Ipea
Missão: “Aprimorar as políticas públicas essenciais ao desenvolvimento brasileiro por meio da produção e disseminação de conhecimentos e da assessoria ao Estado nas suas decisões estratégicas”.
IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
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Folha de S.Paulo (SP): Otimismo das famílias segue em alta, mostra Ipea DE SÃO PAULO O otimismo das famílias brasileiras sobre a economia subiu de 67,2, em dezembro, para 69 pontos em janeiro -o mais alto já registrado desde o início de apuração do índice, em 2010_, revelou ontem o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Na escala do instituto, a pontuação acima de 60 pontos indica otimismo; abaixo de 40, pessimismo. O Centro-Oeste é hoje a região com a maior expectativa positiva: passou de 77,4 pontos, em dezembro, para 84,8 em janeiro. A região Norte é a única em que otimismo diminuiu (de 62,4 para 62,1). O Sul registrou 71 pontos, o Sudeste, 68,5, e o Nordeste, 66,7 pontos. Já a expectativa sobre a economia nos próximos 12 meses é menor do que a confiança no momento atual (64,9 pontos no país). Em relação ao consumo de bens duráveis, 64,4% das famílias creem que agora é um bom momento para adquiri-los, ante 57,4% de dezembro. Cerca de 80,7% dos responsáveis pelos domicílios se sentem seguros em sua ocupação atual -com destaque para o Norte (96,1%) e o Centro-Oeste (92%). Em relação ao endividamento familiar, 7,6% das famílias do país estão muito endividadas (ante 8% no mês anterior), enquanto 57,1% declaram não ter dívidas, ante 56,1% em dezembro.
AGÊNCIA BRASIL: Famílias brasileiras estão mais otimistas com a economia, mostra Ipea Jorge Wamburg Brasília - O Índice de Expectativa das Famílias brasileiras (IEF) aumentou de 67,2 pontos, em dezembro, para 69 pontos em janeiro, alcançando a taxa mais alta já registrada pelo indicador. Em relação ao apurado em janeiro de 2011, quando o índice ficou em 67,2, também houve crescimento. A pesquisa mensal é feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em 3.810 domicílios, em 214 municípios, abrangendo todas as unidades da Federação. A escala varia de 0 a 100. Quanto maior o resultado, maior o otimismo das famílias. Segundo a metodologia utilizada na pesquisa (amostragem probabilística), o brasileiro se manteve otimista em todo o período entre janeiro de 2011 e janeiro de 2012. Entre as questões analisadas estão o momento para adquirir bens de consumo duráveis, a situação financeira da família comparada à de um ano atrás; a situação econômica do Brasil daqui a cinco anos; condições sobre quitação de contas atrasadas no próximo mês e a percepção do responsável pelo domicílio sobre estabilidade no trabalho. Sobre o comportamento socioeconômico nacional, as famílias brasileiras mantiveram-se mais otimistas na virada do ano. Segundo a pesquisa, 64,9% dos entrevistados têm expectativa de melhores momentos nos próximos 12 meses. Os moradores das regiões Centro-Oeste (84,6%) e Nordeste (68,9%) são os mais otimistas para os próximos 12 meses. O percentual de famílias que consideram o momento atual favorável à compra de bens de consumo duráveis aumentou de 57,4% em dezembro para 64,4% em janeiro. O índice de pessoas com essa opinião é maior na Região Centro-Oeste (77,5%). Enquanto isso, a avaliação de que não é um bom momento para adquirir esses bens está em queda em todo o país desde o mês de setembro (41,1%), fechando