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Atividade econômica: desempenho do PIB

Por Leonardo Mello de Carvalho e José Ronaldo de C. Souza Júnior

Confirmando a piora observada no cenário macroeconômico nos três primeiros meses do ano, o PIB recuou 0,2% no primeiro trimestre de 2019, na comparação com o trimestre anterior livre de efeitos sazonais. Essa foi a primeira variação negativa desde o quarto trimestre de 2016, quando a economia deixava para trás a pior recessão de sua história. O crescimento do primeiro trimestre reduziu o carry-over para 2019, que passou de 0,4% para 0,2%. Caso permaneça estagnado nos próximos três trimestres, o PIB fechará o ano com alta de 0,2%.

Além dos dados gerais das Contas Nacionais Trimestrais, esta seção analisa mais detalhadamente o impacto da indústria extrativa no PIB do trimestre e do ano.

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Indicador Ipea de Consumo Aparente de Bens Industriais – março de 2019 Demanda interna por bens industriais recuou 2,7% na margem

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais – definido como a produção industrial interna líquida das exportações acrescida das importações – registrou queda de 2,7% na comparação entre os meses de março e fevereiro, na série com ajuste sazonal. Com esse resultado, quarto recuo seguido nessa base de comparação, o primeiro trimestre de 2019 encerrou com retração de 2,8% na margem. Entre os componentes do consumo aparente, enquanto a produção interna líquida de exportações (nacional) caiu 4,3% na margem, as importações de bens industriais registraram alta de 5%, conforme mostra a tabela 1.

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Na comparação interanual, a demanda interna por bens industriais recuou 7,2% contra março do ano passado. O resultado voltou a ser pior que o desempenho apresentado pela produção industrial (queda de 6,1%), mensurada pela Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física (PIM-PF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, o primeiro trimestre atingiu patamar 2,7% inferior ao verificado no mesmo período do ano passado. Tomando por base a variação acumulada em doze meses, a demanda desacelerou em relação a fevereiro, mas segue registrando ritmo de crescimento mais intenso (1,3%) que o apresentado pela produção industrial (-0,1%), como visto no gráfico 1.

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Em relação às grandes categorias econômicas, o resultado de fevereiro foi negativo. Na comparação com ajuste sazonal, com exceção do segmento bens de capital, que avançou 2,1%, todos os demais registraram queda em relação ao mês de fevereiro. O destaque negativo ficou por conta do segmento bens de consumo semi e não duráveis, que recuou 3,1% na margem. Na comparação interanual, o resultado foi similar. Enquanto o setor bens de capital foi o único a crescer, ficando 3,1% acima do patamar de março de 2018, os segmentos bens de consumo duráveis e bens de consumo semi e não duráveis destacaram-se negativamente, com quedas de 15,4% e 5,7%, respectivamente.

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Indicador Ipea de FBCF – março e primeiro trimestre de 2019 Investimentos avançam 1,1% em março, encerrando o primeiro trimestre de 2019 com alta de 0,6%

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta alta de 1,1% em março em relação a fevereiro de 2019, na série com ajuste sazonal. Com esse resultado, o indicador de investimentos encerra o primeiro trimestre registrando avanço de 0,6% sobre o trimestre anterior, também ajustado sazonalmente. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a FBCF atingiu patamar 1,6% superior ao verificado em março de 2018. Já na comparação do primeiro trimestre de 2019 com o mesmo período do ano passado, o investimento registrou expansão de 3,8%. Com isso, o resultado acumulado em doze meses ficou em 4,4%.

 Na comparação com o ajuste sazonal, o consumo aparente de máquinas e equipamentos (Came) – cuja estimativa corresponde à sua produção doméstica líquida das exportações acrescida das importações – apresentou alta de 2,1% em março, a terceira alta consecutiva na margem. Apesar disso, o primeiro trimestre encerrou com queda de 1,5%. Em março, de acordo com os componentes do Came, enquanto a produção interna de bens de capital líquida de exportações cresceu 1,8%, a importação de bens de capital aumentou 7,4% no mesmo período. No acumulado em doze meses, o Came apresenta expansão de 12,7%.

