Ipea
Missão: “Aprimorar as políticas públicas essenciais ao desenvolvimento brasileiro por meio da produção e disseminação de conhecimentos e da assessoria ao Estado nas suas decisões estratégicas”.
IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
recept pojok game jual obral berita bola delicious recipe resep masakan indonesia resep masakan indonesia Adi Sucipto News and Entertainment
Ipea ao Vivo
Twitter
Youtube
facebook
Flickr
Google +

Resultados 6091 - 6110 de 13881

Clipping/Clipping
Monitor Mercantil Digital:Mudança na Previdência do setor público vai prejudicar servidores A aposentadoria dos servidores pode perder até a quarta parte de seu valor caso o projeto de lei que modifica a Previdência do setor público seja aprovado na íntegra, segundo simulações do próprio governo, divulgadas pelo portal do jornal O Estado de São Paulo. Os números do governo indicam que a previdência complementar garante um benefício de cerca de R$ 10 mil para um auditor fiscal, por exemplo, quando, pelo atual modelo, aquele servidor ganharia R$ 14 mil, representando 93% do salário que recebe na ativa. Se o funcionário público perde, quem sairia ganhando é o setor privado, já que a previdência complementar pode criar um mercado gigantesco para instituições financeiras. Segundo a mesma matéria, que cita dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em 30 anos o fundo dos servidores públicos deverá estar com 440 mil participantes e R$ 500 bilhões em ativos. O setor privado, segundo o economista Ricardo Bergamini, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), também ganha ao dar calote na Previdência. Em seu site, Bergamini mostra que em dezembro de 2010, a quantidade de débitos administrativos das empresas para com a Previdência foi de 796,4 mil, correspondendo a um valor de R$ 123,3 bilhões. "Comparada com o ano anterior, a quantidade de débitos administrativos cresceu 173% e o valor aumentou 29,1% no período", diz Bergamini. As empresas privadas participavam com 95,4% na quantidade e 79,1% no valor total dos débitos administrativos. Comparada com o ano anterior, a quantidade de débitos de empresas privadas cresceu 184,7% e o valor 34,7%. Já a quantidade de débitos, de órgãos públicos federais, decresceu (3,2%), enquanto nos órgãos públicos estaduais e municipais cresceu 16,9% e 44,9%, respectivamente.
23/11/2011 | 978 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
Clipping/Clipping
Valor Online:Para progredir, país precisa de maior presença na governança global Thiago Resende O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta como um dos desafios para o desenvolvimento do país a maior presença brasileira na governança global, já que o modelo atual aumenta a desigualdade provoca "retrocesso nos direitos sociais". "É de igual interesse para o Brasil que o peso dos países em desenvolvimento no âmbito do Conselho de Segurança [das Nações Unidas] seja equivalente à sua importância na cena internacional", conclui o estudo "Mudanças na ordem global: desafios para o desenvolvimento brasileiro", divulgado há pouco pelo Ipea. O Brasil, segundo o Ipea, deve continuar sustentando a necessidade de reforma da ordem internacional e destaca "a estreita conexão entre a estratégia de inserção internacional e a retomada do projeto de desenvolvimento". A pesquisa também apontou outros três desafios para o país se desenvolver: aumentar a sustentabilidade ambiental; realizar uma "revolução técnico-científica no processo de produção e consumo"; além de elevar a presença no Brics. O estudo alerta para o "protagonismo chinês" e alta relevância de commodities no comércio internacional do Brasil.
