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Missão: “Aprimorar as políticas públicas essenciais ao desenvolvimento brasileiro, por meio da produção e disseminação de conhecimentos e da assessoria ao Estado nas suas decisões estratégicas”.
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Brasil Econômico (SP):Estrangeiro quer investir mais no país Enquanto os industriais brasileiros estão mais pessimistas quanto ao futuro da economia, os estrangeiros têm elevado o interesse em investir no país. Segundo levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a projeção para os próximos doze meses é de alta no fluxo de Investimento Estrangeiro Direto (lED). Para 70% dos entrevistados, o Brasil está entre os cinco maiores receptores mundiais de capital produtivo. Na pesquisa anterior, de maio, 56% tinham a expectativa. Segundo o levantamento, parte desse otimismo é baseada na percepção de melhora da política econômica e no controle da inflação. "O que parece ruim para o empresário brasileiro hoje, como as deficiências de infraestrutura do país e câmbio desvalorizado, é visto como oportunidade de investimentos pelos estrangeiros", diz o economista-chefe da Gradual, André Perfeito. "O crescimento da classe média, ou seja, do consumo, é música para o ouvido dos empresários de fora, que surfam na onda de baixos investimentos dos brasileiros, pessimistas sobre os rumos da economia". A tendência é que a ascensão de classes manteria o interesse externo. "O aumento do emprego, da renda e a estabilização de preços, processo iniciado há 20 anos, garante mais sustentabilidade ao consumo", diz. Para Bruno Lavieri, economista da Tendências Consultoria, a redução da taxa de juros deve elevar o interesse dos estrangeiros, visto que o custo de produção diminui .Enquanto o lED encerrou 2010 em US$ 48 bilhões, ele projeta alta de 247o em 2011, para US$60 bilhões. • Carolina Alves
22/09/2011 | 1284 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
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Live Tranding News (EUA): Investing in Brazil Brazil will be one of the main destinations of foreign investment next year, a study released Wednesday by the Country’s Institute of Applied Economic Research (IPEA) said. According to the International Perception of Brazil Monitor study, the indicator that measures the likelihood of Brazil receiving foreign investment rose from 35 points in May to 43 points in August. Seventy percent of interviewees worldwide consider Brazil one of the top five destinations for foreign investment, up from 56% in May. These figures reflect the large inflow of investment the Country has received over the past 2 yrs. In Y 2010, Brazil ranked fifth in foreign investment, which had not happened since the privatization of several state-owned companies in the mid-1990′s, IPEA expert Andre Pinelli Alves said. The indicator which measures the international perception of Brazil’s economic situation rose six points since the last study, reflecting a better expectation regarding the inflation rate, according to IPEA. However, Alves said the study was carried out before Brazil’s Monetary Policy Committee cut the annual basic interest rate to 12%, which might somewhat have changed expectations. He said the interviewees still believed Brazil would keep fighting poverty, but their optimism was lessened by the expectation that the Country’s growth rate would be lower this year. According to a report released Tuesday by the International Monetary Fund, Brazil’s GDP will record an increase of 3.8% in Y 2011 and 3.6% in Y 2012, against a 4% World average in both years. The IPEA study was carried out among embassies and consulates, commerce chambers, foreign companies and multilateral organizations. Paul A. Ebeling, Jnr.
22/09/2011 | 1884 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
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R7.com:Fumaça de carro aumenta risco de ataque cardíaco e problemas respiratórios Pesquisas mostram que poluição de veículos também piora situação de asmáticos Pesquisas mostram que o convívio com a fumaça dos carros traz sérios riscos à saúde, desde problemas respiratórios até um ataque do coração. E uma pesquisa do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada), divulgada nesta quinta-feira (22), mostra que essa tem sido uma realidade cada vez mais brasileira. A emissão de gás carbônico por veículos automotores aumentou 283% em 30 anos no Brasil. A exposição recorrente à fumaça de veículos aumenta o risco de se ter um ataque cardíaco, de acordo com um estudo da British Heart Association, da Inglaterra. A pesquisa mostra que quanto maior a exposição, maior o risco, que é calculado cerca de seis horas depois de se respirar a fumaça, de acordo com o professor Jeremy Pearson, diretor-médico da British Heart Foundation, autor do estudo divulgado nesta quarta-feira (21). Ele explica que isso acontece porque a poluição pode engrossar o sangue e causar coágulos no órgão. - Nós aconselhamos aos pacientes que se foram diagnosticados com algum problema cardíaco que tente evitar passar muito tempo em locais onde há altos níveis de poluição de carros, como os próximos a ruas muito movimentadas. Outra pesquisa do laboratório de poluição atmosférica experimental da USP (Universidade de São Paulo), realizada em 18 capitais, no ano passado, concluiu que todas essas cidades vêm sofrendo uma influência cada vez maior de poluentes na saúde, por causa do aumento no número de carros. Em Brasília, por exemplo, os cientistas descobriram que houve um aumento maior no número de internações por problemas respiratórios nos meses de novembro e dezembro, de tempo quente. Muitos carros, mais doentes Segundo a meteorologista Micheline Coelho, uma das autoras do estudo, os dados surpreenderam a equipe, já que esses tipos de doenças são mais comuns no frio, enquanto no calor, época de mais chuvas, na prática, o ar fica mais limpo. Sem terem acesso aos dados de medição da poluição da cidade, sobrou aos pesquisadores