o mês de janeiro com 32,2%. Entretanto, na Região Norte, as expectativas de que a situação não é favorável para a compra (71,7%) são maiores do que as positivas (25%). Em relação ao grau de endividamento, as regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul apresentam maiores índices de famílias com poucas contas a pagar: 86%, 69,4% e 53,9%, respectivamente. Em todo o Brasil, 57,1% das famílias se consideram pouco endividadas. Em janeiro, a dívida média do brasileiro mostrou uma queda em relação a dezembro de 2011 chegando a R$ 4.428,46, o quinto menor valor dos últimos 12 meses. Quanto à segurança no mercado de trabalho, a Região Norte apresenta o maior índice de expectativas positivas, tanto para o responsável pelo domicílio (96,1%) quanto para os demais membros da família (96,2%). Entretanto, segundo os pesquisadores do Ipea, as expectativas para melhorias profissionais nos próximos seis meses, na Região Norte, são as mais baixas, com apenas 15,3% das famílias confiantes. A margem de erro da pesquisa é 5%. Edição: Juliana Andrade e Lílian Beraldo´
Leia a íntegra do estudo A situação social nos estados - Amazonas
Monitor Mercantil (RJ): Renda do trabalho tem participação pequena na economia, diz Ipea A renda do trabalho tem uma participação pequena na economia brasileira, segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), intitulado Evolução da Parcela do Rendimento do Trabalho durante a Recente Estabilidade Monetária, divulgado hoje. Segundo o estudo, entre 1995 e 2002, a participação da renda do trabalho na economia caiu 11,8%, passando de 48% em 1995 para 42,4% em 2002. Contudo, no período de 2002 a 2009, houve um aumento de 2,5% na participação da renda do trabalho, passando de 42,4% para 43,4%. Entre as regiões, a Sudeste foi que a teve a maior participação da renda do trabalho na economia, 50,8%; já a Região Norte foi a que teve a menor participação da renda na economia, 6% em 2009. Apesar dessa diferença, nota-se que, no período, houve uma redução da distância entre os números da região com maior peso e a região com menor peso do quesito renda do trabalho na economia. Em 1995, a diferença entre as regiões Norte e Sudeste era 14,5 vezes e, em 2009, essa diferença passou para 8,5 vezes. No período, também se pode ver uma desconcentração da participação da renda. As regiões com maior participação da renda do trabalho na economia reduziram sua participação, enquanto as regiões com menor peso aumentaram sua influência na economia como um todo. Entre 1995 e 2002, a Região Sudeste diminui sua participação na renda em 3,8% e a Região Norte aumentou em 16,1%. No período de 2002 a 2009, a queda foi maior para o Sudeste, 6,9%. Na Região Norte, houve um aumento de 31,5%. Segundo o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, isso se deve a uma desconcentração da economia entre as regiões brasileiras. - O que notamos na primeira década do Século XXI é uma descentralização da produção e das ocupações. As regiões onde mais cresceram os salários e a ocupação não são aquelas mais ricas, são as regiões Nordeste e Centro-oeste do país - disse. O estudo mostra ainda que o movimento observado nas regiões também foi verificado nos estados. O Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo, estados tradicionalmente com maior participação na renda, demonstraram queda. Já estados como o Ceará, Rio Grande no Norte e Pará aumentaram sua participação.
