Missão: “Aprimorar as políticas públicas essenciais ao desenvolvimento brasileiro por meio da produção e disseminação de conhecimentos e da assessoria ao Estado nas suas decisões estratégicas”.
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Comunicado do Ipea nº 146 foi apresentado nesta quinta-feira, 3, em Brasília
Antonio Semeraro Rito Cardoso é técnico de Planejamento e Pesquisa da Diest/Ipea e ex-Ouvidor do Instituto
PPE - volume 42 - número 1 avulso: R$ 15,00 2012 Abril - Volume 42, 1 Fatores associados ao fluxo escolar no ingresso e ao longo do ensino médio no Brasil André Portela de Souza, Vladimir Pinheiro Ponczek, Bruno Teodoro Oliva, Priscilla Albuquerque Tavares Desigualdade de oportunidades no Brasil: uma decomposição quantílica contrafactual Erik Alencar de Figueiredo, Cleiton Roberto da Fonseca Silva Competição vertical e horizontal no Brasil: uma análise empírica das interações fiscais nos mercados de cigarro e gasolina Ricardo Batista Politi, Enlinson Mattos Impactos econômicos de cenários de políticas climáticas para o Brasil Jonathan Gonçalves Silva, Angelo Costa Gurgel Modelos VaRs e a nova fórmula da exigência de capital da carteira trading: uma análise no mercado brasileiro Cleysson Ribeiro Vieira, Osvaldo Candido Silva Filho Acesse o sítio
Programa de TV - Panorama Ipea - Soberania Energética
Valor Econômico (SP): Menor tarifa é melhor critério, aponta estudo Por Vladimir Goitia | Para o Valor, de São Paulo O critério de escolha do vencedor pela menor tarifa para a concessão de estradas é melhor para o usuário. É o que afirma Carlos Campos, coordenador de Infraestrutura Econômica do Instituto Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com base no estudo "Rodovias brasileiras: investimentos, concessões e tarifas de pedágio". Ele exemplifica: o primeiro conjunto de rodovias federais concedidas pelo governo à iniciativa privada, entre 1995 e 1997, teve o pedágio reajustado em valores até 168% maiores do que o IPCA no período. Na BR-116, no Rio de Janeiro, administrada pela Concessionária Rio Teresópolis (CRT), a tarifa passou de R$ 2,38, em 1996, para R$ 9,70 no ano passado. Desde que o contrato de concessão foi assinado, a tarifa de pedágio aumentou 308% ante 139% do IPCA. Outro caso grave mostrado no estudo do Ipea é a Concepa, que opera na BR-290, no Rio Grande do Sul. No mesmo período, a tarifa foi reajustada em 148%. Depois vêm a Ponte, na ponte Rio-Niterói (118%); e a Nova Dutra, na rodovia Presidente Dutra, entre o Rio e São Paulo (88%). "Isso demonstra um favorecimento contínuo das concessionárias em detrimento dos usuários nos últimos 15 anos", diz a pesquisa. Em relação às tarifas dos pedágios cobrados em estradas federais e concedidas entre 1995 e 1997 (primeira fase), o Ipea calculou que, em 2011, o valor médio delas foi de R$ 9,86/100 km. Já a tarifa média cobrada nas vias federais concedidas na segunda etapa (2008-2009) é de R$ 2,96/100 km, uma queda de 70% em relação ao valor médio das concessões da etapa anterior. O estudo também apurou que a tarifa média de pedágio para sete Estados foi de R$ 10,87/100 km. Três apresentaram tarifas maiores que a média: Espírito Santo, São Paulo e Rio de Janeiro. De acordo com o Ipea, o Rio de Janeiro é o único Estado que utiliza apenas o valor de outorga como critério de escolha da concessionária, mecanismo que impede a competição, já que o custo é repassado à tarifa. Portanto, afirma o estudo, "é um forte indicativo do motivo pelo qual apresentou a maior tarifa, R$ 12,93/100 km". O menor valor ficou em Minas Gerais, de R$ 6,46/100 km.
