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Institucional/Dides
Chamada Pública nº 037/2011 Chamada Pública nº 037/2011 - Projeto "A Representação Política no Nível Municipal" Vagas: 01 (uma) bolsa Assistente de Pesquisa III (Mestre) Prazo de inscrição: 25 de maio a 15 de junho de 2011 Resultado: A partir de 27 de junho de 2011 Início das bolsas: Julho de 2011 Chamada Pública nº 037/2011 Acesse aqui para cadastrar seu currículo Clique aqui para ver o resultado Informações básicas: Obs:Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
25/05/2011 | 2102 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
Publicações/Disoc
A publicação aborda temas como previdência, assistência social, igualdade racial, saúde, educação e trabalho e renda são analisados  
25/05/2011 | 9433 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report | Leia mais
Publicações - Comunicado do Ipea/Presidência
A mobilidade urbana no Brasil
25/05/2011 | 3490 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report | Leia mais
Publicações - Políticas Sociais/Disoc
Políticas Sociais - acompanhamento e análise nº 19, 2011  
25/05/2011 | 26941 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report | Leia mais
Notícias/Presidência
Comunicado nº 94, que foi lançado no Rio, atesta o crescimento do transporte individual nas metrópoles
25/05/2011 | 5933 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report | Leia mais
Publicações - Políticas Sociais/Disoc
Políticas Sociais - acompanhamento e análise nº 19, 2011
25/05/2011 | 7197 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report | Leia mais
Institucional/Dides
Chamada Pública nº 030/2011 Chamada Pública nº 030/2011 - Projeto "Competências internas e vínculos com o sistema setorial de inovação: uma análise dos determinantes do desempenho das empresas no Brasil" Vagas: 02 (duas) bolsa Incentivo a Pesquisa II Prazo de inscrição: 25 de abril a 10 de maio de 2011 Prorrogação de inscrições: até 17 de maio de 2011 Resultado: A partir de 27 de maio de 2011 Início das bolsas: Junho de 2011 Chamada Pública nº 030/2011 Prorrogação Chamada Pública nº 030/2011 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
25/05/2011 | 3590 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
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MONITOR MERCANTIL DIGITAL (RJ): Estado só financia 20% dos asilos Os asilos brasileiros, ou instituições de longa permanência para idosos (Ilpi), vivem principalmente de contribuições dos residentes ou dos parentes. Essa situação se repete, mesmo com instituições filantrópicas que recebem financiamento público. De acordo com pesquisa divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 65% dos asilos do país são filantrópicos e aproximadamente 57% têm receitas oriundas de contribuição particular. As informações são da Agência Brasil. O financiamento público - federal, estadual ou municipal - responde por cerca de 20%. O custo médio de um idoso mensal num asilo, segundo o estudo é de cerca de R$ 750. O governo federal administra apenas um asilo em todo país. Localizado no Rio de Janeiro, a instituição Cristo Redentor atende 298 idosos. Para a coordenadora da pesquisa, Ana Amélia Camarano, a presença do Estado é fundamental para atender aos cerca de 3 milhões de idosos no país, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). ""O governo precisa investir nessa área, não só em asilos, mas também em cuidado domiciliar formal, beneficio monetário para o cuidador familiar, inclusão do cuidador familiar no sistema de seguridade social, centros dias, hospitais dias. Ou seja, uma rede de cuidados para a população idosa", disse a pesquisadora.  