Índice de Expectativas das Famílias foi explicado pelo assessor técnico da Presidência do Ipea André Calixtre
Valor Econômico (SP): Salário, produtividade e estabilização Artigo de Marcio Pochmann O descolamento das trajetórias do salário real e da produtividade do trabalho no Brasil tem sido uma constante no tempo. De maneira geral, os salários não acompanham os ganhos de produtividade, salvo raras e honrosas exceções. Tanto assim que a participação do rendimento do trabalho na renda nacional apresentou uma rota de queda significativa, mesmo nos anos de forte crescimento econômico. Por meio século, o rendimento do trabalho, que chegou a representar quase 56% do Produto Interno Bruto (PIB) na década de 1950, decaiu continuamente até o início do século XXI, alcançando o patamar abaixo de 40% do PIB. Vários motivos contribuíram para isso, como a política salarial de arrocho e o autoritarismo que tolheu a livre negociação coletiva de trabalho entre patrões e trabalhadores durante a ditadura militar (1964-1985). Também durante o regime democrático a partir de 1985, com a fase de superinflação e oscilação no comportamento econômico, tornou desfavorável aos ocupados a negociação coletiva de trabalho. Brasil segue destoando dos países ricos e não aceita velha receita de empurrar a conta da crise aos trabalhadores Com a estabilidade monetária iniciada em 1994, o salário médio real seguiu descolado da evolução dos ganhos de produtividade do trabalho. A adoção de política antilaboral na década neoliberal dos anos 1990, em meio ao contexto de baixo dinamismo econômico e explosão do desemprego, forçou a queda do salário médio real no país. Mesmo com a mudança de orientação nas políticas econômica e laboral após 2003, o salário médio real só recuperou seu poder aquisitivo a partir de 2005. Contribuiu para isso, a volta do crescimento econômico que permitiu a queda na taxa de desemprego e a elevação do valor real do salário mínimo, ambos favoráveis ao avanço das negociações coletivas de trabalho. No período de 2004 a 2010 o salário médio recuperou o seu poder aquisitivo em 17,6%. Com isso, o rendimento médio dos trabalhadores passou a ser 1,6% maior do que o recebido em 1995. Na contrapartida, a produtividade do trabalho entre os anos de 2004 e 2010 cresceu 11%. Assim, a produtividade do trabalho de 2010 foi 13,6% maior que a do ano de 1995. Entre os anos de 1995 e 2004 o salário médio real dos ocupados perdeu 13,6% do seu poder aquisitivo. No mesmo período, a produtividade do trabalho aumentou um pouco, 2,3%. Em 15 anos de estabilização monetária, o salário real médio do trabalhador foi somente duas vezes (1996 e 2010) superior ao do ano de 1995. Já em relação aos ganhos de produtividade observa-se que eles nunca se apresentaram inferiores ao do ano de 1995. Não obstante a recuperação real do salário médio dos trabalhadores a partir de 2004, os ganhos de produtividade seguem ainda bem à frente. Entre 1995 e 2004, registra-se que o ganho de 1% na produtividade do trabalho foi acompanhado da queda em 6% do poder aquisitivo do salário médio dos ocupados. No período de 2004 e 2010 nota-se que para a elevação de 1% na produtividade do trabalho, o salário médio real subiu 1,6%. Em se mantendo essa mesma relação para os próximos anos, somente em 2022 o Brasil teria equilibrado o ganho de produtividade com o salário médio real vigente no ano de 1995. Nesse sentido, percebe-se que o salário médio pode crescer acima da produtividade, caso exista o objetivo de que o rendimento do trabalho não siga descolado dos ganhos de produtividade no país. Ao mesmo tempo poderia retornar gradualmente ao patamar observado no início da estabilização monetária. Nos países desenvolvidos, a trajetória do salário médio real não se deu desassociada dos ganhos de produtividade. Pela experiência do segundo pós-guerra, o salário médio dos trabalhadores acompanhou os ganhos de produtividade, permitindo a elevação na participação do rendimento do trabalho até próximo de 80% do PIB. Mas isso deixou de ser uma verdade durante as duas últimas décadas, quando a adoção generalizada das políticas neoliberais terminou por desviar a evolução real dos salários dos ganhos de produtividade. O descolamento da produtividade tornou decrescente a parcela salarial no PIB, fazendo com que os países ricos voltassem à situação da desigualdade de renda somente comparável à década de 1920, como no caso dos Estados Unidos e Inglaterra. Na crise do capitalismo global, o Brasil segue destoando da orientação dos países ricos. Não aceita mais a velha receita neoliberal de empurrar a conta da crise para os trabalhadores. O salário mínimo apresenta ganhos reais, as aposentadorias têm seus valores reais mantidos e as negociações coletivas de trabalho mostram-se favoráveis à evolução do salário médio real dos trabalhadores. Tudo isso no contexto de expansão econômica acompanhada da redução do desemprego, da desigualdade de renda e da pobreza. Marcio Pochmann é presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), professor licenciado do Instituto de Economia e do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesit) da Unicamp.