Chamada Pública nº 042/2012 Chamada Pública nº 042/2012 - Projeto “BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e seus vizinhos” Vagas: 01 (uma) bolsa Doutor e 01 (uma) bolsa Assistente de Pesquisa III Prazo de inscrição: 26 de março a 11 de abril de 2012 Resultado: A partir de 23 de abril de 2012 Início das bolsas: maio de 2012 Chamada Pública nº 042/2012 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Chamada Pública nº 030/2012 Chamada Pública nº 030/2012 - Projeto “Arquitetura Institucional da área do euro: lições para a integração na América do Sul” Vagas: 05 (cinco) bolsas Doutor, 01 (uma) bolsa Assistente de Pesquisa III (mestre) Prazo de inscrição: 19 de março a 03 de abril de 2012 Resultado: A partir de 13 de abril de 2012 Início das bolsas: maio de 2012 Chamada Pública nº 030/2012 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Chamada Pública nº 024/2012 Chamada Pública nº 024/2012 - Projeto “Migrações Internas por Mesorregião” Vagas: 02 (duas) bolsa Assistente de Pesquisa I (graduado) Prazo de inscrição: 13 a 28 de março de 2012 Resultado: A partir de 09 de abril de 2012 Início das bolsas: maio de 2012 Chamada Pública nº 024/2012 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Chamada Pública nº 026/2012 Chamada Pública nº 026/2012 - Projeto “Cooperação e Coordenação Federativa” Vagas: 02 (duas) bolsas Assistente de Pesquisa III (mestre), 02 (duas) bolsas Doutor e 02 (duas) bolsas Profissional Sênior Prazo de inscrição: 15 de março a 05 de abril de 2012 Resultado: A partir de 20 de abril de 2012 Chamada Pública nº 026/2012 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
A obra, composta de quatro volumes, faz uma radiografia da comunicação do país
Portal R7: Domésticas brasileiras estão mais velhas, têm mais estudo e oportunidades Em dois anos, Brasil conta 98 mil trabalhadores domésticos a menos Por Amanda Mont'Alvão Veloso, do R7 Mais velhas, com maior tempo de estudo e mais oportunidades de trabalho. O perfil das domésticas brasileiras, celebradas nesta sexta-feira (27) pelo Dia do Trabalhador Doméstico, passou por mudanças significativas nos últimos dez anos. De 2009 para 2011, o número de trabalhadores domésticos caiu de 1.652.000 para 1.554.000 nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Isso significa 98 mil empregados a menos nos lares brasileiros. O crescimento econômico vivenciado pelo País nos últimos anos e a elevação da escolaridade da população, principalmente das mulheres e dos mais jovens, são os responsáveis por essa redução de trabalhadores, explica Patrícia Lino Costa, economista do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). - Novas oportunidades são abertas em outros setores, e as mulheres mais jovens tendem a migrar. Elas vão procurar emprego nas áreas de comércio, serviços, até mesmo na limpeza em escritórios porque terão carteira de trabalho assinada, jornada definida, direito a aposentadoria, o que não acontece no trabalho doméstico. De fato, o trabalho doméstico tem se tornado uma profissão de mulheres mais velhas, segundo um estudo comparativo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Em 2009, a maioria delas (69%) tinha de 30 a 59 anos e apenas 22,2% eram moças de 18 a 29 anos. Em 1999, a faixa de idade dos 18 aos 29 anos respondia por 33,9% do total de trabalhadoras, enquanto 53,4% tinham entre 30 e 59 anos. As mulheres são a grande maioria dos trabalhadores domésticos. Segundo pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de 2009, do total de 7,2 milhões de pessoas ocupadas em serviços para famílias ou particulares (como motorista e acompanhante de idosos), 93% são do sexo feminino. O envelhecimento não é a única alteração ocorrida no perfil dessas trabalhadoras ao longo das últimas décadas. Elas também estão mais instruídas e passaram mais tempo na escola. Em 2009, a média foi de 6,1 anos de estudo contra os 4,7 anos registrados em 1999. Com o tempo, mais direitos foram conquistados. Se antes elas tinham apenas garantias como salário mínimo, 13º salário e