25/05/2011 | 861 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
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VEJA ONLINE: Ipea: mais de 2/3 das cidades não têm abrigo para idoso A população idosa é a que mais cresce no Brasil, mas há poucas alternativas para os cuidados dessas pessoas, quando começam a perder a independência. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) fez o primeiro censo de abrigos e asilos do País - instituições de longa permanência para idosos (ILPI), no jargão técnico - e descobriu que apenas 0,5% da população com mais de 60 anos está em uma das 3.548 instituições brasileiras. Mais de dois terços dos municípios brasileiros não têm nenhum abrigo para idosos. "É uma má notícia. Coloca para a família uma responsabilidade muito grande de cuidar do seu idoso dependente, e sem levar em conta a possibilidade de a família cuidar", afirma a demógrafa Ana Amélia Camarano, coordenadora de População e Cidadania da Diretoria de Estudos Sociais do Ipea. Ela ressalta que a situação não leva em conta as mudanças na família. Hoje a mulher, a principal cuidadora, participa ativamente do mercado de trabalho. Além disso, múltiplos casamentos acabam por enfraquecer laços familiares. "Quem tem muita sogra, não cuida de nenhuma." A maioria das instituições brasileiras é filantrópica (65,2%). As particulares correspondem a 28,2% e as públicas são 6,6%. O estudo mostra que houve um crescimento acentuado do número de abrigos e asilos - enquanto nos anos de 1940 e 1950 aproximadamente 20 instituições eram abertas anualmente, na primeira década dos anos 2000 esse número passou para 90. Um terço delas (1.047) se identifica como lares e tenta reproduzir a vida em família, afirma Ana Amélia. Em média, cada instituição abriga 30 residentes. Ana Amélia reconhece que "nenhum país do mundo" tem como oferecer abrigo para toda a sua população idosa dependente. Mas defende investimento dos governos no cuidado domiciliar formal. "É preciso oferecer uma rede de cuidados para a população idosa: garantir benefício monetário para o cuidador familiar, a inclusão desse cuidador no sistema de seguridade social, a oferta de centros dia, onde o idoso possa ter atividades." Em todo o País, o governo federal tem apenas um abrigo - o Cristo Redentor, em Benfica, zona norte do Rio de Janeiro. Ali, entre os 280 residentes está Carlos Bastos, de 73 anos. Na juventude, ele viajou pela Europa como integrante da Força Internacional de Paz, da Organização das Nações Unidas (ONU). Foi representante comercial de empresas fornecedoras de peças para perfuração de petróleo. Aos 61 anos, com os contatos profissionais já reduzidos, aposentou-se e passou a viver no abrigo, onde divide o tempo entre o jogo de biriba e a biblioteca, da qual se tornou responsável. "O idoso pobre não tem dias felizes. Onde ele está - no abrigo ou em casa -, quer ser tratado com alegria, com dignidade, sentir o beijo de um neto. A sociedade tem que entender que só não fica idoso quem morre no meio do caminho
25/05/2011 | 802 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
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JORNAL NACIONAL (TV GLOBO): Brasil tem poucas instituições para idosos, aponta levantamento do Ipea São apenas 3.548 instituições em todo o país, onde vivem 83.870 pessoas com mais de 60 anos. Em dez anos, o número de pessoas com mais de 60 anos aumentou 41% e a população com mais de 80 anos cresceu 61%. Um levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica (Ipea) aplicada concluiu que o Brasil tem poucas instituições para idosos. Muito menos do que seria preciso. Os nomes são muitos: abrigo, asilo, retiro, casa de acolhimento. Pelo nome oficial quase ninguém conhece: instituição de longa permanência para idosos. Eles são muito poucos ainda e o brasileiro está envelhecendo. Em dez anos, o número de pessoas com mais de 60 anos aumentou 41%. No mesmo período, a população com mais de 80 anos cresceu 61%. E nessa fase da vida, às vezes, já não se pode viver mais sozinho. É preciso ajuda até para caminhar. O resultado do primeiro censo de abrigos para idosos do Brasil foi divulgado nesta terça-feira (24). São apenas 3.548 instituições em todo o país, onde vivem 83.870 pessoas com mais de 60 anos. Os pesquisadores do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas criticaram a falta de investimentos públicos em instituições para idosos. "A demanda está aumentando muito e a tendência para os próximos dez anos é um grande aumento na demanda por cuidado não familiar, então o governo precisa investir nessa área", afirmou a técnica de planejamento e pesquisa do IPEA Ana Amélia Camarano. Além do levantamento, que mostra a situação atual nos abrigos e asilos, o estudo dos técnicos do Ipea procurou apresentar também propostas de como poderia ser o atendimento aos idosos no país. Algumas ideias já estão em execução no Rio. Entre as formas alternativas, estão cuidadores familiares e centros de convivência, onde as pessoas passam o dia e depois voltam para casa. "Exercícios físicos, boa alimentação, um ambiente saudável", explicou a diretora da Casa de Santa Ana, Maria de Lourdes Brasna. Dona Nancy mora com a família, mas passa o dia no centro de convivência. "Eu pretendo viver até os 100 anos. Porque eu estou com 25 agora", brincou ela.    
