Missão: “Aprimorar as políticas públicas essenciais ao desenvolvimento brasileiro por meio da produção e disseminação de conhecimentos e da assessoria ao Estado nas suas decisões estratégicas”.
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Expectativa para o Brasil também melhorouem itens comoqueda da desigualdade ecrédito
Folha de S.Paulo (SP):Múltis emergentes focam o setor primário Nos últimos três anos, só 13% das compras internacionais dessas empresas tiveram como alvo indústrias de alta tecnologia Porém, o aumento dos investimentos externos de países em desenvolvimento é inegável, diz a Unctad CLAUDIA ANTUNES DO RIO O alarde sobre o crescente poder de fogo das multinacionais e fundos soberanos de países emergentes para ir às compras no mercado internacional não é infundado. Mas ainda está longe de haver uma situação de equilíbrio em relação às empresas globais dos países ricos, que dominam marcas e setores de alta tecnologia. Levantamento baseado em dados da Unctad (braço da ONU para o comércio e o desenvolvimento) mostra que a participação dos emergentes, China à frente, no valor total das aquisições transnacionais de empresas foi, em média, de 17,6% entre 2006 e 2008 e atingiu o pico de 32,6% no ano passado. O grosso dessas operações visou companhias de países desenvolvidos. Apesar de compras vistosas -como a da britânica Jaguar pela indiana Tata ou a de 15% das ações da alemã Volkswagen pelo governo do Qatar-, a maior parte foi nos setores primário e de serviços. De 368 aquisições feitas por múltis e fundos emergentes de 2008 a setembro passado, 32% foram de empresas de mineração, petróleo e gás, e 9%, de alimentos e siderurgia. Mais de 20% se dirigiram à área imobiliária, foco de países do golfo Pérsico. Apenas 13% dessas compras tiveram como alvo companhias farmacêuticas e químicas, de automóveis, máquinas pesadas e computação -indústrias em que estão cerca de 60% dos investimentos em pesquisa. "As empresas emergentes que estão se internacionalizando são basicamente de setores nos quais esses países têm vantagens comparativas", diz André Pineli, do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). No caso das brasileiras, responsáveis por 19 das 368 aquisições, isso se aplica a mineração, siderurgia, petróleo, cimento e alimentos. As compras dos emergentes têm três motivações principais, segundo Pineli e Antonio Corrêa de Lacerda, da PUC-SP: garantir suprimento de recursos (caso de China e Índia); contornar barreiras comerciais (como as compras da Gerdau nos EUA) e se proteger do câmbio. "Não compram empresas de alta tecnologia porque não interessa aos desenvolvidos se livrar delas e porque, em geral, são grandes firmas, que os países em desenvolvimento não teriam como adquirir", diz Lacerda. Há um movimento para a aquisição de marcas relevantes -como a da divisão de computadores pessoais da IBM pela chinesa Lenovo, em 2004, ou dos chocolates americanos Godiva pela turca Yildiz, em 2008-, mas ele ainda não é dominante. RICOS X EMERGENTES Especialista da Divisão de Investimentos da Unctad, Astrit Sulstarova diz que os emergentes vão aumentando sua participação nos investimentos externos diretos. Mas ele reconhece que as multinacionais de países ricos ainda têm a "parte do leão", pois nos últimos anos houve movimento de concentração dentro do bloco. Há 125 múltis emergentes entre as 500 maiores do jornal "Financial Times", e 85 na lista da "Forbes". Mas o valor dos ativos no exterior das 100 maiores transnacionais emergentes só chega a 15% do das 100 maiores empresas globais, segundo a Unctad.  
BANDNEWS - FM: INSEGURANÇA JURÍDICA É APONTADA PELOS ESTRANGEIROS COMO UM DOS PRINCIPAIS PROBLEMAS NO PAÍS Pesquisa do Ipea revela que para os estrangeiros o maior problema do país na economia é a falta de segurança jurídica.
