Arquivos da categoria: Indicadores Ipea

Indicador Ipea de Hiato do Produto

Por José Ronaldo de Castro Souza Júnior

De acordo com o Indicador Ipea de Produto Potencial, estima-se que o hiato tenha fechado o ano de 2018 em -3,2%, o que ainda reflete um elevado nível de ociosidade da economia brasileira. Além do nível atual, outra questão relevante é estimar a velocidade de fechamento do hiato do produto caso a aceleração prevista da economia neste ano e no ano que vem se concretize. Considerando o crescimento esperado para 2019 e 2020 – mostrado na seção Visão Geral da Conjuntura –, as projeções exibidas nos gráficos apontam que haveria uma redução (em termos absolutos) do hiato para -1,5% no final do ano que vem.

CC42_Hiato do produto

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Indicador Ipea de Consumo Aparente de Bens Industriais – janeiro de 2019 Fraco desempenho do segmento extrativa mineral explica queda de 1,1% da demanda interna por bens industriais em janeiro

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais – definido como a produção industrial interna líquida das exportações acrescida das importações – registrou queda de 1,1% na comparação entre janeiro de 2019 e dezembro de 2018, na série com ajuste sazonal. Com esse resultado, que sucedeu recuo de 0,9% no período anterior, o trimestre encerrado em janeiro teve retração de 1,9% na margem. Entre os componentes do consumo aparente, enquanto a produção interna líquida de exportações caiu 1,4% na margem, as importações de bens industriais avançaram 0,9%.

Tabela-Indicador-Ipea-Consumo Aparente_jan-19

Na comparação interanual, a demanda interna por bens industriais caiu 3,4%, contra janeiro do ano passado. O resultado foi pior que o desempenho apresentado pela produção industrial (queda de 2,6%), mensurada pela Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física (PIM-PF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Tomando por base a variação acumulada em doze meses, a demanda segue registrando ritmo de crescimento mais intenso (2,1%) que o apresentado pela produção industrial (0,6%).

Gráfico_Indicador Ipea CA_jan-19

Com relação às classes de produção, na comparação dessazonalizada, o bom desempenho
verificado nas grandes categorias econômicas refletiu no crescimento da demanda interna por bens da indústria de transformação, que avançou 0,5% sobre o mês de dezembro. A extrativa mineral, por sua vez, segue apresentando comportamento volátil. A queda de 17% na margem em janeiro sucedeu o avanço de 21,2% no período anterior.

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Indicador Ipea de FBCF – janeiro de 2019 Investimentos iniciaram o ano de 2019 com alta de 1,3%, impulsionados pela importação de plataformas

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta avanço de 1,3% em janeiro em relação a dezembro de 2018, na série com ajuste sazonal. Esse resultado decorre do crescimento das importações de máquinas e equipamentos no período, especificamente das importações de plataformas de petróleo. O resultado interrompe dois meses de queda, período em que os investimentos acumularam perda de 3,3%. Na comparação entre o trimestre terminado em janeiro e o terminado em outubro, os investimentos apresentam recuo de 2,3%. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o indicador também registrou aumento, atingindo patamar 5,8% superior ao verificado em janeiro de 2018. Se excluídas dos cálculos as operações de comércio exterior com plataformas de petróleo, os investimentos teriam recuado 2,2% na margem e 1,5% na comparação com janeiro de 2018.

Tabela - Indicador Ipea FBCF jan19

Na comparação com o ajuste sazonal, o consumo aparente de máquinas e equipamentos (Came) – cuja estimativa corresponde à sua produção doméstica líquida das exportações acrescida das importações – apresentou crescimento de 5,5% em janeiro, sendo o responsável pelo bom desempenho da FBCF no período. Assim como já havia ocorrido nos meses de fevereiro, julho, agosto e novembro do ano passado, esse resultado foi bastante influenciado pelas operações de comércio exterior envolvendo plataformas de petróleo, que podem incluir transações fictas devido ao regime aduaneiro especial do setor de petróleo. Excluindo as transações com plataformas, a consequência teria sido uma queda de 7,1%. De acordo com os componentes do Came, enquanto a produção interna de bens de capital líquida de exportações caiu 28,4%, a importação de bens de capital cresceu 115,9% na margem.