Estudo Situação Social nos Estados trouxe indicadores em áreas como saúde, educação e previdência
A pesquisa, realizada em 3.810 domicílios, em mais de 200 municípios foi apresentada nesta quinta-feira, em Brasília
Panorama em áreas como saúde, educação e trabalho foi apresentado nesta quinta, na Secretária de Planejamento e Desenvolvimento Econômico do Amazonas
Estudo aponta que as regiões brasileiras vêm equilibrando a participação do trabalho na renda nacional
Leia a íntegra do estudo A situação social nos estados - Goiás
EXAME.COM: Renda do trabalho tem participação pequena na economia Estudo feito pela Ipea mostra que a renda do trabalho na economia caiu quase cinco pontos entre 1995 e 2009 Brasília - A renda do trabalho tem uma participação pequena na economia brasileira, segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), intitulado Evolução da Parcela do Rendimento do Trabalho durante a Recente Estabilidade Monetária, divulgado hoje. Segundo o estudo, entre 1995 e 2002, a participação da renda do trabalho na economia caiu 11,8%, passando de 48% em 1995 para 42,4% em 2002. Contudo, no período de 2002 a 2009, houve um aumento de 2,5% na participação da renda do trabalho, passando de 42,4% para 43,4%. Entre as regiões, a Sudeste foi que a teve a maior participação da renda do trabalho na economia, 50,8%; já a Região Norte foi a que teve a menor participação da renda na economia, 6% em 2009. Apesar dessa diferença, nota-se que, no período, houve uma redução da distância entre os números da região com maior peso e a região com menor peso do quesito renda do trabalho na economia. Em 1995, a diferença entre as regiões Norte e Sudeste era 14,5 vezes e, em 2009, essa diferença passou para 8,5 vezes. No período, também se pode ver uma desconcentração da participação da renda. As regiões com maior participação da renda do trabalho na economia reduziram sua participação, enquanto as regiões com menor peso aumentaram sua influência na economia como um todo. Entre 1995 e 2002, a Região Sudeste diminui sua participação na renda em 3,8% e a Região Norte aumentou em 16,1%. No período de 2002 a 2009, a queda foi maior para o Sudeste, 6,9%. Na Região Norte, houve um aumento de 31,5%. Segundo o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, isso se deve a uma desconcentração da economia entre as regiões brasileiras. "O que notamos na primeira década do século 21 é uma descentralização da produção e das ocupações. As regiões onde mais cresceram os salários e a ocupação não são aquelas mais ricas, são as regiões Nordeste e Centro-Oeste do país", disse. O estudo mostra ainda que o movimento observado nas regiões também foi verificado nos estados. O Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo, estados tradicionalmente com maior participação na renda, demonstraram queda. Já estados como o Ceará, Rio Grande no Norte e Pará aumentaram sua participação.
O HOJE (GO): Extrema pobreza é baixa em Goiás Cejane Pupulin A extrema pobreza em Goiás é a nona menor no País. Os dados são do estudo da situação social nos Estados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado ontem. Goiás, de acordo com a pesquisa, possui uma média inferior à do país. Em 2001, o índice nacional era de 10,5% e, em 2009, foi reduzido para 5,2%. Já em Goiás, no início da década, 6,5% da população vivia em pobreza extrema. Mas, em 2009, o indicador teve redução para 3,2%. O economista e assessor técnico da presidência do Ipea, André Bojikian Calixtre, destaca que a redução da pobreza em Goiás na zona rural é expressiva - de 12,1% em 2001 para 3,5% em 2009. "Esse decréscimo é relacionado ao aumento da distribuição de renda per capita com a melhoria do salário mínimo e a dinamização do campo. Para Calixtre, reduzir taxas de extrema pobreza que são acima de 10% é mais fácil. Goiás se incluiu entre as unidades da Federação que têm taxas mais baixas em 2004 _ e permanece com o índice estável por anos. Por exemplo, Santa Catarina e Distrito Federal mantêm a taxa constante há aproximadamente quatro anos. "É um desafio de gestão na política social. Os mecanismos são suficientes para a queda dos números altos, mas não para zerar." Um dos fatores que possibilitaram a redução da extrema pobreza em Goiás foi o aumento da renda domiciliar per capita. Em 2001, a renda