Produção industrial deve iniciar 2018 em queda, compensando parte da forte alta de dezembro

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Produção Industrial aponta recuo de 1,8% para o resultado da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF), do IBGE, em janeiro de 2018, frente ao mês anterior, na série dessazonalizada. O resultado sucederia à alta de 2,8% verificada em dezembro. Com isso, o resultado do trimestre móvel terminado em janeiro ainda ficaria positivo (2,1%). Já na comparação de janeiro com o mesmo mês do ano anterior, a produção teria ficado 5,4% acima do patamar de janeiro de 2017.

Em relação aos indicadores coincidentes da produção industrial, o desempenho negativo exibido na comparação entre janeiro de 2018 e dezembro de 2017, na série dessazonalizada, foi relativamente disseminado (ver tabela). Segundo a Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex), a quantidade importada de bens intermediários caiu 1,4%, após registrar forte elevação no período anterior, de 6,2%. Além disso, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) indica um recuo de 2,3% na margem. Por sua vez, o Instituto Aço Brasil divulgou queda de 2,7% na produção de aço para o mês de janeiro. O destaque positivo ficou por conta das vendas de papel e papelão, que avançaram 1,6%, de acordo com Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO).

Na comparação entre janeiro de 2018 e o mesmo período de 2017, o desempenho positivo voltou a ser generalizado. A exceção voltou a ser o indicador de estoques, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Vale destacar que, nesse caso, o recuo de 10,2% é indício de aquecimento da atividade industrial.

Tabela-Indicador-Ipea-Produção Industrial-jan-18



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Inflação

Carta de Conjuntura Nº 38

Por Maria Andréia Parente Lameiras

Após fechar o ano de 2017 com uma inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de apenas 2,95% – abaixo do limite inferior da banda de tolerância da meta de inflação –, em janeiro de 2018, o IPCA voltou a surpreender positivamente ao apontar variação de 0,29%, gerando uma nova desaceleração da curva de inflação em 12 meses que recuou para 2,86%. Na desagregação do índice, observa-se que dos nove grupos que compõem o IPCA, apenas três deles – habitação (5,2%), saúde (6,4%) e educação (7,0%) – apresentam, em 12 meses, variações acima da meta de 4,5%. Em contrapartida, o grupo alimentos e bebidas e artigos de residência são os que mostram melhores desempenhos, com deflações de 1,5% e 1,3%, respectivamente.

CC38_Inflaçao_gráficos

Essa trajetória favorável dos alimentos é a principal responsável pela desaceleração mais acentuada da inflação das famílias mais pobres em relação ao segmento mais rico da população, de acordo, segundo o Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda.

Acesse o texto completo

 



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Inflação por Faixa de Renda – janeiro de 2018

Por Maria Andréia Parente Lameiras

O Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda, calculado com base nas variações de preços de bens e serviços pesquisados pelo Sistema Nacional de Índice de Preços ao Consumidor (SNIPC) do IBGE, em janeiro, manteve a tendência observada ao longo do ano passado de menor pressão inflacionária nas classes mais pobres da população brasileira. Em janeiro, enquanto a inflação das famílias com menor poder aquisitivo apontou alta de 0,23%, a taxa de crescimento dos preços dos bens e serviços consumidos pela parcela mais rica da população foi de 0,36%. Esse resultado de janeiro corrobora um cenário presente em todo o ano de 2017, pontuado por uma desaceleração que, embora tenha ocorrido de modo generalizado entre todas as classes de renda, foi bem mais intensa nas camadas mais pobres. Por certo, após encerrar 2016 com uma variação em 12 meses próxima a 6,0%, a inflação das famílias de renda muito baixa recuou de tal modo que, em janeiro de 2018, a alta apontada foi de apenas 2,1%. Por outro lado, a inflação das famílias de renda alta apresentou queda um pouco menos expressiva, passando de 5,5% para 3,7% no mesmo período.

Inflação por faixa de renda_jan-18_tabela

Assim como já havia ocorrido no mês anterior, o alívio inflacionário em janeiro veio, sobretudo, do comportamento das tarifas de energia elétrica cuja deflação de 4,3% compensou parcialmente a alta sazonal dos alimentos. De fato, os dados expostos na Tabela 3 revelam que, independentemente da classe de renda, as maiores contribuições à alta vieram dos alimentos enquanto à baixa foram localizadas no grupo habitação. Nota-se também que, por serem itens de maior peso no orçamento das famílias mais pobres, o impacto tanto da alta dos alimentos quanto da deflação da energia é menor quanto maior é a renda da família. Em contrapartida, a alta de 2,4% no preço da gasolina e o reajuste de 1,1% dos planos de saúde fizeram com que as contribuições à inflação dos grupos transportes e saúde e cuidados pessoais fossem mais intensas nas parcelas de maior renda, que são o segmento da população que possuem veículos próprios e pagam assistência médica.

