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Produto Potencial e Hiato do Produto: nível atual e projeções para 2018

Carta de Conjuntura nº 36

Por José Ronaldo de Castro Souza Júnior 

A importância da atual política monetária expansionista sobre o desempenho da economia no período 2017–2018 foi destacada na Visão Geral da Conjuntura. Há um certo consenso de que haveria espaço para esse tipo de estímulo monetário em virtude da presente ociosidade dos fatores produtivos, capital e trabalho. Há dúvidas, no entanto, sobre os níveis atual e futuro do grau de ociosidade da economia caso as projeções de retomada do crescimento se concretizem. Esta nota técnica visa esclarecer esses pontos por meio de atualizações dos indicadores Ipea de produto potencial e de hiato de produto. 

CC36_NT_Produto potencial_gráficos

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Dados do Indicador Ipea de Produto Potencial



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Indicadores Ipea Trimestrais de Estoque de Capital e de Investimento Líquido

Por José Ronaldo de Castro Souza Júnior

O Indicador Ipea trimestral de estoque de capital é estimado por meio de uma atualização da série anual estimada pelo Ipea para o período 1950-2008 pelo método do estoque perpétuo – descrito por Morandi e Reis (2002) – e da desagregação temporal dos dados anuais para trimestrais foram feitos com base na distribuição da Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) ao longo dos trimestres. A atualização e a desagregação temporal foram feitas a partir dos dados do Sistema de Contas Nacionais – Referência 2010 (SCN 2010) do IBGE e dos dados do SCN Trimestral (SCNT 2010). Já as projeções para o período até o final de 2018 são feitas com base no cenário definido na Visão Geral da Conjuntura. 

O investimento líquido, que é a parcela dos investimentos que aumenta a capacidade produtiva da economia, é calculado por meio da subtração do valor da FBCF pelo valor da depreciação (ver Gráfico 1). Como mostra o gráfico 2, a volatilidade da taxa de crescimento do investimento líquido é, consideravelmente, maior que a do investimento bruto, apesar de as tendências serem as mesmas. A explicação é que, à medida que o estoque líquido de capital aumenta, o valor da depreciação (mantida a mesma taxa de depreciação) também se eleva – independentemente do que ocorre com o investimento bruto. A queda esperada de 2,5% da FBCF para este ano, por exemplo, deve resultar numa queda de 17,1% do investimento líquido – variação bem menor que as duas consecutivas de mais de 38% nos anos de 2015 e 2016. Para o ano que vem, a alta esperada de 4,2% para a FBCF deve gerar um crescimento de 19,3% do investimento líquido. 

CC36_Indicador de K_gráficos

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Atividade Econômica: indicadores mensais

Carta de Conjuntura nº 36

Por Leonardo Mello de Carvalho

Embora as questões de natureza fiscal ainda permaneçam como condicionantes da trajetória de médio e longo prazo, o bom desempenho observado nos índices mensais de atividade ao longo de 2017 corrobora o diagnóstico de recuperação gradual da economia. De acordo com o Indicador Ipea de Consumo Aparente de Bens Industriais, o crescimento foi bastante disseminado em julho, chegando a 64% dos segmentos na série com ajuste sazonal. Este bom desempenho tem se refletido positivamente no comportamento da indústria, que, segundo o Indicador Ipea de Produção Industrial, deve apresentar nova expansão na margem em agosto, com alta de 0,2% na margem – que seria a quinta alta consecutiva. Na comparação interanual, a previsão também é de crescimento, com expansão prevista de 5,3% sobre agosto de 2016.

A evolução da produção industrial, que vinha sendo estimulada especialmente pelo crescimento das exportações, passou a refletir também uma melhora na demanda doméstica nos últimos meses. Após registrar alta de 2,1% no trimestre móvel terminado em julho, quando comparado com o trimestre terminado em abril, o Indicador Ipea de Comércio prevê novo avanço das vendas no varejo em agosto, que teriam crescido 2,6% na margem. O aumento dos níveis de ocupação no mercado de trabalho nos últimos meses, acompanhado da recuperação do poder de compra dos salários – como explicado detalhadamente na seção de Mercado de Trabalho desta Carta de Conjuntura –, a redução das taxas de juros e a liberação de recursos do FGTS explicam boa parte dessa retomada da demanda.

