Arquivos da categoria: Atividade Econômica

Demanda Interna por Bens Industriais Recua 2% em Março

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente (CA) de Bens Industriais – definido como a produção industrial doméstica líquida das exportações e acrescida das importações – registrou queda de 2% na comparação entre março e fevereiro de 2018, na série com ajuste sazonal. Com isso, o resultado ficou negativo em 0,9% no primeiro trimestre do ano. Entre os componentes do consumo aparente, ainda no comparativo entre março e fevereiro, enquanto a produção doméstica líquida de exportações recuou 1,7% na margem, as importações de bens industriais caíram 5,2%.

Indicador Léo consumo aparente

Na comparação interanual, apesar da queda de 0,3% sobre março do ano passado, o primeiro trimestre de 2018 acumulou alta de 3,4%. Tomando por base o resultado acumulado em 12 meses, a demanda por bens industriais segue registrando ritmo de crescimento mais intenso (3,7%) que o apresentado pela produção doméstica, mensurada pela Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física (PIM-PF) do IBGE (2,9%).

PNG Graf

Os números de cada segmento industrial e a análise completa do indicador podem ser acessados aqui.

Acesse a planilha completa com os resultados



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Indicador Ipea de FBCF – março e 1º trimestre de 2018

Por Leonardo Mello de Carvalho

Investimentos voltam a crescer em março, fechando o 1o trimestre com alta de 0,3%

O Indicador Ipea de formação bruta de capital fixo (FBCF) aponta alta de 0,8% em março em relação a fevereiro de 2018, na série com ajuste sazonal. Com este resultado, que sucedeu um crescimento de 1,9%, o indicador de investimentos encerra o primeiro trimestre com variação positiva de 0,3% sobre o trimestre anterior, também na série ajustada sazonalmente. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o indicador atingiu patamar 3,4% superior ao verificado em março de 2018. Já na comparação do primeiro trimestre deste ano com o mesmo período do ano passado, o investimento registrou uma expansão de 3,3%. Com isso, a queda no resultado acumulado em doze meses ficou em 0,1%.

Tabela - Indicador Ipea FBCF mar18

Na comparação com o ajuste sazonal, o consumo aparente de máquinas e equipamentos (Came) – cuja estimativa corresponde à sua produção interna líquida das exportações e acrescida das importações – apresentou avanço de 2,2% em março. Entre os componentes do Came, enquanto a produção interna de bens de capital cresceu 1,8%, a importação de bens de capital recuou 4,8% na margem, devolvendo parte do forte crescimento observado no período anterior (12,8%).

O indicador de construção civil, por sua vez, apresentou crescimento mais modesto, avançando 0,2% na série dessazonalizada, resultado este que sucedeu duas quedas consecutivas. Com isso, o setor encerrou o primeiro trimestre de 2018 com retração de 0,6% ante o último trimestre do ano passado. Por fim, o terceiro componente da FBCF, classificado como “outros ativos fixos”, também contribuiu positivamente para o desempenho dos investimentos, registrando avanço de 0,6% em março.

Na comparação com o mesmo período do ano anterior, os resultados continuam bastante positivos. O destaque voltou a ser o Came, que encerrou o primeiro trimestre com alta de 15,7%, após novo avanço em março. Já a construção civil foi o único componente a registrar queda na comparação interanual, ficando 0,9% abaixo do patamar verificado no primeiro trimestre de 2017.

Acesse aqui a planilha com o Índice Ipea mensal de FBCF (índice 1995=100)



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Produção industrial deve crescer 1,1% em março de 2018, fechando o primeiro trimestre com alta de 0,4%

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Produção Industrial prevê crescimento de 1,1% para o resultado da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF), do IBGE, referente a março, frente ao mês anterior, na série dessazonalizada. Esse resultado representaria um avanço de 0,4% no primeiro trimestre de 2018, quando comparado aos três últimos meses do ano passado. Já na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a produção teria ficado 4,4% acima do patamar de março de 2017.

Em relação aos indicadores coincidentes da produção industrial, o bom desempenho exibido na comparação entre março e fevereiro, na série dessazonalizada, foi bastante disseminado. De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a produção total de autoveículos avançou 5,6% na margem, resultado que sucedeu dois recuos seguidos. Por sua vez, a Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO) indica que a venda de papel e papelão subiu 1,3% na margem. Outro destaque positivo ficou por conta do Indicador de Confiança da Indústria, calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (IBRE), com alta de 1,3% sobre o mês de fevereiro. Por outro lado, segundo a Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex), a importação de bens intermediários caiu 3,8%, terceira contração seguida.