Ver análise completa do indicador na seção de Inflação da Carta de Conjuntura

Acesse aqui a planilha com as taxas mensais de Inflação por faixa de renda



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Indicador Ipea de FBCF – dezembro e 4º trimestre de 2017

Por Leonardo Mello de Carvalho

Investimentos crescem 4,2% em dezembro, encerrando o ano de 2017 com queda de 2%

O Indicador Ipea Mensal de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta crescimento de 4,2% em dezembro em relação a novembro de 2017, na série com ajuste sazonal. Com esse resultado, o indicador de investimentos encerra o quarto trimestre registrando alta de 1,7% sobre o trimestre anterior, também ajustado sazonalmente. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a FBCF atingiu patamar 2,4% superior ao verificado em dezembro de 2016. Já na comparação do quarto trimestre de 2017 com o mesmo período do ano anterior, o investimento registrou expansão de 3,3%. Com isso, o resultado acumulado no ano de 2017 foi de queda de 2%.

O avanço da FBCF entre os meses de novembro e dezembro refletiu o bom desempenho de todos os seus componentes. Após duas quedas consecutivas, o consumo aparente de máquinas e equipamentos (Came) – cuja estimativa corresponde à sua produção industrial doméstica líquida das exportações e acrescida das importações –, apresentou alta de 4,2% no último mês do ano. Entre os componentes do Came, enquanto a produção doméstica de bens de capital líquida de exportações cresceu 4,5%, o volume de importações registrou avanço de 5,6%, ainda na comparação dessazonalizada.

Por sua vez, o indicador de construção civil registrou o terceiro avanço consecutivo na margem, registrando alta de 2% frente ao mês de novembro, na série livre de efeitos sazonais. Por fim, o terceiro componente da FBCF, classificado como outros ativos fixos, contribuiu positivamente para o desempenho dos investimentos, registrando crescimento de 2% em dezembro, na série dessazonalizada.

Na comparação contra o mesmo período do ano anterior, o Came registrou alta de 9,9% em dezembro, enquanto a construção civil avançou 0,5%. O ponto negativo ficou por conta do componente outros, que recuou 3,7%.

Tabela - Indicador Ipea FBCF dez17

Gráfico indicador Ipea FBCF dez17

Acesse aqui a planilha com o Índice Ipea mensal de Formação Bruta de Capital Fixo (índice 1995=100)



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Política Fiscal

Carta de Conjuntura Nº 38

Por Paulo Mansur Levy

O resultado primário de 2017 veio bem mais favorável que em 2016, assim como em relação ao esperado para o ano. Em relação a 2016, o deficit primário caiu 0,8 ponto percentual (p.p.) do PIB, de 2,5% para 1,7% do PIB. Apesar da queda, é um valor ainda elevado, o que levou a novo aumento da dívida bruta do governo geral, de 69,9% para 74,0% do PIB. Os dados de receitas e despesas do governo central mostram que a melhora – queda do deficit primário de R$ 167,4 bilhões para R$ 126,0 bilhões, a preços constantes de dezembro de 2017 – foi consequência tanto do aumento real de 2,5% na receita líquida quanto da queda real de 1% nos gastos primários.

Para este ano, a previsão mediana do Prisma Fiscal, divulgado pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda (SPE/MF) em fevereiro, é de que o deficit primário do governo central cresça para R$ 149 bilhões (quase R$ 5 bilhões a menos que se previa há um mês). Porém, o orçamento de 2018 prevê como meta um deficit de R$ 159 bilhões, o que representa um significativo aumento em relação ao realizado em 2017 (2,2% e 1,9% do PIB, respectivamente). Em fevereiro, o governo apresentou a programação financeira para o ano, ajustando-a a mudanças nos parâmetros macroeconômicos e a não materialização de receitas e de redução de gastos previstos. Como o gasto realizado em 2017 ficou bem abaixo do teto, abriu-se um espaço para aumento de R$ 89 bilhões nas despesas; por outro lado, incertezas quanto à realização da receita oriunda da possível privatização da Eletrobras e a necessidade de readequar o orçamento para atender o teto dos gastos levaram à formação de uma “reserva de contingência” de R$ 16,2 bilhões.