23/11/2011 | 807 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
Clipping/Clipping
Estadão.com.br (SP): Governo vai decidir em 2012 novos aeroportos para concessão, diz ministro Wagner Bittencourt, da Secretaria de Aviação Civil, afirmou que estão em análise Rio de Janeiro, Galeão e Santos Dumont, e de Confins, em Minas Gerais O governo federal vai decidir no início do próximo ano quais serão os próximos aeroportos a serem submetidos ao regime de concessão para a iniciativa privada. A informação foi dada pelo ministro Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, em audiência na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados. Até o momento, o governo já decidiu licitar os aeroportos de Cumbica, em Guarulhos (SP), Viracopos, em Campinas (SP), e Juscelino Kubtischeck, em Brasília (DF). "No nosso planejamento de longo prazo estamos definindo o que o governo federal tem como estratégia. Vamos definir o que ficará com a Infraero, o que será concedido ao setor privado e até aos estados e municípios. Essa estratégia estará pronta no início do ano que vem", afirmou Bittencourt. Ele afirmou que estão em análise para possíveis concessões os aeroportos da cidade do Rio de Janeiro, Galeão e Santos Dumont, e de Confins, em Minas Gerais. "Nós conversamos com Rio e Minas. Estamos fazendo avaliação técnicas". Segundo o ministro, a decisão sobre a concessão dos três primeiros aeroportos levou em conta o fato de eles já estarem operando perto do limite de operação. Bittencourt destacou que a Infraero deverá investir R$ 7,2 bilhões em aeroportos até dezembro de 2013. Neste ano, segundo a empresa, a execução orçamentária deve fechar em cerca de R$ 1,1 bilhão, quase o dobro da média dos últimos anos. Ele voltou a rebater o estudo do Ipea que manifestou preocupação em relação à capacidade dos aeroportos para a Copa do Mundo. Segundo o ministro, o ritmo das obras é maior do que prevê o instituto. O ministro afirmou ainda haver uma preocupação em relação ao serviço para o usuário e a capacitação das pessoas que trabalham no setor. Segundo ele, em breve serão definidas metas para ações no aeroporto, como o manejo de bagagens, para que as companhias aéreas e os administradores de aeroportos possam ser cobrados.
23/11/2011 | 685 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
Publicações - Comunicado do Ipea/Presidência
Mudanças na ordem global: desafios para o desenvolvimento brasileiro
23/11/2011 | 1908 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report | Leia mais
Clipping/Clipping
G1.com.br:Estudo aponta polícia 'nada ou pouco confiável' em 5 estados e no DF Dados são da 5ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Homicídios no país caíram 2,1% de 2010 para 2009, mostra documento. Em levantamento feito pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 65% dos entrevistados no Distrito Federal, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Bahia e Rio de Janeiro disseram que a polícia é "nada ou pouco confiável". A mesma opinião foi registrada por 51% dos consultados sobre o Judiciário. Os dados fazem parte da 5ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública e foram apresentados nesta quarta-feira (23) em Brasília durante a 2ª Conferência do Desenvolvimento (Code), do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O documento aponta queda de 2,1% no número de homicídios no país de 2010 para 2009. Segundo o secretário executivo do fórum, Renato Sérgio de Lima, o dado seria ótimo se não houvesse precariedade na captura e armazenamento de dados de segurança pública em muitos estados."Não é uma redução efetiva, por causa do problema de cobertura de informações." O documento também destaca crescimento de 33,5% dos investimentos da União com segurança pública de 2010 em relação a 2009, com aproximadamente metade deles em defesa civil. O valor atingiu R$ 9,7 bilhões e superou as despesas de São Paulo no setor. Segundo o anuário, historicamente o governo paulista realizava gastos acima do governo federal na área, que foram de R$ 7 bilhões em 2010, R$ 2 bilhões a menos que no ano anterior. O fórum afirma ainda que os gastos com segurança pública no Brasil, incluindo as despesas dos municípios, representa 1,36% do Produto Interno Bruto nacional. O índice é superior ao da França, que é de 1,3 %. A organização destaca, porém, que as taxas de criminalidade no Brasil são muito superiores às da França. "Gastamos muito, gastamos muito mal, somos extremamente ineficientes, convivemos com taxas de corrupção e baixos salários. [...] Acho que essa é a mensagem dos resultados. Essa mensagem não é nova, só mostra a gravidade do quadro", disse Lima. O levantamento foi realizado a partir do cruzamento e da consolidação das informações financeiras da Secretaria do Tesouro Nacional, vinculada ao Ministério da Fazenda, e de dados de violência reunidos na base da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), ligada ao Ministério da Justiça, do Sistema Único de Saúde e de secretarias estaduais de Segurança Pública.