Na comparação entre março de 2018 e o mesmo período de 2017, o desempenho positivo foi novamente generalizado. A exceção, novamente, ficou por conta do volume de bens intermediários importados, que registrou queda de 3,8%.  Com isso, a indústria teria encerrado o primeiro trimestre com alta de 4,3% sobre o mesmo período do ano passado.

Tabela-Indicador-Ipea-Produção Industrial-mar-18



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Indicador Ipea Mensal de FBCF – fevereiro de 2018

Por Leonardo Mello de Carvalho

Investimentos apresentam avanço de 1,7% em fevereiro

O Indicador Ipea Mensal de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta uma alta de 1,7% em fevereiro em relação a janeiro, na série com ajuste sazonal. Esse resultado compensa parte do recuo registrado no primeiro mês de 2018 (–2,4%). Na comparação dessazonalizada em médias móveis, o trimestre terminado em fevereiro cresceu 1,9% sobre o trimestre terminado em novembro de 2017. Por sua vez, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o indicador voltou a crescer, atingindo patamar 2,9% superior ao verificado em fevereiro de 2017. Dessa forma, o indicador acumula alta de 3,4% no primeiro bimestre do ano.

Na comparação dessazonalizada, o consumo aparente de máquinas e equipamentos (Came) – cuja estimativa corresponde à sua produção doméstica líquida das exportações e acrescida das importações – foi o destaque positivo, apresentando avanço de 6,2% entre os meses de fevereiro e janeiro. Entre os componentes do Came, enquanto a produção doméstica de bens de capital líquida de exportações cresceu 2,9%, a importação de bens de capital registrou forte alta na margem, com expansão de 12,3%.

O indicador de construção civil se manteve praticamente estável em fevereiro, registrando crescimento de 0,1% na série dessazonalizada, resultado este que sucedeu queda de 2,3% no período anterior. Na média móvel trimestral, o setor registrou alta de 1,2%. Por fim, o terceiro componente da FBCF, classificado como “outros ativos fixos”, também contribuiu positivamente para o desempenho dos investimentos, registrando avanço de 0,2% em fevereiro.

Na comparação contra o mesmo período do ano anterior, o resultado foi heterogêneo entre os componentes do FBCF. Enquanto o Came registrou alta de 17,3%, a construção civil e o componente outros recuaram 1,9% e 0,5%, respectivamente.

Indicador FBCF fev-18

Acesse aqui a planilha com o Índice Ipea mensal de Formação Bruta de Capital Fixo (índice 1995=100)



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Demanda interna por bens industriais recua 1,6% em fevereiro

Por Leonardo Mello de Carvalho

Consumo de bens industriais mantém ritmo de crescimento mais intenso que a produção doméstica na comparação interanual

O Indicador Ipea mensal de Consumo Aparente (CA) de bens industriais – definido como a produção industrial doméstica líquida das exportações e acrescida das importações – registrou queda de 1,6% na comparação entre fevereiro e janeiro de 2018, na série com ajuste sazonal. No entanto, no trimestre móvel terminado em fevereiro, o resultado continua positivo (1,2%). Entre os componentes do consumo aparente, ainda no comparativo entre fevereiro e janeiro, enquanto a produção doméstica líquida de exportações recuou 1,2% na margem, as importações de bens industriais caíram 2,8%.

Na comparação interanual, o indicador voltou a avançar, atingindo patamar 4,5% superior ao observado em fevereiro de 2017. Com isso, tomando por base o resultado acumulado em 12 meses, a demanda por bens industriais segue registrando ritmo de crescimento mais intenso (4,1%) que o apresentado pela produção doméstica, mensurada pela Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF) do IBGE (2,9%).

Tabela-Indicador-Ipea-Consumo Aparente_fev-18

Gráfico_Indicador Ipea CA_fev-18

Na comparação dessazonalizada, foi verificado um crescimento em apenas 11 segmentos, de um total de 22, aumentando o índice de difusão (que mede a porcentagem dos segmentos da indústria de transformação com aumento em comparação ao período anterior, após ajuste sazonal) para 50%, ante 41% de janeiro. Entre aqueles com maior peso, contribuíram positivamente químicos, com alta de 5,8% na margem, e máquinas e equipamentos, com expansão de 2,6%. O principal destaque negativo do mês de fevereiro foi o segmento alimentos, que registrou queda de 4,4%. Os produtos de fumo e os serviços de impressão e reprodução de gravações também recuaram 6,9% e 13,4%, respectivamente.

