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Assista ao programa que recebeu Fabiano Pompermayer, do Ipea, e Máximo Pompermayer, da Aneel
Folha.com: Para Ipea, 16 milhões de brasileiros têm empregos 'verdes' Para o Ipea, 37% dos trabalhadores brasileiros - o equivalente a 16,3 milhões de pessoas - têm empregos "verdes". Um emprego "verde", para ambas as instituições, não é necessariamente um que tem impacto ambiental positivo, mas um que tem potencial para isso. Os pesquisadores Aguinaldo Nogueira Maciante e Fernanda Nonato consideram, por exemplo, que são empregos "verdes" aqueles de atividades ligadas à pecuária, fabricação e refino de açúcar, processamento industrial de fumo, fabricação de papel, entre outros. O título inteiro do estudo é "A identificação de empregos verdes, ou com potencial verde, sob as óticas ocupacional e setorial no Brasil".
Folha.com: Dilma pode sancionar Vale Cultura ainda nesta quinta-feira A presidente Dilma Rousseff pode sancionar nesta quinta-feira (20) o Vale Cultura. A proposta será uma espécie de "vale-alimentação" cultural: R$ 50 mensais, para serem gastos com bens culturais, como livros, discos e ingresso de cinema. A política pública deve atingir cerca de 12 milhões de trabalhadores e se restringirá àqueles que recebem até cinco salários mínimos (R$ 3.110, no valor atual). Até a manhã, o Ministério da Cultura trabalhava com a data de 27 de dezembro para a chancela presidencial. A possibilidade de uma brecha na agenda de Dilma hoje, contudo, pode adiantar os planos. Havia pressa, no governo, para que o projeto fosse sancionado antes do fim do ano. Só assim ele poderá vigorar em 2013, já que projetos com renúncia fiscal só passam a valer no exercício seguinte. A pasta calcula, ainda, que a implementação do vale demore seis meses. Assim, em 2014, ano eleitoral, o vale estará a pleno vapor. DESTRAVOU O Vale Cultura foi lançado em 2009 pelo então presidente Lula, mas emperrou no Congresso. Naquele ano, o projeto chegou a ser aprovado no Senado. Mas, quando voltou à Câmara para nova análise, sofreu uma alteração: a oposição conseguiu incluir na proposta a extensão do benefício a aposentados (que receberiam R$ 30 mensais) e servidores federais. Esse movimento foi encarado pelo governo como manobra. Com o novo grupo de beneficiados, o impacto orçamentário seria alto demais, o presidente seria obrigado a vetá-lo --o que provocaria desgaste político. "Foi uma armadilha porque inviabilizou o projeto mais importante de cultura para a população carente. Foi uma perversidade", disse a ministra Marta Suplicy à Folha. A aprovação dessa política pública no Congresso foi a primeira grande vitória de Marta, que substituiu Ana de Hollanda em setembro. Já que o vale funciona por meio de renúncia do Imposto de Renda dos empregadores, deve absorver R$ 7 bilhões dos cofres públicos no primeiro ano. CATRACA LIVRE Segundo pesquisa de amostragem nacional feita em 2010 pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), 71% dos brasileiros dizem que o preço alto é um obstáculo ao acesso à cultura e 80,4% dos que vivem na região Sudeste vão raramente ou nunca foram ao cinema.
Meionorte.com: Renda de brasileiro das camadas médias da pirâmide social cresce 5,94% ao ano O estudo analisa os dados do aumento do PIB, que mede tudo que é produzido no país A renda dos brasileiros que estão nas camadas médias da pirâmide social cresceu 5,94% ao ano entre 2003 e 2011 - acima do Produto Interno Bruto (PIB) por pessoa (3,1%). A evolução desses dados (veja gráfico) está no Comunicado 158/2012: Desenvolvimento Inclusivo Sustentável, lançado na última terça-feira (18) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). "A desigualdade continua caindo, e a permanência desse movimento é um componente fundamental para avaliarmos o crescimento, apesar da crise financeira mundial e do baixo crescimento do PIB", avalia o presidente do Ipea, Marcelo Neri. O estudo analisa os dados do aumento do PIB, que mede tudo que é produzido no país, e os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) - ambos os estudos são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os pesquisadores estudaram a diferença no aumento da renda domiciliar média (4,36%) e mediana (5,94%) medidas pela Pnad. Enquanto a primeira é influenciada pelos dados do topo e da base pirâmide, que são os muito ricos e os que estão fora do mercado de trabalho, a mediana revela o que acontece no bolso das classes médias. Segundo o Comunicado, medidas de renda, consumo e riqueza devem estar acompanhadas por indicadores que reflitam sua distribuição. "Em um país apelidado de Belíndia, esse tipo de consideração é de importância capital, pois a média esconde mais do que revela", avalia o estudo - que faz referência a uma comparação clássica entre os economistas de que o Brasil tem uma "Índia" pobre convivendo com uma "Bélgica" rica. Indicadores - De 2003 a 2011, o índice de Gini (que mede a desigualdade) da Pnad cai a uma média de 1,2% ao ano. Apesar de não haver dados da Pnad para 2012, a tendência se mantém segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME - IBGE). De acordo com a PME, no trimestre terminado em setembro de 2012, a desigualdade caiu 1,69% quando comparada ao mesmo trimestre do ano anterior. Ou seja, uma velocidade de queda de 40,5%, ou 0,49 pontos de porcentagem por ano maior. "Em cerca de 2/3 dos países do mundo - sejam países desenvolvidos como os Estados O Ipea avalia que, embora no longo prazo, a evolução do PIB e a renda da Pnad apresentem tendências semelhantes, há um forte descolamento no período de 2003 a 2011, quando a renda média da Pnad cresceu 1,26 ponto de porcentagem por ano a mais que o PIB. "De acordo com a visão objetiva das pessoas, os seus respectivos padrões médios de vida estavam crescendo mais do que as Contas Nacionais (PIB) sugerem", diz o estudo. Segundo o Comunicado, essa tendência permanece em 2012, pelos dados da PME. "O diferencial de crescimento de renda do trabalho é quase três pontos de porcentagem superior ao ocorrido no PIB até o terceiro trimestre de 2012".
Regiaonoroeste.com: Nordestinos são o povo mais feliz do Brasil Quem vive no Nordeste é mais feliz do que os moradores de outras regiões do Brasil. É o que indica uma avaliação feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, o Ipea. O estudo se baseou no ranking mundial da felicidade, da consultoria Gallupp World Poll, que mede a satisfação de vida. Os nordestinos tiveram uma nota média de sete vírgula 38, mas quase perderam para os moradores da região Centro-Oeste, onde foi registrado um desempenho de sete vírgula 37. Em terceiro lugar ficou a região Sul, com sete vírgula 20 de avaliação, seguida da região Norte, com sete vírgula 13. Já o Sudeste foi considerado a região mais infeliz do País, com um índice de seis vírgula 68. A pesquisa envolveu três mil e 800 brasileiros e dos 147 países avaliados, o Brasil ficou na posição de número 16, com uma nota de sete vírgula um no quesito felicidade.