aferirem a um possível impacto dos poluentes na saúde dos pacientes, de acordo com Micheline. - A gente sabe que hoje com o crescimento econômico está todo mundo comprando carro e, na prática, a gente percebe que ninguém está medindo isso e até que ponto a gente vai saber o seu impacto na saúde. Vale ressaltar que a poluição do ar é uma das consequências da emissão de gases do efeito estufa, que impacta a saúde de diferentes maneiras, de acordo com a região. Segundo a pesquisadora, a falta de medidores de poluentes em capitais e cidades do interior impede um trabalho mais detalhado sobre seus impactos na saúde em todo o país. - O mais complicado é a parte respiratória. Muita gente que tem asma fica vulnerável; os adultos no trabalho, as crianças na escola, sem contar os idosos, que são os que mais sofrem, inclusive quando se junta a isso a baixa umidade. Mesmo existindo políticas públicas que visam diminuir efeitos das mudanças climáticas no país, em ações coordenadas pelo Ministério do Meio Ambiente, Saúde, Agricultura e Ciência e Tecnologia, o primeiro afirmou ao R7 que não há projeto de âmbito nacional para a implementação de medidores de poluentes. Em nota, o Ministério do Meio Ambiente afirma que não existem medidores em todas as capitais e que "isso é função dos Estados e municípios". Brasileiros criam índice de ar urbano Para acabar com as incógnitas na hora de medir os impactos de poluentes na saúde, Micheline e o professor do Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina da USP, Paulo Saldiva, especialista em poluição ambiental, criaram o índice de ar urbano. Similar ao índice de inflação, ele vai estimar as taxas de mortalidade e de internação em São Paulo por meio da medição de temperatura e umidade, entre outras variáveis, transformando o resultado em um índice. Um exemplo: para saber o índice de doenças cardiovasculares na cidade, potencializadas pelo nível de poluentes, o índice será composto por poluentes presentes no ar, como enxofre, monóxido de carbono e ozônio, junto com os índices de umidade relativa do ar e de temperaturas máximas, todos calculados em conjunto. O projeto de pós-doutorado da meteorologista será apresentado no congresso mundial de meteorologia na Nova Zelândia no fim do ano. - Esse índice vem para estimar o risco na saúde nas grandes cidades. Isso é importante porque grande parte da população mundial mora nos grandes centros.
22/09/2011 | 622 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
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Folha Online:Melhorar o transporte público pode reduzir poluentes, diz Ipea Investimentos e políticas públicas que melhorem o transporte público podem ser a saída para manter os níveis de emissão de poluentes sob controle e reduzir a liberação de gases de efeito estufa da frota brasileira. A avaliação está em um comunicado do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) lançado nesta quinta-feira (22), Dia Mundial Sem Carro. O estudo destaca avanços na redução gradativa do nível de emissão de poluentes da frota nacional, por meio do Proconve (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores), mas avalia que os ganhos estão sob risco se não forem estabelecidas medidas que estimulem o uso de transporte coletivo e aumentem a eficiência individual dos veículos. "Os veículos automotores produzidos atualmente poluem menos de 10% do que poluía um veículo similar da década de 1980 quando se trata de poluentes regulados pelo Proconve", compara o estudo, em referência às emissões de poluentes como monóxido de carbono, óxidos de nitrogênio, hidrocarbonetos e material particulado. No entanto, a tendência de redução de emissão de poluentes deverá sofrer uma inflexão nos próximos anos porque as tecnologias utilizadas para esse fim já atingiram um nível alto de eficiência e pelo inevitável aumento da frota e dos congestionamentos. "Daqui para a frente os ganhos serão menores", segundo o Ipea. De acordo com a pesquisa, nos últimos 15 anos a frota de automóveis cresceu 7% ao ano e a de motocicletas, 15%. No mesmo período, o transporte público perdeu, em geral, cerca de 30% da demanda. O pesquisador do instituto, Carlos Henrique Carvalho, disse que o país precisa investir mais no transporte público e incentivar o uso de veículos não motorizados como as bicicletas. "Daqui para frente ou mudamos a tecnologia, incorporando tecnologias como o carro elétrico ou os híbridos, ou aumentamos a eficiência do sistema de mobilidade, investindo em transporte público. Além disso, também deveríamos estimular o uso de veículos não motorizados, principalmente criando estruturas como ciclovias para as bicicletas, e também estruturas para pedestres", explicou. Outro desafio, de acordo com o estudo, está ligado à mitigação das emissões de gases de efeito estufa pelos veículos, que crescem numa relação direta com o aumento da frota e não são reguladas por nenhum instrumento como o Proconve. Em defesa do sistema público de transporte, o relatório aponta a vantagem dos meios coletivos em relação aos automóveis individuais e em relação às emissões de gases de efeito estufa. Mesmo que os ônibus emitam mais gases desse tipo que os automóveis, por utilizarem diesel, a quantidade de emissões é compensada pelo número de passageiros transportados. "Um usuário de automóvel, por exemplo, emite quase oito vezes mais CO2 (dióxido de carbono) que um usuário de ônibus e 36 vezes mais que um usuário de metrô", compara o estudo. No comunicado, o Ipea defende a aplicação de um conjunto de iniciativas que combinem ações fiscais de incentivo e restrição, medidas regulatórias e de investimento, com foco na melhoria do sistema público de transporte. "O transporte coletivo urbano deve ser prioridade nos vários níveis de políticas públicas, de forma concomitante à restrição crescente à circulação de veículos automotores individuais e à ênfase em soluções urbanas que favoreçam a redução da necessidade de transporte motorizado e a prioridade de transporte não motorizado", sugere.