23/11/2011 | 979 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
Clipping/Clipping
Porta Terra:Economia do País depende de classe média sólida, diz ministro Para continuar seu processo de desenvolvimento, o Brasil precisa, acima de tudo, manter sólida a classe média que surgiu nos últimos dez anos. Sob esta premissa, começou nesta quarta-feira a 2ª Conferência do Desenvolvimento (Code), organizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo o ministro de Assuntos Estratégicos, Moreira Franco, a classe média precisa ser sólida e permanente por seu protagonismo, sua força política e pela força econômica que tem. Hoje, 52% da população brasileira constituem a nova classe média, responsável pela entrada de R$ 1,1 trilhão a cada ano na economia, um valor maior do que o do Produto Interno Bruto (PIB) de Portugal, disse o ministro. "Esses brasileiros têm segurado e sustentado o País para enfrentar os desafios e as crises que o mundo nos tem imposto." De acordo com Moreira Franco, "para que esse segmento permaneça sólido, e não volte à pobreza, mantendo o ritmo de mobilidade e de crescimento dos últimos dez anos, é necessário garantir preservar os ganhos sociais e insistir na preservação da política econômica de crescimento e desenvolvimento com distribuição de renda", completou o titular da Secretaria de Assuntos Estratégicos. O presidente do Ipea, Marcio Pochmann, destacou que, para manter o "cenário de grandiosidade" que o Brasil apresenta, é necessário consolidar e dar continuidade à via democrática, à convergência em torno das transformações de que o País precisa, "tendo em vista o legado do passado de enorme desigualdade social e regional", que distanciava ricos e pobres. De acordo com Pochmann, a ponte para o desenvolvimento brasileiro depende da continuidade do enfrentamento dessas desigualdades e da construção de uma liderança na região sul-americana, para que se possa estabelecer uma moeda de curso internacional, da consolidação de um complexo de defesa das riquezas e da soberania do País. Também é necessária a consolidação de um sistema nacional de inovação, porque a sociedade do conhecimento, para qual se está caminhando, tem como principal ativo a educação do povo, disse Pochmann. Para ele, desenvolvimento não é mais apenas crescimento econômico, como ocorreu no passado, quando o País não dividia suas riquezas. "Também não é adotar um padrão de consumo similar ao dos Estados Unidos, porque o planeta não suportaria isso", ressaltou o presidente do Ipea. A 2ª Conferência do Desenvolvimento, aberta hoje em Brasília, tem o objetivo de promover um debate nacional sobre o desenvolvimento, com a participação de estudantes, profissionais, agentes públicos, estudiosos, pesquisadores, especialistas, professores e legisladores, entre outros. O encontro termina nesta sexta-feira.
23/11/2011 | 887 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
Clipping/Clipping
Portal Terra:Em dez anos, população carcerária no Brasil aumentou 111% Ana Cláudia Barros De 2000 a 2009, o número de detentos condenados no sistema penitenciário brasileiro aumentou 111%, passando de 151.980 para 321.014. A informação é um dos recortes apresentados na 5ª Edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado na tarde desta quarta-feira (23), na 2ª Conferência do Desenvolvimento (Code) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em Brasília. Considerado a principal fonte estatística sobre segurança pública no país, o documento reúne dados sobre gastos da União e Estados na área, violência, efetivo policial, entre outros. Ele foi elaborado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em parceria com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça. Uma das informações que chamam a atenção é sobre a evolução da população carcerária no Brasil ao longo do tempo. Em 1938, o contingente de presos condenados era de 3.866. Este número foi inchando e, no início dos anos 80, atingiu a marca de 37.572. Cerca de uma década depois, em 1995, saltou para 86.739. Entre o primeiro ano de referência e 2009, foram 318.158 a mais. Como já é sabido, homens sempre foram a maioria no sistema penitenciário, mas o ingresso de mulheres tem aumentado progressivamente. Em 2009, a população masculina encarcerada era de 392.820, passando para 417.517, no ano seguinte. Já a parcela feminina pulou de 24.292 para 28.188, entre 2009 e 2010. São Paulo é o Estado com maior número de presos: foram contabilizados 163.676 no ano passado. Já na avaliação da razão entre o número de detentos e de vagas no sistema carcerário, Pernambuco se destaca, aparecendo com a pior proporção em 2010: 2,4, seguido por Alagoas, com 2,3. Roraima, que em 2009 apresentou razão de 3,1, no ano seguinte passou para 1,8 preso por vaga.