Valor Econômico: Perdas da biodiversidade podem afetar economias Quando a iniciativa The Economics of Ecosystems and Biodiversity (TEEB) divulgou há três anos que o mundo perde anualmente entre US$ 2,5 trilhões e US$ 4,5 trilhões com a destruição dos ecossistemas vitais, o setor empresarial despertou para os riscos e começou a se movimentar para evitar impactos irreversíveis nos negócios. Liderado por Pavan Sukhdev, diretor-fundador da empresa indiana GIST (Green Indian States Trust), o estudo, iniciado em 2007, gerou diferentes relatórios que subsidiariam negociações internacionais sobre o tema. No Brasil, dono de 15% da biodiversidade do planeta, invejável estoque hídrico e expressivo potencial no mercado de fixação de carbono, o governo federal decidiu iniciar a tropicalização da metodologia para inserir o assunto nas contas nacionais, trabalho conduzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Em paralelo, foi lançada em outubro no Brasil uma versão do TEEB específica para o mundo dos negócios, de modo que o meio empresarial contabilize riscos e identifique oportunidades a partir da biodiversidade. "A inclusão desses valores nas políticas adotadas pelas empresas pode gerar economia de recursos, desenvolvimento local, geração de emprego e melhoria na qualidade de vida", diz Helena Pavese, gerente de política ambiental da Conservação Internacional (CI-Brasil), organização ambientalista que desenvolve o projeto em cooperação com a ONU. O objetivo é tornar as ferramentas de medição acessíveis e mudar a cultura corporativa para incluir a biodiversidade no manejo de riscos. Nos próximos 25 anos, diz Pavese, as perdas de biodiversidade podem atingir € 25 bilhões, podendo afetar setores estratégicos. Só os EUA movimentam entre US$ 75 bilhões e US$ 150 bilhões com a produção de fármacos a partir de recursos naturais. Pavese acredita ser possível reverter o processo quando se mede financeiramente a biodiversidade. A cidade de Nova York, por exemplo, economizou US$ 6 bilhões em tratamento de água após o recente investimento na recuperação ambiental de seu principal manancial hídrico, nas montanhas de Catskills. Contabilizar o retorno para as empresas e para a sociedade de cada real investido na proteção dos recursos naturais é uma estratégia que fortalece os argumentos para a urgência da conservação. No Brasil, 78% da hidroeletricidade provem de fontes geradoras nutridas por rios situados em áreas protegidas, como parques ou reservas, que garantem qualidade e boa vazão à água. Os dados constam no relatório "Contribuição das Unidades de Conservação Brasileiras para a Economia Nacional", elaborado pelo United Nations Environment Programme (UNEP). Para o pesquisador Carlos Eduardo Young, um dos autores do estudo, "o sucesso ou fracasso dos empreendimentos deixam de ser consequência apenas dos resultados financeiros atingidos". Na competição por mercado, surgem ferramentas de gestão para diferenciar empresas que adotam boas práticas no uso da biodiversidade. É o caso do selo de certificação Life, projeto brasileiro reconhecido pela Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), em fase piloto de desenvolvimento. (SA)
Processos seletivos 2012 Chamada Pública nº 135/2012 – Projeto “Mobilização do Conhecimento Nacional em Pesquisa Empírica em Direito” Chamada Pública nº 134/2012 – Projeto "Observatório Da Função Socioambiental do Patrimônio da União na Amazônia": Projeto Piloto Chamada Pública nº 133/2012 – Projeto "Sistema Nacional de Inovação e Infraestrutura de C,T & I no Brasil" Chamada Pública nº 132/2012 – Projeto "Especialização e diversificação nas regiões brasileiras" Chamada Pública nº 131/2012 – Projeto "Pensando o Direito e as Reformas Penais no Brasil" Chamada Pública nº 130/2012 – Projeto "Pensando o Direito e a Tributação das Organizações da Sociedade Civil (OSCs)" Chamada Pública nº 129/2012 – Projeto "A construção social da legalidade na Administração Pública: Direito e Desenvolvimento no Brasil" Chamada Pública nº 128/2012 – Projeto "Produção de etanol e desenvolvimento produtivo no Brasil: análise da viabilidade da produção em pequena e média escala" Chamada Pública nº 127/2012 – Projeto "Atlas de Desenvolvimento Humano no Brasil" Chamada Pública nº 126/2012 – Projeto "Estratégias das Empresas Transnacionais: Determinantes e Impactos sobre o Investimento Externo, o Comércio Internacional e a Estrutura das Cadeias Produtivas Globais" Chamada Pública nº 125/2012 – Projeto "Indicadores e Dados Sistematizados para Pesquisas de Avaliação de Políticas Públicas, com Foco Regional, Urbano e Ambiental" Chamada Pública nº 124/2012 – Projeto "Atlas do Desenvolvimento Humano Municipal – IDHm" Chamada Pública nº 123/2012 – Projeto "Automatização do levantamento e do povoamento das bases de dados regionalizadas" Chamada Pública nº 122/2012 – Projeto "Crime, pena e cidadania: pensando o Direito e as reformas penais no Brasil" Chamada Pública nº 121/2012 – Projeto "Especialização e diversificação nas Regiões Brasileiras" Chamada Pública nº 120/2012 – Projeto "Diagnóstico e Perspectiva da Educação do Campo" Chamada Pública nº 119/2012 – Projeto "Estudos sobre segurança pública e sistema de justiça criminal" Chamada Pública nº 118/2012 – Projeto "Capacidades Estatais para o Desenvolvimento em Perspectiva Comparada" Chamada Pública nº 117/2012 – Projeto "A dimensão produtivo-tecnológica nas teorias do desenvolvimento econômico e suas decorrências normativas: Em busca de fundamentos teóricos para políticas de mudança estrutural" Chamada Pública nº 116/2012 – Projeto "Estudos Presidenciais" Chamada Pública nº 115/2012 – Projeto "Sistema de Indicadores Econômicos Sociais – SIES/IPEA" Chamada Pública nº 114/2012 – Projeto "Políticas de Defesa e Segurança na América do Sul e Inserção Regional do Brasil" Chamada Pública nº 113/2012 – Projeto "O peso das revisões das contas nacionais trimestrais nos erros de projeções de modelos econométricos selecionados sobre a dinâmica" Chamada Pública nº 112/2012 – Projeto "Estudos sobre segurança pública e sistema de justiça criminal" Chamada Pública nº 111/2012 – Projeto "Estado e organizações civis no Brasil" Chamada Pública nº 110/2012 – Projeto "II Pesquisa Nacional Sobre Educação na Reforma Agrária" Chamada Pública nº 109/2012 – Projeto “Acompanhamento e análise das finanças públicas e da política fiscal brasileiras" Chamada Pública nº 108/2012 – Projeto “Análise dos custos e limitações da recuperação florestal" Chamada Pública nº 107/2012 – Projeto “Banco Nacional de Autos Findos de Ações Trabalhistas" Chamada Pública nº 106/2012 – Projeto “Regime de crescimento e acumulação de capital no Brasil (2004-2011): características estruturais, padrão de inserção internacional e performance macroeconômica" Chamada Pública nº 105/2012 – Projeto “Inquérito Brasileiro sobre a Concorrência do Setor Farmacêutico" Chamada Pública nº 104/2012 – Projeto “Estratégias das Empresas Transnacionais: Determinantes e Impactos sobre o Investimento Externo, o Comércio Internacional e a Estrutura das Cadeias Produtivas Globais" Chamada Pública nº 103/2012 – Projeto “Acompanhamento e análise das políticas de promoção da igualdade de gênero" Chamada Pública nº 102/2012 – Projeto “Custos econômicos dos acidentes de trabalho no Brasil: uma abordagem exploratória a partir de bases de dados secundários” Chamada Pública nº 101/2012 – Projeto “BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e seus vizinhos: estudos das relações políticas regionais de Rússia e Índia” Chamada Pública nº 100/2012 – Projeto “Brasil em Desenvolvimento: Estado, Planejamento e Políticas Públicas” Chamada Pública nº 099/2012 - Projeto “Diagnóstico dos Juizados Especiais Cíveis” Chamada Pública nº 098/2012 - Projeto “Reincidência Criminal no Brasil” Chamada Pública nº 097/2012 - Projeto “Pesquisa Regional do Estado de Conservação da Biodiversidade Brasileira” Chamada Pública nº 096/2012 - Projeto “Recuperação e Perspectivas da Indústria Naval Brasileira: Tendências para os próximos 25 anos” Chamada Pública nº 095/2012 - Projeto “Cooperação Brasileira para o Desenvolvimento Internacional” Chamada Pública nº 094/2012 - Projeto “O Brasil em perspectiva territorial: As Regionalizações Produzidas no Brasil do século XIX ao XXI em suas perspectivas acadêmica e aplicada” Chamada Pública nº 093/2012 - Projeto “Estudo das Regiões Metropolitanas do Brasil – Critérios e indicadores para as metrópoles” Chamada Pública nº 092/2012 - Projeto “Estudo das Regiões Metropolitanas do Brasil – Financiamento de funções públicas de interesse comum” Chamada Pública nº 091/2012 - Projeto “Boletim Mercado de Trabalho: Conjuntura e Análise” Chamada Pública nº 090/2012 - Projeto “Levantamento de Recursos da Cooperação Internacional para o Desenvolvimento – Levantamento Cobradi” Chamada Pública nº 089/2012 - Projeto “Capacidades humanas no processo nacional de desenvolvimento” Chamada Pública nº 088/2012 - Projeto “Impacto das UPPs no desempenho e evasão escolar” Chamada Pública nº 087/2012 - Projeto “O Impacto dos Jogos Pan-americanos de 2007 na taxa de crime do Rio de Janeiro” Chamada Pública nº 086/2012 - Projeto “Sistema de Indicadores Econômicos Sociais – SIES/IPEA” Chamada Pública nº 085/2012 - Projeto “Estudo de localização espacial da produção agrícola brasileira através de indicadores geográficos utilizando o Software de análises estatísticas e espaciais – IPEAGEO” Chamada Pública nº 084/2012 - Projeto “Estudo das desigualdades espaciais de renda per capita no Brasil em múltiplas escalas espaciais” Chamada Pública nº 083/2012 - Projeto “Boletim de Políticas Sociais – Previdência Social e Assistência Social” Chamada Pública nº 082/2012 - Projeto “Diagnóstico e Perspectiva da Educação do Campo” Chamada Pública nº 081/2012 - Projeto “Políticas Sociais: Acompanhamento e Análise – Educação” Chamada Pública nº 080/2012 - Projeto “Pesquisa e Desenvolvimento de Métodos de Avaliação e Acompanhamento de Projetos e Planos de Trabalho” Chamada Pública nº 079/2012 - Projeto “Políticas Sociais: Acompanhamento e Análise – Igualdade Racial” Chamada Pública nº 078/2012 - Projeto “Boletim de Políticas Sociais – Previdência Social e Assistência Social” Chamada Pública nº 077/2012 - Projeto “Custo e tempo das ações cíveis na Justiça Estadual de Primeiro Grau” Chamada Pública nº 076/2012 - Projeto “Estudos de comércio internacional e integração produtiva do Brasil com países da América Latina e Caribe” Chamada Pública nº 075/2012 - Projeto “Economia de Serviços” Chamada Pública nº 074/2012 - Projeto “Cobertura e Impacto do Benefício de Prestação Continuada” Chamada Pública nº 073/2012 - Projeto “Governança Metropolitana no Brasil” Chamada Pública nº 072/2012 - Projeto “Impactos da Divisão de Estados e Municípios” Chamada Pública nº 071/2012 - Projeto “Panorama da Comunicação e das Telecomunicações no Brasil 2012/2013” Chamada Pública nº 070/2012 - Projeto “Elaboração do Novo Atlas de Desenvolvimento Humano no Brasil” Chamada Pública nº 069/2012 - Projeto “Desafios ao Mapeamento do Perfil de Gênero e Raça no Setor Público: um Estudo Exploratório a partir do Ipea” Chamada Pública nº 068/2012 - Projeto “Dados da República” Chamada Pública nº 067/2012 - Projeto “Regime de crescimento e acumulação de capital no Brasil (2004-2011): características estruturais, padrão de inserção internacional e performance macroeconômica” Chamada Pública nº 066/2012 - Projeto “Implicações da crise para as políticas monetária e cambial: Mercado de derivativos e intervenções cambiais no Brasil após a crise financeira de 2008” Chamada Pública nº 065/2012 - Projeto “Recuperação e Perspectivas da Indústria Naval Brasileira: Tendências para os próximos 25 anos” Chamada Pública nº 064/2012 - Projeto “Implicações da crise para as políticas monetária e cambial – Impactos dos Recolhimentos Compulsórios sobre a Inflação e a Atividade Econômica no Brasil” Chamada Pública nº 063/2012 - Projeto “Metodologias de previsão e avaliação dos impactos da política monetária – Desenvolvimento de modelo DSGE (“Dinâmico Estocástico de Equilíbrio Geral”) para a economia brasileira” Chamada Pública nº 062/2012 - Projeto “Levantamento de Recursos da Cooperação Internacional para o Desenvolvimento – Levantamento Cobradi” Chamada Pública nº 061/2012 - Projeto “A ascensão da China: impactos no entorno Asiático e desafios para o Brasil” Chamada Pública nº 060/2012 - Projeto “Reincidência Criminal no Brasil” Chamada Pública nº 059/2012 - Projeto “Agenda Desenvolvimentista Brasileira e sua Inserção Global” Chamada Pública nº 058/2012 - Projeto “As relações Brasil-África” Chamada Pública nº 057/2012 - Projeto “Arquitetura Institucional da área do euro: lições para a integração na América do Sul” Chamada Pública nº 056/2012 - Projeto “Custos de Acidentes de Trânsito” Chamada Pública