nacional era de R$ 511,50 e subiu 23,5% em 2009, chegando a R$ 631,70. O Estado igualou-se à média nacional no período, subindo de R$ 465,20 para R$ 629,60, assumindo a 18ª posição no ranking de renda familiar. O acréscimo ficou aquém da elevação do Centro-Oeste, em que a renda per capita no fim da última década chegou a R$ 756,60. "O Distrito Federal e suas especificidades puxaram essa diferenciação da região com Goiás e o Brasil." Para o instituto, um dos principais desafios apresentados pelo estudo social é reduzir a extrema pobreza, principalmente no meio rural. O aumento do número de postos de trabalho e a redução da taxa de desemprego também beneficiaram a queda da pobreza. A taxa de desemprego em Goiás encontra-se em melhor situação que no Centro-Oeste e do Brasil. Em 2001, ela era de 7,6%, e caiu para 7,4% em 2009. No Centro-Oeste, essas taxas foram de 8,5% em 2001 e de 7,6% em 2009; para o Brasil, apresentaram-se as taxas de 9,2% e 8,2%, respectivamente. "O desemprego é destaque no meio urbano do Estado. O resultado se associa basicamente ao forte desempenho rural de Goiás", diz o economista. O salário do goiano, de acordo com o estudo do Ipea, está na média do trabalhador brasileiro, mas inferior ao do Centro-Oeste - em que o Distrito Federal influencia. Em 2009, a média em Goiás foi de R$ 1.104,60 e na região foi de R$ 1.326,09.
Evolução da parcela do rendimento do trabalho durante a recente estabilidade monetária
Seleção de Consultor Individual Solicitação para Apresentação de Manifestações de Interesse N° 007/2012 Reaberto o prazo para envio dos currículos no período de 08/03/2012 a 15/03/2012 Contratação de 1 (um) consultor individual para treinamento em software de análise qualitativa (ATLAS.ti), necessário para executar projetos de pesquisa constantes do Plano de Trabalho da Diretoria de Estudos e Políticas do Estado, das Instituições e da Democracia - DIEST. Solicitação para Apresentação de Manifestações de Interesse N° 006/2012 Contratação de 1 (um) consultor individual para desenvolver estudo sobre os fatores econômicos e institucionais que marcaram a evolução da economia brasileira na década de 2000 e determinaram e condicionaram o comportamento e desempenho dos grupos econômicos e empresas líderes. Solicitação para Apresentação de Manifestações de Interesse N° 005/2012 Objeto: Contratação de 1 (um) consultor individual para construir e analisar um banco de dados com base nos RREOs, segundo metodologias de caráter técnico e científico, que permita um melhor diagnóstico sobre a evolução bimestral das finanças públicas das prefeituras das capitais dos estados brasileiros, e sobre os impactos destas últimas sobre os agregados macroeconômicos. Solicitação para Apresentação de Manifestações de Interesse N° 004/2012 Contratação de 1 (um) consultor individual para montagem e atualização de banco de dados sobre as finanças públicas dos Estados brasileiros a partir dos “relatórios resumidos de execução orçamentaria” (RREOS) da base SISTN da Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda. Solicitação para Apresentação de Manifestações de Interesse N° 002/2012 Objeto: Contratação de 1 (um) consultor individual para analisar os fatores associados aos resultados nas avaliações dos cursos de ensino superior que preparam profissionais para carreiras técnico-científicas e identificar potenciais “gaps” de competências básicas nos jovens ingressantes no mercado de trabalho, com ênfase nas competências básicas necessárias para carreiras técnico-científicas. Seleção de Consultor Individual - 2011 Seleção de Consultor Individual - 2010
Chamada Pública nº 106/2011 Chamada Pública nº 106/2011 - Projeto “Licenciamento Ambiental para fins Urbanísticos” Vagas: 01 (uma) bolsa Pesquisador Visitante Prazo de inscrição: 19 de dezembro a 03 de janeiro de 2012 Resultado: A partir de 13 de janeiro de 2012 Início das bolsas: fevereiro de 2012 Chamada Pública nº 106/2011 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo
Jornal do Brasil (RJ): Desenvolvimento sustentável: crítica ao modelo padrão Leonardo Boff Os documentos oficiais da ONU e também o atual borrador para a Rio+20 encamparam o modelo padrão de desenvolvimento sustentável: deve ser economicamente viável, socialmente justo e ambientalmente correto. É o famoso tripé chamado de Triple botton line (a linha das três pilastras), criado em 1990 pelo britânico John Elkington, fundador da ONG SustainAbility. Esse modelo não resiste a uma crítica séria. Desenvolvimento economicamente viável: Na linguagem política dos governos e das empresas, desenvolvimento equivale ao Produto Interno Bruto (PIB). Ai da empresa e do país que não ostentem taxas positivas de crescimento anuais! Entram em crise ou em recessão com consequente diminuição do consumo e geração de desemprego: no mundo dos negócios, o negócio é ganhar dinheiro, com o menor investimento possível, com a máxima rentabilidade possível, com a concorrência mais forte possível e no menor tempo possível. Quando falamos aqui de desenvolvimento não é qualquer um, mas o realmente existente que é aquele industrialista/capitalista/consumista. Este é antropocêntrico, contraditório e equivocado. Explico-me. É antropocêntrico, pois está centrado somente no ser humano, como se não existisse a comunidade de vida (flora e fauna e outros organismos vivos), que também precisa da biosfera e demanda igualmente sustentabilidade. É contraditório, pois desenvolvimento e sustentabilidade obedecem a lógicas que se contrapõem. O desenvolvimento realmente existente é linear, crescente, explora a natureza e privilegia a acumulação privada. É a economia política de viés capitalista. A categoria sustentabilidade, ao contrário, provém das ciências da vida e da ecologia, cuja lógica é circular e includente. Representa a tendência dos ecossisstemas ao equilíbrio dinâmico, à interdependência e à cooperação de todos com todos. Como se depreende: são lógicas que se autonegam. Uma privilegia o indivíduo, a outra o coletivo, uma enfatiza a competição, a outra a cooperação, uma a evolução do mais apto, a outra a coevolução de todos interconectados. É equivocado, porque alega que a pobreza é causa da degradação ecológica. Portanto: quanto menos pobreza, mais desenvolvimento sustentável haveria e menos degradação, o que é equivocado. Analisando, porém, criticamente, as causas reais da pobreza e da degradação da natureza, vê-se que resultam, não exclusiva, mas principalmente, do tipo de desenvolvimento praticado. É ele que produz degradação, pois delapida a natureza, paga baixos salários e gera assim pobreza. A expressão desenvolvimento sustentável representa uma armadilha do sistema imperante: assume os termos da ecologia (sustentabilidade) para esvaziá-los. Assume o ideal da economia (crescimento) mascarando a pobreza que ele mesmo produz. Socialmente justo: Se há uma coisa que o atual desenvolvimento industrial/capitalista não pode dizer de si mesmo é que seja socialmente justo. Se assim fosse, não haveria 1,4 bilhão de famintos no mundo e a maioria das nações na pobreza. Fiquemos apenas com o caso do Brasil. O Atlas Social do Brasil de 2010 (Ipea) refere que 5 mil famílias controlam 46% do PIB. O governo repassa anualmente 125 bilhões de reais ao sistema financeiro para pagar com juros os empréstimos feitos e aplica apenas 40 bilhões para os programas sociais que beneficiam as grandes maiorias pobres. Tudo isso denuncia a falsidade da retórica de um desenvolvimento socialmente justo, impossível dentro do atual paradigma econômico. Ambientalmente correto: O atual tipo de desenvolvimento se faz movendo uma guerra irrefreável contra Gaia, arrancando dela tudo o que lhe for útil e objeto de lucro, especialmente, para aquelas minorias que controlam o processo. Em menos de 40 anos, segundo o Índice Planeta Vivo da ONU (2010), a biodiversidade global sofreu uma queda de 30%. Apenas de 1998 para cá houve um salto de 35% nas emissões de gases de efeito estufa. Ao invés de falarmos nos limites do crescimento, melhor faríamos falar nos limites da agressão à Terra. Em conclusão, o modelo padrão de desenvolvimento que se quer sustentável é retórico. Aqui e acolá, se verificam avanços na produção de baixo carbono, na utilização de energias alternativas, no reflorestamento de regiões degradadas e na criação de melhores sumidouros de dejetos. Mas reparemos bem: tudo é realizado desde que não se afetem os lucros, nem se enfraqueça a competição. Aqui a utilização da expressão "desenvolvimento sustentável"possui uma significação política importante: representa uma maneira hábil de desviar a atenção para a mudança necessária de paradigma econômico se quisermos uma real sustentabilidade. Dentro do atual, a sustentabilidade é ou localizada ou inexistente. Leonardo Boff é teólogo e escritor. - lboff@leonardoboff.com