23/11/2011 | 1334 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
Clipping/Clipping
Portal IG:Seis Estados do Nordeste estão entre os 10 mais violentos do País Dados do 5° Anuário Brasileiro de Segurança Pública abordam número de homicídios dolosos por 100 mil habitantes Seis Estados entre os 10 mais violentos do Brasil são da região Nordeste do País. Levantamento publicado no 5° Anuário Brasileiro de Segurança Pública aborda o número de homicídios dolosos (com intenção) a cada 100 mil habitantes nos anos de 2009 e 2010, a partir das ocorrências policiais registradas. Alagoas, com taxa de 68,2 em 2010, ficou em primeiro lugar entre os Estados do Nordeste, seguido da Paraíba (38,2), Pernambuco (36,4), Sergipe (33,8), Bahia (31,7) e Ceará (31,2). Os outros quatro Estados mais violentos são: Rondônia (35,1), Pará (33,2), Paraná (31,4) e Amazonas (30,2). Os dados foram apresentados nesta quarta-feira em Brasília durante a 2ª Conferência do Desenvolvimento (Code), do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). A nova edição inova ao cruzar e analisar informações provenientes da Secretaria do Tesouro Nacional, da Secretaria Nacional de Segurança Pública, do Sistema Único de Saúde e de secretarias estaduais de segurança pública. Insegurança no Nordeste O aumento dos crimes no interior, o avanço do tráfico de drogas e de armas e a melhora nos registros públicos são os principais fatores que explicam o aumento da insegurança na região Nordeste. Segundo o Mapa da Violência 2011, do Instituto Sangari e do Ministério da Justiça, a taxa de homicídios, dado mais confiável para medir a violência, subiu 74% na região de 1998 a 2008, de 18,5 para 32,1 casos por 100 mil habitantes. Com exceção de Pernambuco, que reduziu suas já elevadas taxas em 13,8%, os outros oito Estados registraram aumento expressivo dos assassinatos, com saltos que vão de 79,1% (Ceará) a 297% (Maranhão).
23/11/2011 | 949 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
Notícias/Disoc
Um dos mais importantes prêmios em economia foi concedido ao autor detrabalho que relaciona violência e PIB
23/11/2011 | 4108 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report | Leia mais
Notícias/Presidência
Comunicado nº 100 será divulgado na abertura da 2ª Conferência do Desenvolvimento, em Brasília
22/11/2011 | 3200 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report | Leia mais
Publicações - Revista Desafios/Presidência
Revista Desafios do Desenvolvimento, nº 68
22/11/2011 | 4039 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report | Leia mais
Clipping/Clipping
Valor Econômico(SP):Negócios de todos os portes devem integrar expansão Por Roberto Rockmann | Para o Valor, de Brasília O crescimento do mercado de trabalho foi pautado nos últimos anos pela criação de empregos formais nas grandes empresas brasileiras, que têm crescido para ganhar espaço no mercado nacional e internacional. Nesse contexto, o Brasil tem seguido um modelo fordista formal de geração de emprego, em que a grande empresa tem papel cada vez mais relevante que os pequenos negócios em um ambiente de mudanças sociais. A ascensão da nova classe média emergente incorporou mais de 50 milhões de novos consumidores à economia nacional. Novos hábitos de consumo foram criados, novas ambições surgiram, mas o sonho do brasileiro médio ainda é a carteira assinada. No fórum sobre empreendedorismo, a palestra do economista Marcelo Neri, coordenador do Centro de Políticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas, foi um contraponto às apresentações realizadas durante o evento. "Há o mito de que o brasileiro é empreendedor. Os estudos indicam que o Brasil caminha para um modelo de fordismo formal e não para um pautado pelas pequenas empresas, o que poderia ser melhor porque cria mais oportunidades", afirmou. O principal motivo para abertura de empresas no Brasil não é a oportunidade, mas a subsistência. Os Estados mais empreendedores são Piauí e Maranhão, que têm a menor renda e geração de emprego formal, enquanto o Distrito Federal tem a menor taxa de empreendedorismo e a maior de criação de empregos com carteira, segundo Nery. A insatisfação trabalhista é menor no caso dos funcionários públicos - 4,1% querem mudar de ares -, mas é maior nos empregados sem carteira - 15,4%. A proporção de microempresários entre os ocupados, que no Plano Real chegou a 18,3% da população ocupada, caiu para 16,3% em 2010. Com base em estudo do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), Neri apontou que, entre 2003 e 2007, a expansão das grandes empresas nacionais foi responsável pela elevação de 8,3% no número de empregos