 O indicador de construção civil, por sua vez, recuou 1,8% em março, resultado que sucedeu queda de 0,5% no período anterior, na série dessazonalizada. Apesar disso, o primeiro trimestre de 2019 avançou 1,7% ante o período imediatamente anterior. No acumulado em doze meses, o setor segue com desempenho ruim, registrando recuo de 2%. Por fim, o terceiro componente da FBCF, classificado como outros ativos fixos, apresentou queda de 0,5% na passagem de fevereiro para março, encerrando o primeiro trimestre com alta de 3%.

 Na comparação com o mesmo período do ano anterior, o desempenho mensal foi heterogêneo. Enquanto o Came registrou aumento de 3,4% em março, a construção civil registrou variação negativa de 0,7%. O componente outros, por sua vez, atingiu patamar 4,8% superior ao observado em março de 2018.

Tabela - Indicador Ipea FBCF mar19

Gráfico indicador Ipea FBCF mar19

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Indicador Ipea de Consumo Aparente de Bens Industriais – fevereiro de 2019 Demanda interna por bens industriais recuou 0,9% no mês

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais – definido como a produção industrial interna líquida das exportações acrescida das importações – registrou queda de 0,9% na comparação entre os meses de fevereiro e janeiro, na série com ajuste sazonal. Com esse resultado, terceiro recuo seguido nessa base de comparação, o trimestre encerrado em fevereiro teve retração de 2,1% na margem. Entre os componentes do consumo aparente, enquanto a produção interna líquida de exportações cresceu 1% na margem, as importações de bens industriais registraram queda de 14,2%.

Na comparação interanual, a demanda interna por bens industriais permaneceu estável, contra fevereiro do ano passado. O resultado voltou a ser pior que o desempenho apresentado pela produção industrial (alta de 1,9%), mensurada pela Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física (PIM-PF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Tomando por base a variação acumulada em doze meses, a demanda desacelerou em relação a janeiro, mas segue registrando ritmo de crescimento mais intenso (1,8%) que o apresentado pela produção industrial (0,5%).

Tabela-Indicador-Ipea-Consumo Aparente_fev-19

Gráfico_Indicador Ipea CA_fev-19

Em relação às grandes categorias econômicas, o resultado de fevereiro só não foi positivo para o segmento de bens intermediários, que recuou 1,8% (na comparação com ajuste sazonal), todos os demais registraram crescimento em relação ao mês de janeiro.

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Indicador Ipea de FBCF – fevereiro de 2019 Investimentos registraram alta de 0,4% no mês

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta avanço de 0,4% em fevereiro em relação ao período imediatamente anterior, na série com ajuste sazonal. O resultado sucedeu o crescimento de 2,1% em janeiro (quando os investimentos foram afetados positivamente pelas operações de comércio exterior envolvendo plataformas de petróleo) e deixa um carry-over de 2,2% para o primeiro trimestre de 2019. Na comparação entre o trimestre terminado em fevereiro e o terminado em novembro, os investimentos apresentam alta de 1,1%. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o indicador registrou aumento mais expressivo, de 10,1%. Com isso, o crescimento acumulado em doze meses chegou a 5,2%.

 Na comparação com o ajuste sazonal, o consumo aparente de máquinas e equipamentos (Came) – cuja estimativa corresponde à sua produção doméstica líquida das exportações acrescida das importações – apresentou crescimento de 2,9% em fevereiro, sendo o responsável pelo bom desempenho da FBCF no período. De acordo com os componentes do Came, enquanto a produção interna de bens de capital líquida de exportações cresceu 43,5%, a importação de bens de capital retraiu 47,1% na margem. Parte da volatilidade observada em fevereiro pode ser explicada pelos efeitos das operações de comércio exterior envolvendo plataformas de petróleo ocorridas no mês anterior, que provocaram fortes oscilações nas exportações e importações de máquinas e equipamentos.

 O indicador de construção civil, por sua vez, recuou 1,2% na comparação dessazonalizada. Com isso, o trimestre móvel terminado em fevereiro mostra um resultado praticamente estável, com elevação de 0,2% ante o período imediatamente anterior. Por fim, o terceiro componente da FBCF, classificado como outros ativos fixos, apresentou queda de 0,6% na passagem de janeiro para fevereiro.

 Na comparação com o mesmo período do ano anterior, o desempenho voltou a ser heterogêneo. Enquanto o Came cresceu 17,5% ante fevereiro de 2018, após avanço de 14% no mês anterior, a construção civil registrou variação negativa de 0,8%. Por fim, o componente outros cresceu 3,7% em relação a fevereiro de 2018.