22/09/2011 | 898 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
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Miriam Leitão.com:Aviso prévio de 90 dias: aumenta desigualdade no mercado de trabalho Já dá para identificar as consequências da decisão da Câmara de aumentar o aviso prévio em até 90 dias. Não crescerá muito o custo do trabalho, que já é alto para quem emprega com carteira assinada, mas aumenta a desigualdade no mercado de trabalho. O sindicatos defendem quem está no mercado formal e, ao longo do tempo, foram se acumulando as vantagens. Já havia aviso prévio de 30 dias - agora pode chegar a 90, dependendo do tempo trabalhado. O trabalhador tem o FGTS, que vai recolhendo ao longo do tempo; e o empregador ainda tem de pagar 40% sobre o saldo do Fundo, um terço sobre as férias, 13º; 13º e férias proporcionais, quando é demitido; PIS, dependendo do valor do salário, e seguro-desemprego de seis meses, além da aposentadoria por tempo de contribuição. Isso para os trabalhadores do mercado formal. Já os do mercado informal - mais de 40% dos trabalhadores brasileiros - não têm direito a nada disso, sequer a seguro-desemprego. Uma pesquisa do Ipea, feita há alguns anos numa fila do seguro-desemprego, mostrou que a maioria que estava lá não era pobre que, normalmente, trabalha no mercado informal. Se os empresários reagirem reduzindo a contratação, afetará ainda mais os jovens. O desemprego para essa faixa etária é alto, apesar de a presidente Dilma ter falado ontem na ONU que o Brasil vive clima de pleno emprego. O Brasil tem de pensar em como fazer para incentivar a inclusão de trabalhadores em todos os direitos. Talvez o caminho seja reduzir os impostos recolhidos sobre a folha, o Estado abrindo mão de parte do custo colocado sobre o empregador. Aí tem outro problema: como financiar a Previdência. Da maneira como está organizado, aumentam-se os direitos de quem já está no mercado de trabalho e não são encontradas fórmulas de aumentar a formalização. Nosso problema é o que fazer com 40% dos trabalhadores que não têm carteira assinada, seguro-desemprego, nenhuma das vantagens e só pode se aposentar por idade com um valor muito pequeno. Acho que essa medida não empurrará mais gente para a informalidade, mas o movimento que estava havendo de contratação de trabalhadores com carteira assinada deve parar. Continuam abandonados, por sindicatos, representações trabalhistas e políticos, aqueles trabalhadores que estão fora do mercado formal, submetidos a todo tipo de risco, sem proteção. Esse deveria ser o foco da política pública.
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Agência Brasil:No Dia Mundial sem Carro, Brasília é colorida por ciclistas que defendem paz no trânsito Agência Brasil Ciclistas de todas as idades se vestiram hoje (22) de laranja e saíram pedalando pelas principais ruas do Distrito Federal. Os cartões-postais tradicionais de Brasília mudaram com a presença dos ciclistas que participam das comemorações do Dia Mundial sem Carro e defendem a paz no trânsito. Histórias de pessoas que perderam parentes e amigos devido à violência no trânsito foram lembradas como exemplos. O passeio ciclístico foi promovido pela organização não governamental (ONG ) Rodas da Paz e a Embaixada da Holanda - país cuja cor oficial é o laranja e no qual o estímulo ao uso de bicilcetas é permanente. Depois de perder o filho ciclista em um acidente de trânsito, a vice-presidente da ONG, Beth Davison, disse que observa como os usuários de bicicleta são desrespeitados nas ruas e avenidas das cidades. "Em 2006, perdi meu filho. Pedro estava na bicicleta dele no Eixão, na área destinada aos ciclistas, quando foi atingido por um carro e, a partir daí, luto para que os ciclistas tenham respeito e espaço adequado para transitar nas vias. Bicicleta é uma mobilidade saudável, que não polui o ar que respiramos e nem o meio ambiente," disse Beth Davison. O presidente da ONG Rodas da Paz, Uirá Lourenço, acrescentou que a iniciativa do passeio ciclístico é uma tentativa de mostrar à sociedade que a bicicleta pode ser usada como transporte diário. "Com esses passeios, incentivamos a sociedade a usar a bicicleta não só para o lazer, mas como forma de locomoção alternativa ao carro" , disse. O passeio ciclístico contou com a participação do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, que pedalou os 4,5 quilômetros do percurso. "A bicicleta é um meio saudável, que não polui. Vamos construir 600 quilômetros até o fim de 2014 para dar mais segurança ao ciclista". Os ciclistas que aderiram ao passeio saíram da área em frente à Embaixada da Holanda e seguiram para o Eixo Monumental, passando por locais tradicionais da capital federal, como a Esplanada dos Ministérios e a pista em frente à Catedral Metropolitana. No caminho, eles ganharam garrafas de água e receberam acenos de mãos e apoio. O passeio foi encerrado na chegada ao Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), no qual ocorre o seminário Ecomobilidade: em Busca de Cidades para as Pessoas, promovido pelo Ministério das Cidades.