25/05/2011 | 2060 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
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VALOR ECONÔMICO (SP):Curtas Transportes urbanos A falta de políticas públicas para transporte de massas e mobilidade urbana, aliada a passagens cada vez mais caras, provocaram uma queda de cerca de 30% na utilização do transporte público no Brasil nos últimos dez anos. A constatação é de estudo do Ipea divulgado ontem. O estudo mostra que o governo não apenas investiu muito pouco em mobilidade urbana nas últimas décadas, como também incentivou a utilização do transporte individual. A pesquisa mostra que 90% dos subsídios federais para transporte de passageiros são destinados à aquisição e operação de veículos individuais. Assim, o uso de automóveis nas grandes cidades cresce 9% ao ano, e o de motos, 19%.  
25/05/2011 | 295 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
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VALOR ECONÔMICO (SP):Brasil triplicou investigações antidumping Assis Moreira | De Paris O Brasil quase triplicou as investigações antidumping para frear importações com preços supostamente desleais e foi o que mais usou esse instrumento de defesa entre os países do G-20, nos últimos seis meses, coincidindo com elevação de medidas restritivas no comércio internacional. As investigações no Brasil passaram de nove para 25, e essa situação é destacada pela Organização Mundial do Comércio (OMC) e pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em relatório destinado aos líderes das maiores economias desenvolvidas e emergentes que formam o G-20, espécie de diretório econômico global. Segundo o levantamento, os países do grupo, que fazem mais de 80% da produção mundial, impuseram 122 medidas restritivas ao comércio, mais do dobro do período anterior, como resposta às incertezas econômicas e rompendo o compromisso de resistir ao protecionismo. As duas organizações ressalvam, porém, que isso não resultou em elevação significativa de barreira comercial, afetando apenas 0,6% das importações, comparado a 0,3% no período anterior. De fato, novos dados mostram que o comércio mundial cresceu num ritmo frenético no primeiro trimestre. A taxa foi de 3,6%, o que dá uma expansão anualizada de 15%. Mas as evidencias apontam para desaceleração nas exportações, com queda de novas encomendas em grandes países exportadores como a Alemanha. A OMC projeta crescimento de comércio mundial de 6,5% este ano, que é a média histórica. Mas consultorias apostam em 10% pelo menos. Conforme o relatório, as investigações antidumping, que podem ou não conduzir a imposição de sobretaxa nas importações com preços deslealmente baixos, continuam altas, mas diminuíram 6% entre os países do grupo, e teriam sido mais significativas se não fosse por causa do Brasil e da Rússia O Brasil abriu 25 investigações, ante nove no relatório precedente, alvejando produtos originários da Ásia, Europa e América Latina. De 19 casos que a OMC listou, quatro são contra a China, que é a maior preocupação dos produtores brasileiros. Um estudo feito para o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), coordenado pela professora Vera Thorstensen, da Fundação Getulio Vargas de São Paulo, considerou que o governo brasileiro é "tímido" em usar instrumentos de defesa comercial contra a China. De 2.433 sobretaxas antidumping aplicadas pelos países membros da OMC em 15 anos, 563 foram contra a China. O Brasil aplicou 30, e a Índia, quase o triplo. O Brasil aparece com destaque no relatório da OMC e da OCDE inclusive por ter sido o único do G-20 que não respondeu aos pedidos iniciais de informações que foram feitos pelas organizações. A Rússia abriu uma investigação, enquanto a Índia diminuiu de 20 para 15, e a China de seis para quatro. Mas a situação brasileira não pode ser qualificada de puramente defensiva. Se de um lado investiga mais e também aumenta algumas tarifas de importação, como a de 20% para 35% no caso de brinquedos, o país também reduziu as alíquotas de 542 bens de capital até junho de 2012. O Brasil e os EUA se destacaram também na notificação de medidas sanitárias e fitossanitárias, que endurecem nas importações agrícolas E como outros países, o Brasil também está na lista dos que recorrem à licença não automática de importação, que retarda a entrada do produto. Globalmente, as novas restrições afetam sobretudo produtos químicos, carnes, siderúrgicos, plásticos, maquinários, lácteos e carros. Também aumentaram as restrições as exportações Em outro relatório, a OCDE destaca o Brasil, ao lado da China, Itália e Rússia, por "passos para restringir investimentos estrangeiros", com a alta do IOF para frear o fluxo de capital volátil que entrava no país. Nos países desenvolvidos, as enormes ajudas para sair da crise continuam fazendo efeito. Em seis países - Austrália, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos - menos da metade do US$ 1,5 trilhão de ajuda para o setor financeiro foi pago de volta aos governos.