Tabela - Indicador Ipea FBCF fev19

Gráfico indicador Ipea FBCF fev19



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Visão Geral de Conjuntura

Por José Ronaldo de C. Souza Júnior, Paulo Mansur Levy, Francisco Eduardo de L. A. Santos e Leonardo Mello de Carvalho

Tendo como base um cenário em que a reforma da previdência seja aprovada com impacto relevante sobre a confiança dos empresários e consumidores já no segundo semestre deste ano, projetamos a aceleração do crescimento trimestral ao longo do ano, condição necessária para atingir o crescimento anual esperado de 2,0%. Ainda assim, a inflação deverá se manter abaixo da meta, fechando o ano em 3,85%.

Nesse cenário, a expectativa é que a redução das incertezas permitirá um avanço maior dos investimentos e abrirá espaço para uma queda maior do desemprego no ano que vem, favorecendo uma dinâmica mais positiva do consumo. Tais fatores, aliados a uma agenda de medidas de caráter microeconômico como a oferta de concessões via parceiras público-privadas, melhoras nos marcos regulatórios e medidas de racionalização no mercado de crédito, potencializarão os benefícios via aumentos de produtividade e criarão um ciclo virtuoso que propiciará um cresci-mento maior em 2020, mais próximo de 3,0%.

O cenário alternativo, de continuidade do desequilíbrio estrutural das contas públi-cas em função do crescimento explosivo dos gastos com transferências de renda, poderia levar o país a enfrentar uma nova piora de expectativas e, até mesmo, uma nova recessão. Considerando que o mercado de trabalho ainda se encontra em situação ruim (desemprego elevado e baixa da qualidade do emprego) e que os governos subnacionais apresentam, em muitos casos, quadros críticos de falta de recursos para serviços públicos essenciais, uma nova recessão poderia ter efeitos muito negativos sobre o país. Aliás, a reforma da previdência teria também efeitos diretos importantes sobre as finanças dos estados e municípios. CC42_Visão Geral_Tabela 3

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Veja também, nesta seção, uma análise sobre a política fiscal, o teto dos gastos e a reforma da previdência.

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Indicador Ipea de Hiato do Produto

Por José Ronaldo de Castro Souza Júnior

De acordo com o Indicador Ipea de Produto Potencial, estima-se que o hiato tenha fechado o ano de 2018 em -3,2%, o que ainda reflete um elevado nível de ociosidade da economia brasileira. Além do nível atual, outra questão relevante é estimar a velocidade de fechamento do hiato do produto caso a aceleração prevista da economia neste ano e no ano que vem se concretize. Considerando o crescimento esperado para 2019 e 2020 – mostrado na seção Visão Geral da Conjuntura –, as projeções exibidas nos gráficos apontam que haveria uma redução (em termos absolutos) do hiato para -1,5% no final do ano que vem.

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Acesse aqui a série completa do Indicador Ipea de Hiato do Produto



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Atividade econômica: Indicadores mensais

Por Leonardo Mello de Carvalho

De modo generalizado, o nível de atividade desacelerou no final do ano passado. Os primeiros meses de 2019 não indicam que cenário tenha sofrido alterações significativas. Enquanto as informações provenientes da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam recuo de 0,8% em janeiro, na comparação dessazonalizada, a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), também do IBGE, calcula um crescimento de 1% das vendas no varejo no mesmo período. Apesar do novo recuo da produção manufatureira, a demanda interna por bens industriais no segmento da transformação avançou 0,5% na margem. Portanto, a demanda interna mostra desempenho melhor que a produção industrial, como ocorrera no ano passado.Por sua vez, segundo o Indicador Ipea Mensal de Formação Bruta do Capital Fixo (FBCF), os investimentos cresceram 1,3% no primeiro mês do ano, impulsionados novamente pela importação de plataformas de petróleo – sem essas operações, teria havido uma queda. Em relação ao mês de fevereiro, com as informações disponíveis até o momento, a Diretoria de Estudos e Pesquisas Macroeconômicas (Dimac) do Ipea estima que a produção industrial tenha avançado 1,5% na margem, enquanto as vendas no comércio teriam recuado 2% ante o mês de janeiro. Em relação às perspectivas para os próximos meses, o balanço de riscos associado à trajetória da atividade econômica sugere um ritmo de crescimento ainda lento. Embora a melhora em alguns fundamentos continue dando sustentação para uma recuperação da demanda agregada, outros fatores tendem a retardar o ritmo de crescimento da economia. Além disso, a aprovação da reforma da previdência continua sendo condição necessária para a aceleração dos investimentos por meio da redução dos níveis de incerteza, e aumento da confiança.