licença-maternidade de 120 dias, instituídos pela Constituição Federal de 1988, leis criadas nos anos 2000 acrescentaram férias de 30 dias, estabilidade para gestantes, direito aos feriados civis e religiosos e a proibição de descontos de moradia, alimentação e produtos de higiene pessoal utilizados no local de trabalho. Porém, nenhum direito é assegurado se a empregada não trabalhar com a carteira assinada, o que ainda é pouco comum no trabalho doméstico. Atualmente, a cada cem trabalhadores domésticos, 73 exercem a função sem carteira assinada, de acordo com o IBGE. Rendimento Outra situação que permanece negativa é o rendimento das domésticas, ainda muito abaixo do salário mínimo (R$ 622). Se em 1999 a remuneração mensal não chegava a R$ 350, a média registrada em 2009, de R$ 386,45, evidencia o quanto a profissão ainda precisa ser valorizada. O rendimento médio das domésticas, no entanto, cresce mais do que a média do trabalhador brasileiro como um todo. O Instituto Data Popular mostrou que, enquanto o rendimento médio individual das trabalhadoras domésticas cresceu 43,5% de 2002 para 2011, a renda média do brasileiro aumentou 25% no mesmo período. A tendência é que o salário das domésticas cresça nos próximos anos, destaca Renato Meirelles, sócio-diretor do Data Popular. - A remuneração vai aumentar assim como ocorreu nos países desenvolvidos. Há mais pessoas querendo contratar do que trabalhadoras disponíveis. Portanto, quem quiser uma doméstica vai ter de pagar mais caro por isso.
Chamada Pública nº 018/2012 Chamada Pública nº 018/2012 - Projeto “Avaliação das Filas para Acesso ao Sistema Único de Saúde – SUS” Vagas: 01 (uma) bolsa Assistente de Pesquisa III (Mestrado) ou Assistente de Pesquisa IV (Doutorando) ou Doutor Prazo de inscrição: 14 a 29 de fevereiro Resultado: A partir de 15 de março de 2012 Início das bolsas: abril de 2012 Chamada Pública nº 018/2012 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Chamada Pública nº 043/2012 Chamada Pública nº 043/2012 - Projeto “Custos de Acidentes de Trânsito” Vagas: 01 (uma) bolsa Auxiliar de Pesquisa e 01 (uma) bolsa Assistente de Pesquisa III Prazo de inscrição: 26 de março a 11 de abril de 2012 Resultado: A partir de 23 de abril de 2012 Início das bolsas: maio de 2012 Chamada Pública nº 043/2012 Extrato de Retificação Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Chamada Pública nº 111/2011 Chamada Pública nº 0111/2011 - Projeto “Capacidades Humanas no Processo Nacional de Desenvolvimento" Vagas: 01 (uma) bolsa Assistente de Pesquisa I (Graduado) e 01 (uma) bolsa Doutor Prazo de inscrição: 29 de dezembro de 2011 a 13 de janeiro de 2012 Resultado:a partir de 23 de janeiro de 2012 Início das bolsas:a partir fevereiro de 2012 Chamada pública nº 111/2011 Clique aqui para ver o Resultado Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo
Coleta de lixo urbana é superior em 98% das casas, mas na área rural o índice ainda é está em 33%
Integrantes do Programa da ONU abordaram Relatório de Desenvolvimento Humano
Gazeta do Povo (PR): Brasil dobra volume de lixo destinado a aterros sanitários Entre 2000 e 2008, quantidade encaminhada por dia para área controlada passou de 49,6 mil para 110 mil toneladas, segundo estudo do Ipea Osny Tavares Ao longo de oito anos, o Brasil dobrou a quantidade de lixo encaminhado para aterros sanitários. O sistema, reconhecido como o mais eficiente, era usado para tratar 110 mil toneladas das 183 mil toneladas diárias de lixo produzidas no país em 2008 contra 49,6 mil em 2000, segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgado ontem. Outras 37,4 mil toneladas de lixo, entretanto, eram enviadas diariamente a lixões - como são conhecidos os espaços para descarte sem controle ambiental. O uso desse sistema, embora em queda no país, ainda é bastante representativo, principalmente nas pequenas cidades. O lixão está presente em mais da metade dos municípios brasileiros (50,5%), com predominância nas regiões Nordeste (89,1% dos municípios), Norte (84,6%) e Centro-Oeste (72,7%). Existe uma correlação entre a capacidade financeira de uma cidade e a forma como ela lida com os rejeitos. "O descarte inadequado é a realidade da maioria dos municípios brasileiros. Além da capacidade de investimento, a falta de profissionais especializados, como engenheiros ambientais e químicos, contribui para um cenário de agressão ao meio ambiente", ressalta o engenheiro ambiental Altair Rosa, professor da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). O aterro sanitário tem o terreno preparado para receber lixo. O solo é impermeabilizado para que o chorume (líquido resultante da decomposição dos resíduos orgânicos) não entre em contato com rios e cursos de água, os gases de decomposição são reaproveitados e um acompanhamento profissional constante avalia a vida útil do espaço. Ao contrário do lixão, que não conta com qualquer preparo ou supervisão. Para as cidades do interior, entretanto, o problema do lixo começa ainda antes, na coleta. Apesar de a taxa de cobertura atingir 90% do total de municípios em 2009, com penetração de 98% nos centros urbanos, as zonas rurais ainda claudicavam nos 33% de atendimento. Reciclagem O estudo mostra que o reaproveitamento de materiais recicláveis avança com força no Brasil, uma velocidade adquirida principalmente porque a taxa de reciclagem ainda é baixa no país. Entre 2000 e 2008, a separação e tratamento desses materiais cresceu 120%, mas ainda não ultrapassava 18% dos municípios brasileiros. "Existe um grande nicho de mercado para este trabalho e os catadores prestam uma colaboração enorme. Mas a maioria das embalagens ainda acaba no aterro comum. São milhões de reais que, literalmente, acabam indo para o lixo", lamenta Altair. Com isso, os catadores seguem tendo uma renda de subsistência. De acordo com o estudo do Ipea, o ganho médio desses trabalhadores varia entre R$ 420 e R$ 520 mensais - abaixo do salário mínimo. Apenas 10% deles participa de alguma organização ou cooperativa formal, o que torna a coleta e a destinação menos eficientes. Consequentemente, a participação da coleta seletiva formal no processo de reciclagem alcança, no máximo, 18% - porcentagem obtida na gestão do plástico. Em metais, é de apenas 0,7%. "A resistência é grande. O catador não quer perder a sua liberdade de horários e forma como trabalha", avalia Sueli Cruz, pedagoga com especialização em educação ambiental e experiência em projetos de coleta seletiva. Ela acredita que o valor inferior ao salário mínimo seja pago apenas a catadores submetidos a um atravessador, que empresta o carrinho e paga um valor inferior pelo produto. Curitiba 20 anos depois do Lixo que não é Lixo A partir de 1989, uma campanha com jingle grudento e mascotes engraçadinhos (a Família Folha) despertou a atenção e o senso de cidadania curitibano para a importância da coleta seletiva do lixo. Mais de 20 anos depois do Lixo que Não é Lixo, que ainda existe e de vez em quando ganha uma nova campanha publicitária, Curitiba planeja os próximos passos da gestão de resíduos. Ao longo dos últimos sete anos, a produção de lixo cresceu 28% na capital paranaense. E, apesar do investimento em reciclagem, a cidade consegue reaproveitar somente 22% de tudo o que é gerado. "Estamos conseguindo acompanhar esse desafio, em quantidade e qualidade, fazendo com que o tratamento do lixo gere inclusão social", afirma Marilza Dias, secretária municipal do Meio Ambiente. Desde 2007, a cidade vem criando parques para recepção de recicláveis abrigados sob o programa EcoCidadão. Neles, os carrinheiros podem trabalhar o lixo recolhido, selecionando, prensando e vendendo o material sem a necessidade de levá-los para casa. São 13 pontos já instalados. Usina de reciclagem A prefeitura também aposta na instalação do Sistema Integrado de Processamento e Aproveitamento de Resíduos (Sipar), um consórcio intermunicipal (Curitiba e outros 19 municípios da região metropolitana) para aumentar o aproveitamento dos materiais para até 85%, tanto recicláveis quanto orgânicos. Uma licitação chegou