Tribuna do Norte On Line (RN):População: crescimento x envelhecimento Os resultados da PNAD - Pesquisa Nacional de Amostragem por Domicílio para 2009 permitiram a constatação de duas tendências que deverão balizar a população nacional nos próximos anos: a desaceleração no ritmo de crescimento da população e o seu envelhecimento, através de mudanças na sua estrutura etária. Essas constatações fazem parte de estudo realizado pelo IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, tendo por base os dados da PNAD/IBGE. A desaceleração no ritmo de crescimento baseia-se na redução das taxas de crescimento da população, nos períodos analisados. Entre 1950 e 1970 nossa população cresceu a uma taxa anual de 3%, tendo esse crescimento declinado a partir daí, em função da maior redução nos níveis de fecundidade (número de filhos por mulher), comparativamente à queda na mortalidade infantil (número de filhos por mil nascidos vivos). Estima-se que a população brasileira deverá crescer nesta década a uma taxa média de 0,9% ao ano. Com os resultados obtidos pela PNAD, projeta-se que nossa população deverá atingir 207,0 milhões de pessoas em 2030, evoluindo para um contingente menor de 205,0 milhões em 2040, resultado da dinâmica imposta pela queda na fecundidade e na redução na mortalidade. Por seu turno, o envelhecimento da população significa uma alteração na proporção do contingente dos diversos grupos etários, no total da população. Vale dizer, em 1992 os idosos representava 8% da população brasileira, enquanto que em 2009 essa participação elevou-se para 11,4%, ou seja, um crescimento de 42,4% no período. Em contrapartida, a população menor de 15 anos que era responsável por 34% da população total passou a representar 24% em 2009, o que significa dizer que, aumentamos o número de idosos e reduzimos a participação dos jovens no contexto da população. Além desse processo de envelhecimento, o segmento da população constituído pelos mais idosos - 80 anos e mais - também está crescendo, o que significa dizer que a população dos mais idosos também envelheceu. Em 1992, a participação dos mais velhos na população total era de 0,9%, tendo evoluído para 1,6% em 2009. Estima-se que o contingente de idosos com 80 anos e mais de idade se aproxime de 3,0 milhões de pessoas. Em que pese o acelerado processo de envelhecimento, as projeções elaboradas pelo IPEA também sinalizam que alguns grupos populacionais já estão obtendo taxas negativas de crescimento - caso daqueles com idade abaixo de 30 anos. Se mantida a tendência de crescimento de nossa população, os únicos grupos que deverão apresentar taxas de crescimento positivo serão os com idade superior a 45 anos. Se tomarmos a composição da PIA - População em Idade Ativa, veremos que a participação do grupo jovem (15 a 29 anos) no total da população atingiu seu pico em 2000, devendo declinar a partir de 2010; a participação da PIA adulta (30 a 44 anos) deverá permanecer estável até 2040, enquanto a PIA madura e idosa será o segmento que deverá experimentar aumento, tanto em valores absolutos, quanto em participação. Para o Ipea, se confirmada essa tendência, "os novos empregos a serem gerados deverão se concentrar na população maior de 45 anos, a qual será responsável por 56% da futura população em idade ativa. A perspectiva do envelhecimento da população deverá forçar o estabelecimento de políticas públicas compatíveis com a nova estrutura dos grupos etários. haja vista que essa população deverá demandar maiores cuidados, tanto de parte do governo, quanto das próprias famílias. Neste sentido, é importante ressaltar que no Brasil, as políticas de renda - previdenciária e os programas do tipo Bolsa Família - as políticas de saúde e de cuidados de longa duração, e as políticas de acessibilidade e habitação popular têm reduzido e/ou afastado os idosos de uma situação de pobreza. Caberá aos novos gestores públicos investir na continuação dessas conquistas.
GLOBO NEWS:O dólar mais barato é um estímulo para quem quer viajar para o exterior. Em setembro os brasileiros gastaram US$ 1,58 bi no exterior. Já os estrangeiros deixaram no Brasil apenas 454 milhões. É o maior défict do últimos 63 anos. Paulo Levy, economista do Ipea, fala sobre a atual situação cambial em que o país vive neste ano.