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Correio do Brasil Online:Melhorar o transporte público pode reduzir emissões da frota brasileira, diz Ipea Luana Lourenço Repórter da Agência Brasil Investimentos e políticas públicas que melhorem o transporte público podem ser a saída para manter os níveis de emissão de poluentes sob controle e reduzir a liberação de gases de efeito estufa da frota brasileira. A avaliação está em um comunicado do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) lançado hoje (22), Dia Mundial sem Carro. O estudo destaca avanços na redução gradativa do nível de emissão de poluentes da frota nacional, por meio do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve), mas avalia que os ganhos estão sob risco se não forem estabelecidas medidas que estimulem o uso de transporte coletivo e aumentem a eficiência individual dos veículos. "Os veículos automotores produzidos atualmente poluem menos de 10% do que poluía um veículo similar da década de 1980 quando se trata de poluentes regulados pelo Proconve", compara o estudo, em referência às emissões de poluentes como monóxido de carbono, óxidos de nitrogênio, hidrocarbonetos e material particulado. No entanto, a tendência de redução de emissão de poluentes deverá sofrer uma inflexão nos próximos anos porque as tecnologias utilizadas para esse fim já atingiram um nível alto de eficiência e pelo inevitável aumento da frota e dos congestionamentos. "Daqui para frente os ganhos serão menores", segundo o Ipea. Outro desafio, de acordo com o estudo, está ligado à mitigação das emissões de gases de efeito estufa pelos veículos, que crescem numa relação direta com o aumento da frota e não são reguladas por nenhum instrumento como o Proconve. Em defesa do sistema público de transporte, o relatório aponta a vantagem dos meios coletivos em relação aos automóveis individuais e em relação às emissões de gases de efeito estufa. Mesmo que os ônibus emitam mais gases desse tipo que os automóveis, por utilizarem diesel, a quantidade de emissões é compensada pelo número de passageiros transportados. "Um usuário de automóvel, por exemplo, emite quase oito vezes mais CO2 (dióxido de carbono) que um usuário de ônibus e 36 vezes mais que um usuário de metrô", compara o estudo. No comunicado, o Ipea defende a aplicação de um conjunto de iniciativas que combinem ações fiscais de incentivo e restrição, medidas regulatórias e de investimento, com foco na melhoria do sistema público de transporte. "O transporte coletivo urbano deve ser prioridade nos vários níveis de políticas públicas, de forma concomitante à restrição crescente à circulação de veículos automotores individuais e à ênfase em soluções urbanas que favoreçam a redução da necessidade de transporte motorizado e a prioridade de transporte não motorizado", sugere.
22/09/2011 | 562 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
Notícias/Presidência
Conferência do Desenvolvimento terá edição na Universidade de São Paulo, Campus Leste, na segunda-feira, dia 26
22/09/2011 | 2248 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report | Leia mais
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Exame.com:Brasil será um dos principais destinos de investimentos , diz Ipea Estudo feito pelo instituto aponta que país deverá receber mais investimentos estrangeiros diretos nos próximos 12 mesesBrasília - O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou hoje (21) um estudo segundo o qual o Brasil será um dos principais destinos de investimentos estrangeiros diretos no mundo nos próximos 12 meses, mesmo com a crise internacional. As informações estão no Monitor de Percepção Internacional do Brasil. Segundo o estudo, baseado em consultas a agentes internacionais, o indicador que mostra a possibilidade de o Brasil receber investimentos subiu de 35 pontos para 43 pontos de maio para agosto de 2010.O Brasil possou a figurar entre os maiores destinos dos investimentos estrangeiros diretos nos próximos 12 anos para 70% dos entrevistados pelo Ipea ante os 56% que tinham a mesma perspectiva na pesquisa anterior. De acordo com técnicos do Ipea, a mudança na percepção dos entrevistados "está em linha com estatísticas da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad) sobre fluxo de capitais em 2010". No ano passado, o Brasil ocupou o quinto lugar no ranking, atrás dos Estados Unidos, da China, de Hong Kong e da Bélgica, informou o Ipea."Entre 2007 e 2009, o Brasil ficou entre o 12º e o 15º receptores de investimentos. Já em 2010, ele subiu para a quinta colocação. A posição não era alcançada desde o final dos anos 90, época das privatizações. Em 2011, a expectativa é que o Brasil talvez suba alguns postos. O investimento dos primeiros sete meses já é quase o mesmo do ano passado inteiro", disse André Pineli, especialista em planejamento e pesquisa do Ipea. O estudo, destacou Pineli, mostra ainda melhora no indicador que avalia a inflação. O indicador, que registrou expressivas quedas nas enquetes de fevereiro (-10) e maio (-24), reverteu a tendência, que agora é de neutralidade (zero)."De modo geral, notamos uma melhora dos indicadores. A pesquisa que foi feita em maio indicava uma explosão da inflação, mas, desta vez, em agosto, houve tendência de acomodação nas expectativas", acrescentou o técnico.O estudo revela ainda a melhora da avaliação dos agentes internacionais sobre a condução da política econômica no Brasil. O indicador subiu de 5 pontos, em maio, para 20 pontos em agosto. Para o Ipea, a mudança sugere uma percepção mais forte de que a política econômica nos últimos 12 meses favoreceu o crescimento com estabilidade.Quanto à desigualdade de renda no país, o estudo aponta redução de 28 pontos para 18 pontos neste indicador. Isso ocorreu também com o indicador relativo à pobreza, que caiu de 40 para 25. "O indicador ainda é favorável, porque mostra que haverá diminuição da pobreza e melhoria na distribuição de renda nos próximos meses. Só que não foi tão favorável quanto na pesquisa anterior", explicou Pineli. Para ele, a mudança da percepção dos agentes internacionais, nos últimos três meses, provavelmente sofreu o impacto da diminuição do crescimento da economia.De acordo com o estudo, os agentes internacionais entendem que o aperto monetário ocorrido no primeiro semestre, "assim como a deterioração nas perspectivas de crescimento dos países desenvolvidos", pode ter afetado as expectativas sobre a evolução da atividade econômica, já que o indicador relativo ao Produto Interno Bruto (PIB) diminuiu de 44 pontos para 30 pontos. nas duas últimas pesquisas.Ainda conforme o estudo, os entrevistados que esperavam crescimento do PIB abaixo de 3,6% nos próximos 12 meses, e que correspondiam a 12% do total em maio, saltaram para 40% em agosto