A Crítica (DF): IPEA divulga pesquisa sobre as Forças Armadas O IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgou, em janeiro deste ano, uma ampla pesquisa sobre a percepção da população em geral acerca da Defesa Nacional. Os gráficos a seguir demonstram os principais resultados obtidos a partir de entrevistas realizadas com 3796 pessoas, em todas as regiões do Brasil. Observa-se que a maior parte dos entrevistados confia nas Forças Armadas, apoia as suas atividades e considera que elas têm uma função importante para o País. Esta posição esteve presente em todas as regiões e foi compartilhada por entrevistados de ambos os sexos, de diferentes faixas etárias e com diferentes níveis de escolaridade.
Clica Brasília: Secretário de juventude replica mensagem que avisava sobre blitz em via do DF Neste domingo (5) o secretário de Juventude de Distrito Federal, Fernando Neto, publicou em seu Twitter duas mensagens que avisavam que estariam tendo blitze de trânsito em duas vias movimentadas da cidade. As mensagens foram retuitadas, ou replicadas, de um perfil que avisa aos seguidores onde há blitz e informações de trânsito. Na manhã desta segunda-feira, o secretário deletou os "tweets". Em entrevista ao portal ClicaBrasília, Fernando Neto afirmou que a divulgação das mensagens foi um descuido e que não imaginava que o ato geraria polêmicas. "O que aconteceu foi um descuido. Eu estava debatendo com amigos sobre essa relação que a rede social trouxe para a sociedade, sobre como é que a rede social contribui para a relação da sociedade como um todo. Em determinado momento entramos nessa discussão do perfis no twitter, se somos a favor ou contra, se ajuda ou atrapalha... Foi quando a mensagem apareceu na minha timeline e eu dei "RT", foi bobeira, pra ver qual era a opinião das pessoas", justifica. Fernando afirmou ainda que chegaram a dizer que ele é contra a lei seca. Ele nega. "Eu sou a favor. Ano passado a secretaria fez diversas campanhas contra o consumo do álcool ao volante. Quem me conhece sabe que eu não bebo e não estimulo isso nem entre os meus amigos. Manipularam isso de forma desagradável", continua. Perfis em debate No fim de janeiro a Advocacia Geral da União (AGU) entrou com uma ação civil pública na Justiça Federal de Goiás pedindo a "suspensão imediata" de perfis do twitter que avisam sobre os locais onde há fiscalizações de trânsito como, por exemplo, blitze e radares eletrônicos. O pedido é feito especificamente para o Goiás, mas, dependendo da decisão do juiz, pode ser estendido para todo o país. A informação foi divulgada pela AGU nesta segunda-feira (6). No pedido, o órgão afirma que a ação de alertar sobre as fiscalizações "agride diretamente a vida, a segurança e o patrimônio das pessoas em geral". Segundo o órgão, dispositivos do Código Penal e do Código de Trânsito Brasileiro são violados com a divulgação. A AGU quer ainda, por meio de uma liminar, que as contas dos usuários em Goiás sejam suspensas mesmo antes da análise do mérito do pedido e que seja aplicada uma multa diária de R$ 500 mil no caso de descumprimento. Os advogados da União sustentam que, além da importância que as fiscalizações exercem para reduzir o número de acidentes de trânsito, também servem para combater a prática de outros delitos graves, como o furto de veículos, porte ilegal de armas e tráfico de drogas. O secretario que tuitou a frase afirmou que é a favor da ação da AGU, mas que há contrapontos. "Eu estou acompanhando essa ação da AGU e acho que esses perfis atrapalham porque o estado tem uma série de procedimentos que tentam impedir a ingestão do álcool no trânsito. A defesa da AGU é muito bem produzida e eu concordo, porém a gente tem outra discussão que é a liberdade de expressão pela internet. Você não pode inibir e nem vetar a necessidade que as pessoas têm de se relacionar. Sou a favor, é correto e coerente, mas tem uma série de debates em curso." A ação da AGU foi proposta a partir de estudos produzidos pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), que apontam informações sobre acidentes e mortes no trânsito.