formais. Entre 1995 e 1999, numa situação inversa, o impacto das empresas de grande porte foi determinante para a redução de 12,8% dos postos formais. "O Brasil ainda não é um país de pequenos grandes empresários. Somos o país dos grandes empresários ao quadrado", disse. Uma situação que poderá ser ampliada nessa década, porque os dados ainda não refletem os investimentos futuros na exploração da camada de pré-sal, a ser executada por grandes corporações, que terão necessidade de mais mão de obra. Isso poderá aumentar o tamanho das empresas nacionais e a geração de emprego formal. "O emprego de carteira assinada cresce, mesmo com a atual legislação trabalhista. Se tivesse havido alguma reforma, poderia ser ainda maior", frisou. Se a grande empresa cresce para ter mais musculatura para a concorrência global de seus produtos, Neri afirmou ser preciso buscar um equilíbrio, inserindo cada vez mais pequenas empresas no movimento de expansão do país. "A criação do Empreendedor Individual e a expansão do microcrédito são ferramentas importantes porque a pobreza está no setor informal, nos desempregados e nos sem carteira assinada, e isso ajuda esse pequeno empreendedor", diz. Para o pesquisador, as pequenas empresas nunca foram objeto de reflexão profunda pelo governo. Uma questão a ser trabalhada é a inovação, longe da agenda do pequeno empreendedor, principalmente pela questão tributária - como essas empresas optam pelo lucro presumido, ficam impedidas de obter vantagens tributárias para investimentos na área. Para o economista, a alta carga tributária e a burocracia tornam o ambiente menos competitivo para as pequenas empresas, o que favorece as grandes. Em paralelo, o cenário internacional está cada vez mais acirrado, pela crise internacional e a presença da China. "Ter maior porte favorece a inserção da empresa no Brasil e no exterior. Vemos que mesmo os novos negócios têm nascido maiores", afirmou. No total das companhias, a participação de empresas com mais de 11 empregados pulou de 23,9% em 1999 para 28,75% no ano passado em São Paulo. "O Estado é o exemplo do fordismo formal, que aumenta o tamanho das empresas e amplia a geração de emprego por carteira assinada." Neri destaca que a recente ocupação da favela da Rocinha pela polícia do Rio de Janeiro é um exemplo a ser analisado, já que pode se tornar um laboratório de comprovação de dados. A pacificação da maior favela brasileira representa a abertura da economia local, o que poderá colocar pequenas e grandes empresas lado a lado. "O pequeno empreendedor que vende churrasquinho na esquina vai continuar ou vai perder espaço para a loja que o McDonald´s pode abrir do lado? E pode ainda usar essa loja como marketing? Para mim, o pequeno empreendedor pode ser engolido, porque a população pode querer o sanduíche famoso a preço acessível", analisou. Para o economista, a preferência pelas grandes empresas já é registrada entre os consumidores da nova classe média. "Entre os hipermercados e as vendinhas, preferem os grandes. Até o ar condicionado faz diferença". A principal preocupação das empresas, sejam grandes ou pequenas, é como atingir esse público que aquece o mercado consumidor. "O Brasil está de ponta cabeça", resume. A renda do paulista cresceu 7% entre 2003 e 2010, enquanto a do nordestino aumentou 42%, seis vezes mais. Os negros tiveram ganho de renda de 42%, enquanto a dos brancos subiu a metade. No campo, o trabalhador ganhou 49% a mais, enquanto o morador da cidade, 21%. As mulheres tiveram um avanço de 38%, e os homens, de 21%.
22/11/2011 | 701 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
Clipping/Clipping
Valor Econômico (SP):Fatores de multiplicação Por Eduardo Belo, Jacílio Saraiva e Roberto Rockmann | De Brasília O Brasil ainda é um país de grandes empresas, que detêm cerca de 80% do PIB. Mas as pequenas estão ganhando força e se tornando cada vez mais visíveis. Alguns sinais disso: o regime de tributação diferenciada, o Supersimples, que completou quatro anos em 2011, já reúne um contingente de 5,8 milhões de empresários que, dependendo da atividade e faixa de faturamento, conseguem pagar até 40% menos impostos em relação aos que estão fora do sistema, além de enfrentar menos burocracia. Além disso, um novo tipo de empreendedor, recém-chegado ao universo corporativo, já reúne quase 1,8 milhão de pessoas, sob a figura jurídica do microempreendedor individual, que formalizou sua atividade de 2010 para cá, atraído por uma nova legislação que lhe confere status jurídico e benefícios sociais a um baixo custo. Todas essas mudanças estão levando governos e o setor privado a repensar as políticas destinadas