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Indicador Ipea de Consumo Aparente de Bens Industriais – janeiro de 2019 Fraco desempenho do segmento extrativa mineral explica queda de 1,1% da demanda interna por bens industriais em janeiro

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais – definido como a produção industrial interna líquida das exportações acrescida das importações – registrou queda de 1,1% na comparação entre janeiro de 2019 e dezembro de 2018, na série com ajuste sazonal. Com esse resultado, que sucedeu recuo de 0,9% no período anterior, o trimestre encerrado em janeiro teve retração de 1,9% na margem. Entre os componentes do consumo aparente, enquanto a produção interna líquida de exportações caiu 1,4% na margem, as importações de bens industriais avançaram 0,9%.

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Na comparação interanual, a demanda interna por bens industriais caiu 3,4%, contra janeiro do ano passado. O resultado foi pior que o desempenho apresentado pela produção industrial (queda de 2,6%), mensurada pela Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física (PIM-PF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Tomando por base a variação acumulada em doze meses, a demanda segue registrando ritmo de crescimento mais intenso (2,1%) que o apresentado pela produção industrial (0,6%).

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Com relação às classes de produção, na comparação dessazonalizada, o bom desempenho
verificado nas grandes categorias econômicas refletiu no crescimento da demanda interna por bens da indústria de transformação, que avançou 0,5% sobre o mês de dezembro. A extrativa mineral, por sua vez, segue apresentando comportamento volátil. A queda de 17% na margem em janeiro sucedeu o avanço de 21,2% no período anterior.

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Indicador Ipea de FBCF – janeiro de 2019 Investimentos iniciaram o ano de 2019 com alta de 1,3%, impulsionados pela importação de plataformas

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta avanço de 1,3% em janeiro em relação a dezembro de 2018, na série com ajuste sazonal. Esse resultado decorre do crescimento das importações de máquinas e equipamentos no período, especificamente das importações de plataformas de petróleo. O resultado interrompe dois meses de queda, período em que os investimentos acumularam perda de 3,3%. Na comparação entre o trimestre terminado em janeiro e o terminado em outubro, os investimentos apresentam recuo de 2,3%. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o indicador também registrou aumento, atingindo patamar 5,8% superior ao verificado em janeiro de 2018. Se excluídas dos cálculos as operações de comércio exterior com plataformas de petróleo, os investimentos teriam recuado 2,2% na margem e 1,5% na comparação com janeiro de 2018.

Tabela - Indicador Ipea FBCF jan19

Na comparação com o ajuste sazonal, o consumo aparente de máquinas e equipamentos (Came) – cuja estimativa corresponde à sua produção doméstica líquida das exportações acrescida das importações – apresentou crescimento de 5,5% em janeiro, sendo o responsável pelo bom desempenho da FBCF no período. Assim como já havia ocorrido nos meses de fevereiro, julho, agosto e novembro do ano passado, esse resultado foi bastante influenciado pelas operações de comércio exterior envolvendo plataformas de petróleo, que podem incluir transações fictas devido ao regime aduaneiro especial do setor de petróleo. Excluindo as transações com plataformas, a consequência teria sido uma queda de 7,1%. De acordo com os componentes do Came, enquanto a produção interna de bens de capital líquida de exportações caiu 28,4%, a importação de bens de capital cresceu 115,9% na margem.

O indicador de construção civil, por sua vez, permaneceu estagnado na comparação dessazonalizada. Com isso, o trimestre móvel terminado em janeiro caiu 0,8% ante o período imediatamente anterior. Por fim, o terceiro componente da FBCF, classificado como outros ativos fixos, apresentou queda de 0,1% na passagem de dezembro para janeiro.

Na comparação com o mesmo período do ano anterior, o desempenho foi heterogêneo. Enquanto o Came cresceu 7,5% ante a janeiro de 2018, recuperando-se da queda no mês anterior (6%), a construção civil registrou variação negativa de 1,5%. Por fim, o componente outros cresceu 5,5% em relação a janeiro de 2018.

Gráfico indicador Ipea FBCF jan19

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