21/09/2011 | 582 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
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Último Instante:Só um terço das famílias paga IPTU no Brasil, aponta Ipea Um dos motivos que dificultam o recebimento do imposto é a falta de estrutura dos municípios, que carecem de regularização fundiária além de funcionários e tecnologia para processar o sistema de arrecadação. O Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) só é recolhido por 32% dos imóveis residenciais no Brasil. O dado aparece em trabalho divulgado ontem pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Um dos motivos que dificultam o recebimento do imposto é a falta de estrutura dos municípios, principalmente os menores, que carecem de regularização fundiária além de funcionários e tecnologia para processar o sistema de arrecadação. O economista Pedro Humberto de Carvalho Júnior, que contribuiu juntamente com três colegas para o trabalho, ressaltou que o não recolhimento do imposto gera um ciclo vicioso. Com a falta de dinheiro, as prefeituras ficam sem condições de melhorar a infraestrutura das comunidades e regularizar os imóveis, o que impede o aumento da base de contribuição. "A arrecadação de IPTU seria um ciclo virtuoso, que geraria fundos, urbanizaria a área, aumentaria o valor dos imóveis e cobraria um imposto maior, num processo em que todos ganhariam." Segundo Carvalho Júnior, a falta de recolhimento se dá por diversos fatores: "Alguns domicílios têm isenção, outros estão localizados em áreas ilegais, em assentamentos precários, ou estão situados em área rural." Entre as sugestões para melhorar a arrecadação está a realização de convênios com universidades e institutos federais com objetivo de levantar a situação dos imóveis e criar um sistema de processamento do imposto. Embora mais comum no interior do país, a situação repete-se em grandes capitais, conforme lembrou o economista. "No cadastro imobiliário do Rio de Janeiro, 70% estão isentos de IPTU, pois o município concede um número muito alto de isenções e grande parte dos imóveis está em áreas de favelas, que não pagam o imposto." O trabalho do Ipea também abordou a experiência das chamadas outorgas onerosas, que são instrumentos usados pelo Poder Público, principalmente o municipal, para permitir a construção de imóveis maiores e mais altos, desde que as empreiteiras paguem pelo metro quadrado excedente. "Os municípios têm incrementado a arrecadação com as outorgas onerosas, utilizadas para revitalizar certas áreas das cidades, mas ainda não há estudo de caso específico para avaliar se os resultados em termos urbanos são os esperados." No Rio de Janeiro, a prefeitura vem estimulando a revitalização da área do Cais do Porto por meio da venda de certificados de Potencial Adicional de Construção (Cepacs), que é um tipo de outorga onerosa, permitindo a elevação do gabarito dos prédios, em troca de um adicional de R$ 545 no valor do metro quadrado excedente. No leilão realizado em junho deste ano, a Caixa Econômica Federal arrematou sozinha todos os Cepacs, pelo valor de R$ 3,5 bilhões. Os dados apresentados fazem parte do Comunicado 112 do Ipea e podem ser acessados no endereço www.ipea.gov.br.
21/09/2011 | 1207 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
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DCI Online:Estratégias para o e-commerce Um recente estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apontou que há no Brasil mais de 73 milhões de internautas. Destes, cerca de 14 milhões utilizam o e-commerce, o que representa 19% da população virtual. - A taxa média de conversão das lojas virtuais, porém, fica entre 1% e 2%, ou seja, a cada 100 pessoas que entram no seu site, apenas duas compram. A grande pergunta é: Como fazer para manter os outros 98 clientes dentro da loja virtual? Para auxiliar nesse processo, relaciono abaixo algumas dicas. 1 - Selecione a fonte de tráfego: Entenda exatamente quem é o seu público e conheça as mídias que podem trazê-lo para seu site. 2 - Exposição de produtos: Depois de trazer o público, é hora de pensar no produto e expor da melhor forma possível, nos mínimos detalhes. 3 - Fique atento à concorrência: Fique de olho no preço aplicado pela concorrência. Já existem ferramentas que monitoram automaticamente o mercado e auxiliam para que os valores do seu site sempre estejam interessantes. 4 - Busca Inteligente: As ferramentas de busca devem ser o mais inteligentes possível. Para isso existem plataformas que armazenam e fazem o reconhecimento de informações, levando o que há de melhor ao interesse do usuário. 5 - Acompanhe o cliente em tempo real: Existem ferramentas que permitem acompanhar todos os passos do cliente dentro da loja. Atuando como um gerente, é possível personalizar o atendimento conforme o perfil e os hábitos do usuário. 6 - Atendimento: O cliente sempre preza um bom atendimento, por isso deixe bem transparente o seu diferencial no tratar com o cliente. Crie uma relação de confiança e credibilidade. 7 - Deixe seu site mais vendedor: Ofertas atraem os consumidores. Deixe seu site cheio de oportunidades e passe uma mensagem forte e com imediatismo. 8 - Plataforma eficiente: É muito comum o abandono de sites lentos. Valorize as plataformas baseadas na tecnologia SaaS, a evolução e a integração de novas ferramentas é muito mais rápida e fácil. 9 - Design e usabilidade: Além de uma plataforma com boa performance, sua loja também deve contar com um bom design e usabilidade. As boas plataformas costumam proporcionar ferramentas para realizar testes. 10 - Redes Sociais: Ao invés de ir para as redes sociais, traga-as para dentro do seu site. Relacione seus produtos com os comentários nessas mídias, faça com que os consumidores possam recomendá-los.