O indicador de construção civil, por sua vez, permaneceu estagnado na comparação dessazonalizada. Com isso, o trimestre móvel terminado em janeiro caiu 0,8% ante o período imediatamente anterior. Por fim, o terceiro componente da FBCF, classificado como outros ativos fixos, apresentou queda de 0,1% na passagem de dezembro para janeiro.

Na comparação com o mesmo período do ano anterior, o desempenho foi heterogêneo. Enquanto o Came cresceu 7,5% ante a janeiro de 2018, recuperando-se da queda no mês anterior (6%), a construção civil registrou variação negativa de 1,5%. Por fim, o componente outros cresceu 5,5% em relação a janeiro de 2018.

Gráfico indicador Ipea FBCF jan19

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Inflação por faixa de renda – Fevereiro/2019

Por Maria Andreia Parente Lameiras

Em fevereiro, pelo terceiro mês consecutivo, o Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda, calculado com base nas variações de preços de bens e serviços disponibilizados pelo Sistema Nacional de Índice de Preços ao Consumidor (SNIPC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apresentou aceleração no ritmo de crescimento dos preços em todas as classes pesquisadas, especialmente a classe de renda mais alta – que apresentou a maior aceleração em relação ao mês anterior. Embora refletindo causas distintas, as maiores taxas de inflação foram registradas nos segmentos de menor e maior poder aquisitivo (tabela 1) – as classes intermediárias, por sua vez, tiveram altas menores de preços. No caso das famílias de renda mais baixa, observa-se que a taxa de inflação de 0,51% em fevereiro ocorreu, sobretudo, devido ao incremento no ritmo de crescimento dos preços dos alimentos, em especial dos cereais (12,6%), das verduras (12,1%) e dos tubérculos (6,1%). Na desagregação por grupos (tabela 2), verifica-se que a contribuição de 0,36 p.p. vinda dos alimentos explica 70% de toda a variação da inflação de fevereiro das classes mais pobres.

Em contrapartida, a inflação de 0,53% observada no segmento de renda mais alta foi pressionada pela alta do grupo educação, cuja contribuição de 0,33 p.p. é decorrente dos reajustes de 4,6% dos cursos regulares e de 3,2% dos cursos diversos. Deve-se destacar que parte do impacto do grupo educação foi amenizada pelo comportamento dos transportes, dado que as deflações dos combustíveis (-0,9%) e das passagens aéreas (-16,7%) acabam beneficiando muito mais os segmentos de renda mais alta, pois são estas classes que consomem estes bens e serviços.

Tabela 1 - Inflação por Faixa de Renda

Gráficos 1 e 2 - Inflação por Faixa de Renda

Veja análise completa do indicador

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Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) – janeiro de 2019 Indicador aponta alta de 0,68% no mês

Por Maria Andreia Parente Lameiras

O Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI), calculado pelo Ipea, apresentou variação de 0,68% no mês de janeiro, atingindo um resultado bem superior ao observado em dezembro, quando registrou variação nula. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, verifica-se que o resultado de 2019 foi mais que o dobro do apontado em 2018 (0,30%), constituindo-se na quarta maior variação para um mês de janeiro desde o início da série histórica em 2013.

No acumulado dos últimos doze meses, o ICTI aponta alta de 2,96%, mantendo-se abaixo dos demais índices, a saber: Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e índices da Fundação Getulio Vargas (FGV) – Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) e Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), como mostra a tabela 1.

ICTI janeiro-19_tabela 1

Na desagregação dos componentes do ICTI, nota-se que, no acumulado em doze meses, embora a energia elétrica tenha sido o grupo que apresentou a variação mais elevada (13,96%), a maior contribuição ao índice veio do segmento de demais despesas operacionais, cuja alta de 6,74% gerou um impacto de 1,21 p.p. Ainda dentro do escopo das maiores contribuições, destacam-se ainda o comportamento dos grupos “pessoal” e “serviços profissionais e outros”, com impactos de 0,65 p.p. e 0,53 p.p.

ICTI janeiro-19_tabela 2

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Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) – dezembro de 2018

Por Maria Andreia Parente Lameiras

O Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI), calculado pelo Ipea, apresentou variação nula no mês de dezembro, mantendo-se praticamente estável em relação ao observado em novembro (-0,01%). Na comparação interanual, observa-se que o resultado do ICTI em dezembro não só ficou bem abaixo do registrado neste mesmo mês de 2017 (0,66%), mas também apontou o menor nível de variação para o mês de dezembro desde o início da série histórica em 2013.