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O Crescimento Insustentável dos Gastos com Previdência e Pessoal

Carta de Conjuntura nº 38

por Ernesto Lozardo, Claudio Hamilton e Rogério Nagamine

Esta Nota Técnica retrata a forte tendência crescente dos gastos com a previdência e pessoal em relação às receitas da União e dos governos estaduais verificada nos últimos anos. Embora parte dessa tendência se deva a fatores circunstanciais, os autores identificam o crescimento insustentável das despesas de caráter previdenciário como a causa última do fenômeno.

No caso da União, a participação das despesas com o Regime Geral de Previdência Social (RGPS), de Pessoal (ativos e inativos) e BPC/LOAS na receita líquida saltou de 56,8%, em 2010, para 77,5%, em 2017. Houve, portanto, um incremento de 20,7 pontos percentuais entre 2010 e 2017, sendo que a maior parte desse aumento decorreu da mudança do RGPS (+15,8%), cuja participação saltou de 32,5% para 48,3%. Nos estados e no Distrito Federal, a situação não é muito diferente. A razão entre os as despesas agregadas com pessoal ativo e inativo dos estados e a receita corrente líquida agregada desses últimos passou de 50,5%, em 2006, para 58,3%, em 2016.   

O rápido crescimento das despesas de pessoal e previdenciárias contrasta com a forte queda nos gastos com investimento. No caso do governo central, o investimento total ficou em R$ 47,5 bilhões em 2017, com queda real de 44,2% em relação a 2014. O dado dos estados é ainda pior. Em queda desde 2015, os investimentos estaduais não ultrapassaram R$ 29,4 bilhões nos doze meses entre novembro de 2016 e outubro de 2017. Vai se consolidando, portanto, de acordo com os autores, um quadro em que cada vez mais os recursos disponíveis para a União e os governos estaduais se direcionam para gastos com previdência e pessoal, com impactos indiretos negativos relevantes sobre as demais áreas ou setores. 

Neste contexto, uma reforma da previdência mínima e racional, que possibilite a desaceleração dos gastos com a previdência é vista como muito desejável se o intuito for permitir que os governos – União, estados e municípios – escapem do destino de terem suas funções limitadas a controlar, unicamente, a folha de pagamento, sem qualquer recurso para as demais políticas públicas.

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Setor Externo – Balança Comercial

Carta de Conjuntura nº 38

Por Marcelo José Braga Nonnenberg

A partir desta edição da Carta de Conjuntura, a análise do setor externo será desmembrada em duas seções: a primeira com os dados relativos à balança comercial, aí incluídos os dados de preços e quantidades, e a segunda com a análise relativa ao balanço de pagamentos.

O saldo comercial em dezembro de 2017 atingiu um recorde histórico, com superavit de US$ 67 bilhões, resultado de exportações de US$ 217,7 bilhões e importações de US$ 150,7 bilhões no ano. Em janeiro, as exportações alcançaram US$ 17 bilhões e as importações US$ 14,2 bilhões, com um superavit comercial de US$ 2,8 bilhões. Com base em dados da média diária dessazonalizada, tanto as exportações quanto as importações têm crescido a um ritmo acelerado nos últimos meses, sendo que as importações vêm mostrando um ritmo de crescimento superior ao das exportações, à exceção de janeiro. O crescimento das exportações, de 3,1% ao mês, na média dos últimos três meses, tem sido impulsionado pelos bens básicos e manufaturados, ao mesmo tempo em que as maiores taxas de crescimento das importações, de 4,4% na mesma base de comparação, são de bens intermediários e de bens de capital. O crescimento recente das exportações vem sendo provocado principalmente pelos aumentos de preços, ao passo que o das importações vem sendo estimulado basicamente pelas quantidades.

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Demanda interna por bens industriais cresce 2,4% em dezembro, encerrando o ano de 2017 com alta de 4,2%

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente (CA) de Bens Industriais – definido como a produção industrial interna líquida das exportações acrescida das importações – registrou alta de 2,4% na comparação entre dezembro e novembro, na série com ajuste sazonal. Entre os componentes do consumo aparente, a produção doméstica líquida de exportações avançou 2,1% em dezembro, no comparativo contra o período anterior, ao passo que as importações de bens industriais cresceram 2,2%. O indicador avançou ainda na comparação interanual, atingindo patamar 9,7% superior ao observado em dezembro de 2016.