25/05/2011 | 726 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
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FOLHA DE S. PAULO (SP):77% dos asilos estão na rede filantrópica, segundo dado do Ipea O poder público oferece poucas opções de acolhimento a idosos e o serviço no país depende da rede filantrópica, aponta pesquisa do Ipea. Segundo a pesquisa, 83.870 idosos vivem em asilos, sendo que 76,8% dos acolhidos nessas instituições estão na rede filantrópica. A pública ou mista atende a apenas 5,5%. O Ministério do Desenvolvimento Social reconheceu a necessidade de ampliar o número, mas foca o apoio para manter idosos no convívio familiar.  
25/05/2011 | 1203 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
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JORNAL DO COMMERCIO (SP):Faltam asilos para idosos no País A população idosa é a que mais cresce no Brasil, mas há poucas alternativas para os cuidados dessas pessoas, quando começam a perder a independência. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) fez o primeiro censo de abrigos e asilos do País – instituições de longa permanência para idosos (Ilpi), no jargão técnico. Descobriu que apenas 0,5% da população com mais de 60 anos está em uma das 3.548 instituições brasileiras. Mais de dois terços dos municípios brasileiros não têm nenhum abrigo para idosos. “É uma má notícia. Coloca para a família uma responsabilidade muito grande de cuidar do seu idoso dependente, e sem levar em conta a possibilidade de a família cuidar”, afirma a demógrafa Ana Amélia Camarano, coordenadora de População e Cidadania da Diretoria de Estudos Sociais do Ipea. Amélia ressalta que a situação não leva em conta as mudanças na família. Hoje a mulher, a principal cuidadora, participa ativamente do mercado de trabalho. Além disso, múltiplos casamentos acabam por enfraquecer laços familiares. “Quem tem muita sogra, não cuida de nenhuma”, diz. A maioria das instituições brasileiras é filantrópica (65,2%). As particulares correspondem a 28,2%. Públicas são 6,6%. O estudo mostra que houve um crescimento acentuado do número de abrigos e asilos – enquanto nos anos de 1940 e 1950 aproximadamente 20 instituições eram abertas anualmente, na primeira década dos anos 2000 esse número passou para 90. Um terço delas (1.047) se identifica como lares e tenta reproduzir a vida em família, conforme Ana Amélia. Em média, cada instituição abriga 30 residentes. A demógrafa reconhece que “nenhum país do mundo” tem como oferecer abrigo para toda a sua população idosa dependente. Mas defende investimento dos governos no cuidado domiciliar formal.  