21/09/2011 | 776 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
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Istoé Dinheiro Online:Ipea: índice põe Brasil entre destinos principais de IED Eduardo Rodrigues Apesar do recrudescimento da crise internacional, o Brasil deverá continuar sendo um dos principais destinos para o capital estrangeiro sob a forma de investimentos diretos (IED), de acordo com estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) junto a agentes internacionais. Segundo dados do chamado Monitor da Percepção Internacional do Brasil, o indicador que mede a tendência do País em receber esses recursos passou de 35 pontos positivos em maio para 43 pontos em agosto. Segundo o Ipea, para 70% dos entrevistados, o Brasil estará entre os cinco maiores destinos de IED no mundo nos próximos 12 meses. Na pesquisa anterior, essa resposta havia sido dada por apenas 56% dos consultados. Em 2010, o Brasil ocupou exatamente o quinto lugar nesse ranking, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, China, Hong Kong e Bélgica. Na semana passada, o diretor de política monetária do Banco Central, Aldo Mendes, estimou que o ingresso de recursos estrangeiros nessa conta deve chegar à quantia recorde de US$ 70 bilhões em 2011. A estimativa oficial da autoridade monetária - que deve ser revisada no fim deste mês - ainda é de US$ 55 bilhões. Se confirmada, a nova cifra representará um salto de 44,5% em relação ao resultado do ano passado. A pesquisa também mostra uma melhora da avaliação dos agentes internacionais em relação à condução da política econômica do País. O indicador, que estava positivo em 5 pontos em maio deste ano, passou para 20 pontos em agosto. O movimento reverteu a tendência de declínio nesse índice que vinha sendo registrada desde outubro do ano passado. Da mesma forma, o indicador que mede a avaliação sobre a inflação chegou à neutralidade (zero pontos) após ter ficado negativo em 24 pontos na pesquisa anterior. Já as perspectivas sobre o crescimento do PIB caíram de 44 pontos para 30 pontos positivos. Segundo o Ipea, 40% do entrevistados esperam uma expansão da economia brasileira abaixo de 3,6%. Ontem, o FMI revisou de 4,1% para 3,8% a estimativa de crescimento do País em 2011, mas a previsão oficial do governo ainda é de 4,5%.
21/09/2011 | 568 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
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O Globo Online:Estrangeiro vê mais investimento externo no Brasil, aponta Ipea Agentes internacionais consultados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aumentaram a expectativa de Investimento Direto Estrangeiro (IDE) no Brasil para os próximos 12 meses. Para 70% dos consultados, o Brasil estará entre os cinco maiores receptores mundiais de investimento direto no período. O indicador relativo ao investimento externo aumentou de +35 para +43, em relação à pesquisa de maio, em uma escala criada pelo Ipea. Já o índice que mede a expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) recuou para +30, ante +44. Entre as duas últimas pesquisas, o percentual de estrangeiros que esperam aumento do PIB abaixo de 3,6% nos próximos 12 meses saltou de 12% para 40%. O monitor classifica as avaliações entre: muito otimista (+100 a +60); modestamente otimista (+60 a +20); neutra (+20 a -20); pessimista (-60 a -20); muito pessimista (-100 a -60). "O aperto na política monetária ocorrido no primeiro semestre, assim como a deterioração nas perspectivas de crescimento dos países desenvolvidos, parece ter afetado as expectativas sobre a evolução da atividade econômica no país", avalia o Ipea, em documento divulgado há pouco. O Monitor da Percepção Internacional do Brasil, divulgado trimestralmente pelo Ipea, capta a avaliação de entidades internacionais com atuação no Brasil (embaixadas, câmaras de comércio, empresas com controle estrangeiro e organizações multilaterais) a respeito da economia, política e realidade social do país. A expectativa dos pesquisados é que a inflação feche em 5,5% nos próximos 12 meses. Os agentes internacionais mantiveram o mesmo índice (+28) em relação à influência do atual ambiente político na disposição das empresas em investir no Brasil. O monitor também revelou que as entidades acreditam que o Brasil diminuiu o poder de influência em instituições multilaterais (ONU, FMI e OMC) nos últimos 12 meses. O medidor caiu de +24 para +15.
21/09/2011 | 796 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
Videos/Dinte
Pesquisa revelou as expectativas de agentes internacionais sobre o Brasil
21/09/2011 | 3809 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report | Leia mais
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André Pineli, técnico do Ipea, comenta os destaques da pesquisa
21/09/2011 | 3086 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report | Leia mais
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Investimento direto estrangeiro (IDE) foi um dos destaques do Monitor da Percepção Internacional
21/09/2011 | 5037 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report | Leia mais
