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Economia Agrícola

Por Ana Cecília Kreter e José Ronaldo de C. Souza Júnior

A previsão da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas (Dimac) do Ipea para o PIB do setor agropecuário é de crescimento, em 2020, de 3,4%, caso o prognóstico de safra adotado seja do IBGE. Caso se utilize o prognóstico de safra da Conab, mais otimista, o crescimento do PIB do setor seria mais alto, de 4,1%. Essa alta, em ambos os cenários para a safra 2019/2020, representa uma forte aceleração da atividade do setor em relação ao ano passado, quando o crescimento foi de 0,7% – de acordo com a nossa estimativa. Por segmento, a previsão de 2020 é de alta de 3,9% (cenário safra IBGE) ou de 5% (cenário safra Conab) no valor adicionado da lavoura e de 3,5% no valor adicionado da pecuária. As culturas que deverão contribuir mais para o crescimento do valor adicionado da lavoura seriam a soja (alta de 8,7% na produção, de acordo com o IBGE) e o café (13,1%). Em relação à pecuária, todos os componentes devem impulsionar o crescimento do valor adicionado do segmento.

Além do detalhamento completo das previsões do PIB agropecuário, esta seção conta ainda com a análise detalhada mercados e preços agropecuários domésticos feita pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo (USP) e com subseções dedicadas às seguintes questões relacionadas ao setor: setor externo, com os principais dados de comércio exterior e mercado internacional; crédito rural, que apresenta as contratações e as condições de crédito; e insumos, com destaque para os fertilizantes e a produção de máquinas agrícolas.

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Crédito e juros

Por Estêvão Kopschitz Xavier Bastos

A evolução do crédito vem mantendo as tendências, tanto nos saldos quanto nas novas concessões, de melhoria no segmento livre – na divisão entre livres e direcionados – e no de pessoas físicas (PFs) – na desagregação entre PFs e pessoas jurídicas (PJs). Uma abertura setorial (no crédito para PJ) permite observar que, em 2019, os saldos dos setores industriais caíram, enquanto os de serviços subiram. O saldo de títulos privados continuou crescendo, corroborando a tendência de maior recurso ao mercado de capitais. O aumento do endividamento das famílias, por sua vez, está se dando somente no crédito não imobiliário. O aumento do comprometimento da renda vem acontecendo por causa do aumento do endividamento, já que o custo do crédito ficou aproximadamente estável ao longo de 2019. Seria desejável que o novo endividamento estivesse se dando no crédito imobiliário, que, apesar de valores tipicamente mais altos, compromete menos a renda familiar. A taxa de juros média no Sistema Financeiro Nacional (SFN) para novas concessões chegou a dezembro do ano passado praticamente no mesmo valor de dezembro de 2018, apesar da Selic ter caído 2 pontos porcentuais (p.p.). Já os spreads para PF subiram 1,6 p.p. entre dezembro de 2018 e o fim de 2019. Um box resume as novas regras para o cheque especial editadas pelo Conselho Monetário Nacional. As diversas características desse segmento que o afastam do modelo de concorrência perfeita levaram o Banco Central, com base em estudos técnicos, a propor o estabelecimento de um teto para os juros e a autorizar a cobrança de tarifa.200213_cc_46_secao_credito_graficos_4_e_5

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Visão Geral da Conjuntura

Por José Ronaldo de C. Souza Júnior, Paulo Mansur Levy, Francisco Eduardo de L. A. Santos  e Leonardo Mello de Carvalho

A economia brasileira acelerou o crescimento no terceiro trimestre, surpreendendo a maioria das previsões, inclusive as da Dimac/Ipea. O consumo das famílias foi o principal determinante dessa aceleração, enquanto o investimento manteve ritmo firme de expansão. Os dados mais recentes da atividade econômica, de outubro, indicam continuidade do crescimento no último trimestre do ano, embora estimativas para novembro mostrem algum recuo na indústria – muito influenciada pela queda na produção do setor automobilístico. A previsão da Dimac/Ipea é de que o crescimento no 4º trimestre seja de 0,4% ante o trimestre anterior e de 1,5% ante o 4º trimestre de 2018. Com isso, o crescimento do PIB neste ano será de 1,1%.