a transformar esse novo cidadão em um empreendedor, com E maiúsculo. Durante três dias, na semana passada, em Brasília, cerca de mil pessoas, entre agentes do setor público, privado, acadêmico e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) debateram justamente a melhor maneira de alcançar esses novos microempreendedores com ações práticas, no Fórum Sebrae de Conhecimento. Com orçamento de R$ 2 bilhões em 2011 e previsão de crescimento de 15% em 2012, "se a economia não piorar muito", o Sebrae movimenta-se para entender melhor esse público que está entrando no mercado agora. "Aprendemos que é preciso ter questões gerais, que valem para todo mundo, e questões específicas, para esses que estão chegando. Quem tem que dar a agenda é quem está vivendo o dia a dia da empresa", disse o diretor-presidente da instituição, Luiz Barretto. "Precisamos melhorar a qualidade de nossos empreendedores e o desafio é tratar esse assunto desde a base da pirâmide até o topo, onde estão as pequenas empresas, pois são elas que puxam a inovação e oferecem os empregos com maior valor agregado." Não só no Brasil, mas no mundo todo o empreendedorismo é visto como a mola propulsora da inovação, aquela que vai trazer o novo salto tecnológico. O diagnóstico é de Juliano Seabra, diretor da Endeavor, entidade internacional de apoio ao movimento empreendedor. Segundo Seabra, organismos internacionais como Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a Organização das Nações Unidas e a própria União Europeia já destacam a importância de iniciativas empreendedoras na promoção de efeitos rápidos para a economia dos países. Na palestra sobre Empreendedorismo de Alto Impacto, o diretor da Endeavor afirmou que, no universo de 4,1 milhões de empresas brasileiras que possuem mais de dez funcionários, somente 30 mil, ou 0,7% do total, apresentaram crescimento de 20% ou mais nos últimos três anos. Essas 30 mil empresas responderam sozinhas por 60% de todas as 5 milhões de vagas de emprego geradas no Brasil nesse período - média de cem novos empregos por empresa. Estes são os chamados empreendimentos de alto impacto. Os números constam de pesquisa realizada pelo IBGE em parceria com a Endeavor. As micro e pequenas empresas (MPEs) representam 99% das companhias brasileiras, respondem por 70% dos empregos, mas por apenas 20% do Produto Interno Bruto (PIB). "O problema é que tem muita empresa de pouco impacto", disse Seabra. Para ajudar a formar uma cultura empreendedora, o Sebrae apresentou às universidades um modelo de parceria para levar a disciplina de empreendedorismo aos alunos. Ela abordará elaboração de plano de negócios, modelo de gestão, entre outros assuntos. A ideia é que seja ofertada para todos os cursos superiores, independentemente da área de conhecimento, pelos professores da própria universidade. Eles contarão com o apoio técnico, financeiro e organizacional do Sebrae. "Queremos incutir educação empreendedora no jovem brasileiro parar mostrar que há outra alternativa além de se tornar empregado", disse Mirela Malvestiti, gerente de capacitação empresarial do Sebrae. Representantes da Universidade de São Paulo, Universidade de Brasília, Universidade Federal de Minas Gerais, Universidade Federal de Santa Catarina, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Universidade Federal de Itajubá, entre outras, deram sugestões ao modelo apresentado. Num contraponto importante ao debate, o economista Marcelo Neri, coordenador do centro de Pesquisas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV), ressaltou que o crescimento da economia brasileira na última década se deveu principalmente à expansão do número das grandes empresas. Com dados baseados em pesquisa do Instituto de Pesquisa Aplicada (Ipea), que traz números de 2003 a 2007, a expansão das grandes foi responsável pela elevação de 8,3% no número de empregos formais no país. Entre 1995 e 1999, numa situação inversa, o impacto das empresas de grande porte foi determinante para a queda de 12,8% dos postos. O economista acredita que a carga tributária e a burocracia competem com os pequenos empreendimentos.
22/11/2011 | 1040 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
Clipping/Clipping
Brasil Econômico (SP):Crise de 2008 desestimulou a abertura de empresas terceirizadas Depois de mais de uma década de forte crescimento, a abertura de empresas de terceirização no estado de São Paulo caiu após a crise financeira de 2008, que teve origem no mercado imobiliário dos Estados Unidos e que contaminou as economias ao redor do planeta. A conclusão consta de um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado ontem.