nº 055/2012 - Projeto “Modelagem macroeconométrica da inflação brasileira em moldes estruturalistas” Chamada Pública nº 054/2012 - Projeto “II Pesquisa Nacional Sobre Educação na Reforma Agrária” Chamada Pública nº 053/2012 - Projeto “Estudo Comparado sobre a Juventude Brasileira e Chinesa” Chamada Pública nº 052/2012 - Projeto “Propriedade Intelectual” Chamada Pública nº 051/2012 - Projeto “Gestão de Empreendimentos Solidários e Políticas Públicas de Economia Solidária no Brasil” Chamada Pública nº 050/2012 - Projeto “Estudo das Regiões Metropolitanas do Brasil” Chamada Pública nº 049/2012 - Projeto “Diagnóstico Sobre os Juizados Especiais Cíveis” Chamada Pública nº 048/2012 - Projeto “Formação de preços e instrumentos de controle da inflação: Modelos multivariados simultâneos não lineares estimados por métodos bayesianos” Chamada Pública nº 047/2012 - Projeto “Estado, Democracia e Desenvolvimento no Brasil Contemporâneo” Chamada Pública nº 046/2012 - Projeto “Sistema de Indicadores Econômicos Sociais – SIES/IPEA” Chamada Pública nº 045/2012 - Projeto “Formação de preços e instrumentos de controle de inflação: Abordagem estruturalista e teoria monetária” Chamada Pública nº 044/2012 - Projeto “Juventude e Políticas Sociais” Chamada Pública nº 043/2012 - Projeto “Custos de Acidentes de Trânsito” Chamada Pública nº 042/2012 - Projeto “BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e seus vizinhos” Chamada Pública nº 041/2012 - Projeto “Perspectivas do desenvolvimento econômico e social brasileiro: Estratégias para o desenvolvimento produtivo” Chamada Pública nº 040/2012 - Projeto “Política Monetária, Preços dos Ativos Financeiros e Fluxos de Capitais na economia brasileira” Chamada Pública nº 039/2012 - Projeto “Política Monetária, Crédito e Nível de Atividade na Economia Brasileira” Chamada Pública nº 038/2012 - Projeto “Inflação e Mercado de Trabalho na economia brasileira” Chamada Pública nº 037/2012 - Projeto “A dinâmica recente dos fluxos comerciais e financeiros na economia brasileira” Chamada Pública nº 036/2012 - Projeto “Estudo das Regiões Metropolitanas do Brasil” Chamada Pública nº 035/2012 - Projeto “Cidadania e Acesso à Justiça no Brasil” Chamada Pública nº 034/2012 - Projeto “Levantamento de Recursos da Cooperação Internacional para o Desenvolvimento – Levantamento Cobradi” Chamada Pública nº 033/2012 - Projeto “Análise do Mercado de Trabalho Brasileiro” Chamada Pública nº 032/2012 - Projeto “Redesenho do Programa Arte Cultura e Cidadania – Cultura Viva” Chamada Pública nº 031/2012 - Projeto “Sistemas Agrários e Trajetórias Tecnológicas na Agricultura Brasileira” Chamada Pública nº 030/2012 - Projeto “Arquitetura Institucional da área do euro: lições para a integração na América do Sul” Chamada Pública nº 029/2012 - Projeto “Estudos Estratégicos (subárea: Defesa e Segurança Internacional)” Chamada Pública nº 028/2012 - Projeto “A dinâmica recente das finanças públicas dos estados brasileiros” Chamada Pública nº 027/2012 - Projeto “Estrutura Socioeconômica e Políticas para a Integração da América do Sul” Chamada Pública nº 026/2012 - Projeto “Cooperação e Coordenação Federativa” Chamada Pública nº 025/2012 - Projeto “Estrutura de Financiamento nacional e a distribuição regional de recursos” Chamada Pública nº 024/2012 - Projeto “Migrações Internas por Mesorregião” Chamada Pública nº 023/2012 - Projeto “Estado e Organizações Civis no Brasil” Chamada Pública nº 022/2012 - Projeto “Sistema de Indicadores Econômicos Sociais – SIES/IPEA” Chamada Pública nº 021/2012 - Projeto “Evolução, acompanhamento e análise do programa Universidade para todos (PROUNI) e da educação profissional e tecnologia (EPT) e repercussões na vida laboral de seus beneficiários” Chamada Pública nº 020/2012 - Projeto “Desempenho Institucional do Poder Executivo” Chamada Pública nº 019/2012 - Projeto “Análise da Política Nacional de Direitos Humanos” Chamada Pública nº 018/2012 - Projeto “Avaliação das Filas para Acesso ao Sistema Único de Saúde – SUS” Chamada Pública nº 017/2012 - Projeto “Novas exigências para o mundo do trabalho: um estudo comparativo sobre a flexibilização das relações de trabalho no Brasil, Estados Unidos da América e França” Chamada Pública nº 016/2012 - Projeto “Dinâmica Industrial, empresas líderes e grupos econômicos” Chamada Pública nº 015/2012 - Projeto “Redesenho do Programa Arte Cultura e Cidadania – Cultura Viva” Chamada Pública nº 014/2012 - Projeto “Estudo das Regiões Metropolitanas do Brasil” Chamada Pública nº 013/2012 - Projeto “Estudo dos Fatores Impactantes no Desmatamento na Amazônia Brasileira” Chamada Pública nº 012/2012 - Projeto “Padrões de Especialização, Saldos Comerciais e Competitividade no Comércio Exterior Brasileiro” Chamada Pública nº 011/2012 - Projeto “A ascensão da China: múltiplas dimensões do seu padrão de desenvolvimento” Chamada Pública nº 010/2012 - Projeto “Inserção Internacional e Indicadores Econômicos e Socioambientais” Chamada Pública nº 009/2012 - Projeto “A Efetividade da Participação Social no Brasil” Chamada Pública nº 008/2012 - Projeto “Gestão Pública e Capacidades Estatais para o Desenvolvimento” Chamada Pública nº 007/2012 - Projeto “Cidadania e Acesso à Justiça no Brasil” Chamada Pública nº 006/2012 - Projeto “O Brasil em Perspectiva Territorial: As Regionalizações Produzidas no Brasil do Século XIX ao XXI em suas Perspectivas Acadêmicas e Aplicada” Chamada Pública nº 005/2012 - Projeto “Regulação do Mercado Financeiro e Controle dos Fluxos Especulativos de Capitais: Uma Análise para Países Emergentes Selecionados nos Anos 2000” Chamada Pública nº 004/2012 - Projeto “Diagnóstico sobre os juizados especiais cíveis” Chamada Pública nº 003/2012 - Projeto "Comportamento Recente da Economia Brasileira e Perspectiva de um Novo Ciclo de Crescimento Sustentável: Avaliando o Risco de uma Nova Restrição Externa e a Questão da Primarização da Pauta Comercial" Chamada Pública nº 002/2012 - Projeto "Recuperação e Perspectivas da Industria Naval Brasileira: Tendências para os Próximos 25 Anos" Chamada Pública nº 001/2012 - Projeto “Construção de propostas de Pesquisa Nacional Sobre Violência Contra as Mulheres”
O acordo prevê ações conjuntas em torno de temas voltados às Finanças Públicas e à cidadania
Assista à apresentação do estudo, realizada no Rio de Janeiro, dia 19/12