Os números de cada segmento industrial e a análise completa do indicador podem ser acessados aqui.

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Visão Geral de Conjuntura

Carta de Conjuntura nº 38

Por José Ronaldo de Castro Souza Júnior, Paulo Mansur Levy e Marco Antônio F. de H. Cavalcanti

Seção analisa a conjuntura e apresenta previsões macroeconômicas para 2018 e 2019

O período que abrange o final de 2017 e os meses iniciais de 2018 caracterizou-se pela continuidade da recuperação do nível de atividade econômica, com destaque para o aumento da produção industrial e do consumo e a redução do desemprego. Apesar de alguma perda de ritmo nesse processo, com redução das taxas de crescimento na margem, os dados ainda apontam para um cenário positivo ao longo do ano. O Indicador Ipea de Hiato do Produto, que está em 4,4%, mostra que ainda há elevada capacidade ociosa na economia brasileira. Isso permite que a política monetária estimule o crescimento sem grandes riscos de pressão inflacionária devido a excesso de demanda. Aliás, a principal surpresa do primeiro bimestre de 2018 veio da taxa de inflação, a mais baixa em muitos anos, resultando em que as taxas anuais seguiram em queda – ao contrário do esperado pelo mercado, pelo Banco Central do Brasil (BCB) e pela própria Carta de Conjuntura. A evolução benigna da inflação ratifica as expectativas de que a política monetária permaneça expansionista ao longo de todo o ano, constituindo um dos principais motores da recuperação. Entre as previsões para 2018, a de inflação foi uma das poucas que sofreram alterações mais significativas.

CC38_Visão Geral_tabelas 1 e 2

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Atividade Econômica: Indicadores Mensais

Carta de Conjuntura nº 38

Por Leonardo Mello de Carvalho

Os indicadores mensais de atividade divulgados no início deste ano têm mostrado, em alguns casos, certa acomodação em relação aos resultados do final do ano passado, porém, não sinalizam uma mudança na tendência de recuperação da economia brasileira. A produção física do setor manufatureiro, medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física (PIM-PF), embora tenha registrado uma queda de 2,8% em janeiro sobre o período anterior (na série com ajuste sazonal), deve voltar a crescer em fevereiro – o Indicador Ipea de Produção Industrial sugere avanço de 0,6% na margem e uma expansão de 4,4% na comparação interanual.

CC38_Indicador Ipea de prod ind

A análise pelo lado da demanda revela um ritmo de recuperação gradual do mercado doméstico, fator chave para uma aceleração do nível de atividade em 2018. Embora os níveis de desocupação ainda se encontrem em patamares bastante elevados, sua trajetória declinante ao longo do ano passado segue reduzindo os níveis de incerteza dos agentes. Além disso, a forte redução das taxas de inflação não somente contribuiu para o aumento do poder de compra dos salários, como também permitiu a redução das taxas de juros. Como consequência, o grau de comprometimento da renda das famílias com os serviços de dívidas passadas e a inadimplência vêm caindo, o que abre mais espaço no orçamento para o consumo. Dessa forma, o mercado de crédito para pessoa física segue apresentando melhora, com expansão da demanda e da oferta de novas concessões. Após as vendas no varejo terem iniciado o ano de 2018 com pequena queda de 0,1% em janeiro, o Indicador Ipea de Vendas do Comércio (prévia do resultado da Pesquisa Mensal do Comércio – PMC, do IBGE), no conceito ampliado, estima crescimento de 1,1% em fevereiro, na comparação livre de influências sazonais. Já no conceito restrito, a previsão é de que as vendas tenham avançado 0,6%, resultado que sucedeu alta de 0,9% em janeiro.
 CC38_Indicador Ipea de Varejo

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Indicador Ipea de Hiato do Produto

Por José Ronaldo de Castro Souza Júnior

Como destacado na Visão Geral da Conjuntura, o hiato do produto, reestimado (ver Nota Técnica que descreve a metodologia utilizada) com base nas atualizações recentes dos dados das Contas Nacionais  do IBGE, ainda se encontra num patamar que permite ao BCB manter a taxa de juros abaixo da neutra ao longo deste ano – o PIB está 4,4% abaixo de seu potencial.