22/11/2011 | 997 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
Clipping/Clipping
Jornal do Commercio (RJ): Crise de 2008 desestimulou a abertura de empresas terceirizadas Depois de mais de uma década de forte crescimento, a abertura de empresas de terceirização no estado de São Paulo caiu após a crise financeira de 2008, que teve origem no mercado imobiliário dos Estados Unidos e que contaminou as economias ao redor do planeta. A conclusão consta de um estudo feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Entre 1995 e 2008, foram abertas, em média, 355 empresas de terceirização por ano, número que foi reduzido para 119 entre 2008 e 2010, uma queda de 66,5%. Entre 1985 e 1994 surgiram, em média, 41 empresas de terceirização por ano. Até 2010, a Região Sudeste concentrava 5.342 empresas terceirizadas, que correspondem a 98,3% desse mercado. Dessas, quase todas (98,6% ou 5.178 empresas) se estabeleceram em São Paulo, empregando cerca de 700 mil trabalhadores. Quase metade dessas vagas (49,5%) foi aberta para fornecer mão de obra a serviços auxiliares de atividade econômica. Só em São Paulo, foram abertas, em média, 203 empresas do setor por ano, enquanto o Rio de Janeiro registrou média de apenas 1,6 e Minas Gerais, 1,1. O ritmo de crescimento, em São Paulo, é maior entre as empresas de menor porte, com menos de 50 funcionários, que passou de 54% do mercado em 1985 para 65% no ano passado. O segmento das companhias que tinham entre 50 e 249 empregados praticamente manteve o ritmo de crescimento, de 23,9% para 23,6%. Entre as grandes empresas de terceirização, com mais de 250 empregados, o movimento se inverteu. Essas companhias perderam fatia de mercado nos últimos 25 anos, caindo de 21,4% de participação em 1985 para apenas 11,4% no ano passado. "Esse é um momento de ajustes por causa de uma maior dificuldade em nível mundial. Ainda não sabemos se significará uma estabilização do setor", avaliou o presidente do Ipea, Marcio Pochmann. Ele defendeu a necessidade de uma política pública para o setor de terceirizações como forma de "reduzir as desigualdades de contratações, condições de trabalho e, mesmo, de competição entre as empresas". Ele observou que, apesar de responsáveis por cerca de 70% da geração de postos de trabalho no país, as terceirizadas pagam salários mais baixos. Citando um estudo do Ipea divulgado em outubro, o economista informou que os ganhos dos terceirizados correspondem a, praticamente, metade do que recebem os funcionários efetivos. O levantamento foi feito com base em informações da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho, e de dados do Sindicato dos Empregados em Empresas de Prestação de Serviços a Terceiros do Estado de São Paulo (Sindeepres), o maior sindicato de trabalhadores terceirizados e temporários do Continente Americano, com 160 mil associados e representando mais de 700 mil trabalhadores do setor no estado de São Paulo.
22/11/2011 | 793 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
Notícias/Dimac
Solução para crises financeiras é reestruturação institucional, segundo Robert Boyer, da EHESS, que palestrou no Ipea
22/11/2011 | 3385 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report | Leia mais
Institucional/Dides
Chamada Pública nº 058/2011 Chamada Pública nº 058/2011 - Projeto “Estrutura Socioeconômica e Políticas para a Integração da América do Sul” Vagas: 02 (duas) bolsas Assistente de Pesquisa II (mestrando) e 07 (sete) bolsas Assistente de Pesquisa III, IV OU Doutor (mestre, doutorando ou doutor) Prazo de inscrição: 25 de julho a 13 de agosto de 2011 Resultado: A partir de 23 de agosto de 2011 Início das bolsas: setembro de 2011 Chamada Pública nº 058/2011 Clique aqui para ver o Resultado Clique aqui para ver o Resultado - 2ª Chamada Extrato de retificação do Resultado da Chamada Pública Extrato de retificação do Resultado da Chamada Pública Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
21/11/2011 | 4940 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
Publicações - Revista Desafios/Presidência
Revista Desafios do Desenvolvimento, nº 67
21/11/2011 | 2106 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report | Leia mais
Clipping/Clipping
Folha de S. Paulo (SP):Antônio Góis - Miopias "Dono de uma das piores distribuições de renda do mundo, o Brasil, mesmo sendo uma das dez maiores economias industriais, ocupa a sofrível 73ª posição no ranking mundial do IDH." Assim começa estudo de 2002 da Secretaria Municipal do Trabalho de São Paulo. A prefeita era Marta Suplicy e o secretário, Marcio Pochmann, hoje presidente do Ipea. Neste mês, a ONU divulgou novo índice de Desenvolvimento Humano, com o Brasil em 84º lugar (a ampliação do número de países e as mudanças metodológicas não permitem comparação com 2002). O ex-presidente Lula não gostou e, tal como faziam tucanos no passado, cobrou reação do governo. O Ipea divulgou nota criticando o índice. O IDH, porém, não é um bom instrumento para avaliar governos, pois variáveis como expectativa de vida e escolaridade média variam pouco de um ano para outro. Elas refletem muito mais erros e acertos do passado do que políticas do presente. Mas, todo ano, o índice da ONU é usado para julgamentos de curto prazo, forçando os dados na direção de convicções ideológicas. Um estudo de Michael Traugott, da Universidade de Michigan, ajuda a entender o comportamento. Ele investigou como os americanos interpretavam resultados de pesquisas em temas polêmicos. Traugott apresentou aos entrevistados duas pesquisas fictícias. Uma tinha o nome de um instituto respeitado, e a outra era de uma empresa desconhecida, financiada por alguma organização com interesses no tema investigado. A conclusão foi que pouco importava a credibilidade do instituto. Se o resultado combinava com a opinião pessoal, as pessoas acreditavam. Se contrariava, desconfiavam. Como escreveu Drummond, a verdade é sempre vítima de nossos caprichos, ilusões e miopias.