As projeções da Dimac/Ipea para 2020 indicam aceleração do crescimento do PIB, para 2,3%. Pelo lado da oferta, todos os setores terão aumento em sua taxa de crescimento, com destaque para a agropecuária, que deve crescer 3,8%. Pelo lado da demanda, prevê-se forte aceleração do investimento e do consumo das famílias, enquanto as exportações líquidas novamente absorverão esse aumento da demanda doméstica, a exemplo do aconteceu em 2019. A inflação prevista para 2019 é 3,7% e a de 2020, 3,8%. O choque do preço das carnes tende a se dissipar, e a inflação de alimentos cairia de 4,2% em 2019 para 3,1% em 2020. Nos dois anos, a variação de preços monitorados será superior à média: 5,7% em 2019 e 5,5% em 2020. A inflação dentro da meta reflete, entre outros fatores, a existência de recursos ociosos na economia, permitindo uma aceleração do crescimento sem pressões inflacionárias. A estimativa para o hiato do produto é de que ele termine 2019 em 2,8%, caindo para 2,0% ao final de 2020 – o que indica que ainda haveria ociosidade mesmo com a aceleração do crescimento.

Esta Visão Geral da Conjuntura está dividida da seguinte forma: na primeira parte, é feita uma análise do desempenho recente da economia brasileira, com dados gerais da  conjuntura; a segunda parte é dedicada à questão fiscal, com destaque para as perspectivas para o período 2020-2023 em relação ao espaço fiscal para despesas discricionárias limitadas pelo teto dos gastos; na terceira e última parte, analisam-se as previsões de crescimento e inflação para 2019 e 2020.

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Atividade econômica: Indicadores mensais

Por Leonardo Mello de Carvalho

Depois de fechar o terceiro trimestre em aceleração, com crescimento de 0,6%, a economia brasileira iniciou o último trimestre com indicadores mostrando sinais heterogêneos. Enquanto o Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) mensal apontou recuo de 2,2% na passagem entre os meses de setembro e outubro, a produção industrial registrou avanço de 0,8% no mesmo mês. Em relação ao mês de novembro, a Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas (Dimac) do Ipea estima uma acomodação da produção industrial, com recuo de 0,5% na série sem efeitos sazonais.

As vendas do comércio varejista, de acordo com a PMC do IBGE, avançaram 0,8% em outubro, na série ajustada sazonalmente, a oitava variação positiva seguida nessa base de comparação. Além do bom desempenho verificado no comércio de bens, o setor de serviços também tem se beneficiado de uma demanda interna mais aquecida. Segundo a PMS, também do IBGE, a receita real cresceu 0,8% no primeiro mês do quarto trimestre, na comparação dessazonalizada. O resultado foi a quinta variação positiva em sete meses. Para novembro, prevemos um aumento de 0,4% para as vendas no comércio, enquanto o volume de serviços devem apresentar estagnação ante o mês de outubro.

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Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) – outubro de 2019

Por Maria Andreia Parente Lameiras

O Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) calculado pelo Ipea apresentou variação de 0,26% no mês de outubro, situando-se 0,27 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada em setembro. Esse foi o menor nível deste indicador para o mês de outubro desde 2014. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a queda observada foi de 0,25 p.p.

Com a incorporação desse resultado, nos últimos doze meses, o ICTI aponta variação de 5,30%, mantendo-se em patamar bem acima dos registrados tanto nos índices da Fundação Getulio Vargas (FGV) – Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) e Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP) – quanto no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), como mostra a tabela 1.

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Na desagregação pelos oito grupos de serviços que compõem o ICTI, observa-se que, no acumulado em doze meses, a maior contribuição veio do segmento de despesas com pessoal, cuja alta de 9,6% foi responsável por aproximadamente 88% da variação total apresentada pelo índice. Ainda que em menor intensidade, o segmento demais despesas operacionais também afetou positivamente o ICTI, com contribuições de 0,57 p.p. No sentido contrário, a queda de 2,0% nos preços dos materiais de consumo, verificada entre novembro de 2018 e outubro de 2019, vem gerando um alívio sobre o indicador.