As previsões de produto potencial feitas com base no cenário delineado na Visão Geral da Conjuntura para 2018 e 2019 mostram que, mesmo com a aceleração do crescimento, o PIB ainda chegaria ao final de 2018 abaixo de seu potencial, o que corrobora o cenário de inflação abaixo da meta do ano, e terminaria 2019 com um hiato aproximando-se de zero. É importante ressaltar, no entanto, que essas previsões de hiato apresentam um grau elevado de incerteza, pois pode acumular erros de previsão de duas variáveis (PIB e Produto Potencial).
CC38_Produto potencial e hiato


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Indicador Ipea Mensal de FBCF – janeiro de 2018

Por Leonardo Mello de Carvalho

Investimentos apresentam recuo de 2,4% em janeiro

O Indicador Ipea Mensal de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta uma queda de 2,4% em janeiro em relação a dezembro de 2017, na série com ajuste sazonal. Esse resultado devolve parte do forte crescimento registrado no último mês do ano passado (3,3%). Na comparação dessazonalizada em médias móveis, o trimestre terminado em janeiro cresceu 1,2% sobre o trimestre terminado em outubro de 2017. Por sua vez, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o Indicador voltou a crescer, atingindo patamar 4,1% superior ao verificado em janeiro de 2017. Dessa forma, o indicador acumula queda de 1,1% nos 12 meses encerrados em janeiro.

Tabela - Indicador Ipea FBCF jan18

O mau desempenho dos componentes da FBCF foi generalizado na comparação dessazonalizada. O consumo aparente de máquinas e equipamentos (Came) – cuja estimativa corresponde à sua produção doméstica líquida das exportações e acrescida das importações – apresentou queda de 4,2% entre os meses de janeiro e dezembro, na margem. Entre os componentes do Came, enquanto a produção doméstica de bens de capital líquida de exportações recuou 3,9%, a importação de bens de capital retraiu 9,3% na comparação dessazonalizada.

O indicador de construção civil também apresentou queda em janeiro, recuando 2,2% na série dessazonalizada, resultado esse que sucedeu crescimento de 2,7% no período anterior. Já na média móvel trimestral, o setor registrou alta de 1%, o melhor resultado entre os componentes do FBCF. Por fim, o terceiro componente da FBCF, classificado como “outros ativos fixos”, também contribuiu negativamente para o desempenho dos investimentos, registrando queda de 0,4% em janeiro.

Na comparação contra o mesmo período do ano anterior, o resultado voltou a ser bastante positivo. Assim como ocorreu no mês anterior, todos os componentes apresentaram crescimento. Enquanto o Came registrou alta de 16%, a construção civil e o componente outros avançaram 0,4% e 1,1%, respectivamente.

Gráfico indicador Ipea FBCF jan18

Acesse aqui a planilha com o Índice Ipea mensal de Formação Bruta de Capital Fixo (índice 1995=100)



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Demanda interna por bens industriais inicia o ano de 2018 com ligeira queda de 0,3% em janeiro

Por Leonardo Mello de Carvalho

Indústria extrativa mineral puxou o resultado para baixo com recuo de 14,1%, mas a demanda por bens da indústria de transformação avançou 1,9%.

O Indicador Ipea mensal de Consumo Aparente (CA) de bens industriais – definido como a produção industrial doméstica líquida das exportações e acrescida das importações – registrou queda de 0,3% na comparação entre janeiro e dezembro, na série com ajuste sazonal. No entanto, no trimestre móvel terminado em janeiro, o resultado continua positivo (1,8%). Entre os componentes do consumo aparente, ainda no comparativo entre janeiro deste ano e dezembro de 2017, enquanto a produção doméstica líquida de exportações recuou 0,7% em janeiro, as importações de bens industriais cresceram 5,8.

Na comparação interanual, o indicador voltou a avançar, atingindo patamar 6,8% superior ao observado em janeiro de 2017. Dessa forma, com base no resultado acumulado em 12 meses, a demanda por bens industriais segue registrando ritmo de crescimento mais intenso (4%) que o apresentado pela produção total, mensurada pela Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF) do IBGE (2,7%).

Com relação às classes de produção, na comparação dessazonalizada, a extrativa mineral foi o destaque negativo, recuando 14,1% em janeiro, resultado que sucedeu alta de 5% em dezembro. Já a demanda por bens da indústria de transformação avançou 1,9% na margem.

Os números de cada segmento industrial e a análise completa do indicador podem ser acessados aqui.

tabela

Gráfico_Indicador Ipea CA_jan-18

Acesse a planilha completa com os resultados



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