Com a incorporação desse resultado, no acumulado dos últimos doze meses, o ICTI apresentou variação de 2,58%, permanecendo em patamar inferior ao dos demais índices, a saber: Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) e Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), como mostra a tabela 1.

Tabela 1

Entre os oito grupos de serviços que compõem o ICTI, embora a energia elétrica tenha apresentado a maior variação nos últimos doze meses (8,7%), o maior impacto sobre o índice veio das demais despesas operacionais, cuja alta de 7,6% contribuiu com 1,36 ponto percentual (p.p.), o que corresponde a mais da metade de toda a variação do ICTI no período. Adicionalmente, a alta de 4,2% observada nos serviços profissionais também exerceu forte pressão sobre o índice, contribuindo com 0,51 p.p. Por fim, deve-se ressaltar o comportamento favorável do grupo comunicação com queda de 0,08% (tabela 2).

Tabela 2

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Indicador Ipea de Consumo Aparente de Bens Industriais – dezembro de 2018 Demanda interna por bens industriais avança 0,1% em dezembro, encerrando o ano de 2018 com alta de 3%

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais – definido como a produção industrial interna líquida das exportações acrescida das importações – registrou avanço de 0,1% na comparação entre dezembro e novembro de 2018, na série com ajuste sazonal. Esse resultado próximo da estabilidade, que sucedeu alta de 0,2% no período anterior, não foi suficiente para evitar o recuo de 2,1% no quarto trimestre na margem. Entre os componentes do consumo aparente, enquanto a produção interna líquida de exportações cresceu 1,9% no mês, as importações de bens industriais retraíram 5%.

Tabela-Indicador-Ipea-Consumo Aparente_dez-18

Na comparação interanual, a demanda interna por bens industriais atingiu patamar 2,4% inferior ao observado em dezembro do ano passado. A queda, no entanto, foi menor que a registrada pela produção industrial (3,6%), mensurada pela Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física (PIM-PF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Tomando por base a variação acumulada em doze meses, a demanda encerrou o ano de 2018 com alta de 3%, confirmando um ritmo de crescimento mais intenso que o apresentado pela produção industrial (1,1%).

Gráfico_Indicador Ipea CA_dez-18

Em relação às grandes categorias econômicas, com exceção do consumo aparente de bens intermediários, que avançou 1,6% em relação ao mês de novembro na comparação com ajuste sazonal, todos os demais segmentos recuaram.

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Indicador Ipea de FBCF – dezembro e quarto trimestre de 2018 Investimentos recuam 4,3% em dezembro, encerrando o ano de 2018 com alta de 4,2%

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta queda de 4,3% em dezembro em relação a novembro de 2018, na série com ajuste sazonal. Com esse resultado, o indicador de investimentos encerra o quarto trimestre registrando recuo de 2,5% sobre o trimestre anterior, também ajustado sazonalmente. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a FBCF atingiu patamar 4,1% inferior ao verificado em dezembro de 2017. Já na comparação do quarto trimestre de 2018 com o mesmo período do ano passado, o investimento registrou expansão de 3,2%. Com isso, o resultado acumulado em 2018 ficou em 4,2%.

 Na comparação com o ajuste sazonal, o consumo aparente de máquinas e equipamentos (Came) – cuja estimativa corresponde à sua produção doméstica líquida das exportações acrescida das importações – apresentou queda de 8,3% em dezembro, devolvendo boa parte do crescimento registrado no período anterior, quando foi influenciado positivamente pelas importações de plataformas. De acordo com os componentes do Came, enquanto a produção interna de bens de capital líquida de exportações cresceu 21,2%, a importação de bens de capital caiu 49,2% na margem. No acumulado em doze meses, o Came encerra 2018 com alta de 14,6%.

 O indicador de construção civil, por sua vez, avançou 2,2%, interrompendo duas quedas consecutivas na série dessazonalizada. Ainda assim, o trimestre móvel terminado em dezembro retrocedeu 1% ante o período imediatamente anterior. O setor registrou desempenho frustrante em 2018, com recuo de 0,3% no acumulado em doze meses. Por fim, o terceiro componente da FBCF, classificado como outros ativos fixos, apresentou queda de 6,5% na passagem de novembro para dezembro, encerrando 2018 com alta de 2,6%.