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Demanda interna por bens industriais recua 0,3% em julho

Por Leonardo Mello de Carvalho 

O Indicador Ipea mensal de Consumo Aparente (CA) de bens industriais – definido como a produção industrial doméstica, acrescida das importações e diminuída das exportações – registrou queda de 0,3% na comparação entre julho e junho, na série com ajuste sazonal (ver tabela). Apesar dessa pequena acomodação na margem, o indicador cresceu na comparação interanual, atingindo patamar 1,7% superior ao observado em julho de 2016. Com isso, o ritmo de queda da variação acumulada em 12 meses voltou a arrefecer, passando de 2,6% para 1,6%. Quando comparado à produção doméstica, medida pela Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física (PIM-PF) do IBGE, que apresentou uma queda um pouco menor no mesmo período (de 1,1%), este resultado voltou a indicar um escoamento líquido para o setor externo. A diferença entre as duas taxas, no entanto, segue se reduzindo. Nessa mesma base de comparação, enquanto as exportações acumularam alta de 2,8% nos 12 meses terminados em julho de 2017, o volume importado de bens industriais aumentou 3,6% – terceira variação positiva após 33 meses. 

Tabela-Indicador-Ipea-Consumo Aparente_jul-17

Ao se considerar o consumo aparente por grandes categorias econômicas, com exceção do setor bens de capital – que recuou 3,6% entre os meses de julho e junho –, todas as demais registraram alta na comparação dessazonalizada. Entre elas, o destaque positivo ficou por conta da categoria bens de consumo duráveis, cuja alta de 2,7% na margem devolveu parte da queda registrada no mês anterior. Na comparação contra o mesmo período do ano anterior, a alta também foi disseminada. Com exceção do setor de bens intermediários, todas as demais categorias registraram variação positiva sobre julho de 2016. 

Com relação às classes de produção, a extrativa mineral interrompeu dois meses de queda na comparação com ajuste sazonal, registrando alta de 1,2% em julho. Já a demanda por bens da indústria de transformação ficou virtualmente estável, com pequena queda de 0,2% na margem. Ainda, foi verificado um crescimento em 14 segmentos, de um total de 22, o que levou o índice de difusão (que mede a porcentagem dos segmentos que compõem a indústria de transformação que tiveram aumento na comparação com o período anterior, após ajuste sazonal) para 64%, ante 45% em junho e 18% em julho do ano passado. Entre aqueles com maior peso, contribuíram positivamente o de produtos alimentícios, com alta de 5,5% na margem, e o de máquinas e equipamentos, com expansão de 5,9%. 

Esse comportamento positivo do segmento de máquinas e equipamentos, que segue a classificação por origem definida pela CNAE 2.0, contrasta com a queda registrada pelo consumo aparente de bens de capital (-3,6%), cuja definição segue a divisão por categorias de uso. Sendo assim, diferentemente do que aconteceu com o consumo aparente de bens de capital, o resultado do segmento máquinas e equipamentos em julho não sofreu o impacto negativo provocado pela exportação de uma plataforma de petróleo, produto que é classificado pela CNAE como Outros Equipamentos de Transporte. 

Na comparação interanual, 12 segmentos registraram variação positiva ante julho de 2016. Por fim, em relação ao resultado acumulado em 12 meses, dez segmentos já apresentam variação positiva até o mês de julho, com destaque para o de veículos automotores, reboques e carrocerias e para o de produtos químicos, que registraram crescimento de 5,3% e 2,4%, respectivamente. 

Gráficos_Indicador Ipea CA_jul-17



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Indicador Ipea mensal de FBCF – julho de 2017

Por Leonardo Mello de Carvalho

Investimentos iniciam terceiro trimestre com crescimento

O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta crescimento de 1,1% em julho em relação a junho de 2017, na série com ajuste sazonal. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o indicador atingiu patamar 1,4% inferior ao verificado em julho de 2016. No acumulado do ano, a queda foi de 4,6%, enquanto a variação em doze meses retraiu de 6,1% até o mês de junho para 5,2% até o mês de julho.

Não obstante o avanço entre os meses de junho e julho, o desempenho dos dois principais componentes da FBCF foi heterogêneo. O consumo aparente de máquinas e equipamentos (Came) – cuja estimativa corresponde à sua produção doméstica acrescida das importações e diminuída das exportações – apresentou queda de 3,6% na margem, interrompendo uma sequência de três avanços. Entre os componentes do Came, a produção doméstica de bens de capital avançou 1,1% em julho – o comportamento das variáveis de comércio exterior ajudou a explicar seu mau resultado na comparação dessazonalizada. Se por um lado, o volume de importações por este tipo de bem cresceu 7% sobre o mês de junho, por outro, o volume exportado de bens de capital, que é subtraído da produção doméstica, registrou alta de 37,7%, na mesma base de comparação – resultado da exportação de uma plataforma de petróleo no período em questão.

