Arquivo da tag: Indicador de Consumo Aparente Industrial

Indicador Ipea de Consumo Aparente de Bens Industriais – Outubro de 2019 Demanda interna por bens industriais avançou 1,8% no mês

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais – definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno acrescida das importações – registrou alta de 1,8% na comparação entre os meses de outubro e setembro, na série com ajuste sazonal. Com esse resultado, que sucedeu avanço de 0,7% no período anterior, o trimestre móvel encerrado em outubro registrou crescimento de 2,4% na margem. Entre os componentes do consumo aparente, enquanto a produção interna destinada ao mercado nacional (bens nacionais) cresceu 4,4% na margem em outubro, as importações de bens industriais registraram queda de 5,8%, conforme mostra a tabela 1.

Na comparação interanual, a demanda interna por bens industriais cresceu 6,2% contra outubro do ano passado. O resultado foi bastante superior ao desempenho apresentado pela produção industrial (alta de 1%), mensurado pela Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física (PIM-PF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, o trimestre móvel encerrado em outubro apresentou um crescimento de 2,8% em relação ao verificado no mesmo período do ano passado. Tomando por base a variação acumulada em doze meses, a demanda registrou uma variação negativa, embora num ritmo menos intenso (-0,4%) que o apresentado pela produção industrial (-1,3%), como visto no gráfico 1.

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A análise dos resultados por grandes categorias econômicas, por classes de produção e por segmentos pode ser vista no texto completo do indicador.



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Indicador Ipea de FBCF – Outubro de 2019 Investimentos apresentam queda de 2,2% na margem

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta recuo de 2,2% na comparação entre os meses de outubro e setembro de 2019, na série com ajuste sazonal. Ainda assim, o trimestre móvel terminado em setembro registrou alta de 1%, também na série dessazonalizada. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a FBCF atingiu patamar 1,1% inferior ao verificado em outubro de 2018. No acumulado em doze meses, os investimentos desaceleraram um pouco, com a taxa de crescimento passando de 3% para 2,4%.

Na comparação com o ajuste sazonal, o consumo aparente de máquinas e equipamentos – cuja estimativa corresponde à sua produção doméstica destinada ao mercado interno acrescida às importações – apresentou retração de 5,6% em outubro. Com esse resultado, o trimestre móvel passou de 2,1% em setembro para (-0,2%) em outubro. De acordo com os seus componentes, enquanto a produção nacional de máquinas e equipamentos avançou 10,5%, a importação retraiu 40,1% no mesmo período, reflexo de uma base de comparação elevada, em decorrência da importação de plataformas em setembro.

O indicador de construção civil, por sua vez, recuou 1,5% em outubro, resultado que sucedeu a alta de 1,7% no período anterior, na série dessazonalizada. Com isso, o trimestre móvel avançou 0,3% ante o período imediatamente anterior. No acumulado em doze meses, o setor segue com fraco desempenho, registrando queda de 0,3%. Por fim, o terceiro componente da FBCF, classificado como outros ativos fixos, apresentou alta de 1% na passagem de setembro para outubro, encerrando o trimestre móvel com queda de 1%.

Na comparação com o mesmo período do ano anterior, o desempenho mensal foi heterogêneo. Enquanto a construção civil registrou variação negativa de 2,8%, o segmento máquinas e equipamentos registrou aumento de 0,1% em outubro. O componente outros, por seu turno, atingiu patamar 1,3% superior ao observado em outubro de 2018.

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Indicador Ipea de Consumo Aparente de Bens Industriais – setembro de 2019 Demanda interna por bens industriais avançou 0,5% no mês

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais – definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno acrescida das importações – registrou alta de 0,5% na comparação entre os meses de setembro e agosto, na série com ajuste sazonal. Com esse resultado, que sucedeu um recuo de 1,3%, o terceiro trimestre de 2019 encerrou com crescimento de 2,8% na margem. Entre os componentes do consumo aparente, enquanto a produção doméstica não exportada (bens nacionais) caiu 2,1% na margem em setembro, as importações de bens industriais registraram alta de 10,3%, conforme mostra a tabela 1.

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Na comparação interanual, a demanda interna por bens industriais cresceu 4,3% contra setembro do ano passado. O resultado superou o desempenho apresentado pela produção industrial (alta de 1,1%), mensurado pela Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física (PIM-PF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, o terceiro trimestre apresentou um crescimento de 1,4% em relação ao verificado no mesmo período do ano passado. Tomando por base a variação acumulada em doze meses, a demanda registrou uma variação negativa, embora num ritmo menos intenso (-1%) que o apresentado pela produção industrial (-1,3%), como visto no gráfico 1.

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A análise dos resultados por grandes categorias econômicas, por classes de produção e por segmentos pode ser vista no texto completo do indicador.

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Indicador Ipea de Consumo Aparente de Bens Industriais – julho de 2019 Demanda interna por bens industriais avançou 2,6% no mês

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais – definido como a produção industrial interna não exportada acrescida das importações – registrou alta de 2,6% na comparação entre os meses de julho e junho, na série com ajuste sazonal. Com esse resultado, que sucedeu um recuo de 0,2% no período anterior, o trimestre móvel terminado em julho encerrou com crescimento de 1,8% na margem. Entre os componentes do consumo aparente, enquanto a produção interna líquida de exportações cresceu 1,1% na margem em julho, as importações de bens industriais registraram alta de 8,9%.