Valor Online: Para o Ipea, crescimento econômico depende do aumento do investimento A retomada mais robusta e sustentada do crescimento econômico no curto prazo depende da recuperação do setor de bens industriais e, mais especificamente, do setor de bens de capital, por meio de aumento dos investimentos. A afirmação está na carta de conjuntura de dezembro, elaborada pelo Instituto Brasileiro de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo a carta de conjuntura, a recuperação de investimentos é necessária para impulsionar a demanda agregada e, no contexto atual, dividir com a atividade de consumo o papel de dinamizar o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Além disso, a carta afirma que o crescimento dos investimentos pode estimular o setor industrial e reduzir níveis de ociosidade existentes, além de gerar maior capacidade de crescimento econômico no futuro. O Ipea destacou que em 2012 a atividade econômica tem tido um desempenho aquém do desejado. A produção industrial acumula queda de 2,8% no período janeiro a setembro, o que impacta negativamente o PIB, que acumulou alta de 0,7% nos três primeiros trimestres do ano. "A variação positiva do PIB tem sido garantida pelo setor de serviços, com crescimento acumulado de 1,5% no ano", destacou Fernando Ribeiro, coordenador do Grupo de Análises e Previsões (Gap-Ipea). Segundo Ribeiro, o governo respondeu às preocupações com o nível de atividade econômica por meio de mudanças no mix de política macroeconômica em associação com medidas de caráter microeconômico. "Na área monetária procura-se uma combinação de juros mais baixos, câmbio mais desvalorizado e manutenção da inflação dentro dos limites do sistema de metas, optando-se por um processo mais gradual de convergência da inflação para o centro da meta", disse a carta de conjuntura. Já na política fiscal o Ipea observou que o governo busca elevar os investimentos públicos sem abrir mão dos gastos sociais, dando prioridade ao controle das despesas com pessoal e encargos, que se reduzem como proporção do PIB. As medidas do governo também contemplam desonerações fiscais, bem como a redução da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), que incide sobre os empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Mesmo com os estímulos a atividade continua tímida. "Tendo em vista as medidas expansionistas de política econômica e a ociosidade do setor industrial, e tomando-se como referência a experiência pregressa, seria razoável esperar que a economia brasileira já estivesse em um novo ciclo de crescimento", disse a carta de conjuntura. No entanto, o Ipea afirmou que as razões para a recuperação estar ocorrendo em ritmo mais lento do que o esperado ainda não são claras. A carta diz ainda que o quadro econômico brasileiro atual mostra uma economia em que o consumo cresce de forma consistente - com base em ganhos reais de salário, aumento de emprego e crédito e crescentes transferências do governo -, mas que encontra dificuldades para expandir os investimentos de maneira mais firme, além de enfrentar restrições externas para expandir suas exportações. "O reflexo deste quadro no lado da oferta é um desempenho relativamente desanimador da produção de bens de capital e de tradeables [comercializáveis] em geral - em suma, de bens industriais - e um desempenho mais favorável do setor de serviços", diz a carta.
O Globo (RJ): Censo: desigualdade sobe em 3 estados Por Cássia Almeida, jornalista Rendimento de funcionários públicos cresce 40% em 10 anos A desigualdade de renda vem caindo há anos, porém, em uma década, três estados viram a concentração aumentar. Em Amazonas, Roraima e Distrito Federal, houve piora nesse indicador, segundo novos dados do Censo 2010, que o IBGE divulgou ontem. Quando se olha o rendimento de todas as fontes, o Índice de Gini - que mede distribuição de renda e, quanto mais perto de um, maior a desigualdade - subiu de 0,592 para 0,598 no Amazonas, de 0,569 para 0,579 em Roraima e de 0,630 pra 0,634 no Distrito Federal, o mais alto entre todas as regiões e o único acima de 0,6. Na outra ponta, pela primeira vez no Censo, um estado tem Gini inferior a 0,5. Em Santa Catarina, a concentração caiu para 0,497. - O reajuste real do funcionalismo pode ter influenciado no DF, que concentra a máquina pública, mas é preciso olhar melhor os dados. A renda no Censo tem suas limitações e a tendência da desigualdade é de queda - disse Rafael Osório, diretor de Estudos e Políticas Sociais do Ipea. Na média, a concentração caiu 5,9%. A explicação está nos ganhos maiores de renda nas faixas mais baixas. Entre os 10% mais pobres, o crescimento real foi de 29,8%, enquanto entre os 10% que ganham mais, essa elevação ficou em 9,5%. Na segunda pior faixa de renda, o ganho foi de 48,3%. No mercado de trabalho, a desigualdade caiu. A alta do salário mínimo ajudou a melhorar os rendimentos na metade inferior da pirâmide de renda. Mesmo com redução de 24,6% na renda dos 10% que ganham menos, a distribuição melhorou nas faixas de renda imediatamente seguintes, o que explica a queda no Índice de Gini. Os 50% mais pobres ficaram com 15,2% em 2010, contra 12,7% em 2000. Os 10% que ganham mais detiveram 48,8% da renda. Já foi pior, em 2000, ficavam com 51,3%. O rendimento mensal dos trabalhadores aumentou. Já os empregadores viram seus ganhos caírem 18,6%, contra alta de 15,8% dos empregados. Os conta própria tiveram ganho de renda menor, de 6,5%. E os militares e funcionários públicos ganharam mais 40,9%, seguidos dos trabalhadores domésticos com carteira assinada, 33,9%. Ainda assim, em 2010, este grupo recebia em média R$ 640 por mês. Trabalho infantil aumenta A carteira assinada faz subir o salário. Um empregado registrado ganhava R$ 1.255 em 2010; o militar, R$ 2.407; e os trabalhadores sem carteira, R$ 658 mensais. Os trabalhos mais básicos são os que absorvem mais mão de obra no Brasil: 20,1% dos ocupados estão nessas funções; quando se divide por sexo, as mulheres aparecem mais nessas funções que pagam menos, 24%. Entre os dirigentes, só 3,5% das mulheres ocupam esses cargos. Entre os homens, 4,2%. O Censo mostra o avanço da mulher no trabalho. Em 2000, 35,4% estavam ocupadas. Em 2010, 43,9% - alta de 24%, contra 3,5% dos homens, devido ao já alto nível de ocupação masculino de 63,3%. Não houve queda no trabalho infantil. Pelo contrário, houve alta na proporção de meninos e meninas de 10 a 13 anos trabalhando, passando de 5,1% para 5,2%.
