población de menos de 15 años de edad, que era 33,8% en 1992, cayó a 24% en 2009. Al mismo tiempo, la población considerada anciana, que representaba 7,9% del total en 1992, subió a 11,4% en 2009, según el instituto de investigación.   Read more: http://www.elnuevoherald.com/2010/10/13/819287/poblacion-brasilena-envejece-y.html#ixzz12vLSOUMH
A proposta de uma convenção do Mercosul e a discussão sobre o vazio jurídico marcaram a última mesa de seminário
Segunda edição do evento discute, em 19 e 20 de agosto, temas como equilíbrio democrático e controle social
Fundador do Instituto falou sobre desenvolvimento. Evento teve a presença do ministro da SAE
ESTADÃO.COM (SP):A escola, o emprego, a renda, a violência O Brasil tem vivido embalado, nos últimos tempos, pelas animadoras notícias de redução da miséria, da pobreza e do desemprego, graças às políticas sociais e econômicas dos últimos governos. Produzem um choque, por isso, as informações do Ipea e do IBGE (Estado, 12/10) de que entre agosto de 2004 e agosto último a taxa de desemprego dos 20% mais pobres da população (renda per capita domiciliar abaixo de R$ 203,3 mensais) aumentou de 20,7% para 26,27%. No mesmo período, a desocupação dos 20% de renda maior (acima de R$ 812,3 mensais) caiu de 4,04% para 1,4% - ou seja, caiu 67,9%. E as causas são claras, segundo Márcio Pochmann, do Ipea: dificuldades relacionadas com baixa escolaridade, num momento em que "a competição é por trabalhadores qualificados". Só 41,8% dos desempregados mais pobres frequentaram 11 anos ou mais de escola, enquanto 86,1% dos ricos têm esse nível mais alto de escolaridade. E para agravar tudo, 76,7% dos desempregados mais pobres são negros. Tudo faz parte do mesmo quadro: nos últimos seis anos o número total de desempregados nas regiões metropolitanas caiu de 2,42 milhões para 1,6 milhão, mas o número de desempregados de baixa renda aumentou de 652,1 mil para 667,7 mil. Os 20% mais pobres são 41,72% dos desempregados nas seis regiões, enquanto os 20% mais ricos somam apenas 5,19%. O quadro fica ainda mais preocupante quando se lembra que o quadro do emprego tem matizes dramáticos também quando se observam as faixas de idade. A taxa de crescimento de empregos formais no País foi de 4,5% no ano passado; mas entre jovens de 18 a 24 anos foi de apenas 2,6%; e na faixa de 16 a 17 anos, somente 1,5% (Folha de S.Paulo, 6/8). Tudo isso agrava o quadro que mostra (Estado, 12/8) uma taxa de desemprego de 17% entre jovens, embora haja outras fontes que cheguem a indicar mais de 50% na faixa dos 15 aos 24 anos. É inevitável a lembrança das estatísticas do IBGE sobre a violência no País, apontando que jovens de 15 a 24 anos respondem por um quarto das mortes anuais no Brasil (27 mil de 106 mil) por "causas eternas" (homicídios, suicídios, acidentes do trabalho). E os homicídios respondem por 67,5% desse total. São muitos os especialistas que têm relacionado o desemprego nessa faixa com a violência: que se poderia esperar de um jovem pobre desempregado e de instrução limitada? Que espere pacientemente na porta de casa que a renda chegue? Ou irá buscá-la no tráfico de drogas, no assalto e em outras violências, transformando-se também em vítima? Mais grave ainda será se o jovem for negro - seu risco de morte violenta é 130% mais alto. "O principal fator da violência entre jovens é a renda", diz o sociólogo Júlio Jacobo Waiselfisz (Estado, 31/3). "A concentração da renda está intimamente ligada aos homicídios juvenis", diz ele. Como se quebrará esse círculo fechado de renda baixa, escolaridade precária, dificuldade no mercado de trabalho, risco de violência? Que se vai fazer quando, na escola primária, uma das tábuas de salvação apregoadas hoje é a presença de dois professores em cada sala de aula, prática já existente nas escolas públicas até das menores cidades do interior paulista na década de 40 - como a que foi frequentada pelo autor destas linhas? Quando se chegará à escola de tempo integral proclamada por Darcy Ribeiro na década de 70, para dar ensino em dois turnos, alimentação, assistência psicológica aos alunos, de forma a compensar as desigualdades para crianças mais pobres? Era uma política de renda também, ao reduzir as despesas na casa de crianças pobres. Como era política de geração de trabalho, ao dar melhor possibilidade de qualificação profissional. Tudo isso volta ao centro da questão agora, quando o noticiário mostra com clareza o crescimento da demanda por mão de obra qualificada - e o aumento do desemprego na faixa de renda mais baixa. Registrou este jornal (21/9) que, em 2009, 32,8% dos jovens entre 18 e 24 anos abandonaram os estudos antes de completada a terceira série do ensino médio. A escolaridade média até 25 anos de idade é de apenas 5,8 anos (ante 12 anos na Coreia do Sul, 13,5 em Taiwan, 13,4 nos EUA). Apenas 