Na comparação interanual, a demanda interna por bens industriais avançou 1,2% contra julho do ano passado. O resultado superou o desempenho apresentado pela produção industrial (queda de 2,5%), mensurada pela PIM-PF do IBGE. Com isso, o trimestre móvel mostrou crescimento de 0,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Tomando por base a variação acumulada em doze meses, a demanda registrou variação negativa (-1,1%), com desempenho próximo ao exibido pela produção industrial (-1,3%).

Tabela-Indicador-Ipea-Consumo Aparente_jul-19 Gráfico_Indicador Ipea CA_jul-19

A análise dos resultados por grandes categorias econômicas, por classes de produção e por segmentos pode ser vista no texto completo do indicador.

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Indicador Ipea de Consumo Aparente de Bens Industriais – junho de 2019 Demanda interna por bens industriais recuou 0,5% no mês

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais – definido como a produção industrial interna líquida das exportações acrescida das importações – registrou queda de 0,5% na comparação entre os meses de junho e maio, na série com ajuste sazonal. Apesar desse resultado, que interrompeu dois avanços consecutivos, o segundo trimestre de 2019 encerrou com alta de 0,7% na margem. Entre os componentes do consumo aparente, enquanto a produção interna líquida de exportações cresceu 0,2% na margem em junho, as importações de bens industriais registraram queda de 1,6%.

Na comparação interanual, a demanda interna por bens industriais recuou 6,8% contra junho do ano passado. O resultado foi pior que o desempenho apresentado pela produção industrial (queda de 5,9%), mensurada pela PIM-PF do IBGE. Com isso, o segundo trimestre apresentou queda de 1,6% em relação ao verificado no mesmo período do ano passado. Tomando por base a variação acumulada em doze meses, a demanda registrou variação negativa, embora num ritmo menos intenso (-0,4%) que o apresentado pela produção industrial (-0,8%).

Tabela-Indicador-Ipea-Consumo Aparente_jun-19Gráfico_Indicador Ipea CA_jun-19

A análise dos resultados por grandes categorias econômicas, por classes de produção e por segmentos pode ser vista no texto completo do indicador.

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Indicador Ipea de Consumo Aparente de Bens Industriais – maio/2019 Demanda interna por bens industriais avançou 0,1% no mês

Por Leonardo Mello de Carvalho

 O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais – definido como a produção industrial interna líquida das exportações acrescida das importações – registrou alta de 0,1% na comparação entre os meses de maio e abril, na série com ajuste sazonal. Com esse resultado, o trimestre encerrado em maio recuou 0,6% na margem. Entre os componentes do consumo aparente, enquanto a demanda interna por bens nacionais caiu 0,2% na margem, as importações de bens industriais registraram alta de 2,9%.

Na comparação interanual, a demanda interna por bens industriais avançou 7,2% contra maio do ano passado. O resultado igualou o desempenho apresentado pela produção industrial, mensurada pelo IBGE. Ainda assim, o trimestre móvel de maio ficou 1,5% abaixo do verificado no mesmo período do ano passado. Tomando por base a variação acumulada em doze meses, a demanda registrou aumento de 0,9%, enquanto a produção industrial apresentou estabilidade.

Tabela-Indicador-Ipea-Consumo Aparente_mai-19

Gráfico_Indicador Ipea CA_mai-19

A análise dos resultados por grandes categorias econômicas, por classes de produção e por segmentos pode ser vista no texto completo do indicador.

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Indicador Ipea de Consumo Aparente de Bens Industriais – abril/2019 Demanda interna por bens industriais recuou 0,2% na margem

Por Leonardo Mello de Carvalho

 O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais – definido como a produção industrial interna líquida das exportações acrescida das importações – registrou queda de 0,2% na comparação entre os meses de abril e março, na série com ajuste sazonal. Com esse resultado, que sucedeu queda de 1,3% no período anterior, o trimestre encerrado em abril recuou 1,4% na margem. Entre os componentes do consumo aparente, enquanto a produção interna líquida de exportações (nacional) caiu 0,3% na margem, as importações de bens industriais registraram baixa de 0,9%.

Na comparação interanual, a demanda interna por bens industriais recuou 7,6% contra abril do ano passado. O resultado voltou a ser pior que o desempenho apresentado pela produção industrial (queda de 3,9%), mensurada pela PIM-PF do IBGE. Com isso, o trimestre móvel de abril atingiu patamar 4,3% inferior ao verificado no mesmo período do ano passado. Tomando por base a variação acumulada em doze meses, a demanda registrou a primeira variação negativa desde julho de 2017, com queda de 0,2%. A diferença em relação ao desempenho apresentado pela produção industrial (-1,1%) vem se reduzindo.

Tabela_Indicador Ipea CA_abr-19Gráfico_Indicador Ipea CA_abr-19

Em relação às grandes categorias econômicas, o resultado de abril foi heterogêneo, como pode ser visto no texto completo que analisa os resultados do indicador.