Monitor Mercantil: Ipea vê economia do país em viés de recuperação A economia brasileira já está em processo de recuperação, de acordo com as análises publicadas na Carta de Conjuntura de dezembro, divulgada nesta quarta-feira, no Rio de Janeiro, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), vinculado à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. Segundo informou à Agência Brasil o coordenador do Grupo de Análise e Previsões do Ipea, Fernando Ribeiro, a economia passou quatro trimestres sem crescimento, com variação próxima de zero no Produto Interno Bruto (PIB) e, no terceiro trimestre, cresceu 0,6%. "Não foi uma coisa excepcional, poderia ter sido melhor, mas já indica uma recuperação", disse. Outros indicadores de outubro e novembro evidenciam que, no quarto trimestre, a taxa de crescimento do PIB deverá se manter moderada. Os pesquisadores do Ipea esperam, entretanto, que essa recuperação se mantenha ao longo de 2013, "tendo em vista os estímulos de política econômica que estão sendo dados (pelo governo) e as condições gerais da economia e do setor industrial".
O Dia.com: Carta de Conjuntura do Ipea indica retomada do crescimento econômico Segundo informou à Agência Brasil o coordenador do Grupo de Análise e Previsões do Ipea, Fernando Ribeiro, a economia passou quatro trimestres sem crescimento, com variação próxima de zero no Produto Interno Bruto (PIB) e, no terceiro trimestre, cresceu 0,6%. "Não foi uma coisa excepcional, poderia ter sido melhor, mas já indica uma recuperação", disse. Outros indicadores de outubro e novembro evidenciam que, no quarto trimestre, a taxa de crescimento do PIB deverá se manter moderada. Os pesquisadores do Ipea esperam, entretanto, que essa recuperação se mantenha ao longo de 2013, "tendo em vista os estímulos de política econômica que estão sendo dados [pelo governo] e as condições gerais da economia e do setor industrial". A grande questão em destaque na Carta de Conjuntura de dezembro, segundo Ribeiro, é que a recuperação imediata da economia, bem como a sustentação do crescimento por um período mais longo, estão atrelados diretamente ao comportamento do investimento. Essa variável mostrou pior desempenho nos últimos trimestres. "Há indicações de que o investimento vai voltar a crescer, mas isso não está ainda totalmente claro", observou Ribeiro. Entre os fatores que sinalizam a retomada dos investimentos no país está o Índice de Confiança dos Empresários, disse o pesquisador. O indicador já mostra um crescimento em relação aos períodos anteriores. "Normalmente, ele é considerado um bom indicador antecedente do que vai acontecer". Outra variável importante é que os estoques da indústria, que estavam acima do desejado durante muito tempo, já se normalizaram, "o que significa que as empresas vão voltar a expandir a produção e isso vai exigir novos investimentos". Outro elemento que reforça a perspectiva de retorno do investimento está ligado à experiência histórica do Brasil. Os incentivos dados pelo governo, entre os quais redução de juros, desoneração, investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e créditos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), indicam que o investimento deve se recuperar. Fernando Ribeiro deixou claro, porém, que os pesquisadores do Ipea "não têm como dizer com certeza que a recuperação do investimento vai acontecer". Destacou que existe uma série de fatores que estão prejudicando o investimento. Eles podem estar ligados à oferta, incluindo o custo do aumento dos salários e do aumento da produção, como a restrições de demanda e ao próprio fato de o setor industrial ainda não estar mostrando uma recuperação firme. "Porque, para que haja investimentos, é preciso que a produção esteja crescendo, para que isso estimule as empresas a aumentar a sua capacidade". Como a indústria está em recuperação, se espera que o investimento volte a crescer. A crise econômica internacional tende a piorar as expectativas das agências e a desestimular investimentos. O Brasil enfrenta restrições para exportar porque o mercado exterior está fraco, o que acaba limitando a produção industrial "e, por tabela, o próprio investimento", argumentou. O documento do Ipea indica também que o mercado de trabalho continua em ascensão. Ribeiro avaliou que, embora o volume de empregos gerados seja menor em relação ao ano passado, ele se mantém expressivo. A taxa de desemprego está em queda, o que significa que o país está gerando empregos suficientes para absorver a mão de obra que está entrando no mercado. "E isso está basicamente ligado ao comércio e aos serviços, que são setores que ainda estão sustentando o nível de atividade, diferentemente da indústria". Para o pesquisador, essa tendência deverá se manter no próximo ano. Não há nada que indique que esses setores vão perder o ritmo em 2013, enfatizou. "O cenário mais provável é que você continue com o mercado de trabalho gerando empregos e, provavelmente, a taxa de desemprego vai se manter em um nível baixo, como está hoje". Somente se ocorrer um fato sério no meio do caminho, essa taxa poderá aumentar. "Esse é um lado em que não há grandes incertezas para o ano que vem", concluiu Ribeiro.
Folha.com (SP): O Brasileiro está razoavelmente bem colocado no campeonato mundial de felicidade. Ocuparia o 16º lugar entre 147 países pesquisados pelo Gallup, com a nota média de 7,1 que se autoatribui A felicidade mora aqui O PIB pode desacelerar, mas a sensação de bem-estar do brasileiro só faz aumentar É o que mostra pesquisa com 3.800 famílias feita pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e divulgada na terça-feira. É preciso algum cuidado com a colocação brasileira, porque o Ipea usou os dados colhidos em outubro de 2012 no Brasil para inseri-los na pesquisa Gallup Global feita em 2010. Pode ser, portanto, que o Brasil seja de fato o 16º país mais feliz do mundo, como pode ser, sabe-se lá, o 20º ou o 10º, o que acaba sendo menos relevante que a nota em si: 7,1 é muita felicidade, convenhamos. O que o Ipea constata é o que os ingleses chamam de "feel good factor". O brasileiro sentia-se tão bem em 2010 que elegeu uma virgem em disputas eleitorais chamada Dilma Rousseff, já que considerava o governo de seu padrinho Lula o responsável ao menos em parte por tamanha felicidade (a nota média de 2010 já era suculenta, 6,8). Um pouco de autopropaganda: em 2010, quando José Serra ainda era o líder nas pesquisas, atrevi-me a dizer que Dilma acabaria eleita, exatamente pelo "feel good factor". Dois anos depois, mudou para melhor, acha a maioria dos brasileiros, tanto que Dilma ou Lula ganharia de novo a Presidência se a eleição fosse agora, como mostrou no domingo o Datafolha. Os fatores que geram bem-estar são os óbvios: emprego e renda. O Ipea lembra que o IBGE registra desemprego nos menores níveis da série iniciada em 2002 e rendas crescendo bem mais que o PIB per capita. O desemprego vai continuar nesse patamar baixo, perto dos 5%, também em 2013, segundo avaliação de dez consultorias ouvidas pelo "Valor Econômico". Logo, a felicidade se estenderá a 2013. Quanto à renda individual média da população de 15 a 60 anos de idade, subiu 4,89% de 2011 para 2012, contra taxa média de 4,35% ao ano entre 2003 e 2012. A pesquisa desmente a tese de que dinheiro não traz felicidade: a nota média de quem ganha acima de dez salários mínimos é de 8,4, acima, portanto, da média geral de 7,1 e muito acima dos 3,7 que os sem renda se atribuem na escala da felicidade. O que fica evidente é que há no Brasil um forte descompasso entre Produto Interno Bruto e felicidade interna bruta. O PIB desacelerou tanto que virou "pibinho", ao passo que o bem-estar se acelerou a ponto de quase virar "felicidadona". É importante entender, no quesito felicidade/intenção de voto, porque a percepção de corrupção, que aumentou, não afeta a popularidade de Dilma/Lula. A pesquisa do Datafolha mostra que elevado número de consultados aponta corrupção em todos os governos do pós-ditadura, com um pico de 79% no período Fernando Collor. O que se pode deduzir daí? Que o eleitor parece seguir a lógica do rouba, mas faz. Ou seja, se todos supostamente roubam, voto no que faz (crescer o emprego e a renda).