Chamada Pública nº 085/2010 Chamada Pública nº 085/2010 - Projeto "Capacitações Tecnológicas e Competitivas da Indústria Brasileira de Equipamentos de Telecomunicações no Brasil" Vagas: 01 (uma) bolsa Doutor Prazo de inscrição: 25 de agosto a 10 de setembro de 2010 Resultado: A partir de 22 de setembro de 2010 Início das bolsas: Outubro de 2010 Chamada Pública nº 085/2010 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Chamada Pública nº 082/2010 Chamada Pública nº 082/2010 - Projeto "Origem de Capital e Desenvolvimento Tecnológico do Setor de Telecomunicações no Brasil" Vagas: 01 (uma) bolsa Assistente de Pesquisa III (Mestre) Prazo de inscrição: 23 de agosto a 08 de setembro de 2010 Resultado: A partir de 20 de setembro de 2010 Início das bolsas: Outubro de 2010 Chamada Pública nº 082/2010 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Chamada Pública nº 067/2010 Chamada Pública nº 067/2010 - Projeto "Inquérito Brasileiro sobre a Concorrência do Setor Farmacêutico"Chamada Pública nº 081/2010" Vagas: 01 (uma) bolsa Auxiliar de Pesquisa (Graduando), 01 (uma) bolsa Assistente de Pesquisa I (Graduado) ou Assistente de Pesquisa II (Mestrando), 03 (três) bolsas Assistente de Pesquisa III (Mestre), Assistente de Pesquisa IV (Doutorando) ou Doutor Prazo de inscrição: 27 de julho a 11 de agosto de 2010 Prorrogação de inscrições: até 16 de agosto de 2010 Reabertura de inscrições: 31 de agosto a 15 de setembro de 2010 Prorrogação de Inscrições: até 20 de setembro de 2010. Resultado: A partir de 27 de setembro de 2010 Início das bolsas: Outubro de 2010 Chamada Pública nº 067/2010 Extrato de Publicação Chamada Pública nº 067/2010 (Prorrogação) Extrato de Publicação Chamada Pública nº 067/2010 (Reabertura)- Vagas: 01 (uma) bolsa Assistente de Pesquisa I (Graduado) ou Assistente de Pesquisa II (Mestrando) e 01 (uma) bolsa Assistente de Pesquisa III (Mestre), Assistente de Pesquisa IV (Doutorando) ou Doutor Extrato de Prorrogação Chamada Pública nº 067/2010 (Prorrogação) Clique aqui para ver o Resultado Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Técnicos do Institutocompõem a delegação brasileira na Convenção sobre Diversidade Biológica
André Pineli, da Deint, explica a melhoria na percepção do acesso a bens de consumo  
Informação está na última edição do IQD, que mostra aumento em dois dos três subíndices analisados
Décima edição do Radar, que passou por uma reformulação, traz ajustes na formatação dos artigos
Boletim trata das tendências tecnológicas, das capacitações científicas e das características do mercado
Informação é do IEF, indicador do Ipea que reflete a expectativa das famílias brasileiras para a economia
MSN:Maioria das famílias acredita que situação financeira está melhor do que há um ano A maioria das famílias brasileiras está mais satisfeita em relação à sua situação financeira, já que 77,3% delas acreditam que estão melhores em outubro deste ano do que no mesmo período do ano passado. O dado foi divulgado nesta quarta-feira (3) pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e faz parte do IEF (Índice de Expectativas das Famílias). De acordo com os dados, apenas 18,6% sentem-se em pior situação atualmente que em relação a um ano atrás. Quando analisadas as regiões brasileiras, Centro-Oeste e Nordeste possuem a maior proporção de famílias que acreditam ter melhorado a condição financeira, com cerca de 81% e 79%, respectivamente. Em seguida, está a região Norte, com 77,3%, enquanto que nas regiões Sul e Sudeste a proporção de famílias otimistas é levemente inferior, ainda que permaneça na escalda do IEF, com proporções acima de 75%. Futuro Quando analisadas as projeções futuras, 80% das famílias creem que estarão em melhores condições financeiras daqui a um ano, enquanto somente 7% projetam expectativa de estarem pior. As famílias estão mais otimistas no Norte, onde quase 97% acreditam que estarão em melhor condição, resultado semelhante ao verificado no mês anterior. Em outubro, foi a região Sudeste que apresentou a menor proporção de famílias otimistas, de 74,1%.

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