a ser feita, mas disputas judiciais entre as empresas interessadas interrompeu o processo. O engenheiro ambiental Altair Rosa acredita que Curitiba permaneça como exemplo de gestão de resíduos, mas aponta a falta de fôlego em alguns programas. "A questão da reciclagem ficou esquecida por um tempo, sem campanhas, e acabou saindo um pouco da memória das pessoas", diz. Maior lixão da América Latina será fechado no mês que vem Considerado o maior lixão da América Latina, o aterro do Jardim Gramacho, no município de Duque de Caxias (RJ), será fechado definitivamente no mês que vem. O fim dos despejos diários de resíduos irá atender a exigência do Ministério Público do Rio de Janeiro. A licença de operação de Gramacho expira no dia 5 de junho. "Na hora em que fecharmos o aterro de Gramacho poderemos começar a pensar na sofisticação da coleta seletiva na capital. Não dá para trabalhar uma coleta seletiva quando se tem um aterro como o de Gramacho poluindo a Baía de Guanabara", disse o prefeito do Rio, Eduardo Paes, à Agência Brasil. O lixão de Gramacho ocupa uma área de 1,3 milhão de metros quadrados às margens da Baía de Guanabara. Diariamente recebe 1.967 toneladas de lixo da cidade do Rio e 1.726 toneladas dos municípios vizinhos por dia. Está em operação desde 1976. "Será o fim desse crime ambiental que a cidade pratica há cerca de três décadas", assegurou o prefeito. Cerca de 1,5 mil catadores de recicláveis que atuam no espaço há vários anos serão indenizados pela prefeitura do Rio. Eles receberão, em parcela única, os recursos do Fundo dos Catadores, que originalmente seriam pagos ao longo de 14 anos em parcelas anuais de R$ 1,5 milhão. A previsão é de que os catadores terão direito a uma indenização individual em valor que ainda será definido, podendo girar em torno de R$ 15 mil, dependendo do número de beneficiados. Segundo o secretário de Ambiente do Rio, Carlos Minc, a Baía de Guanabara estará livre de lixões em seu entorno até o fim deste ano. Além do Gramacho, outros cinco lixões na região terão suas atividades encerradas.
O indicadorprever a produção industrial de março de 2012 em relação ao mesmo mês do ano anterior
Valor Econômico (SP):Aposta na lei dos resíduos Desde 2010, empresas do setor de saneamento estão atentas às mudanças provocadas pela aprovação da Lei n 12.305, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Ela traçou diretrizes, estratégias e metas, de olho na gestão integrada e no gerenciamento ambientalmente adequado dos resíduos sólidos. Dentre os principais aspectos, a lei proíbe a utilização dos lixões para descarte de resíduos a partir de 2014 e prevê que as empresas deverão estabelecer políticas de logística reversa. A lei ainda impõe a responsabilidade compartilhada - entre fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes, consumidores e governo - em relação à destinação e reciclagem de produtos comercializados. Wilson Quintella Filho, presidente do Grupo Estre, considera o marco regulatório uma "verdadeira revolução". Entusiasmado com o projeto, o empresário avalia que o Brasil pode sair na frente de outros países com a lei e enxerga grande potencial para desenvolvimento de negócios nesse setor. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou ontem um estudo sobre o tema dos resíduos sólidos e, com base no diagnóstico realizado, elencou algumas das principais recomendações. O instituto apontou a necessidade de concentração de esforços na erradicação dos lixões, com foco em municípios de pequeno porte, e citou como alternativa o incentivo à formação de consórcios públicos para a destinação final ambientalmente adequada dos resíduos gerados. O Ipea ainda recomendou a implantação de novas unidades de compostagem acompanhadas da coleta seletiva dos resíduos orgânicos e a consolidação de programas de coleta seletiva em grandes municípios e expansão dos mesmos em cidades de médio porte do Brasil. (BC)
Leia a íntegra do estudo A situação social nos estados - Mato Grosso

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