Brasil S/A: Um ano incompleto Ainda que a opinião média da sociedade não revele desconfiança com os rumos da economia, refletindo o bem-estar com o aumento da renda e a segurança pela percepção do mercado de trabalho apertado, o ano vai acabando com a sensação de que alguma coisa ficou pelo caminho. A expansão econômica acanhada no ano, da ordem de 1%, contra 2,7% em 2011 e 7,5% em 2010 - muito abaixo dos 4% a 4,5% previstos pelo governo -, foi o resultado perdido. Ele sintetiza uma extensa lista de frustrações - da redução dos investimentos produtivos, sobretudo os atribuídos ao governo, à recessão da atividade industrial, além da renitência da inflação, alta demais para crescimento tão pífio. Tais fatores aconteceram a despeito das providências para promover o investimento e o consumo e proteger a indústria da concorrência externa - desde ações de impacto, como a queda vigorosa da Selic (de 12,50% para 7,25%) e a desvalorização cambial (36% a partir do pico do real, a R$ 1,54, em julho de 2011), além de medidas tópicas (tipo corte datado do IPI de eletrodomésticos e carros, cujo prazo deve ser prorrogado). Tais ações vieram em pacotes seriados. Algumas são estratégicas, como o aumento do funding do BNDES e a redução da taxa já subsidiada do banco de fomento ou a desoneração da folha de salários da parcela patronal da contribuição ao INSS. Outras também são relevantes, embora tumultuadas pela imperícia da formulação, como a redução da tarifa de energia elétrica e as novas concessões de aeroportos, portos, rodovias e ferrovias. Tantas e tão variadas medidas, segundo o ministro Guido Mantega, configuram uma "revolução", sem desmontar o tripé da estabilidade da economia, assentado desde 1999 sobre metas de inflação, superávit primário e câmbio flutuante, embora nenhuma seja tratada hoje como dogma. Nada disso bastou para reerguer o crescimento econômico até agora, embora haja evidências de melhoras, mas num ritmo lento. A Carta de Conjuntura do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), um think tank do governo, admite a surpresa em sua edição de dezembro. E também que o mau desempenho do investimento e da indústria passa ao largo do emprego e do salário - motivos de o consumo continuar forte e manter o Produto Interno Bruto (PIB) em terreno positivo. Incógnita inquietante Até onde a economia pode chegar movida, basicamente, pelo setor de serviços, que registra crescimento acumulado de 1,5% nos primeiros três trimestres de 2012, é uma incógnita inquietante. Nesse mesmo período, o PIB cresceu apenas 0,7%, impactado pela retração de 2,8% da indústria (no acumulado até outubro), ou de -3%, considerando-se o segmento de transformação. O problema é a duração desse processo. Indústria com baixo desempenho e pouco inovadora, já que investe o necessário estritamente, e nem isso por agora, com o investimento público em ritmo sofrível, associada a um nível de consumo elevado, com parte da demanda (cerca de 20%) abastecida por importações num mundo eminentemente vendedor, contrata incertezas no médio prazo. No que o governo aposta A economia em 2013 tende a ter melhor resultado que em 2012. Mas daí para frente, o que inclui as eleições em 2014, sem o aumento à média de 10% ao ano dos investimentos a economia estará vulnerável. Na visão do ministro Mantega e dos economistas da Fazenda, o mau momento decorre da adaptação das empresas às mudanças dos juros, do câmbio, das desonerações tributárias e dos marcos regulatórios. Passado o período de ajuste, o crescimento viria como consequência da mudança de foco dos dinheiros corporativos empoçados em papéis da dívida pública. Saem de cena as receitas financeiras, engordadas pelos juros não mais disponíveis, e entram as receitas operacionais decorrentes das atividades reais. As oportunidades de investimentos passam a merecer maior atenção. Essa é a crença do modelo econômico validado pela presidente Dilma Rousseff. Visão ou aposta? A ver. Trocando peças vencidas À luz das medidas expansionistas, da ociosidade da indústria e da experiência pregressa, diz a nota do Ipea, "seria razoável esperar que a economia já estivesse em um novo ciclo de crescimento". O que acontece? As razões "ainda não são claras", diz. A avaliação talvez transcenda o que dizem os números. A racionalidade dos incentivos à disposição dos negócios já deveria ter elevado o ânimo empresarial. No BNDES, a condição do crédito para certos projetos, como no caso das novas licitações de logística, é imperdível. Se ainda assim não há convicção empresarial, o motivo está no plano da confiança e nas peças com validade vencida no governo. O ajuste ministerial que vem aí é a chance para sintonizar as expectativas. É o que há a fazer, já que não faltam subsídios. Alguns são generosos até demais. 2013 tende a ser melhor A vantagem de Dilma para 2013 é que a economia vai escalar números melhores. Não se engane com o mapa moderado do crédito em novembro. O estoque cresceu 16% no ano, mas o fluxo encolheu 1,8% no mês. Mau para o crescimento. E salutar para o sistema, já que a taxa de inadimplência, embora ainda alta, mostrou pequeno recuo, de 7,9% em outubro para 7,8%. Tal evolução está em linha com o esperado pelo Banco Central, que conta com a parcimônia do crédito, dos reajustes salariais e da taxa cambial para quebrar o novo ímpeto da inflação. Na medida de meio de mês, o chamado IPCA-15, ela saltou para 0,69% em dezembro e fechou o ano com alta de 5,78%. É menos do que foi em 2011, quando cresceu 6,56% e estourou o teto da meta. Mas o grosso da pressão inflacionária ainda está por vir. O dado animador é que a economia continua criando empregos, 1,36 milhão no acumulado até novembro. Embora 31% menor que em 2011, o número é expressivo.