25/05/2011 | 1004 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
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ESTADO DE S. PAULO (SP):Ipea: mais de 2/3 das cidades não têm abrigo para idoso CLARISSA THOMÉ - Agência Estado A população idosa é a que mais cresce no Brasil, mas há poucas alternativas para os cuidados dessas pessoas, quando começam a perder a independência. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) fez o primeiro censo de abrigos e asilos do País - instituições de longa permanência para idosos (ILPI), no jargão técnico - e descobriu que apenas 0,5% da população com mais de 60 anos está em uma das 3.548 instituições brasileiras. Mais de dois terços dos municípios brasileiros não têm nenhum abrigo para idosos. "É uma má notícia. Coloca para a família uma responsabilidade muito grande de cuidar do seu idoso dependente, e sem levar em conta a possibilidade de a família cuidar", afirma a demógrafa Ana Amélia Camarano, coordenadora de População e Cidadania da Diretoria de Estudos Sociais do Ipea. Ela ressalta que a situação não leva em conta as mudanças na família. Hoje a mulher, a principal cuidadora, participa ativamente do mercado de trabalho. Além disso, múltiplos casamentos acabam por enfraquecer laços familiares. "Quem tem muita sogra, não cuida de nenhuma." A maioria das instituições brasileiras é filantrópica (65,2%). As particulares correspondem a 28,2% e as públicas são 6,6%. O estudo mostra que houve um crescimento acentuado do número de abrigos e asilos - enquanto nos anos de 1940 e 1950 aproximadamente 20 instituições eram abertas anualmente, na primeira década dos anos 2000 esse número passou para 90. Um terço delas (1.047) se identifica como lares e tenta reproduzir a vida em família, afirma Ana Amélia. Em média, cada instituição abriga 30 residentes. Ana Amélia reconhece que "nenhum país do mundo" tem como oferecer abrigo para toda a sua população idosa dependente. Mas defende investimento dos governos no cuidado domiciliar formal. "É preciso oferecer uma rede de cuidados para a população idosa: garantir benefício monetário para o cuidador familiar, a inclusão desse cuidador no sistema de seguridade social, a oferta de centros dia, onde o idoso possa ter atividades." Em todo o País, o governo federal tem apenas um abrigo - o Cristo Redentor, em Benfica, zona norte do Rio de Janeiro. Ali, entre os 280 residentes está Carlos Bastos, de 73 anos. Na juventude, ele viajou pela Europa como integrante da Força Internacional de Paz, da Organização das Nações Unidas (ONU). Foi representante comercial de empresas fornecedoras de peças para perfuração de petróleo. Aos 61 anos, com os contatos profissionais já reduzidos, aposentou-se e passou a viver no abrigo, onde divide o tempo entre o jogo de biriba e a biblioteca, da qual se tornou responsável. "O idoso pobre não tem dias felizes. Onde ele está - no abrigo ou em casa -, quer ser tratado com alegria, com dignidade, sentir o beijo de um neto. A sociedade tem que entender que só não fica idoso quem morre no meio do caminho".
25/05/2011 | 566 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
Notícias/Presidência
Três volumes do livro contribuem para o debate sobre políticas públicas no país. Acesse o hotsite do projeto
24/05/2011 | 3531 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report | Leia mais
Notícias/Disoc
A maior parte das existentes são filantrópicas (65,2%), 28,2% são privadas e apenas 6,6% são públicas
24/05/2011 | 7085 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report | Leia mais
Publicações - Comunicado do Ipea/Presidência
Condições de funcionamento e infraestrutura das instituições de longa permanência para idosos no Brasil
24/05/2011 | 2980 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report | Leia mais
Clipping/Clipping
Radioagência: Desigualdade aumenta no DF, ao contrário do Brasil, aponta Ipea O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou estudo que demonstra o crescimento da desigualdade de renda no Distrito Federal, que vai no sentido contrário à diminuição da desigualdade em todo o Brasil. A pesquisa também aponta que a pobreza extrema em Brasília e nas cidades satélites atinge mais as mulheres com filhos e os idosos sem benefícios da previdência social. A desigualdade de renda foi medida através do índice de Gini (que varia de 0 a 1). No Distrito Federal a desigualdade aumentou de 0,60 para 0,61 entre 2005 e 2009, e a tendência é de crescimento. No mesmo período, em todo o Brasil foi registrada a diminuição da desigualdade de 0,57 para 0,54, com perspectiva de queda. O estudo mostra que o Distrito Federal registrou um aumento da renda per capita domiciliar maior e mais acelerado do que o índice geral do país. Porém, segundo o diretor de Estudos Sociais do Ipea, Jorge Abrahão de Castro, enquanto no restante do Brasil o aumento da renda chegou aos mais pobres, em Brasília foram os mais ricos que tiveram ganhos, o que fez crescer a desigualdade. O Ipea analisou a situação social e a pobreza extrema nas cidades de Brasília e do entorno, em comparação com dados nacionais, dos anos de 1990 até 2009
24/05/2011 | 1028 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report
Notícias/Disoc
Boletimavalia periodicamente a atuação do governo na área social. Edição nº 19 foi lançada nesta quarta-feira
24/05/2011 | 3773 acessos | Imprimir | PDF |  E-mail | Report | Leia mais

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