39,2% dos jovens entre 15 e 17 anos estão matriculados no ensino médio no Nordeste, ante 39,1% no Norte e 60,5% no Sudeste. Como nos espantarmos, assim, que alguns estudos digam que 75% dos que passam até oito anos em escolas são "analfabetos funcionais", incapazes de interpretar um texto simples, de poucas linhas? Por que nos admirarmos diante das notícias de que trabalhadores chineses e de outros países asiáticos estão vindo disputar vagas no mercado brasileiro, e em setores de baixa remuneração? Quando se passa ao ensino mais graduado - do qual dependerá o futuro próximo do País -, as preocupações não são menores. Em artigo neste jornal (22/9), o geógrafo Wanderley Messias da Costa, da Universidade de São Paulo, mostrou que apenas 24% dos 5 milhões de alunos no nível de graduação no País estão entre 18 e 24 anos. E 50% das vagas oferecidas em 2008 não foram preenchidas. A taxa média de evasão nos quatro anos de graduação é de 43%. A esmagadora maioria não conclui no prazo os cursos que frequenta. Grande parte leva até oito anos ou mais para completar o curso de quatro. Vê-se, então, que o quadro é complicado e preocupante: a falta de qualificação leva ao aumento do desemprego nos setores de menor renda; mas o quadro permanece difícil mesmo quando as crianças desses setores conseguem chegar à escola. As taxas de evasão são muito altas, até na universidade. E o nível de formação, frequentemente precário. O mercado começa a ressentir-se da falta de qualificação da mão de obra ofertada. E são, todas, questões urgentes. Há muito mais que aborto a ser discutido com a sociedade. Nossos fundamentos sociais estão em questão.  
CONGRESSO EM FOCO ONLINE:Datafolha: Dilma tem 56% e abre 12 pontos sobre Serra - Parte 2 Lula fará campanha diária até a véspera da votação O estado-maior da campanha de Dilma Rousseff (PT) definiu que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará aparições diárias em favor de sua candidata até o último dia permitido pela legislação. De hoje até o dia 30, véspera da votação, o presidente só não tem, por enquanto, compromissos previstos para os dias 25 e 26 deste mês. A agenda prévia foi alinhavada no Palácio da Alvorada durante reunião do chamado grupo dos sete, na noite de quarta-feira. Além de Dilma e Lula, integram o time o ministro Franklin Martins (Comunicação Social), o marqueteiro João Santana e os coordenadores Antonio Palocci, José Eduardo Dutra (presidente do PT) e José Eduardo Cardozo. No encontro, o presidente mostrou-se "animado" com o quadro eleitoral, mas deu um alerta: "é proibido cochilar" nesta reta final. Por isso, não poupará esforços. Lula já tem atividades previstas em 8 dos 10 dias que faltam para o fim da corrida ao Palácio do Planalto. Em alguns casos, buscará votos sozinho, como são os casos de comícios no Nordeste. Líderes evangélicos duelam por aliados A guerra eleitoral entre partidários de Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) se estendeu aos templos evangélicos. Edir Macedo, da Igreja Universal, que apoia a petista, e Silas Malafaia, da Assembleia de Deus, aliado do tucano, trocam farpas na internet em defesa dos seus candidatos. O bispo Macedo atacou primeiro, questionando o interesse do pastor da Assembleia de Deus ao apoiar Serra. No último sábado, em seu blog, o líder da Universal pôs em dúvida os argumentos de Malafaia para trocar Marina Silva (PV), a quem anunciou apoio no início da campanha, pelo tucano. "Para justificar que não apoiaria a candidata Dilma, acusou o PT de ser a favor do aborto e apoiar o casamento de homossexuais. Pronto, o caminho estava aberto para, sabe-se lá com que interesse, apoiar o candidato Serra", afirmou, lembrando ainda da acusação de que Mônica Serra, esposa do tucano, teria feito um aborto. "O que fez o pastor Malafaia mudar de lado? Ele vai continuar apoiando o Serra?", questionou Macedo. No contra-ataque, Malafaia pôs anteontem em seu site o link para um vídeo em que classifica Macedo de "mentiroso" e diz que ele foi "comprado pelo governo". "Sua emissora [TV Record] recebe milhões do governo, você foi comprado para defender a Dilma. Sua emissora é chapa branca", disse. Encontro na Record não vai ter bloco com perguntas feitas por jornalistas Penúltimo confronto na televisão entre os candidatos Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) antes das eleições, o debate da Record não terá bloco com perguntas feitas por jornalistas. O duelo está marcado para as 23h de segunda-feira, dia 25. Na última vez que se enfrentaram, no debate Folha/RedeTV!, foram perguntas de jornalistas que causaram embaraços para ambos. Na ocasião, a petista e o tucano foram questionados sobre denúncias envolvendo seus assessores. Segundo a Folha apurou, a campanha de Dilma vetou a participação de jornalistas. Os assessores de Serra acabaram cedendo. O