Arquivos da categoria: Inflação

Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) – janeiro de 2020

O Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI), calculado pelo Ipea, apresentou uma taxa de variação de 0,44% em janeiro de 2020, 0,19 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada no mês anterior (dezembro). Na comparação com o mesmo mês de 2019, a variação foi 0,24 p.p. menor.

Como uma incorporação desse resultado, o ICTI acumula uma variação de 5,99% nos últimos doze meses, patamar acima do que foi registrado pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE), mas abaixo tanto do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP) quanto do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), da Fundação Getulio Vargas (FGV) – como mostra a tabela 1.

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Na desagregação pelos oito grupos de serviços que compõem o ICTI, observa-se que, no acumulado em doze meses, a maior contribuição veio do segmento de despesas com pessoal, cuja alta de 4,66 p.p. foi responsável por aproximadamente 78% da variação total apresentada pelo índice. Ainda que em menor intensidade, o segmento demais despesas operacionais também afetou significativamente o ICTI, com impacto de 1,38 p.p. No sentido contrário, a queda de 2,92% nos preços dos materiais de consumo vem gerando redução de custos.

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Inflação

Por Maria Andréia Parente Lameiras

Os dados mais recentes indicam que, após uma aceleração em novembro e dezembro, os resultados favoráveis dos principais índices de preços em janeiro, aliados à melhora nas expectativas em relação a fatores importantes para a dinâmica inflacionária, sinalizam um cenário de inflação confortável em 2020, cuja trajetória esperada para o ano é ainda mais benigna que a prevista anteriormente. De acordo com o modelo de projeção do Grupo de Conjuntura da Dimac, a inflação medida pelo IPCA deve encerrar o ano em 3,28%, evidenciando não só uma desaceleração em relação ao observado em 2019 (4,31%), como também em relação ao projetado na Visão Geral da Carta de Conjuntura de dezembro (3,76%).

Em janeiro, o IPCA registrou alta de 0,21%, surpreendendo positivamente ao ficar abaixo do esperado, repercutindo uma reversão mais intensa dos preços dos alimentos, que deve se prolongar nos próximos meses. Por certo, o fim do impacto da alta dos preços das carnes e a estimativa de uma safra brasileira recorde, 2,2% superior à registrada no ano passado, devem contribuir para uma inflação de alimentos em 2020 da ordem de 4,2%, ou seja, 3,6 pontos percentuais (p.p.) menor que a de 2019. De modo semelhante, a previsão do Grupo de Conjuntura da Dimac aponta um comportamento mais favorável dos preços administrados, cuja inflação projetada, de 3,9% em 2020, situa-se bem abaixo dos 5,5% registrados em 2019. A percepção de menor risco hidrológico, a redução do patamar de reajustes e revisões das tarifas de energia, a perspectiva de estabilidade do preço do petróleo e a baixa probabilidade dos aumentos de tarifas de ônibus urbano em anos de eleição devem contribuir conjuntamente para a manutenção dos preços administrados em patamares mais confortáveis.

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Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) – dezembro de 2019

Por Tarsylla S. G. Oliveira e José Ronaldo de C. Souza Júnior

O Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI), calculado pelo Ipea, apresentou uma taxa de variação de 0,63% em dezembro de 2019, 0,38 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada no mês anterior (novembro). Na comparação com o mesmo mês de 2018, a variação foi 0,63 p.p. maior.

Como uma incorporação desse resultado, o ICTI acumulou uma variação de 6,24% em 2019, patamar abaixo do que foi registrado tanto no Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), quanto no Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), da Fundação Getulio Vargas (FGV), mas acima do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE) – como mostra a tabela 1.

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Na desagregação pelos oito grupos que compõem o ICTI, observa-se que, no acumulado em doze meses, a maior contribuição veio do segmento de despesas com pessoal, cuja alta de 4,9 p.p. foi responsável por aproximadamente 79% da variação total apresentada pelo índice. Ainda que em menor intensidade, o segmento demais despesas operacionais também afetou significativamente o ICTI, com impacto de 1,32 p.p. No sentido contrário, a queda de 2,36% nos preços dos materiais de consumo vem gerando redução de custos.

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Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) – novembro de 2019

Por José Ronaldo de C. Souza Júnior e Tarsylla S. G. Oliveira

O Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI), calculado pelo Ipea, apresentou uma taxa de variação de 0,25% em novembro de 2019, apenas 0,01 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada no mês anterior (outubro). Na comparação com o mesmo mês de 2018, a variação foi 0,26 p.p. maior.