Na comparação entre o quarto trimestre e o trimestre anterior, o resultado na margem também é positivo, com saldo de 2,9%. O resultado anual, por sua vez, mostra que a demanda por bens industriais terminou ao ano de 2017 com alta (de 4,2%), acima do crescimento da produção nacional mensurada pela Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF) do IBGE (que foi de 2,5%).

Tabela-Indicador-Ipea-Consumo Aparente_dez-17

Consumo aparente_dez-17_graf1

Com relação às classes de produção, na comparação dessazonalizada, a extrativa mineral avançou 3,8% em dezembro, resultado que sucedeu alta de 4,1% em novembro. Já a demanda por bens da indústria de transformação avançou 1,4% na margem. Ainda nessa mesma base de comparação, foi verificado um crescimento em 17 segmentos, de um total de 22, aumentando o índice de difusão (que mede a porcentagem dos segmentos da indústria de transformação com aumento em comparação ao período anterior, após ajuste sazonal) para 77%, ante 59% do período anterior. Entre aqueles com maior peso, contribuíram positivamente outros equipamentos de transporte, com alta de 40,1% na margem, e veículos automotivos, com expansão de 8,3%.

Leia a análise completa do indicador

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Boletim de Expectativas

Por Estêvão Kopschitz Xavier Bastos

A mediana das expectativas do Boletim Focus do Banco Central do Brasil (Focus/ BCB) indica mais um corte da Selic, na reunião que ocorrerá em 07 de fevereiro, que levaria a taxa a 6,75% ao ano (a.a.). A possibilidade de um corte que reduza essa taxa para 6,50% na próxima reunião ou na de 21 de março aparece na meta para a Selic implícita no DI Futuro, que está em 6,67% em fevereiro e 6,57% em março; assim como na média do Focus, que é de 6,75% em fevereiro e de 6,69% em março. Focus e DI preveem que a taxa deverá permanecer até os meses finais deste ano no nível que atingir em fevereiro ou março. Na estrutura a termo da taxa de juros (ETTJ), do início de dezembro do ano passado até a última sexta-feira (26/01), houve redução de 0,4 a 0,5 pontos de porcentagem (p.p.) nos juros reais nos vértices mais longos, enquanto os mais curtos passaram por pouca alteração. Depois de ter caído muito ao longo de 2016 e do primeiro semestre de 2017, a inflação esperada para doze meses seguintes, levando em conta diferentes fontes (Focus/BCB e inflação implícita em títulos públicos e em swaps) passou a oscilar entre 4,0% e 5,0%, aproximadamente. As expectativas para o resultado fiscal primário do setor público consolidado apontam para melhoria gradual ao longo dos próximos anos, mas até 2021 não é esperado superavit pela média das previsões. A expectativa média de crescimento do PIB em 2018 é de 2,6%. Quanto ao deficit em transações correntes do Balanço de Pagamentos, depois de passar de 4,2% do PIB em 2014 para 0,5% do PIB em 2017, a mediana das previsões de mercado indica que deve voltar a aumentar moderadamente, chegando a 2% do PIB em 2021.

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Produção industrial deve voltar a crescer em dezembro de 2017, acumulando alta de 2,5% no ano

Por Leonardo Mello de Carvalho

O Indicador Ipea de Produção Industrial prevê avanço de 1,8% em dezembro para o resultado da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF), do IBGE, frente ao mês anterior, na série dessazonalizada. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a produção teria ficado 3,8% acima do patamar de dezembro de 2016, quarta alta consecutiva. Com isso, a produção industrial encerraria o ano de 2017 acumulando crescimento de 2,5%.

Em relação aos indicadores coincidentes da produção industrial, o bom desempenho exibido na comparação entre dezembro e novembro, na série dessazonalizada, foi relativamente disseminado (ver tabela). Segundo a Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (FUNCEX), a importação de bens intermediários cresceu 1,7%, segunda alta seguida após a queda de 4,1% em outubro. Além disso, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA) indica um avanço de 4,5% na margem, encerrando o ano com expansão de 25,2%. Os destaques negativos ficaram por conta das vendas de papel e papelão, que recuaram 1,1%, de acordo com Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO), enquanto o Instituto Aço Brasil apontou uma queda de 3,9% na produção de aço.

Na comparação entre dezembro de 2017 e o mesmo período de 2016, o desempenho positivo voltou a ser generalizado. A exceção ficou por conta da queda de 4,2% no indicador de estoques, medido pela Fundação Getúlio Vargas.  Nesse caso, todavia, a variação negativa é mais um indício de recuperação da atividade industrial.

Tabela-Indicador-Ipea-Produção Industrial-dez17



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