último embate será na TV Globo, no dia 29. As regras ainda não estão definidas, mas provavelmente também não haverá intervenção de jornalistas. Aborto tem que ser discutido na eleição, diz CNBB O presidente da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), dom Geraldo Lyrio Rocha, disse ontem que a questão do aborto não pode ficar fora de campanhas eleitorais. O religioso se referia a críticas de setores da sociedade que alegam que o assunto contaminou a disputa presidencial. "Não se podia entrar num processo eleitoral sem trazer à tona temas dessa natureza, que são de máxima relevância", disse dom Geraldo, depois de apresentar material da nova Campanha da Fraternidade. O arcebispo de Mariana (MG) defendeu também o direito de a igreja se manifestar sobre o tema. "Numa sociedade democrática, o que não se pode fazer é querer silenciar a igreja como se ela não pudesse manifestar a sua posição", argumentou. Agnelo abre 23 pontos de frente sobre Weslian no DF O petista Agnelo Queiroz, candidato a governador do Distrito Federal, mantém o crescimento nas intenções de voto e abre vantagem de 23 pontos sobre a candidata Weslian Roriz (PSC). Segundo pesquisa Datafolha feita ontem e anteontem, Agnelo tem 54% das intenções de voto, contra 31% de Roriz. Na semana passada, o petista aparecia com 53%, e sua adversária, com 35%. Brancos e nulos somam 8%, e 7% dos eleitores estão indecisos. A margem de erro do levantamento é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. Se considerados os votos válidos (brancos, nulos e indecisos são excluídos), Agnelo tem 64% das intenções de voto, contra 36% de Roriz. Entre os entrevistados, apenas 10% afirmam que ainda podem mudar de voto. PF e seguranças de candidato apontam armas em tumulto O governador de Roraima e candidato à reeleição, Anchieta Júnior (PSDB), foi abordado ontem por agentes da Polícia Federal, em Boa Vista. A ação causou tumulto, uma vez que seguranças dele e agentes federais apontaram armas uns para os outros, no centro da cidade, perto do Palácio do Governo. A Polícia Federal afirma que investigava uma denúncia de transporte ilegal de dinheiro para compra de voto e que não sabia que o governador estava em um dos veículos. O carro em que Anchieta estava e outro veículo onde estavam seus seguranças foram revistados pelos policiais. Nenhuma irregularidade foi constada e nenhuma pessoa foi detida. Mesmo assim, a ação policial foi suficiente para acirrar os ânimos. Cerca de 200 pessoas, entre correligionários de Anchieta e do candidato de oposição, Neudo Campos (PP), foram para a frente do prédio da Superintendência da Polícia Federal em Roraima, onde realizaram protestos. Três pessoas foram detidas sob a suspeita de causar tumulto a ordem pública e em seguida foram liberadas. Aliado de Dilma furtou dados, diz jornalista Em depoimento à Polícia Federal, o jornalista Amaury Ribeiro Júnior disse "ter certeza" de que foi o deputado estadual Rui Falcão (PT-SP), coordenador de imprensa da campanha de Dilma Rousseff (PT), quem copiou de seu computador dados de pessoas ligadas ao candidato José Serra (PSDB). Esses dados com informações sigilosas faziam parte de investigação do jornalista sobre privatizações no governo FHC e, como a Folha revelou em junho, estavam em dossiê que circulou neste ano na pré-campanha de Dilma. Na conversa com a PF, o repórter disse que em nenhum momento entregou seu "material a qualquer pessoa e acredita, com veemência, que o mesmo foi copiado de seu notebook". Falcão nega ter acessado dados de laptop de Amaury Deputado licenciado, o petista Rui Falcão divulgou ontem nota em que nega o teor do depoimento do jornalista Amaury Ribeiro Jr à Polícia Federal. Na nota, Falcão afirma que não morou em apart-hotel do Meliá Brasília. "Nego terminantemente - e cabe a quem acusa fazer prova - que tenha copiado dados ou arquivos do mencionado laptop do jornalista", afirma. Ainda segundo a nota, "não procedem as afirmações de que tenha residido em apart-hotel do Meliá Brasília, nem tampouco que tivesse chave de qualquer apartamento naquele local". "Se, porventura, chegou a constar meu nome na recepção do hotel, não é de meu conhecimento, nem de minha responsabilidade", diz. Na nota, Falcão diz que teve conhecimento de "um suposto dossiê" pela imprensa. "Quando procurado, sempre informei que a campanha não produzia dossiês, nem autorizava qualquer pessoa a fazê-lo", diz a nota. Procurado pela Folha, Falcão disse desconhecer a que Jorge o jornalista Amaury Ribeiro faz referência como responsável pelo pagamento de despesas da campanha. Ele não respondeu por que o jornalista o responsabiliza pelo vazamento de suposto dossiê.
Evento foi aberto na manhã desta quarta-feira em Brasília. À tarde, as exposições abordaram a bioética no mundo
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