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:Bolsa Família estimula o trabalho, diz ministra Ao contrário do que alegam seus críticos, o Programa Bolsa Família estimula as famílias beneficiadas a trabalhar, mostrando que as políticas de transferência de renda se adéquam à agenda de inclusão produtiva. A afirmação foi feita pela ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, durante audiência pública nesta terça-feira (20).- A cada real transferido pelo Bolsa Família, cerca de R$ 1,44 retorna à economia - afirmou a ministra, citando estimativa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), durante audiência conjunta das comissões de Assuntos Sociais (CAS) e de Assuntos Econômicos (CAE).Tereza Campello argumentou que dados como esse reforçam a ideia de que a transferência de renda é boa para o país, e não apenas para a família beneficiada pelo programa, por fortalecer o mercado interno de massas e, portanto, a economia.A ministra disse ainda que 72% das pessoas que recebem o Bolsa Família trabalham, mas em condições que não lhes permitem o sustento familiar - ou seja, para elas, o programa de transferência funciona como um complemento de renda.É nesse contexto, explicou a ministra, que foi lançado em junho o Plano Brasil Sem Miséria, que além de buscar a inclusão da população, visaria melhorar as condições de trabalho dos brasileiros mais pobres.O Brasil Sem Miséria tem foco nas famílias com renda de até R$ 70 por pessoa. De acordo com o governo, o plano combinará transferência de renda, acesso a serviços públicos (nas áreas de educação, saúde, assistência social, saneamento e energia elétrica) e inclusão produtiva, entre outras ações. Tereza Campello reiterou que o objetivo do plano é retirar cerca de 16 milhões de pessoas da condição de extrema pobreza.A ministra insistiu no argumento de que a agenda do Brasil Sem Miséria não é apenas social, embora a inclusão social seja um de seus principais elementos.- A inclusão representa o diferencial no modelo econômico do país: um modelo em que o desenvolvimento econômico se alia à distribuição de renda - disse.Entre as diversas medidas que compõem o Brasil Sem Miséria, Tereza Campello citou a recente mudança no Bolsa Família que possibilita a ampliação - de três para cinco - do número de filhos por família que podem ser beneficiados pelo programa.Ela também ressaltou a importância da MP 535/11, que cria incentivos financeiros para as atividades rurais das famílias de baixa renda, como parte do Brasil Sem Miséria. A medida provisória foi aprovada pela Câmara na semana passada e aguarda votação no Senado. João Alberto Souza cobra políticas para redução da pobreza extrema Em pronunciamento em Plenário nesta terça-feira (20), o senador João Alberto Souza (PMDB-MA) cobrou da presidente Dilma Rousseff um programa nacional para a melhoria do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e para a redução das desigualdades regionais. O senador pediu mais investimentos nos municípios que concentram a população mais carente do país, concentrados principalmente no Nordeste. João Alberto destacou que, apesar de o Brasil registrar crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e avançar na economia mundial, o país aparece em 73º lugar no ranking de IDH calculado pela ONU. Para ele, mesmo com as políticas públicas adotadas nos últimos anos, ainda há muito a ser feito para melhorar a situação dos cerca de 16 milhões de brasileiros que vivem em situação de pobreza extrema.- Em meio ao esse cenário magnífico internacional, nos voltamos para nossa realidade local e o que vemos é devastador. Espero pelo dia em que estaremos comemorando não apenas o crescimento do PIB, ou o fortalecimento da nossa economia, mas também comemorando a superação das desigualdades regionais, o acesso da população a serviços essenciais de saúde e educação e a melhoria de nossas infraestrutura de estradas, saneamento básico e moradias. O dia em que teremos superado a dicotomia do PIB versus IDH e seremos conhecidos pela nossa diversidade e não pela nossa desigualdade - afirmou.O senador do Maranhão argumentou que é preciso "tratar desigualmente os desiguais" e citou estudos do IBGE e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) para comprovar essa desigualdade. De acordo com os institutos, existem hoje no país 16,2 milhões de pessoas abaixo da linha de pobreza. A maioria é negra ou parda, jovem e reside na região Nordeste, principalmente nas áreas rurais.João Alberto Souza defendeu como caminhos para a redução da desigualdade a regulamentação da Emenda Constitucional 29, assegurando mais recursos para ações de saúde em municípios carentes. Também pediu investimento prioritário em infraestrutura.- Um questionamento deve ser permanentemente colocado nesta Casa: como fazer para que os municípios mais pobres da nação sejam nivelados ao desenvolvimento de todo o país? A resposta está em fazer com que as políticas públicas cheguem a esses municípios - argumentou o senador.
21/09/2011 | 1028 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
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Monitor Mercantil Digital:BB acelera crédito para automóveis O Banco do Brasil decidiu elevar em R$ 79 bilhões os empréstimos à pessoa física no último trimestre do ano. Desse montante, R$ 48 bilhões vão para o crédito consignado, crédito direto ao consumidor (CDC) e financiamento de veículos. Até junho, o estoque de crédito para compra de carros totalizava R$ 122,6 bilhões. O BB aposta nos clientes ainda não endividados. Somente o crédito à pessoa física alcançou R$ 122,6 bilhões em junho, uma elevação de 21,2% em um ano. Para o economista Roberto Messenberg, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o país deveria privilegiar o investimento público, em detrimento do consumo e do superávit primário - desvio de recursos para pagar juros. Citando estudo da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Messenberg lembra que a indústria acumula estoques e o investimento público se encontra em queda: "O investimento é a variável mais suscetível às expectativas. Temo que isso comprometa a dinâmica da economia e voltemos aos vôos de galinha", destacou o pesquisador do Ipea. "O rebaixamento do Tesouro norte-americano por uma agência de risco parece ter feito as pessoas entrarem em transe, reajustando suas expectativas para baixo. E a elevação do superávit primário certamente vai afetar o investimento, uma das variáveis mais voláteis da economia brasileira", alerta Messenberg, acrescentando que a retomada do investimento afasta o risco de inflação quando a economia voltar a crescer.