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Indicador Ipea de Consumo Aparente de Bens Industriais – março de 2019 Demanda interna por bens industriais recuou 2,7% na margem

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais – definido como a produção industrial interna líquida das exportações acrescida das importações – registrou queda de 2,7% na comparação entre os meses de março e fevereiro, na série com ajuste sazonal. Com esse resultado, quarto recuo seguido nessa base de comparação, o primeiro trimestre de 2019 encerrou com retração de 2,8% na margem. Entre os componentes do consumo aparente, enquanto a produção interna líquida de exportações (nacional) caiu 4,3% na margem, as importações de bens industriais registraram alta de 5%, conforme mostra a tabela 1.

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Na comparação interanual, a demanda interna por bens industriais recuou 7,2% contra março do ano passado. O resultado voltou a ser pior que o desempenho apresentado pela produção industrial (queda de 6,1%), mensurada pela Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física (PIM-PF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, o primeiro trimestre atingiu patamar 2,7% inferior ao verificado no mesmo período do ano passado. Tomando por base a variação acumulada em doze meses, a demanda desacelerou em relação a fevereiro, mas segue registrando ritmo de crescimento mais intenso (1,3%) que o apresentado pela produção industrial (-0,1%), como visto no gráfico 1.

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Em relação às grandes categorias econômicas, o resultado de fevereiro foi negativo. Na comparação com ajuste sazonal, com exceção do segmento bens de capital, que avançou 2,1%, todos os demais registraram queda em relação ao mês de fevereiro. O destaque negativo ficou por conta do segmento bens de consumo semi e não duráveis, que recuou 3,1% na margem. Na comparação interanual, o resultado foi similar. Enquanto o setor bens de capital foi o único a crescer, ficando 3,1% acima do patamar de março de 2018, os segmentos bens de consumo duráveis e bens de consumo semi e não duráveis destacaram-se negativamente, com quedas de 15,4% e 5,7%, respectivamente.

Acesso o texto completo



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Indicador Ipea de Consumo Aparente de Bens Industriais – fevereiro de 2019 Demanda interna por bens industriais recuou 0,9% no mês

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais – definido como a produção industrial interna líquida das exportações acrescida das importações – registrou queda de 0,9% na comparação entre os meses de fevereiro e janeiro, na série com ajuste sazonal. Com esse resultado, terceiro recuo seguido nessa base de comparação, o trimestre encerrado em fevereiro teve retração de 2,1% na margem. Entre os componentes do consumo aparente, enquanto a produção interna líquida de exportações cresceu 1% na margem, as importações de bens industriais registraram queda de 14,2%.

Na comparação interanual, a demanda interna por bens industriais permaneceu estável, contra fevereiro do ano passado. O resultado voltou a ser pior que o desempenho apresentado pela produção industrial (alta de 1,9%), mensurada pela Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física (PIM-PF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Tomando por base a variação acumulada em doze meses, a demanda desacelerou em relação a janeiro, mas segue registrando ritmo de crescimento mais intenso (1,8%) que o apresentado pela produção industrial (0,5%).

Tabela-Indicador-Ipea-Consumo Aparente_fev-19

Gráfico_Indicador Ipea CA_fev-19

Em relação às grandes categorias econômicas, o resultado de fevereiro só não foi positivo para o segmento de bens intermediários, que recuou 1,8% (na comparação com ajuste sazonal), todos os demais registraram crescimento em relação ao mês de janeiro.

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Indicador Ipea de Consumo Aparente de Bens Industriais – janeiro de 2019 Fraco desempenho do segmento extrativa mineral explica queda de 1,1% da demanda interna por bens industriais em janeiro

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais – definido como a produção industrial interna líquida das exportações acrescida das importações – registrou queda de 1,1% na comparação entre janeiro de 2019 e dezembro de 2018, na série com ajuste sazonal. Com esse resultado, que sucedeu recuo de 0,9% no período anterior, o trimestre encerrado em janeiro teve retração de 1,9% na margem. Entre os componentes do consumo aparente, enquanto a produção interna líquida de exportações caiu 1,4% na margem, as importações de bens industriais avançaram 0,9%.

Tabela-Indicador-Ipea-Consumo Aparente_jan-19

Na comparação interanual, a demanda interna por bens industriais caiu 3,4%, contra janeiro do ano passado. O resultado foi pior que o desempenho apresentado pela produção industrial (queda de 2,6%), mensurada pela Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física (PIM-PF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Tomando por base a variação acumulada em doze meses, a demanda segue registrando ritmo de crescimento mais intenso (2,1%) que o apresentado pela produção industrial (0,6%).

Gráfico_Indicador Ipea CA_jan-19

Com relação às classes de produção, na comparação dessazonalizada, o bom desempenho
verificado nas grandes categorias econômicas refletiu no crescimento da demanda interna por bens da indústria de transformação, que avançou 0,5% sobre o mês de dezembro. A extrativa mineral, por sua vez, segue apresentando comportamento volátil. A queda de 17% na margem em janeiro sucedeu o avanço de 21,2% no período anterior.

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