Por sua vez, o indicador de construção civil registrou a segunda variação positiva seguida, crescendo 1,4% em julho sobre o mês anterior, na série dessazonalizada. Já na comparação contra o mesmo período do ano anterior, enquanto a construção registrou queda de 3,6%, o Came cresceu 2,5% sobre o mês de julho de 2016.

Tabela - Indicador Ipea FBCF jul17Gráfico indicador Ipea FBCF jul17

Acesse aqui a planilha completa com os dados do Indicador Ipea mensal de FBCF (índice 1995=100)



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Atividade Econômica: Desempenho do PIB

Carta de Conjuntura Nº 36

Por Leonardo Mello de Carvalho

Embora a taxa de crescimento da economia tenha desacelerado na margem, o resultado do segundo trimestre apresentou características positivas em termos de perspectivas para a evolução da economia. Enquanto nos primeiros três meses do ano a alta do PIB foi toda explicada pelo desempenho da agropecuária, cuja produção se transformou em acúmulo de estoques e exportações, o crescimento verificado no segundo trimestre voltou a contar também com a contribuição da demanda doméstica. Refletindo uma melhora gradual do rendimento do trabalho e do endividamento das famílias e o estímulo direto dado pelo resgate de recursos do FGTS, o consumo das famílias voltou a crescer após longo período, estimulando especialmente a produção do setor serviços, que também registrou melhora. Além disso, num cenário em que a indústria de transformação segue apresentando trajetória modesta de recuperação, vale destacar a produção de máquinas e equipamentos, cujo bom desempenho, no entanto, ainda não foi suficiente para evitar nova queda dos investimentos. Como resultado, a absorção doméstica, composta pelo consumo total (famílias e governo) e pela FBC (Formação Bruta de Capital Fixo acrescida da variação de estoques), registrou desempenho abaixo do PIB, recuando 0,1% na comparação entre o segundo trimestre de 2017 e o período imediatamente anterior, na série com ajuste sazonal.

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Indicador Ipea de FBCF ajustado pelos dados das Contas Nacionais

Por Leonardo Mello de Carvalho e José Ronaldo de C. Souza Jr.

Os dados do Indicador Ipea mensal de formação bruta de capital fixo (FBCF) foram ajustados com base no resultado divulgado pelo Sistema de Contas Nacionais Trimestrais (SCNT) do segundo trimestre de 2017, do IBGE. A FBCF voltou a se destacar negativamente entre os componentes do PIB pelo lado da demanda. Na comparação livre de influências sazonais, a queda de 0,7% no segundo trimestre de 2017 representou o décimo quarto recuo em 15 períodos. O que o Indicador Ipea mensal mostra é um comportamento discrepante entre as máquinas e equipamentos, que cresceram 4,9% no segundo trimestre, na comparação com o trimestre anterior (ajuste sazonal), enquanto a construção civil apresentou nova queda (de 2,2%), fazendo com que o FBCF tivesse um desempenho médio negativo.

Outra questão importante revelada pelo Indicador Ipea mensal de FBCF é que o comportamento ao longo dos três meses do trimestre foi positivo, especialmente em relação às máquinas e equipamentos – que apresentaram crescimentos mensais elevados.

Tabela - Indicador Ipea FBCF jun17_ajustado

graficos



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Produção industrial deve registrar ficar praticamente estável em julho

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Produção Industrial prevê leve recuo de 0,1% para o resultado da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF), do IBGE, referente a julho, frente ao mês anterior, na série dessazonalizada. Já na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a produção teria ficado 0,4% acima do patamar de julho de 2016, terceira alta consecutiva.

Em relação aos indicadores coincidentes da produção industrial, o desempenho exibido na comparação entre julho e junho, na série dessazonalizada, voltou a apresentar comportamento heterogêneo (ver tabela). Por um lado, de acordo com a Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (FUNCEX), a importação de bens intermediários registrou queda de 2,3%, após a forte alta registrada no período anterior (8,7%). Além disso, a Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO) indica que a venda de papel e papelão caiu 1,2% na margem. Por sua vez, a produção de auto veículos recuou pela mesma taxa nesta base de comparação, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).  No entanto, na comparação entre julho de 2017 e o mesmo período de 2016, o desempenho positivo voltou a ser generalizado.