21/09/2011 | 726 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
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G1.com.br:Programa Livro Popular em MT deverá oferecer livros a R$ 10 Projeto pretende estimular a produção e a venda de livros com preço baixo. Escritora diz que estado possui grandes autores, mas falta reconhecimento. Os editores e leitores de Cuiabá estão otimistas com a criação do Programa Livro Popular, do Governo Federal. O projeto pretende estimular a produção e a venda de livros com preços de até R$ 10. Com isso, a ideia é baratear e facilitar o acesso à leitura, principalmente, com a população mais carente. Um projeto de lei está em discussão na Assembleia Legislativa e propõe a criação da política estadual do livro em Mato Grosso. Além de estimular a leitura, a proposta pretende desenvolver o mercado editorial local, incentivar a publicação e facilitar o acesso a obras mato-grossenses. A escritora Marta Helena Cocco pontua que o estado possui grandes autores, mas falta o reconhecimento e incentivo. ''Um estado rico, próspero, que trata mal os artistas e tem uma cultura de leitura precária. É doloroso dizer, mas é a pura verdade'', argumentou. Ela também é professora de literatura, já escreveu quatro livros e atualmente está produzindo o quinto. ''Não adianta fazermos eventos extraordinários sem que haja o leitor. O livro tem que estar na mão do leitor'', apontou O primeiro edital do programa Livro Popular, lançado pelo Governo Federal, é para convocar editores e autores para inscrever os títulos. Em seguida, a segunda fase será a de cadastrar livrarias, bancas de jornal e outros pontos de vendas interessados em vender livros mais baratos. O preço de R$ 10 para o livro popular foi determinado a partir de dados que levaram em consideração o impacto desse valor no orçamento de diferentes classes sociais. Os estudos foram feitos pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pela Associação Nacional de Livrarias. Os leitores estão esperançosos com a novidade. ''Tem muita gente que não pode comprar um livro por causa do preço. Até desanima de vir na livraria por conta do valor'', disse o agricultor Silvio Muchalak. Em Cuiabá, a livraria de um shopping tem prateleiras com títulos que custam entre R$ 8 e R$ 10. O gerente do local, Anderson Raber, acredita que a iniciativa do governo pode dar certo e movimentará a economia. ''Não só uma questão de comprar, mas a pessoa vai se sentir melhor, vai gostar e buscar o conhecimento. Para o crescimento pessoal será maravilhoso'', contou. A lógica do projeto é que se estabeleça no Brasil uma prática bastante comum nos Estados Unidos e na Europa, onde os livros são lançados primeiramente em edições de capa dura, mais robustas e caras, depois chegam em volumes um pouco mais simples e baratos. Com 12 anos no mercado dos livros, uma editora da capital mato-grossense publicou 144 títulos, entre obras infantis, romances e poesias. A editora acredita que com políticas de incentivo à leitura é possível produzir materiais mais baratos. ''Tem que haver uma forma do livro ser absorvido. Não basta somente produzir o livro a um custo barato e ele ficar estocado dentro de uma editora ou livraria. Para isso precisa de um movimento de incentivo à leitura'', critica Elaine Caniato.
21/09/2011 | 1173 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
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R7.com:Apenas 32% das famílias brasileiras pagam IPTU, segundo estudo do Ipea Pesquisa revelou distorções na renda gerada a partir de impostos entre os municípios Apenas um terço das famílias brasileiras pagam IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), de acordo com um estudo divulgado nesta terça-feira (20) pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), que avaliou a eficácia dos municípios do país em arrecadar impostos locais. Segundo o comunicado "O uso dos instrumentos de financiamento para política urbana", o principal imposto urbano é cobrado em apenas 32% das residências do país. O IPTU é um imposto que só pode ser cobrado em áreas urbanas e que disponham de pelo menos dois de cinco requisitos: esgoto, abastecimento de água, iluminação pública, canalização da água da chuva e a presença de uma escola ou posto de saúde num raio de 3 km. Ou seja, os municípios rurais arrecadam menos IPTU. Por outro lado, podem receber mais com outros impostos, como os que estão vinculados, por exemplo, à venda de terras, como é o caso das cidades do Centro-Oeste, segundo o Ipea, que vêm aumentado sua receita com esse tipo de tributo. Na região Sudeste, por exemplo, que concentra o maior número de cidades com imóveis em áreas urbanas, quase metade das famílias pagam IPTU. Na região Nordeste esse percentual cai para 10%, e no Norte, para apenas 2,8%. Mas o que mais chamou a atenção dos pesquisadores foi uma grande concentração de renda em relação aos tributos municipais, que são cobrados com mais eficiência, em geral, nas cidades mais ricas. O estudo revelou que 250 municípios do país arrecadam dez vezes mais do que a grande maioria das 5.564 cidades brasileiras. Por disporem de mais recursos para a cobrança e a fiscalização desses impostos, essas cidades também recebem mais dinheiro do governo federal, estadual e até mesmo de investimentos privados. Um dos autores do estudo, o economista e técnico em planejamento e pesquisa do Ipea Pedro Humberto de Carvalho Junior, explica que, além disso, muitos municípios concedem isenções ou têm um grande número de domicílios em situação irregular. - Esse é um grande problema porque a arrecadação de IPTU gera um círculo virtuoso, pois é possível geral fundos para urbanizar áreas e isso aumentaria o valor dos imóveis, permitindo cobrar um imposto maior em um processo em que todos ganham. Na cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, 70% das residências cadastradas, ou seja, que estão regularizadas junto à prefeitura, não pagam IPTU. Além de dispor da estrutura urbana exigida em lei, para que uma prefeitura possa cobrar o IPTU é preciso ter uma planta de valores atualizada, um cadastro imobiliário, uma Secretaria de Fazenda e uma Procuradoria, a quem cabe fazer a cobrança. Como a maioria das cidades do país não dispõe dessa estrutura, Carvalho Júnior ressalta a importância de se promover iniciativas para ajudar as prefeituras a otimizar sua arrecadação, seja por meio da capacitação dos gestores públicos, ou através de convênios com outras instituições. A dificuldade em manter uma estrutura de administração pública faz com que muitas cidades brasileiras arrecadem mais com taxas como a Cosip, contribuição destinada à iluminação pública e que é cobrada diretamente na conta de luz. De acordo com o Ipea, 60% dos municípios brasileiros estão nessa situação. O estudo sobre os tributos municipais também confirmou o que muitos brasileiros sentem no bolso. Assim como ocorre com o Imposto de Renda, proporcionalmente, os mais pobres são os que pagam mais impostos. Quem vive em um imóvel avaliado em R$ 1 milhão paga, proporcionalmente, um IPTU menor do que um imóvel de R$ 100 mil. A distorção se repete quando se analisa outro tributo municipal, o ISS (Imposto Sobre Serviços) que incide sobre atividades acessíveis à população de maior poder aquisitivo, como explica Carvalho Júnior. - Os pobres consomem mais produtos tributados pelo ICMS (Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços), que têm alíquota de até 25%, enquanto os mais ricos pagam mais ISS, cuja alíquota é de, no máximo, 5%.
21/09/2011 | 1338 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report

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