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Política Fiscal

Por Paulo Mansur Levy, Felipe dos Santos Martins e Sergio Fonseca Ferreira

Do ponto de vista fiscal, o ano de 2019 no governo federal foi marcado por dois momentos distintos. A primeira metade do ano foi de forte ajuste no orçamento, devido à perspectiva de crescimento do PIB bem inferior ao previsto na LOA. O potencial de frustração de receitas administradas (impostos e contribuições) levou a uma grande redução das despesas discricionárias, afetando diversos programas governamentais. A partir de julho, contudo, essas restrições foram sendo progressivamente relaxadas diante de revisões positivas tanto de receitas administradas quanto das não administradas, de modo que, no final do ano, todos os contingenciamentos de gastos foram revertidos, ao mesmo tempo que o deficit primário deverá ser muito inferior à meta. A liberação de empenhos nos meses finais do ano deverá levar a um acúmulo de restos a pagar de despesas primárias para 2020 que poderá chegar a R$ 200 bilhões, diante dos R$ 166 bilhões em 2019. Diante disso, o deficit primário do ano poderá cair a R$ 67,1 bilhões, menos da metade da meta definida na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

Em termos de desempenho, o deficit primário do setor público consolidado (SPC) manteve trajetória declinante ao longo de 2019, tendo registrado 1,3% do produto interno bruto (PIB) nos doze meses até outubro, ante 1,6% do PIB em dezembro de 2018. Para o deficit nominal, esses valores foram de 6,4% e 7,1% do PIB, respectivamente. A redução de 0,7 ponto percentual (p.p.) do deficit nominal foi potencializada pela redução da taxa de juros, de modo que o peso dos pagamentos de juros sobre a dívida pública caiu de 5,5% para 5,1% do PIB no período. A dívida líquida do setor público aumentou de 54,1% para 55,9% do PIB entre o final de 2018 e outubro de 2019, enquanto a dívida bruta teve crescimento de 77,2% para 78,3% do PIB. Nos dois casos, fatores do tipo once and for all contribuíram para reduzir o ritmo de expansão: no caso da dívida líquida, a desvalorização cambial (que aumenta o valor das reservas em reais); no da dívida bruta, as devoluções antecipadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) de empréstimos tomados junto ao Tesouro a partir de 2010.

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Inflação por Faixa de Renda – Novembro/2019

Por Maria Andreia Parente Lameiras

O Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda apontou, em novembro, o segundo avanço consecutivo, na margem, em todas as classes pesquisadas. A análise desagregada, por segmentos de renda, no entanto, mostra que essa pressão inflacionária foi mais intensa para as famílias de menor poder aquisitivo (0,54%), quando comparadas às de renda mais alta (0,43%), repercutindo os reajustes dos grupos alimentação e habitação.

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Por certo, a alta de 8,1% das carnes em novembro contribuiu com 0,28 ponto percentual (p.p.) para a inflação das classes mais baixas, anulando, inclusive, o alívio inflacionário vindo da queda de 12,2% nos preços dos tubérculos. Adicionalmente, o reajuste de 2,2% das tarifas de energia elétrica – repercutindo a mudança da bandeira tarifária de verde para amarela – gerou uma contribuição de 0,12 p.p. para a inflação desse segmento. Ou seja, apenas os aumentos registrados nestes dois itens – carnes e energia elétrica – explicam mais de 70% de toda a alta inflacionária observada nesse segmento de renda. No caso das famílias mais ricas, embora o reajuste das carnes e da energia também tenha pressionado suas taxas de inflação, o menor peso desses itens em sua cesta de consumo acaba por aliviar seus impactos altistas. Em contrapartida, o aumento de 0,78% nos preços dos combustíveis, de 4,4% nas passagens aéreas e de 24,4% nos jogos lotéricos explica as maiores pressões dos grupos transportes e recreação sobre a inflação das classes mais altas.