 Na comparação com o mesmo período do ano anterior, o desempenho mensal foi negativo. Enquanto o Came registrou queda de 6,6% em dezembro, a construção civil registrou variação negativa de 1,3%. O componente outros, por sua vez, atingiu patamar 7,9% inferior ao observado em dezembro de 2017.

Tabela - Indicador Ipea FBCF dez18

Gráfico indicador Ipea FBCF dez18

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Indicador Ipea de Consumo Aparente de Bens Industriais – novembro de 2018 Demanda interna por bens industriais recua 0,5% em novembro

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais – definido como a produção industrial interna líquida das exportações acrescida das importações – registrou queda de 0,5% na comparação entre novembro e outubro de 2018, na série com ajuste sazonal. Com esse resultado, que sucedeu alta de 0,7% no período anterior, o trimestre encerrado em novembro teve queda de 2,6% na margem. Entre os componentes do consumo aparente, enquanto a produção interna líquida de exportações caiu 0,9% na margem, as importações de bens industriais avançaram 14,5%.

Tabela-Indicador-Ipea-Consumo Aparente_nov-18

Na comparação interanual, a demanda interna por bens industriais subiu 0,6%, contra novembro do ano passado. O resultado superou o desempenho apresentado pela produção industrial (queda de 0,9%), mensurada pela Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física (PIM-PF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Tomando por base a variação acumulada em doze meses, a demanda segue registrando ritmo de crescimento mais intenso (3,7%) que o apresentado pela produção industrial (1,8%).

Gráfico_Indicador Ipea CA_nov-18

Em relação às grandes categorias econômicas e às classes de produção, o resultado de novembro foi bastante heterogêneo, como mostra o relatório completo do indicador.

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Indicador Ipea de FBCF – novembro de 2018 Investimentos crescem 1,7% em novembro, impulsionados pela importação de plataformas

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta avanço de 1,7% em novembro em relação a outubro de 2018, na série com ajuste sazonal. Esse resultado, no entanto, decorre do forte crescimento das importações de máquinas e equipamentos no período, especificamente das importações de plataformas de petróleo. Sem esse efeito, os investimentos teriam recuado 2,3% na margem. O resultado interrompe três meses de queda, período em que os investimentos acumularam perda de 3,6%. Na comparação entre o trimestre terminado em novembro e o terminado em agosto, os investimentos apresentam alta de 5,7%. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o indicador também registrou aumento, atingindo patamar 7,8% superior ao verificado em novembro de 2017. Por fim, o crescimento no resultado acumulado em doze meses chegou a 4,9%.

Na comparação com o ajuste sazonal, o consumo aparente de máquinas e equipamentos (Came) – cuja estimativa corresponde à sua produção doméstica líquida das exportações acrescida das importações – apresentou crescimento de 8,7% em novembro, sendo o responsável pelo bom desempenho da FBCF no período. Assim como já havia ocorrido nos meses de fevereiro, julho e agosto, esse resultado foi bastante influenciado pelas operações de comércio exterior envolvendo plataformas de petróleo, estimuladas pelas mudanças no regime aduaneiro Repetro. Excluindo esse efeito, a consequência teria sido uma queda de 1,7%. De acordo com os componentes do Came, enquanto a produção interna de bens de capital líquida de exportações caiu 22,6%, a importação de bens de capital cresceu 91,9% na margem.

O indicador de construção civil, por sua vez, recuou 1,6%, sendo a segunda queda consecutiva na série dessazonalizada. Com isso, o trimestre móvel terminado em novembro caiu 0,5% ante o período imediatamente anterior. Por fim, o terceiro componente da FBCF, classificado como outros ativos fixos, apresentou queda de 1,7% na passagem de outubro para novembro.

Na comparação com o mesmo período do ano anterior, o desempenho foi heterogêneo. Enquanto o ritmo de crescimento do Came acelerou, passando de 13,7% em outubro para 28,4% em novembro, a construção civil registrou variação negativa de 1,9%. Por fim, o componente outros cresceu 4,1% em relação a novembro de 2017.

Gráfico indicador Ipea FBCF dez18

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