Brasil S/A: Um ano incompleto ainda que a sociedade se mostre confiante, ano acaba com o senso de que algo ficou pelo caminho Por Antônio Machado, jornalista Ainda que a opinião média da sociedade não revele desconfiança com os rumos da economia, refletindo o bem-estar com o aumento da renda e a segurança pela percepção do mercado de trabalho apertado, o ano vai acabando com a sensação de que alguma coisa ficou pelo caminho. A expansão econômica acanhada no ano, da ordem de 1%, contra 2,7% em 2011 e 7,5% em 2010 – muito abaixo dos 4% a 4,5% previstos pelo governo –, foi o resultado perdido. Ele sintetiza uma extensa lista de frustrações – da redução dos investimentos produtivos, sobretudo os atribuídos ao governo, à recessão da atividade industrial, além da renitência da inflação, alta demais para crescimento tão pífio. Tais fatores aconteceram a despeito das providências para promover o investimento e o consumo e proteger a indústria da concorrência externa – desde ações de impacto, como a queda vigorosa da Selic (de 12,50% para 7,25%) e a desvalorização cambial (36% a partir do pico do real, a R$ 1,54, em julho de 2011), além de medidas tópicas (tipo corte datado do IPI de eletrodomésticos e carros). Tais ações vieram em pacotes seriados. Algumas são estratégicas, como o aumento do funding do BNDES e a redução da taxa já subsidiada do banco de fomento ou a desoneração da folha de salários da parcela patronal da contribuição ao INSS. Outras também são relevantes, embora tumultuadas pela imperícia da formulação, como a redução da tarifa de energia elétrica e as novas concessões de aeroportos, portos, rodovias e ferrovias. Tantas e tão variadas medidas, segundo o ministro Guido Mantega, configuram uma "revolução", sem desmontar o tripé da estabilidade da economia, assentado desde 1999 sobre metas de inflação, superávit primário e câmbio flutuante, embora nenhuma seja tratada hoje como dogma. Nada disso bastou para reerguer o crescimento econômico até agora, embora haja evidências de melhoras, mas num ritmo lento. A Carta de Conjuntura do Instituto dePesquisa Econômica Aplicada (Ipea), um think tank do governo, admite a surpresa em sua edição de dezembro. E também que o mau desempenho do investimento e da indústria passa ao largo do emprego e do salário – motivos de o consumo continuar forte e manter o Produto Interno Bruto (PIB) em terreno positivo. Incógnita inquietante Até onde a economia pode chegar movida, basicamente, pelo setor de serviços, que registra crescimento acumulado de 1,5% nos primeiros três trimestres, é uma incógnita inquietante. Nesse mesmo período, o PIB cresceu apenas 0,7%, impactado pela retração de 2,8% da indústria (no acumulado até outubro), ou de -3%, considerando-se o segmento de transformação. O problema é a duração desse processo. Indústria com baixo desempenho e pouco inovadora, já que investe o necessário estritamente, e nem isso por agora, com o investimento público em ritmo sofrível, associada a um nível de consumo elevado, com parte da demanda (cerca de 20%) abastecida por importações num mundo eminentemente vendedor, contrata incertezas no médio prazo. No que o governo aposta A economia em 2013 tende a ter melhor resultado que em 2012. Mas daí para frente, o que inclui as eleições em 2014, sem o aumento à média de 10% ao ano dos investimentos a economia estará vulnerável. Na visão do ministro Mantega e dos economistas da Fazenda, o mau momento decorre da adaptação das empresas às mudanças dos juros, do câmbio, das desonerações tributárias e dos marcos regulatórios. Passado o período de ajuste, o crescimento viria como consequência da mudança de foco dos dinheiros corporativos empoçados em papéis da dívida pública. Saem de cena as receitas financeiras, engordadas pelos juros não mais disponíveis, e entram as receitas operacionais decorrentes das atividades reais. As oportunidades de investimentos passam a merecer maior atenção. Essa é a crença do modelo econômico validado pela presidente Dilma Rousseff. Visão ou aposta? A ver. Trocando peças vencidas À luz das medidas expansionistas, da ociosidade da indústria e da experiência pregressa, diz a nota do ipea, "seria razoável esperar que a economia já estivesse em um novo ciclo de crescimento". O que acontece? As razões "ainda não são claras", diz. A avaliação talvez transcenda o que dizem os números. A racionalidade dos incentivos à disposição dos negócios já deveria ter elevado o ânimo empresarial. No BNDES, a condição do crédito para certos projetos, como no caso das novas licitações de logística, é imperdível. Se ainda assim não há convicção empresarial, o motivo está no plano da confiança e nas peças com validade vencida no governo. O ajuste ministerial que vem ai é a chance para sintonizar as expectativas. É o que há a fazer, já que não faltam subsídios. Alguns são generosos até demais.
Relatório de Pesquisa Ipea e Justiça Federal - Série pesquisas do CEJ "Acesso à Justiça Federal: dez anos de juizados especiais"
Portal DCI: Instituto calcula recuperação da economia no último trimestre Os primeiros números referentes à atividade econômica do quarto trimestre indicam que o Produto Interno Bruto (PIB) está em recuperação, na avaliação de pesquisadores do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Na "Carta de Conjuntura" de dezembro, lançada ontem, são citados a alta na produção física da indústria em outubro (0,9% em relação a setembro, na série dessazonalizada) e o crescimento da produção industrial na comparação com o mesmo mês do ano anterior (2,3%). "Os números sugerem que o setor já superou seu pior momento, mas certamente ainda há um bom caminho a percorrer para solidificar a recuperação", diz a síntese do documento. A superação do pior momento já se deu no terceiro trimestre. Os pesquisadores do Ipea destacaram que o crescimento do PIB, de 0,6% no terceiro trimestre ante o período imediatamente anterior, apesar de menor que o projetado, foi o maior desde o primeiro trimestre de 2011. A "Carta de Conjuntura" destaca ainda que o mercado de trabalho parece ter sido pouco afetado pelo ritmo fraco da atividade. "A taxa de desemprego atingiu 5,3% em outubro último, o nível mais baixo para o mês desde o início da série, em 2002. A geração de empregos formais, embora em desaceleração, já alcançou a marca de 1,1 milhão de empregos até outubro, e os salários reais continuam obtendo ganhos significativos", diz o documento. De acordo com economista Fernando Ribeiro, do Ipea, o investimento será a variável chave para ditar o ritmo de crescimento da economia em 2013. "A velocidade da recuperação do investimento é o que vai sustentar o crescimento do PIB", disse. Na "Carta de Conjuntura", o Ipea não fez projeções para os investimentos e demais componentes da atividade econômica. Ribeiro explicou que, com a entrada de Marcelo Neri na presidência do Ipea, todas as metodologias de projeções da economia estão sendo revistas, para conseguir captar as novas variáveis que vêm influenciando a atividade. "Em 2012, todo mundo errou. Precisamos estudar melhor as variáveis da economia", afirmou o economista do instituto.

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