Alguns indicadores apresentaram, porém, um desempenho positivo no início do terceiro trimestre. Enquanto o nível de utilização de capacidade, medido pela Fundação Getúlio Vargas, cresceu 0,5 pontos percentuais, o volume de tráfego de carga em estradas com pedágio também avançou em julho, com alta de 1,1%, segundo a Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR).

Tabela-Indicador-Ipea-Produção Industrial-Jul17



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Indicador Ipea de PIB Agropecuário Mensal

Carta de Conjuntura nº 36

Por Leonardo Mello de Carvalho e Marco Antônio F. de H. Cavalcanti

Embora apresente uma participação relativamente modesta no Produto Interno Bruto (PIB) do país – 4,7% em 2016 –, o setor agropecuário se caracteriza por um alto nível de encadeamento com outros setores produtivos. Estando sujeito a choques de oferta, suas oscilações bruscas podem ter impactos significativos nas previsões para o PIB agregado, conforme temos observado este ano. Por isso, o Ipea inicia a divulgação do seu indicador mensal de PIB agropecuário tendo como principal objetivo possibilitar uma análise mais tempestiva e ampliar o debate a respeito da dinâmica conjuntural do setor e de seus impactos para as previsões do PIB agregado da economia brasileira. A presente nota explica como este indicador é calculado, em suas quatro etapas: i) mensalização das estimativas sobre as safras dos principais produtos da lavoura; ii) extrapolação das séries mensais dos produtos da pecuária, pesca e silvicultura; iii) determinação dos pesos de cada componente; iv) cálculo do indicador preliminar de atividade agropecuária; e v) cálculo final do indicador Ipea de PIB agropecuário mensal, ajustado ao índice oficial trimestral do IBGE.

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Demanda interna por bens industriais avança 1,1% em junho

Por Leonardo Mello de Carvalho e José Ronaldo de Castro Souza Júnior

Segundo trimestre fecha com alta de 0,4%

O Indicador Ipea de Consumo Aparente (CA) da Indústria – definido como produção industrial doméstica, acrescida das importações e diminuída das exportações – registrou alta de 1,1% na comparação entre junho e maio, na série com ajuste sazonal (ver tabela). Com isso, o resultado do segundo trimestre de 2017 ficou 0,4% acima do verificado nos primeiros três meses do ano. Na comparação interanual, o indicador atingiu patamar 3,5% inferior ao observado em junho de 2016. O resultado trimestral também foi negativo, com queda de 1,9%. Por sua vez, a variação acumulada em 12 meses repetiu o resultado do período anterior, recuando 3,1%. Quando comparado à produção doméstica – medida pela Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física (PIM-PF), cuja retração nos últimos 12 meses ficou em 1,9% – este resultado voltou a indicar um escoamento líquido para o setor externo. Nessa mesma base de comparação, enquanto as exportações acumularam alta de 2,1% nos 12 meses terminados em junho de 2017, o volume importado de bens industriais aumentou 0,9%, segunda variação positiva após 33 meses.

Tabela-Indicador-Ipea-Consumo Aparente_jun-17

Considerando-se o consumo aparente por grandes categorias econômicas, o maior destaque positivo ficou por conta do setor bens de capital, que registrou crescimento de 4,1% entre os meses de junho e maio, na série dessazonalizada. Por outro lado, a categoria bens de consumo duráveis recuou 7,8% na margem, devolvendo parte do forte crescimento registrado no mês anterior. Ainda assim, encerrou o segundo trimestre com avanço de 1,5%. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, a queda foi generalizada. Com exceção do setor de bens de consumo duráveis, todas as demais categorias registraram variação negativa sobre junho de 2016.

Entre os segmentos, verificou-se crescimento em nove de um total de 22, o que levou o índice de difusão para 41%. Entre segmentos com maior peso, contribuíram positivamente o de produtos alimentícios, com alta de 5,2% na margem, e o de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis, que registrou expansão de 3,6%. Assim como na comparação dessazonalizada, nove segmentos registraram variação positiva ante junho de 2016. Por fim, em relação ao resultado acumulado em 12 meses, dez segmentos já apresentam variação positiva até o mês de junho, principalmente o de produtos alimentícios e veículos automotores, reboques e carrocerias, que registraram crescimento de 3,5% e 2,5%, respectivamente.

Gráficos_Indicador Ipea CA_jun-17

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