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Veja texto completo sobre o resultado de novembro

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Boletim de expectativas

Por Estêvão Kopschitz X. Bastos

Este boletim apresenta uma compilação de expectativas para diversas variáveis econômicas, coletadas de diferentes fontes. A recente desvalorização do real, neste mês de novembro, não afetou as expectativas para o câmbio nos anos seguintes, que continuam indicando virtual estabilidade em torno de R$ 4,00. Ao longo dos últimos doze meses, as projeções para o PIB de 2020 têm passado por flutuações no intervalo entre 2,0% e 2,8%. O movimento recente tem sido de alta, estando a mediana das projeções, atualmente, em 2,2%. Quanto à Selic, segundo a mediana da pesquisa Focus/BCB, o mercado acredita que, além do corte de 0,5 ponto de porcentagem (p.p.) na próxima reunião do Copom, em dezembro, haveria mais um de 0,25 p.p. na primeira reunião de 2020, e que o nível de 4,25% permaneceria por todo o ano que vem. Os juros reais esperados também vêm se reduzindo: para os títulos públicos de prazo de cinco anos, estão em 2,3%. As expectativas de inflação para este ano têm subindo um pouco, mas a taxa esperada continua bem abaixo da meta. Para 2020, a inflação projetada continua caindo. As de 2021 e 2022 estão perfeitamente ancoradas nas respectivas metas, 3,75% e 3,50%. Por fim, são apresentadas projeções para o resultado primário e para a dívida pública recentemente divulgadas pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) e pela Instituição Fiscal Independente (IFI), cotejadas com os cenários regularmente coletados junto ao mercado pelo Focus/BCB e pelo Prisma Fiscal/STN. Embora com algumas diferenças, a mensagem comum é de recuperação do resultado primário e de estabilização e queda da dívida.

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Crédito e juros

Por Estêvão Kopschitz X. Bastos

Nos últimos doze meses, há uma tendência de elevação no spread bancário médio para pessoas físicas (PFs), mas essa tendência e o nível atual do spread são menores do que se vinha avaliando, de acordo com dados revisados pelo Banco Central do Brasil (BCB). O spread médio no Sistema Financeiro Nacional (SFN) caiu de 20,2% para 19,4% em setembro, de acordo com a série revisada. O de PF, de 27,3% para 26,1%. Este texto analisa as mudanças e apresenta gráficos comparativos das séries de spreads e de taxas de captação antes e depois da revisão. O volume de crédito continua crescendo, com destaque para a substituição do crédito direcionado para pessoas jurídicas (PJs) por captações via mercado de capitais. As novas concessões têm mantido elevadas taxas de crescimento em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Nos últimos meses, a inadimplência de PFs no segmento livre, embora permaneça baixa em termos da série histórica, tem crescido. Um aspecto da evolução dessa taxa de inadimplência é um aparente ciclo de duração de três a quatro anos, com pico em meses de maio e vales em fevereiro ou março. A atual ascensão pode ser a repetição desse ciclo rumo a um máximo em maio de 2020.  O endividamento das famílias, medido pela dívida como proporção da renda em doze meses, está em 44,6%, continuando o movimento de elevação que se observa desde o primeiro semestre do ano passado. Esse aumento é devido ao endividamento não imobiliário, enquanto o relativo à aquisição de habitação está virtualmente estável desde os últimos meses de 2015. O comprometimento da renda familiar com o pagamento de juros e amortizações das dívidas tem aumentado e, em agosto, situava-se em 20,6%.

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Indicador Ipea de Consumo Aparente de Bens Industriais – setembro de 2019 Demanda interna por bens industriais avançou 0,5% no mês

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais – definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno acrescida das importações – registrou alta de 0,5% na comparação entre os meses de setembro e agosto, na série com ajuste sazonal. Com esse resultado, que sucedeu um recuo de 1,3%, o terceiro trimestre de 2019 encerrou com crescimento de 2,8% na margem. Entre os componentes do consumo aparente, enquanto a produção doméstica não exportada (bens nacionais) caiu 2,1% na margem em setembro, as importações de bens industriais registraram alta de 10,3%, conforme mostra a tabela 1.

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Na comparação interanual, a demanda interna por bens industriais cresceu 4,3% contra setembro do ano passado. O resultado superou o desempenho apresentado pela produção industrial (alta de 1,1%), mensurado pela Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física (PIM-PF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, o terceiro trimestre apresentou um crescimento de 1,4% em relação ao verificado no mesmo período do ano passado. Tomando por base a variação acumulada em doze meses, a demanda registrou uma variação negativa, embora num ritmo menos intenso (-1%) que o apresentado pela produção industrial (-1,3%), como visto no gráfico 1.

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A análise dos resultados por grandes categorias econômicas, por classes de produção e por segmentos pode ser vista no texto completo do indicador.

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