21/11/2011 | 1187 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
Clipping/Clipping
Valor Econômico (SP):Ibre lança livro sobre competitividade e câmbio Por Marcelo Mota | Do Rio Berço dos primeiros índices de preços e do cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) no Brasil, o Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), renova seu fôlego ao completar 60 anos e passa a lançar, anualmente, um livro, reunindo artigos produzidos por economistas da casa e alguns convidados, sempre sobre um tema em voga na cena brasileira. A estreia acontece hoje, com o lançamento de "A Agenda de Competitividade do Brasil". O volume reúne 13 artigos, elaborados por 17 economistas, nos quais a competitividade da economia brasileira é dissecada, mas não esgotada. "A primeira constatação é que a agenda de competitividade está em construção", revela o coordenador do trabalho, Regis Bonelli, que define o texto como acessível a "leigos informados". Com o intuito de municiar esse leitor e prepará-lo para o debate, os primeiros capítulos procuram conceituar competitividade. Na segunda parte são analisadas as políticas implementadas no país e, na terceira, os resultados obtidos em alguns setores. De saída, o livro busca desmontar impressões distorcidas sobre o tema. "A competitividade não se restringe ao câmbio. Seria ingenuidade acreditar que, se o câmbio se mantivesse em nível mais competitivo, nossos problemas estariam resolvidos", diz Bonelli. Logo no primeiro capítulo, assinado por ele e por Armando Castelar Pinheiro, também do Ibre, são enumeradas "três raias" para a discussão. A primeira tem como mote os produtos baseados "na dotação de recursos naturais do país", como nas áreas de minérios e agricultura, onde a competitividade do país é elevada. A segunda, tratada como de menor relevância dentro da pauta de comércio brasileira, está a produção de manufaturados em nichos nos quais o país se diferenciou tecnologicamente, como na produção de aviões médios. É na terceira raia que o páreo esquenta. Nela se situam os produtos e serviços nos quais a competitividade esbarra em gargalos como "a má qualidade da infraestrutura, a baixa escolaridade da força de trabalho e a elevada carga tributária". Nesse grupo, a tentação de se escorar no câmbio é irresistível. Ao avançar na leitura, porém, logo se descobre que o papel desempenhado por essa variável, o câmbio, vai muito além de mero termômetro dessa capacidade de fazer frente a competidores externos. A simplificação é mais que previsível em uma economia que, até duas décadas atrás, tinha no controle da oferta doméstica a única bússola para as políticas implementadas pelo governo. A abertura, a partir dos anos 90, quebrou a redoma protecionista, mas poucos já enxergam que o maior adversário nessa competição nem sempre está além das fronteiras nacionais. No capítulo que disseca o instrumento câmbio, Samuel Pessôa, também do Ibre, demonstra que a alta competitividade do país no agronegócio, a primeira raia descrita por Bonelli e Castelar, valoriza a moeda local e mina a competitividade na terceira raia, dos produtos manufaturados onde o país não é tão eficiente. Se, por exemplo, o gargalo da logística for retirado, essa transferência de competitividade se agravaria ainda mais, criando um paradoxo. No capítulo que trata do papel do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Mansueto Almeida, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), questiona a estratégia de transformação de empresas em campeões nacionais como solução para esse problema. "A atividade industrial favorece atividades de vanguarda tecnológica e o BNDES gasta muito dinheiro com fusão de empresas, por exemplo, na área de pecuária e frigoríficos", disse o coordenador do livro.
21/11/2011 | 1354 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report

<< Início < Anterior 301 302 303 304 305 306 307 308 309 310 Próximo > Fim >>
Página 305 de 695

 
 
 
 

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 2.5 Brasil.
Ipea - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
Expediente Portal Ipea