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Boletim de expectativas

Por Estêvão Kopschitz X. Bastos

Este boletim compila expectativas para algumas variáveis oriundas de diversas fontes: pesquisa Focus do Banco Central do Brasil (BCB); Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima); BM&FBovespa; e Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda (SPE/MF)

A última edição comparou as expectativas como se apresentavam aproximadamente um mês antes do segundo turno das eleições com aproximadamente um mês depois. Agora, àquela comparação são adicionadas as expectativas em 22 de fevereiro último. Como anteriormente, é preciso levar em conta que muitos fatores influenciam as mudanças de visão dos agentes em relação ao futuro, como novos dados divulgados, o ambiente internacional e o interno.

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Boletim de expectativas – outubro de 2018

Por Estêvão Kopschitz X. Bastos

Este boletim compila expectativas para algumas variáveis oriundas de diversas fontes: Pesquisa Focus do Banco Central do Brasil (BCB); Relatório de Inflação (RI) do BCB; Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima); BM&FBovespa; Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda (SPE/MF); Agência Broadcast; e da própria Carta de Conjuntura. A recente decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) não alterou as expectativas quanto à trajetória da Selic: para os analistas consultados pelo Focus/ BCB, a taxa fica estável até abril, enquanto as projeções implícitas no Depósito Interfinanceiro (DI) Futuro indicam início do aperto monetário ainda em 2018.

A Carta de Conjuntura projeta que a taxa será mantida em 6,50% neste ano e terminará 2019 em 8,00%. Essa expectativa para o fim do ano que vem é a mesma no Focus/ BCB e para um conjunto de analistas consultados pela Agência Broadcast. Do DI Futuro, depreende-se que a Selic fechará 2019 em 10%. A estrutura a termo da taxa de juros (ETTJ) também não sofreu maiores alterações na comparação pré e pós-Copom, tanto em termos nominais quanto reais. Nesta edição, foram incluídas as expectativas do Focus também para a taxa de câmbio: projeta-se estabilidade em termos nominais – de 2019 até 2022 – em torno de R$ 3,90.

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