O Globo.com: AGU quer bloqueio de contas do Twitter que alertam sobre blitz BRASÍLIA - A Advocacia-Geral da União (AGU) entrou com uma ação na Justiça Federal de Goiás, com pedido de liminar, para suspensão e bloqueio de perfis no Twitter que alertam motoristas sobre o local e o horário das blitzes de trânsito realizadas no estado. A ação solicita multa diária de R$ 500 mil em caso de descumprimento da liminar. Em janeiro, a Justiça do Espírito Santo também determinou aos provedores de internet a retirada do ar de todas as páginas no Facebook e no Twitter que alertem sobre operações policiais de combate à Lei Seca no estado. O pedido foi formulado pela Procuradoria da União de Goiás (PU/GO), unidade da AGU no estado. Para a procuradoria, a conduta do Twitter INC e dos demais envolvidos agride diretamente a vida, a segurança e o patrimônio das pessoas em geral. Segundo o órgão, diversos dispositivos do Código Penal e do Código de Trânsito Brasileiro estariam sendo violados. Os advogados da União sustentam que, além da importância que as fiscalizações exercem para reduzir o número de acidentes de trânsito, também servem para combater a prática de outros delitos graves, como o furto de veículos, porte ilegal de armas e tráfico de drogas. Celmo Ricardo Teixeira da Silva, procurador-chefe da União em Goiás, acredita que "a ação judicial atende a necessidade de assegurar a fiscalização da Polícia Rodoviária Federal" que está sendo impedida de fiscalizar as cidades com precisão. Segundo nota do órgão, diversos dispositivos do Código Penal (CP) e do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estariam sendo violados. Entre eles estão os artigos 265 e 348 do CP e os artigos 165, 210, 230, 306 e 310 do CTB. Os artigos abordam atentado à segurança e/ou funcionamento de serviço de utilidade pública e favorecimento pessoal ao prejudicar autoridade pública, além de colaborar para a transposição de bloqueio viário policial, direção sob efeito de álcool, direção de veículo ilegal e diração por pessoa não autorizada. Pedido quer liminar para suspensão imediata de microblogs A Procuradoria da União de Goiás quer também que seja feito o bloqueio definitivo de toda e qualquer outra conta que prestem informações sobre datas, horários e lugares das blitzes policiais em Goiás. Um dos perfis com mais seguidores é o @radarblitzgo, com quase 12 mil contatos no microblog e cerca de 9.700 tweets publicados. Em geral, essas contas são facilmente acessadas por smartphones e contam com a ajuda de seus seguidores para construir uma rede colaborativa de informações sobe assuntos de trânsito como acidentes, engarrafamentos e também blitzes policiais contra o consumo de álcool ao volante e excesso de velocidade. De acordo com a AGU, a ação foi proposta a partir de estudos técnicos produzidos pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) sobre segurança.

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