Como uma incorporação desse resultado, o ICTI acumula uma variação de 5,58% nos últimos doze meses, patamar acima do que foi registrado tanto no Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), da Fundação Getulio Vargas (FGV), quanto no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mas abaixo do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP) – como mostra a tabela 1.

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Na desagregação pelos oito grupos de serviços que compõem o ICTI, observa-se que, no acumulado em doze meses, a maior contribuição veio do segmento de despesas com pessoal, cuja alta de 4,81 p.p. foi responsável por aproximadamente 86% da variação total apresentada pelo índice. Ainda que em menor intensidade, o segmento demais despesas operacionais também afetou positivamente o ICTI, com contribuições de 0,72 p.p. No sentido contrário, a queda de 2,3% nos preços dos materiais de consumo vem gerando um alívio sobre os custos.

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Inflação por faixa de renda – dezembro/2019

O Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda apontou, em dezembro, forte aceleração em todas as classes pesquisadas, destacando-se uma pressão inflacionária mais intensa para as famílias com menor poder aquisitivo (1,19%) relativamente à observada no segmento mais rico da população (0,99%). Na abertura por grupos, os dados mostram que o aumento de 4,69% nos preços dos alimentos no domicílio foi o principal responsável pelo incremento inflacionário das famílias mais pobres, ao passo que a alta de 1,54% dos transportes é apontada como o principal foco de pressão sobre a inflação da classe mais abastada.

Tabela 1

Com a incorporação do resultado de dezembro, a inflação encerrou 2019 acima do que foi registrado nos dois anos anteriores, independentemente da classe pesquisada. Deve-se pontuar ainda que, mantendo-se a trajetória dos últimos anos, a inflação das famílias de renda mais baixa vem se mantendo em patamar ligeiramente superior ao observado nas classes de maior poder aquisitivo. Em 2019, enquanto a inflação da classe mais pobre da população ficou em 4,4%, a alta registrada no estrato de renda mais alta foi de 4,2%.

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Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) – outubro de 2019

Por Maria Andreia Parente Lameiras

O Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) calculado pelo Ipea apresentou variação de 0,26% no mês de outubro, situando-se 0,27 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada em setembro. Esse foi o menor nível deste indicador para o mês de outubro desde 2014. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a queda observada foi de 0,25 p.p.

Com a incorporação desse resultado, nos últimos doze meses, o ICTI aponta variação de 5,30%, mantendo-se em patamar bem acima dos registrados tanto nos índices da Fundação Getulio Vargas (FGV) – Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) e Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP) – quanto no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), como mostra a tabela 1.

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Na desagregação pelos oito grupos de serviços que compõem o ICTI, observa-se que, no acumulado em doze meses, a maior contribuição veio do segmento de despesas com pessoal, cuja alta de 9,6% foi responsável por aproximadamente 88% da variação total apresentada pelo índice. Ainda que em menor intensidade, o segmento demais despesas operacionais também afetou positivamente o ICTI, com contribuições de 0,57 p.p. No sentido contrário, a queda de 2,0% nos preços dos materiais de consumo, verificada entre novembro de 2018 e outubro de 2019, vem gerando um alívio sobre o indicador.

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Inflação por Faixa de Renda – Novembro/2019

Por Maria Andreia Parente Lameiras

O Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda apontou, em novembro, o segundo avanço consecutivo, na margem, em todas as classes pesquisadas. A análise desagregada, por segmentos de renda, no entanto, mostra que essa pressão inflacionária foi mais intensa para as famílias de menor poder aquisitivo (0,54%), quando comparadas às de renda mais alta (0,43%), repercutindo os reajustes dos grupos alimentação e habitação.

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Por certo, a alta de 8,1% das carnes em novembro contribuiu com 0,28 ponto percentual (p.p.) para a inflação das classes mais baixas, anulando, inclusive, o alívio inflacionário vindo da queda de 12,2% nos preços dos tubérculos. Adicionalmente, o reajuste de 2,2% das tarifas de energia elétrica – repercutindo a mudança da bandeira tarifária de verde para amarela – gerou uma contribuição de 0,12 p.p. para a inflação desse segmento. Ou seja, apenas os aumentos registrados nestes dois itens – carnes e energia elétrica – explicam mais de 70% de toda a alta inflacionária observada nesse segmento de renda. No caso das famílias mais ricas, embora o reajuste das carnes e da energia também tenha pressionado suas taxas de inflação, o menor peso desses itens em sua cesta de consumo acaba por aliviar seus impactos altistas. Em contrapartida, o aumento de 0,78% nos preços dos combustíveis, de 4,4% nas passagens aéreas e de 24,4% nos jogos lotéricos explica as maiores pressões dos grupos transportes e recreação sobre a inflação das classes mais altas.

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Veja texto completo sobre o resultado de novembro

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Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) – setembro de 2019

Por Maria Andreia Parente Lameiras

O Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI), calculado pelo Ipea, apresentou uma variação de 0,53% em setembro, situando-se 0,15 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada em agosto último. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a alta observada foi de 0,29 p.p.

Como uma incorporação desse resultado, nos últimos doze meses, o ICTI aponta uma variação de 5,56%, mantendo-se em um patamar acima dos registrados tanto nos índices da Fundação Getulio Vargas (FGV) – Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) e Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP) – quanto no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), como mostra a tabela 1.

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Na desagregação pelos oito grupos de serviços que compõem o ICTI, observa-se que, no acumulado em doze meses, a maior contribuição veio do segmento de despesas com pessoal, cuja alta de 9,3% foi responsável por 82,3% da variação total apresentada pelo índice. Ainda que em menor intensidade, os segmentos de demais despesas operacionais e serviços profissionais e outros também afetaram positivamente o ICTI, com contribuições de 0,61 p.p. e 0,30 p.p., respectivamente.

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Inflação

Por Maria Andréia Parente Lameiras

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumula alta de apenas 2,5%, nos últimos doze meses encerrados em outubro. Mesmo diante de uma aceleração esperada para o último bimestre deste ano, a inflação prevista pelo Grupo de Conjuntura da Dimac do Ipea para 2019 é de 3,4%, 0,15 ponto percentual (p.p.) abaixo da projetada na Visão Geral da Carta de Conjuntura 44, divulgada em setembro último.

O resultado surpreendentemente favorável da inflação brasileira nos últimos meses, beneficiado pela melhora no comportamento dos preços dos alimentos, da energia elétrica e dos combustíveis, gerou não apenas uma melhora das expectativas inflacionárias para o ano, como também possibilitou um alívio maior sobre a inflação das famílias de renda mais baixa. De fato, nos últimos dois meses, a classe de menor poder aquisitivo foi a que apresentou as menores taxas de inflação, com variações de -0,10% e 0,01%, em setembro e outubro, respectivamente. Na outra ponta, embora também se tenham registrado variações em patamares confortáveis, a inflação do segmento mais rico da população registrou alta de 0,02% em setembro e de 0,17% em outubro. Com a incorporação destes resultados, a inflação acumulada em doze meses das classes mais pobres desacelerou mais rapidamente que a do grupo mais rico, gerando um estreitamento entre as taxas de inflação. No entanto, a faixa de renda mais baixa apresenta uma inflação acumulada de 2,67%, ainda acima da observada na faixa mais alta (2,58%).

Diante de um cenário delineado por um crescimento mais forte da atividade econômica e seus prováveis efeitos positivos sobre o mercado de trabalho e, consequentemente, sobre o consumo das famílias, a inflação prevista para o 2020 é de 3,7%. Espera-se uma a aceleração moderada da inflação de alimentos, cuja projeção de 4,1% incorpora não apenas um aumento do consumo interno, mas também as perspectivas da safra 2019/2020 e uma pressão adicional nos preços das carnes devido ao aumento da demanda externa. Nossos modelos também projetam um comportamento menos favorável dos demais bens industriais e dos serviços livres. No caso dos bens, a inflação, estimada em 2,1%, contempla um aumento um pouco mais significativo dos preços dos artigos de consumo duráveis, que, mesmo diante de um cenário sem pressões cambiais, tendem a ser impactados também pela expansão do crédito. Por sua vez, as taxas de inflação de 5,5% para os preços administrados, de 5,1% para os serviços de educação e de 3,1% para os demais serviços livres se manterão levemente acima das projetadas para 2019.

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Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) – agosto de 2019

Por Maria Andreia Parente Lameiras

O Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI), calculado pelo Ipea, apresentou variação de 0,38% no mês de agosto, ou seja, 0,03 ponto percentual (p.p.) abaixo do observado em julho. Em relação aos anos anteriores, o ICTI apontou a segunda menor taxa para um mês de agosto desde o início da série histórica em 2013.

Nos últimos doze meses, o ICTI registra variação acumulada de 5,26%, mantendo-se em patamar superior ao observado tanto nos índices da Fundação Getulio Vargas (FGV) – Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) e Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP) – quanto no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), como mostra a tabela 1.

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Na desagregação pelos oito grupos de serviços que compõem o ICTI, observa-se que, no acumulado em doze meses, os maiores impactos ao índice vieram dos segmentos pessoal e demais despesas operacionais, cuja contribuição conjunta de 4,91 p.p. respondeu por 93% da variação total apontada pelo indicador.

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